Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q2534682 Português



Internet: <www.cfc.org.br> (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.

A coerência e a correção do texto seriam prejudicadas caso a expressão “obter êxito” (linha 11) fosse substituída por hesitar.
Alternativas
Q2534681 Português



Internet: <www.cfc.org.br> (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.

A expressão “abrir mão de” (linha 10) foi empregada no texto com o sentido de renunciar a
Alternativas
Q2534675 Português



Internet: <www.bbc.com> (com adaptações).
Considerando a estrutura linguística e o vocabulário empregados no texto, julgue o item que se segue.

O sentido da palavra “seminais” (linha 29), no texto, é o mesmo de memoráveis.
Alternativas
Q2534673 Português



Internet: <www.bbc.com> (com adaptações).
Considerando a estrutura linguística e o vocabulário empregados no texto, julgue o item que se segue.

O sentido e a correção do texto seriam mantidos caso a expressão “por causa disso” (linha 25) fosse substituída por porisso.
Alternativas
Q2534669 Português



Internet: <www.bbc.com> (com adaptações).
Considerando a estrutura linguística e o vocabulário empregados no texto, julgue o item que se segue.

A expressão “a cifra” (linha 2) poderia ser substituída no texto, mantendo‑se seu sentido original, pela expressão a soma.
Alternativas
Q2533910 Português

    Nossas contemplações mais despretensiosas do Cosmos nos induzem — há um calafrio na espinha, uma perda de voz, uma sensação de vazio, como em uma memória distante, de uma queda a grande altura. Sentimos que estamos próximos do maior dos mistérios.

    O tamanho e a idade do Cosmos estão além da compreensão humana. Perdido em algum local entre a imensidão e a eternidade, está o nosso diminuto lar planetário. Sob uma perspectiva cósmica, a maioria dos objetivos humanos parece insignificante, até mesmo mesquinha, embora nossa espécie seja jovem, curiosa e corajosa, e encerre grandes esperanças. Nos últimos milênios fizemos descobertas assombrosas e inesperadas sobre o Cosmos e sobre o nosso lugar nele, explorações que anseiam ser consideradas. Elas nos lembram de que os seres humanos evoluíram para perguntar sobre si mesmos, que compreender é uma alegria, que conhecimento é um prérequisito para sobreviver. Acredito que o nosso futuro dependa de quanto saibamos sobre este Cosmos no qual flutuamos como uma partícula de poeira em um céu matutino.

    Estas explorações requerem ceticismo e imaginação, que, com frequência, nos transporta a mundos que nunca existiram, mas sem ela não vamos à parte alguma. O ceticismo nos permite distinguir a fantasia do fato, para testar nossas especulações. O Cosmos é rico, além das previsões, em fatos graciosos, em inter-relações estranhas, em engenhos sutis do terror.

    As dimensões do Cosmos são tão grandes que, se utilizássemos as unidades de distância familiares, como metros ou milhas, escolhidas pela sua utilidade na Terra, fariam pouco sentido. Medimos, então, as distâncias com a velocidade da luz. Em um segundo, um raio de luz percorre 186.000 milhas, aproximadamente 300.000 quilômetros ou sete voltas em torno da Terra; em oito minutos ele viaja do Sol à Terra. Podemos dizer que o Sol está a oito minutos-luz de distância. Em um ano ele atravessa perto de dez trilhões de quilômetros, cerca de seis trilhões de milhas de espaço. Esta unidade de comprimento, a distância que a luz percorre em um ano, é chamada ano-luz. Mede não o tempo, mas distâncias — distâncias enormes.


Carl Sagan. Adaptado.

Qual alternativa expressa o significado, em seu contexto, do trecho abaixo?


Não nos falamos há mil anos! Como você está? Que saudade!

Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: TJ-SC Prova: FGV - 2024 - TJ-SC - Técnico Judiciário Auxiliar |
Q2533670 Português
Todas as frases abaixo mostram a presença da palavra “coisa”, que, por não ser de conteúdo claro, deve normalmente ser substituída.

