Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
Foram encontradas 20.128 questões
Leia o texto para responder à questão.
A velha
A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava?
Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças, e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café.
O mal de muita gente era não saber dar o devido valor às coisas. A maioria esbanjava tempo e felicidade, da mesma forma que esbanjava dinheiro. Se se fosse a ver, poucos sabiam aproveitar o que tinham. Por exemplo, não aproveitavam a água quente, que ficava nos canos depois de se ligar o gás e de a água aquecer, não se lembravam de apagar logo as luzes do teto quando passavam de um quarto para outro, nem desligavam os queimadores do fogão um pouco antes de a comida estar pronta. Sim, quantos faziam isso? E depois admiravam-se de o dinheiro não chegar ao fim do mês.
(Teolinda
Gersão, “A velha”. Em: Massaud Moisés.
A Literatura Portuguesa Através Dos Textos. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Com mais idosos, será preciso fortalecer o SUS
Dados recém-divulgados pelo IBGE mostram que os brasileiros têm destinado parcelas crescentes de sua renda a serviços de saúde e medicamentos nos últimos anos, uma tendência previsível com a transformação demográfica e o envelhecimento da população.
A despesa pública e privada do país com tal finalidade somou 9,7% do Produto Interno Bruto em 2021, ante 8% em 2010. A expansão deve continuar nos próximos anos, visto que em países mais desenvolvidos e com maior proporção de idosos entre os habitantes, como Alemanha, França e Reino Unido, o índice chega a 12% ou mais.
Por aqui, o aumento dos gastos no período se concentrou nas famílias – de 4,4% para 5,7% do PIB. Já os desembolsos dos governos federal, estaduais e municipais passaram de 3,6% para 4% do produto.
Os números refletem o sistema híbrido de financiamento da saúde que, na prática, desenvolveu-se no Brasil. Embora disponhamos de um sistema público universal de atendimento, o que sem dúvida é uma conquista civilizatória, estamos longe de poder abrir mão dos recursos privados.
Será necessário fortalecer o SUS para fazer frente à alta esperada da participação de idosos na população. Hoje, homens e mulheres com idade acima dos 65 anos representam perto de 11% dos brasileiros; projeta-se que o patamar de 20% será ultrapassado em 2050, e o de 30% estará próximo em 2070.
No atual cenário de penúria orçamentária, não há como pensar em um aumento rápido e vigoroso dos recursos do SUS. A longo prazo, será preciso rever prioridades e conter outras despesas para viabilizar maior atenção ao setor.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 07.04.2024. Adaptado)
• … uma tendência previsível com a transformação demográfica e o envelhecimento da população. (1º parágrafo)
• Já os desembolsos dos governos federal, estaduais e municipais passaram de 3,6% para 4% do produto. (3º parágrafo)
• Os números refletem o sistema híbrido de financiamento da saúde… (4º parágrafo)
• No atual cenário de penúria orçamentária, não há como pensar em um aumento… (6º parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Leia o texto para responder à questão.
Com mais idosos, será preciso fortalecer o SUS
Dados recém-divulgados pelo IBGE mostram que os brasileiros têm destinado parcelas crescentes de sua renda a serviços de saúde e medicamentos nos últimos anos, uma tendência previsível com a transformação demográfica e o envelhecimento da população.
A despesa pública e privada do país com tal finalidade somou 9,7% do Produto Interno Bruto em 2021, ante 8% em 2010. A expansão deve continuar nos próximos anos, visto que em países mais desenvolvidos e com maior proporção de idosos entre os habitantes, como Alemanha, França e Reino Unido, o índice chega a 12% ou mais.
Por aqui, o aumento dos gastos no período se concentrou nas famílias – de 4,4% para 5,7% do PIB. Já os desembolsos dos governos federal, estaduais e municipais passaram de 3,6% para 4% do produto.
Os números refletem o sistema híbrido de financiamento da saúde que, na prática, desenvolveu-se no Brasil. Embora disponhamos de um sistema público universal de atendi mento, o que sem dúvida é uma conquista civilizatória, estamos longe de poder abrir mão dos recursos privados.
Será necessário fortalecer o SUS para fazer frente à alta esperada da participação de idosos na população. Hoje, homens e mulheres com idade acima dos 65 anos representam perto de 11% dos brasileiros; projeta-se que o patamar de 20% será ultrapassado em 2050, e o de 30% estará próximo em 2070.
