Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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Poluição
A poluição se refere a uma modificação ambiental que afeta de maneira desfavorável os seres humanos e também outras formas de vida. Ela é, geralmente, provocada pelo humano e suas atividades. O ser humano provoca poluição ambiental quando suas indústrias, por exemplo, lançam poluentes no ar, quando combustíveis fósseis são queimados, quando realizam queimadas, quando utilizam agrotóxicos na agricultura, entre várias outras situações.
Vale salientar, no entanto, que a poluição nem sempre é desencadeada pela humanidade. Os vulcões, por exemplo, são uma fonte natural de poluição e, ao entrarem em erupção, são responsáveis pela liberação de uma grande quantidade de gases.
A poluição é responsável por provocar diversos danos aos ecossistemas, provocando alterações que afetam diretamente todos os seres vivos que ali se desenvolvem. Dentre algumas das consequências da poluição, podemos citar: redução da biodiversidade, aquecimento global e mudanças climáticas, desenvolvimento de uma série de doenças nos seres humanos e outros animais.
Entre as medidas que podemos tomar para reduzir a poluição, destacam-se: reciclar, reaproveitar e reutilizar sempre que possível, não realizar queimadas, repensar nossos hábitos de consumo, ensinar outras pessoas a respeito de se combater a poluição do meio ambiente. É muito importante a conscientização a respeito dos problemas causados pela poluição.
Brasil Escola. (Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Mais ambição para a primeira infância
Está previsto para o início deste mês o lançamento da Política Nacional Integrada para a Primeira Infância. Publicado em junho de 2024, o decreto dava 120 dias para que um comitê intersetorial, formado por representantes de ministérios e da sociedade civil, propusesse um plano efetivo destinado à promoção e à proteção dos direitos de crianças de até 6 anos.
É importante dizer que o plano precisa ter a robustez compatível com seu papel histórico. É na primeira infância, afinal, que são dados os passos cruciais para o desenvolvimento infantil. Nessa etapa ocorrem os estímulos adequados que afetam, no longo prazo, indicadores de educação, saúde, trabalho, violência e desigualdade. E, embora sejam centrais na vida nacional, as crianças têm sido negligenciadas pelo País, apesar do que dizem a Constituição, o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Marco Legal da Primeira Infância. O paradoxo explica o imperativo da política prometida: deve ser ambiciosa no propósito, criativa na estratégia, realista e integrada na governança entre União, Estados e municípios, consistente na concretude de suas metas e indicadores e, tão importante quanto tudo isso, detalhista nos métodos e nas ações propostas.
O Brasil tem hoje mais de 18 milhões de crianças na primeira infância, 55% das quais vivendo em famílias de baixa renda, e 60% que nunca frequentaram creche ou pré-escola, de acordo com dados apresentados ao governo pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal e pelo Todos Pela Educação. Há, por baixo, 670 mil crianças de 0 a 6 anos em situação de pobreza ou extrema pobreza. Segundo o IBGE, em 2023, 45% das crianças brasileiras de 0 a 5 anos estavam em domicílios com renda mensal per capita de meio salário-mínimo, enquanto entre a população geral o porcentual é de 27%. Ou seja, a pobreza atinge mais as crianças do que os adultos. Indicadores perversos as colocam ainda entre os mais vulneráveis a saneamento precário, insegurança alimentar e educação deficitária.
Há boas ideias em discussão, mas a execução segue como o principal desafio. Entre as propostas mais promissoras está a criação de um sistema integrado de dados sobre a primeira infância, que permita o monitoramento por gestores locais e o diálogo direto com as famílias. O risco, no entanto, é repetir os equívocos da Caderneta da Criança: uma solução com baixa adesão e pouco alcance do público-alvo. Atualmente, os dados do desempenho escolar de uma criança, por exemplo, não são integrados com os da carteira de vacinação. As crianças brasileiras têm um número no sistema de saúde e outro no Cadastro Único, que identifica as famílias brasileiras de baixa renda e permite o acesso de famílias aos programas e benefícios sociais. A política pode apontar também informações e ações para a abertura de vagas em creches, ampliação da vacinação e uma espécie de frente nacional de atendimento a famílias carentes onde há crianças nessa faixa de idade.