A frase abaixo em que essa substituição foi feita de forma adequada é:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: TJ-SC Prova: FGV - 2024 - TJ-SC - Técnico Judiciário Auxiliar |
Q2533667 Português
A preposição “de” mostra inúmeros valores semânticos; a frase abaixo em que essa preposição mostra valor de “conter algo dentro” é: 
Alternativas
Q2533539 Português
O que significa obra de Graciliano Ramos em domínio público

Para a família do escritor, legislação brasileira só aumenta lucros das editoras, além de permitir publicações menos cuidadosas. Quem adaptar obra para TV ou HQs, por exemplo, poderá receber parte dos lucros. Vidas Secas, Angústia, São Bernardo e todos os outros livros escritos por Graciliano Ramos (1892- 1953), um dos maiores nomes da literatura nacional, estão em domínio público a partir desta segunda-feira (01/01). Conforme prevê a legislação brasileira, não é mais necessário o pagamento de direitos autorais aos herdeiros de um autor a partir do ano seguinte ao septuagésimo aniversário da morte do mesmo.

Segundo o jurista Gustavo Martins de Almeida, advogado do Sindicato Nacional dos Editores de Livro (SNEL), a integridade da obra segue protegida. “Após os 70 anos [da morte], a obra pode ser livremente reproduzida. No entanto, há um direito moral que implica na integridade da obra, isto é: seu conteúdo não poderá ser alterado”, explica.

“Precisam ser resguardados os direitos morais, ou seja, a obra tem de continuar sendo creditada ao autor e a sua integridade, mantida”, completa o jornalista Leonardo Neto, especializado em mercado editorial e curador de eventos como a Bienal do Livro de São Paulo. “Nenhuma modificação que possa prejudicar a obra ou atingir a reputação ou honra do autor pode ocorrer.”
[...]
Neto de Graciliano, o escritor Ricardo Ramos Filho conta que a família vinha se preparando há tempos para esta transição. Anos atrás, houve a renovação do contrato firmado entre os herdeiros e a editora Record, que publica a obra completa do autor. “E fizemos um contrato mais longo. A editora vai continuar pagando direitos autorais à família até 2029”, relata.

Ramos Filho frisa que toda reedição tem o acompanhamento da família, com o objetivo de zelar pela qualidade final. “Sabemos que [agora] muitas editoras vão publicar sem maiores cuidados, pensando só no lucro. É claro que nós não gostamos disso”, comenta ele.

“A lei do domínio público, eu usaria uma palavra muito forte para definir o que eu penso, acho que é uma excrescência”, afirma Ramos Filho. Seus argumentos são de que a legislação só serve para aumentar os lucros daqueles que exploram as obras do autor.

Ele diz que aprova o fato de que a partir de agora qualquer pessoa pode acessar livremente a obra a partir de uma biblioteca on-line, completamente grátis. “Para isso, não precisaria nem esperar 70 anos, 50 já estava bom. Acho importante que as pessoas possam acessar a obra do autor sem pagar, é importante para que ele seja lido e divulgado. Isso é domínio público.”

O problema, para o herdeiro, é a comercialização. “A partir de janeiro, qualquer editora vai poder publicar Graciliano sem pagar os 10% que pagavam de direito autoral para a família. O livro vai custar mais barato por causa disso? Não. As editoras vão poder publicar o autor, não vão pagar direito autoral e vão continuar cobrando a mesma coisa pelo livro”, avalia. “É isso que nos revolta. Mas, tudo bem: é lei, e lei a gente pode até não aceitar, mas a gente acata.”

“A lei de domínio público, da maneira como está posta, é uma falácia”, enfatiza.