No atual cenário de penúria orçamentária, não há como pensar em um aumento rápido e vigoroso dos recursos do SUS. A longo prazo, será preciso rever prioridades e conter outras despesas para viabilizar maior atenção ao setor.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 07.04.2024. Adaptado)
Considere as passagens:
• … uma tendência previsível com a transformação demográfica e o envelhecimento da população. (1o parágrafo)
• Já os desembolsos dos governos federal, estaduais e municipais passaram de 3,6% para 4% do produto. (3o parágrafo)
• Os números refletem o sistema híbrido de financiamento da saúde… (4o parágrafo)
• No atual cenário de penúria orçamentária, não há como pensar em um aumento… (6o parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

A bioética é um conceito particularmente difícil de se apreender, tais as incertitudes de seus contornos. Há quem se interrogue mesmo sobre sua existência. Ao longo do tempo, o termo “bioética” veio se juntar aos de ética, moral e deontologia.
A bioética não é, necessariamente, uma disciplina universitária. Ela surge, como nos lembra o filósofo do direito Stéphane Bauzon, como um estudo interdisciplinar de questões éticas colocadas pela medicina e pelas ciências da vida.
Na sociedade pós-moderna, a bioética tornou-se uma preocupação mundial para diferentes autoridades. Questão pública e democrática, ela chama a sociedade a fazer escolhas.
Por definição, a bioética é plural, considerando tratar-se de um espaço de divergências de ideias. O nascimento da bioética está relacionado aos progressos fulgurantes das ciências médicas dos séculos XX e XXI. As novas possibilidades das ciências médicas, se trazem perspectivas de cura ou de atenuação dos sofrimentos humanos inesperados, até agora, podem, igualmente, provocar novos perigos de dominação, manipulação, seleção e subordinação. A bioética obedece à vontade política de não deixar “a ciência sem consciência” para retomar uma fórmula célebre do escritor francês do século XIX, François Rabelais.
Eric Mondielli. Revista de Direito Sanitário, São Paulo, v. 11, n. 2, Jul./Out.
2010. Adaptado.
A saga do azeite

(Fonte: www.super.abril.com.br/sociedade/a-saga-do-azeite-a-historia-as-fraudes-e-o-preco-nas-alturas/ - Texto adaptado
I. No trecho, “Então, já sabemos que o azeite é um aliado da saúde e é bom incluí-lo à mesa; entretanto, o produto sofreu uma alta de preço bastante importante que ameaça essa boa prática”, o conectivo “entretanto” apresenta valor semântico adversativo, pois estabelece uma relação de oposição com a informação apresentada antes – de que o azeite faz bem à saúde.
II. No trecho “E a alta segue sem freio” (l. 44), o autor faz uso de linguagem conotativa.
III. No trecho “os americanos descobriram algo que os povos mediterrâneos já sabiam intuitivamente há milênios”, o vocábulo “há” está incorretamente empregado, uma vez que, para indicar tempo decorrido, utiliza-se a forma “a”.
Quais estão corretas?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Morrer de câncer deve se tornar algo cada vez menos frequente
As vacinas baseadas em mRNA (RNA mensageiro) surgiram como uma nova e promissora abordagem na medicina. Desenvolvidas nos anos 1990, essas vacinas ganharam destaque na pandemia de covid-19, quando demonstraram sua eficácia e segurança na prevenção da doença.
O princípio das vacinas de mRNA é simples: elas utilizam um fragmento do código genético do vírus ou de células tumorais para estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos específicos. Diferentemente das vacinas tradicionais, que utilizam vírus atenuados ou inativados, as vacinas de mRNA não contêm o patógeno em si, tornando-as mais seguras e fáceis de produzir.
A pandemia de covid-19 acelerou o desenvolvimento e a aplicação das vacinas de mRNA. Em tempo recorde, pesquisadores conseguiram criar vacinas altamente eficazes contra o vírus Sars-CoV-2, demonstrando o potencial dessa tecnologia.
No Brasil, o desenvolvimento de vacinas baseadas em mRNA também tem avançado. Instituições como a Fiocruz e o Instituto Butantan têm investido em pesquisas nessa área, buscando não apenas a produção de vacinas contra a covid-19 mas também a aplicação da tecnologia em outras áreas, como o tratamento do câncer.