(Editorial, https://www.estadao.com.br/opiniao, 05.08.2025. Adaptado)
Entre as propostas mais promissoras está a criação de um sistema integrado de dados sobre a primeira infância, que permita o monitoramento por gestores locais e o diálogo direto com as famílias. O risco, no entanto, é repetir os equívocos da Caderneta da Criança: uma solução com baixa adesão e pouco alcance do público- -alvo. (4o parágrafo)
Sem prejuízo de sentido, as expressões destacadas no texto podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
No trecho acima, o termo “perene” pode ser corretamente substituído, sem alteração de sentido, por:
Disponível em:
https://www.instagram.com/p/DMDCE__uE7e/?img_index=5. Acesso
em: 28 de out. 2025. Em relação ao sentido das palavras empregadas na tirinha, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
SONHO REAL
— Mãe, eu quero ser rei, amado por todo mundo.
Com muita fama e muito dinheiro.
Quando não estiver reinando, apareço na tevê, nos jornais e nas revistas, dou entrevista, faço comercial, gravo disco e jogo na Seleção.
— Rei administra o seu povo e não fica só no oba-oba, meu filho.
E, depois, nem tem rei mais, quase só presidentes ...
— Xi! Já vi que você ta boiando! ...
Não quero ser rei da pátria, não quero nada disso.
Quero ser um rei mais importante quero ser rei do futebol!!.
JOSÉ, Elias. Segredinhos de amor. São Paulo: Moderna, 1991, p. 18
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
SONHO REAL
— Mãe, eu quero ser rei, amado por todo mundo.
Com muita fama e muito dinheiro.
Quando não estiver reinando, apareço na tevê, nos jornais e nas revistas, dou entrevista, faço comercial, gravo disco e jogo na Seleção.
— Rei administra o seu povo e não fica só no oba-oba, meu filho.
E, depois, nem tem rei mais, quase só presidentes ...
— Xi! Já vi que você ta boiando! ...
Não quero ser rei da pátria, não quero nada disso.
Quero ser um rei mais importante quero ser rei do futebol!!.
JOSÉ, Elias. Segredinhos de amor. São Paulo: Moderna, 1991, p. 18
No trecho "ficou me olhando por um longo tempo", a escolha da expressão "longo tempo" contribui para a construção de qual sentido principal no texto. Nesse sentido, indique qual substituição mantém esse valor sem alterar o tom e a intenção do autor.
“.... ymã gua arandu/ tembikuaa nhandereko pygua mã omboaxa tekoa py ikuai va’e pe, nhande kuery he’ỹ vy jurua kuery voi, ha’e va’e py mã oĩ yvy nhanderekoa regua, amboae regua avi; oĩ avi ka’aguy gui mba’emõ recurso oĩ va’e jajajpo ha’e jaiporu kuaa aguã.” (SANTILLI, 2005, p. 192).
Segundo este autor “.... ymã gua arandu...”:
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Lenda da Araucária: árvore sagrada do Sul
Nas terras altas do Sul do Brasil, entre serras e florestas, a araucária é considerada uma árvore sagrada, pois nela reside o espírito dos antigos que protege o povo e a floresta.
Conta-se que, tempos atrás, um grande espírito da natureza desejou presentear os homens com uma árvore que oferecesse alimento e abrigo, além de representar a força da vida e da renovação.
Assim, foi criada a araucária, cuja semente, o pinhão, tornou-se alimento precioso para o povo indígena. A ave gralha-azul, símbolo da região, passou a enterrar os pinhões, garantindo o nascimento das novas árvores e o equilíbrio da floresta.
Desde então, a araucária é celebrada como a guardiã da vida e da memória do povo indígena do Sul, um elo entre a terra, o céu e as gerações futuras.
Adaptado de: Júnia Ferreira Furtado, Povos Indígenas do Sul do Brasil: Culturas, Lendas e Tradições (2009).