Disponível em: https://www.ocafezinho.com/2024/01/01/o-que-significa-obra-degraciliano-ramos-em-dominio-publico/. Acesso em: 04 jan. 2024.
Ao se referir à lei de Domínio Público, o também escritor Ramos Filho, neto de Graciliano Ramos, diz que a lei é uma falácia. Nesse contexto, o sinônimo mais adequado é:
Alternativas
Q2532931 Português
"Precisamos plantar mais e colher menos". É correto afirmar sobre as formas verbais destacadas ("plantar" / "colher"):
Alternativas
Q2532929 Português
"Para preservar o meio ambiente, precisamos dele inteiro". Coloque C (Certo) e E (Errado) nos parênteses e assinale a alternativa com sequência correta.

( ) "meio" tem sentido de metade em "meio ambiente".
( ) A frase inclui todos como responsáveis pela preservação ambiental.
( ) "dele" é contração da preposição de+ele, pronome.
( ) "inteiro" sugere um mundo sem devastação na sua totalidade.
Alternativas
Q2532928 Português
Reflorestar Após os Incêndios.

Bryce Jones, quando era aluno de Biologia da Universidade de Victoria, no Canadá, arranjou emprego durante o verão para plantar árvores na Colúmbia Britânica e em Alberta. Hoje empresário, ele encontrou um jeito mais rápido de fazer o serviço. Em 2019, Bryce fundou com seus sócios, em Toronto, a Flash Forest, que usa drones para ajudar o replantio após incêndios florestais.

É uma tecnologia muito necessária, pois a mudança climática, com temperaturas mais altas, está secando as florestas. Em 2023, a temporada de incêndios florestais do Canadá foi a mais destrutiva já registrada. Até setembro, houve mais de 6 mil incêndios, um aumento de 21% em relação à média dos 10 anos anteriores.

O pessoal em terra equipa os drones com as cápsulas de sementes da startup, que contêm sementes de árvores locais, sais minerais, nutrientes e bactérias e fungos úteis. Do ar, as cápsulas são ejetadas sobre os locais queimados para plantar árvores biodiversas nas áreas-alvo, inclusive em lugares remotos.

A nova empresa já plantou 1,5 milhão de árvores e pretende chegar a 5,5 milhões até meados de 2024 - e a 1 bilhão no mundo inteiro até 2030. (O plano é expandir para os Estados Unidos neste segundo trimestre.)

Muitos acham que pouco podem fazer para combater a mudança climática, diz Bryce, "mas temos mais poder do que pensamos".


(Seleçoes 03.2024.Patrícia Karounos)

Substitui a palavra destacada corretamente em:

"Reflorestar após os incêndios"

Alternativas
Q2532915 Português
Reflorestar Após os Incêndios.

Bryce Jones, quando era aluno de Biologia da Universidade de Victoria, no Canadá, arranjou emprego durante o verão para plantar árvores na Colúmbia Britânica e em Alberta. Hoje empresário, ele encontrou um jeito mais rápido de fazer o serviço. Em 2019, Bryce fundou com seus sócios, em Toronto, a Flash Forest, que usa drones para ajudar o replantio após incêndios florestais.

É uma tecnologia muito necessária, pois a mudança climática, com temperaturas mais altas, está secando as florestas. Em 2023, a temporada de incêndios florestais do Canadá foi a mais destrutiva já registrada. Até setembro, houve mais de 6 mil incêndios, um aumento de 21% em relação à média dos 10 anos anteriores.

O pessoal em terra equipa os drones com as cápsulas de sementes da startup, que contêm sementes de árvores locais, sais minerais, nutrientes e bactérias e fungos úteis. Do ar, as cápsulas são ejetadas sobre os locais queimados para plantar árvores biodiversas nas áreas-alvo, inclusive em lugares remotos.

A nova empresa já plantou 1,5 milhão de árvores e pretende chegar a 5,5 milhões até meados de 2024 - e a 1 bilhão no mundo inteiro até 2030. (O plano é expandir para os Estados Unidos neste segundo trimestre.)

Muitos acham que pouco podem fazer para combater a mudança climática, diz Bryce, "mas temos mais poder do que pensamos".


(Seleçoes 03.2024.Patrícia Karounos)
A palavra "reflorestar" foi retomada no texto por: 
Alternativas
Q2532639 Português

Julgue o item que se segue.