Dominar a tecnologia de vacinas de mRNA é crucial para a sociedade brasileira por várias razões. Primeiro, permite uma resposta mais rápida e eficaz a futuras pandemias e surtos de doenças infecciosas. Segundo, impulsiona a capacidade do país em inovar na área da biotecnologia, promovendo avanços não apenas na vacinação mas em tratamentos personalizados para doenças complexas, como o câncer. Por fim, fortalece a economia e a soberania nacional ao reduzir a dependência de tecnologias estrangeiras.
Além da prevenção de doenças infecciosas, as vacinas de mRNA têm se mostrado promissoras no tratamento do câncer. Pesquisadores estão desenvolvendo vacinas personalizadas que utilizam o mRNA de células tumorais específicas de cada paciente. Essas vacinas têm como objetivo estimular o sistema imunológico a reconhecer e combater as células cancerígenas, sem afetar as células saudáveis.
Estudos clínicos iniciais têm mostrado resultados encorajadores no uso de vacinas de mRNA para o tratamento de diversos tipos de câncer, como melanoma, câncer de pulmão e câncer de próstata. Embora ainda não estejam amplamente disponíveis na rotina clínica, essas vacinas representam uma nova esperança para pacientes com câncer, especialmente àqueles que não respondem bem às terapias convencionais.
As vacinas de mRNA fazem parte de uma revolução mais ampla no tratamento do câncer, impulsionada pelos avanços na imunoterapia e na genômica. A imunoterapia busca fortalecer o sistema imunológico do paciente para combater o câncer, enquanto a genômica permite a identificação de mutações específicas nas células tumorais, possibilitando tratamentos mais precisos e personalizados.
Apesar dos avanços promissores, ainda existem desafios a serem superados para viabilizar as vacinas de mRNA para pacientes com câncer. Um dos principais obstáculos é a identificação precisa dos antígenos tumorais específicos de cada paciente, essenciais para o desenvolvimento de vacinas personalizadas.
Além disso, é necessário aprimorar a eficácia das vacinas, garantindo uma resposta imunológica robusta e duradoura contra as células cancerígenas. Em uma perspectiva futura, é possível vislumbrar um cenário em que a combinação de vacinas de mRNA, imunoterapia e outras abordagens inovadoras transformem o câncer numa doença controlável e até mesmo curável. Com o avanço da medicina personalizada e o aprimoramento contínuo das terapias, é plausível imaginar que, nas próximas décadas, morrer de câncer se torne algo cada vez menos frequente, permitindo que milhões de pessoas tenham uma vida mais longa e saudável.
Com o avanço das pesquisas e o aprimoramento da tecnologia, essas vacinas poderão ser adaptadas para tratar uma ampla gama de tipos de câncer, oferecendo uma abordagem mais eficaz e menos tóxica em comparação às terapias convencionais.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
Embora ainda não estejam amplamente disponíveis na rotina clínica, essas vacinas representam uma nova esperança para pacientes com câncer, especialmente àqueles que não respondem bem às terapias convencionais.
Assinale a alternativa em que a alteração do segmento destacado no período acima tenha se dado sem alteração de sentido.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Morrer de câncer deve se tornar algo cada vez menos frequente
As vacinas baseadas em mRNA (RNA mensageiro) surgiram como uma nova e promissora abordagem na medicina. Desenvolvidas nos anos 1990, essas vacinas ganharam destaque na pandemia de covid-19, quando demonstraram sua eficácia e segurança na prevenção da doença.
O princípio das vacinas de mRNA é simples: elas utilizam um fragmento do código genético do vírus ou de células tumorais para estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos específicos. Diferentemente das vacinas tradicionais, que utilizam vírus atenuados ou inativados, as vacinas de mRNA não contêm o patógeno em si, tornando-as mais seguras e fáceis de produzir.
A pandemia de covid-19 acelerou o desenvolvimento e a aplicação das vacinas de mRNA. Em tempo recorde, pesquisadores conseguiram criar vacinas altamente eficazes contra o vírus Sars-CoV-2, demonstrando o potencial dessa tecnologia.
