Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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• Deve temer as palavras incomuns, as estranhas, as a ntigas, maculadas pela poeira dos séculos.
• … e fugir de seu juízo definitivo de pretensão excessiva, de vaidade ou pedantismo.
As palavras destacadas podem ser corretamente substituídas, respectivamente, por:

Recebemos uma overdose de informação, mas isso não significa que os acontecimentos sejam surpreendentes a ponto de fazer a festa dos colunistas. (2º parágrafo)
Por essas e outras, persevero no trivial, que, contrariando sua natureza, passou a ser o inusitado da vida. (último parágrafo)
A alternativa em que o trecho está reescrito, substituindo os termos em destaque, respectivamente e com sentido compatível com o original, é:
As questões de 05 a 07 têm por base a tirinha a seguir. Leia atentamente para respondê-las.

As questões de 05 a 07 têm por base a tirinha a seguir. Leia atentamente para respondê-las.

• ... abandonar a oportunidade de universalizarmos para todo o país o patamar mais elevado de aprendizagem...
• ... um conjunto de medidas que, sustentadas no tempo, causaram um impacto substancial na qualidade.
• ... e podem inspirar os planos educacionais nas três esferas de governo.
No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Texto CG2A1
De acordo com as narrativas convencionais, a matemática europeia originou-se com os gregos entre as épocas de Tales e de Euclides, foi preservada e traduzida pelos árabes no início da Idade Média e, depois, levada de volta para seu lugar de origem, a Europa, entre os séculos XIII e XV, quando chegou à Itália pelas mãos de fugitivos vindos de Constantinopla. Esse relato parte do princípio de que a matemática é um saber único, cujos longínquos precursores foram os mesopotâmicos e egípcios, mas que se originou com os gregos. Ora, com base nas evidências, não é possível sequer estabelecer uma continuidade entre as matemáticas mesopotâmica e grega. Com raras exceções, a matemática mesopotâmica parece ter desaparecido por volta da mesma época em que os primeiros registros da matemática grega que nos chegaram foram produzidos; logo, não podemos relacionar essas duas tradições. Isso indica que talvez não possamos falar de evolução de uma única matemática ao longo da história, mas da presença de diferentes práticas que podemos chamar de “matemáticas” segundo critérios que também variam.
A partir do século XVI, a história foi escrita, muitas vezes, com o intuito de mostrar que os europeus são herdeiros de uma tradição já europeia, desde a Antiguidade. Nesse momento, construiu-se o mito da herança grega, que serviu também para responder a demandas identitárias dos europeus. Entender o como e o porquê de sua construção nos ajuda a compreender que o papel da história não é acessório na formação de uma imagem da matemática: sua função é também social e política.
Tatiana Roque. História da matemática. Uma visão crítica, desfazendo mitos e lendas. Rio de Janeiro:
Zahar, 2012, p. 20-21 (com adaptações).