O uso de sinônimos para um mesmo termo ao longo de um texto contribui significativamente para a coesão textual, evitando repetições desnecessárias e tornando o texto mais fluído e agradável de ler. 

Alternativas
Q2532517 Português
Recreio para todos


As crianças com necessidades especiais da Escola Elementar Glen Lake, em Minnetonka, Minnesota, se sentiam excluídas no recreio, porque os brinquedos não eram acessíveis. Assim, os alunos se mobilizaram para levantar os recursos necessários para tornar o recreio inclusivo. "Não era justo algumas crianças ficarem de fora", disse Wyatt Feucht, da quinta série.

Os alunos venderam bolos, bateram de porta em porta e convenceram empresas a doar. No fim, levantaram 300.000 dólares para acrescentar um balanço e um carrossel para cadeiras de rodas e um piso de borracha. Agora todos aproveitam o recreio, e isso é bom, disse o aluno Rhys Rilley à CBS News. Afinal de contas, "O recreio é para a gente se divertir".


(Seleções-março 2024)
Não nomeia antônimo da palavra:
Alternativas
Q2532516 Português
Recreio para todos


As crianças com necessidades especiais da Escola Elementar Glen Lake, em Minnetonka, Minnesota, se sentiam excluídas no recreio, porque os brinquedos não eram acessíveis. Assim, os alunos se mobilizaram para levantar os recursos necessários para tornar o recreio inclusivo. "Não era justo algumas crianças ficarem de fora", disse Wyatt Feucht, da quinta série.

Os alunos venderam bolos, bateram de porta em porta e convenceram empresas a doar. No fim, levantaram 300.000 dólares para acrescentar um balanço e um carrossel para cadeiras de rodas e um piso de borracha. Agora todos aproveitam o recreio, e isso é bom, disse o aluno Rhys Rilley à CBS News. Afinal de contas, "O recreio é para a gente se divertir".


(Seleções-março 2024)
Em: "Não era justo algumas crianças ficarem de fora." Do termo "algumas ", é incorreto afirmar.
Alternativas
Q2532318 Português
COMIDAS DO FIM DO MUNDO

Os kits de alimentos para bunkers apresentados pela indústria como soluções para o caos se baseiam no medo, mas em um suposto planeta pós-apocalíptico as saídas não seriam pelo individualismo, e sim pelo compartilhamento e cooperação. Denise Mirás

Para um planeta retratado em filmes e discursos fanáticos como à beira do caos, destruído por extremos climáticos, pandemias e guerras, os kits de comidas para o pós-apocalipse andam florescendo entre consumidores, principalmente dos EUA. Não apenas alimentos muitas vezes ultraprocessados — o oposto dos frescos e saudáveis — mas também latas e vidros para conservas e até construção de bunkers em casas fazem parte dos negócios. Ofertas desses kits para o fim do mundo se espalham em sites, muitos deles ligados a extremistas, com cardápios e preços variados, por ordem de validade para armazenamento, e que vão de manteiga de amendoim a atum enlatado, de feijões a leite em pó. A Technavio, agência de análise de mercados, prevê aumento de US$ 3,20 bilhões nesse setor até 2028, com potencial de retorno calculado em 7,35%. A questão é: além dos investidores que apostam no medo do caos, os consumidores desses kits têm algum ganho no mundo real?

A resposta é negativa para a nutricionista Karine Durães, especialista em comportamento alimentar, e para o psiquiatra Filipe Doutel. As saídas para um suposto planeta pós-apocalíptico não estariam no individualismo, e sim no compartilhamento. Ninguém, ou nenhuma família, sobreviveria apenas com a própria comida em meio a cidades em ruínas se não houvesse um trabalho de reconstrução com a cooperação de todos.