No Brasil, o desenvolvimento de vacinas baseadas em mRNA também tem avançado. Instituições como a Fiocruz e o Instituto Butantan têm investido em pesquisas nessa área, buscando não apenas a produção de vacinas contra a covid-19 mas também a aplicação da tecnologia em outras áreas, como o tratamento do câncer.
Dominar a tecnologia de vacinas de mRNA é crucial para a sociedade brasileira por várias razões. Primeiro, permite uma resposta mais rápida e eficaz a futuras pandemias e surtos de doenças infecciosas. Segundo, impulsiona a capacidade do país em inovar na área da biotecnologia, promovendo avanços não apenas na vacinação mas em tratamentos personalizados para doenças complexas, como o câncer. Por fim, fortalece a economia e a soberania nacional ao reduzir a dependência de tecnologias estrangeiras.
Além da prevenção de doenças infecciosas, as vacinas de mRNA têm se mostrado promissoras no tratamento do câncer. Pesquisadores estão desenvolvendo vacinas personalizadas que utilizam o mRNA de células tumorais específicas de cada paciente. Essas vacinas têm como objetivo estimular o sistema imunológico a reconhecer e combater as células cancerígenas, sem afetar as células saudáveis.
Estudos clínicos iniciais têm mostrado resultados encorajadores no uso de vacinas de mRNA para o tratamento de diversos tipos de câncer, como melanoma, câncer de pulmão e câncer de próstata. Embora ainda não estejam amplamente disponíveis na rotina clínica, essas vacinas representam uma nova esperança para pacientes com câncer, especialmente àqueles que não respondem bem às terapias convencionais.
As vacinas de mRNA fazem parte de uma revolução mais ampla no tratamento do câncer, impulsionada pelos avanços na imunoterapia e na genômica. A imunoterapia busca fortalecer o sistema imunológico do paciente para combater o câncer, enquanto a genômica permite a identificação de mutações específicas nas células tumorais, possibilitando tratamentos mais precisos e personalizados.
Apesar dos avanços promissores, ainda existem desafios a serem superados para viabilizar as vacinas de mRNA para pacientes com câncer. Um dos principais obstáculos é a identificação precisa dos antígenos tumorais específicos de cada paciente, essenciais para o desenvolvimento de vacinas personalizadas.
Além disso, é necessário aprimorar a eficácia das vacinas, garantindo uma resposta imunológica robusta e duradoura contra as células cancerígenas. Em uma perspectiva futura, é possível vislumbrar um cenário em que a combinação de vacinas de mRNA, imunoterapia e outras abordagens inovadoras transformem o câncer numa doença controlável e até mesmo curável. Com o avanço da medicina personalizada e o aprimoramento contínuo das terapias, é plausível imaginar que, nas próximas décadas, morrer de câncer se torne algo cada vez menos frequente, permitindo que milhões de pessoas tenham uma vida mais longa e saudável.
Com o avanço das pesquisas e o aprimoramento da tecnologia, essas vacinas poderão ser adaptadas para tratar uma ampla gama de tipos de câncer, oferecendo uma abordagem mais eficaz e menos tóxica em comparação às terapias convencionais.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
Em uma perspectiva futura, é possível vislumbrar um cenário em que a combinação de vacinas de mRNA, imunoterapia e outras abordagens inovadoras transformem o câncer numa doença controlável e até mesmo curável.
No período acima, o verbo destacado apresenta sentido de
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Morrer de câncer deve se tornar algo cada vez menos frequente
As vacinas baseadas em mRNA (RNA mensageiro) surgiram como uma nova e promissora abordagem na medicina. Desenvolvidas nos anos 1990, essas vacinas ganharam destaque na pandemia de covid-19, quando demonstraram sua eficácia e segurança na prevenção da doença.
O princípio das vacinas de mRNA é simples: elas utilizam um fragmento do código genético do vírus ou de células tumorais para estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos específicos. Diferentemente das vacinas tradicionais, que utilizam vírus atenuados ou inativados, as vacinas de mRNA não contêm o patógeno em si, tornando-as mais seguras e fáceis de produzir.
A pandemia de covid-19 acelerou o desenvolvimento e a aplicação das vacinas de mRNA. Em tempo recorde, pesquisadores conseguiram criar vacinas altamente eficazes contra o vírus Sars-CoV-2, demonstrando o potencial dessa tecnologia.