"Na verdade, já estamos destruindo o planeta, por escolhas do dia a dia. Não acredito em estocar alimentos e se manter distante da realidade da fome: quem não come nem hoje, não tem tempo de guardar comida", diz Karine, lembrando que "esperar o pior tira a pessoa do presente; ela se prepara para o abstrato, deixando de lado o agora". Essas neuroses inclusive induzem à ansiedade e à compulsão por comer, como explica a nutricionista. Para ela, ao contrário do individualismo, alimentação tem a ver com troca, inclusive no preparo. "E ninguém sobrevive só de comida em um bunker. Precisa de gente ao redor."

Filipe observa que já vivemos em condições ambientais mais extremadas e pandemias mais frequentes. "Não é ficção científica, é realidade. E se fechar, estocando comida em um bunker, não serve de nada", afirma. Essa sensação de Apocalipse, segundo o psiquiatra, é alimentada pelo medo e pelo ódio, sentimentos primitivos, instintivos, ao contrário de amor e tristeza, que são mais elaborados. "É preciso sair dessas estruturas toscas, preto ou branco, comprando armas ou 'se armando' de comida", assinala. "Para dificuldades coletivas, as soluções têm de ser coletivas."

(ISTOÉ,abril2024)
Sobre a estrutura da "lide" (primeiro parágrafo), é correto afirmar:
Alternativas
Q2531721 Português

Não é justo só chamar de viúvo ou viúva o atual parceiro no momento da partida


Por Fabrício Carpinejar








(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nao-e-justo-so-chamarde-viuvo-ou-viuva-o-atual-parceiro-no-momento-da-partida – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que poderia substituir o vocábulo “exclusiva” (l. 07).
Alternativas
Q2531067 Português
    O senso comum é acumulado ao longo da vida de cada um de nós e acaba sendo transmitido de geração em geração. É um tipo de conhecimento não científico, formado pelas nossas impressões subjetivas sobre o mundo, fruto das nossas experiências pessoais.

    Embora esse seja um tipo de conhecimento popular e prático que nos orienta no dia a dia, por não ser testado, verificado ou analisado por uma metodologia científica, permanece um alto grau de incerteza sobre a sua validade, ou seja, é um conhecimento tradicionalmente bem aceito, que pode ou não estar correto ou em consonância com a realidade. Trata-se, contudo, apenas de um mito, assim como muitos outros ensinados e perpetuados pela força da tradição e da crença, tal qual afirma Tolstói em sua obra Uma confissão: “Sei que a maior parte dos homens raramente são capazes de aceitar as verdades mais simples e óbvias se essas os obrigarem a admitir a falsidade das conclusões que eles, orgulhosamente, ensinaram aos outros, e que teceram, fio por fio, trançando-as no tecido da própria vida.”. 

    É claro que a maioria das pessoas reconhece também que a ciência é importante e necessária, mas, ainda assim, temos dificuldade em abrir mão das nossas crenças e do nosso senso comum, mesmo quando necessário. Tendemos a nos manter fiéis àquilo que “testemunhamos com nossos próprios olhos”. 

    Confiar nos “nossos olhos” — na nossa percepção pessoal — é um processo natural e compreensível, uma vez que essa é a ferramenta com que somos equipados “de fábrica” e que nos ajudou a sobreviver até aqui ao longo da nossa evolução.


André Demambre Bacchi. Afinal, o que é ciência: ... E o que não é? São Paulo: Editora Contexto, 2024, p. 10-11 (com adaptações).
Julgue o item subsequente, referentes às características textuais e aos aspectos linguísticos do texto precedente, bem como às ideias nele veiculadas.

No último parágrafo, a substituição do segmento “uma vez que” por de modo que preservaria as relações de sentido estabelecidas no período.
Alternativas
Q2530282 Português

Nem sempre é amor

Por Fabrício Carpinejar






(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra ou expressão que poderia substituir corretamente o termo “em que” na linha 16.
Alternativas
Respostas
2601: C
2602: C
2603: E
2604: E
2605: C
2606: B
2607: C
2608: E
2609: B
2610: A
2611: A
2612: D
2613: A
2614: C
2615: A
2616: B
2617: C
2618: D
2619: E
2620: D