No Brasil, o desenvolvimento de vacinas baseadas em mRNA também tem avançado. Instituições como a Fiocruz e o Instituto Butantan têm investido em pesquisas nessa área, buscando não apenas a produção de vacinas contra a covid-19 mas também a aplicação da tecnologia em outras áreas, como o tratamento do câncer.
Dominar a tecnologia de vacinas de mRNA é crucial para a sociedade brasileira por várias razões. Primeiro, permite uma resposta mais rápida e eficaz a futuras pandemias e surtos de doenças infecciosas. Segundo, impulsiona a capacidade do país em inovar na área da biotecnologia, promovendo avanços não apenas na vacinação mas em tratamentos personalizados para doenças complexas, como o câncer. Por fim, fortalece a economia e a soberania nacional ao reduzir a dependência de tecnologias estrangeiras.
Além da prevenção de doenças infecciosas, as vacinas de mRNA têm se mostrado promissoras no tratamento do câncer. Pesquisadores estão desenvolvendo vacinas personalizadas que utilizam o mRNA de células tumorais específicas de cada paciente. Essas vacinas têm como objetivo estimular o sistema imunológico a reconhecer e combater as células cancerígenas, sem afetar as células saudáveis.
Estudos clínicos iniciais têm mostrado resultados encorajadores no uso de vacinas de mRNA para o tratamento de diversos tipos de câncer, como melanoma, câncer de pulmão e câncer de próstata. Embora ainda não estejam amplamente disponíveis na rotina clínica, essas vacinas representam uma nova esperança para pacientes com câncer, especialmente àqueles que não respondem bem às terapias convencionais.
As vacinas de mRNA fazem parte de uma revolução mais ampla no tratamento do câncer, impulsionada pelos avanços na imunoterapia e na genômica. A imunoterapia busca fortalecer o sistema imunológico do paciente para combater o câncer, enquanto a genômica permite a identificação de mutações específicas nas células tumorais, possibilitando tratamentos mais precisos e personalizados.
Apesar dos avanços promissores, ainda existem desafios a serem superados para viabilizar as vacinas de mRNA para pacientes com câncer. Um dos principais obstáculos é a identificação precisa dos antígenos tumorais específicos de cada paciente, essenciais para o desenvolvimento de vacinas personalizadas.
Além disso, é necessário aprimorar a eficácia das vacinas, garantindo uma resposta imunológica robusta e duradoura contra as células cancerígenas. Em uma perspectiva futura, é possível vislumbrar um cenário em que a combinação de vacinas de mRNA, imunoterapia e outras abordagens inovadoras transformem o câncer numa doença controlável e até mesmo curável. Com o avanço da medicina personalizada e o aprimoramento contínuo das terapias, é plausível imaginar que, nas próximas décadas, morrer de câncer se torne algo cada vez menos frequente, permitindo que milhões de pessoas tenham uma vida mais longa e saudável.
Com o avanço das pesquisas e o aprimoramento da tecnologia, essas vacinas poderão ser adaptadas para tratar uma ampla gama de tipos de câncer, oferecendo uma abordagem mais eficaz e menos tóxica em comparação às terapias convencionais.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
O princípio das vacinas de mRNA é simples: elas utilizam um fragmento do código genético do vírus ou de células tumorais para estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos específicos.
O segmento destacado no período acima, em relação ao que se enuncia anteriormente, apresenta valor semântico de
A importância da leitura

(Disponível em: www.novaescola.org.br – texto adaptado especialmente para essa prova).
Analise as assertivas que seguem sobre significação das palavras, conforme ensina Cegalla, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Sinônimos são palavras de sentido igual ou aproximado. Geralmente não é indiferente usar um sinônimo pelo outro. Embora irmanados pelo sentido comum, os sinônimos diferenciam-se, entretanto, uns dos outros, por matizes de significação e certas propriedades que o escritor não pode desconhecer.
( ) Antônimos são palavras de significação oposta; a antonímia pode originar-se de um prefixo de sentido oposto ou negativo.
( ) Homônimos são palavras que têm a mesma pronúncia e, às vezes, a mesma grafia, mas significação diferente. Só o contexto determina a significação dos homônimos, e a homonímia pode ser causa de ambiguidade, por isso pode ser considerada uma deficiência dos idiomas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

