Questões de Concurso
Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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“The Age of Insight" é um livro impressionante. Eric Kandel é um neurocientista de primeira. Já fora agraciado com o Prêmio Nobel de Medicina em 2000 por seus trabalhos sobre a fisiologia da memória. Mas, em vez de escrever sobre axônios e dendritos, preferiu debruçar-se sobre a arte, mais especificamente sobre o modernismo vienense, e o resultado é uma obra de fôlego, tanto do ponto de vista da estética como da ciência.
Kandel, ele próprio um vienense expatriado, fala com propriedade do ambiente cultural que reinava na capital austríaca na virada do século 20. Uma das teses do autor é a de que, assim como a física de Newton inspirou o iluminismo, a biologia de Darwin está na base do modernismo.
Kandel destrincha escritos de Sigmund Freud e Arthur Schnitzler e as pinturas de Gustav Klimt, Oskar Kokoschka e Egon Schiele, para mostrar como as ideias inicialmente surgidas na Escola Médica de Viena acabaram engendrando um movimento artístico cujas influências perduram até hoje - e não apenas na arte.
Freud e Schnitzler beberam dessa biologia médica para forjar as noções de inconsciente e sexualidade em seus contornos modernos. Klimt, Kokoschka e Schiele deram tradução pictórica a esses conceitos. Mas Kandel não se limita a contar essa história. Ele também escarafuncha nossos cérebros para revelar os mecanismos neuronais da visão e da percepção que esses pintores exploraram tão bem, ainda que não tivessem tanta clareza sobre seu funcionamento.
E que não temam os puristas. As análises de Kandel, apesar de recheadas de boa ciência, lembram mais escritos de grandes historiadores da arte como Gombrich e Panofsky do que as anódinas descrições técnicas dos periódicos científicos. Kandel consegue com felicidade juntar arte, história e ciência numa obra. É um daqueles raros livros que mostram que ciências e humanidades são perfeitamente conciliáveis.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 06.10.2013)
Leia o texto para responder à questão.
Vídeo faz sucesso na web com crítica aos ‘solitários do celular’
Estava passeando pelos vídeos mais populares da semana no YouTube, e um chamado “Esqueci o telefone” atraiu minha atenção. Quando ia apertar o play, um amigo avisou: “Melhor não assistir a esse. Eu o vi ontem, e é bem triste”.
O vídeo de dois minutos foi assistido mais de 15 milhões de vezes e começa com um casal deitado na cama. A mulher,interpretada pela comediante Charlene deGuzman, olha o namorado que a ignora, pois está atento ao smartphone.
As cenas subsequentes mostram d Guzman passando por um dia frustrante: seus amigos olham apenas para o próprio celular durante o almoço, em um show, em um jogo de boliche e em uma festa de aniversário (até o aniversariante está indiferente aos convidados, pois gasta seu tempo gravando a festa no celular). A sequência termina com de Guzman de novo ao lado do namorado– e ele continua concentrado no celular.
O vídeo é um ataque direto à obsessão de nossa cultura pelos smartphones e, embora ele tenha cenas engraçadas – um homem pedindo a mão da namorada na praia, enquanto só pensa em registrar o momento no celular –, o tom é em geral tristonho.
“A ideia surgiu no dia em que percebi que toda a plateia de um show estava gravando, com seus celulares, imagens da banda em lugar de assistir diretamente ao espetáculo”, contou deGuzman.
O vídeo pode ter surgido em um daqueles momentos culturais nos quais as pessoas começam a questionar demais – e a fazer algo a respeito.“Foi só neste ano que cheguei a essas revelações sobreviver o momento, sem celular”, disse a comediante. “Continuo a carregá-lo comigo, mas tento deixá-lo na bolsa. Agora aproveito mais o momento e não preciso postar uma foto sobre ele.”
Dada a resposta positiva ao vídeo, é provável que as pessoas estejam ao menos refletindo sobre essas mudanças.
(Nick Bilton. New York Times. Tradução de Paulo Migliacci,Folha de S. Paulo, 04.09.2013.Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Vídeo faz sucesso na web com crítica aos ‘solitários do celular’
Estava passeando pelos vídeos mais populares da semana no YouTube, e um chamado “Esqueci o telefone” atraiu minha atenção. Quando ia apertar o play, um amigo avisou: “Melhor não assistir a esse. Eu o vi ontem, e é bem triste”.
O vídeo de dois minutos foi assistido mais de 15 milhões de vezes e começa com um casal deitado na cama. A mulher,interpretada pela comediante Charlene deGuzman, olha o namorado que a ignora, pois está atento ao smartphone.
As cenas subsequentes mostram d Guzman passando por um dia frustrante: seus amigos olham apenas para o próprio celular durante o almoço, em um show, em um jogo de boliche e em uma festa de aniversário (até o aniversariante está indiferente aos convidados, pois gasta seu tempo gravando a festa no celular). A sequência termina com de Guzman de novo ao lado do namorado– e ele continua concentrado no celular.
O vídeo é um ataque direto à obsessão de nossa cultura pelos smartphones e, embora ele tenha cenas engraçadas – um homem pedindo a mão da namorada na praia, enquanto só pensa em registrar o momento no celular –, o tom é em geral tristonho.
“A ideia surgiu no dia em que percebi que toda a plateia de um show estava gravando, com seus celulares, imagens da banda em lugar de assistir diretamente ao espetáculo”, contou deGuzman.
O vídeo pode ter surgido em um daqueles momentos culturais nos quais as pessoas começam a questionar demais – e a fazer algo a respeito.“Foi só neste ano que cheguei a essas revelações sobreviver o momento, sem celular”, disse a comediante. “Continuo a carregá-lo comigo, mas tento deixá-lo na bolsa. Agora aproveito mais o momento e não preciso postar uma foto sobre ele.”
Dada a resposta positiva ao vídeo, é provável que as pessoas estejam ao menos refletindo sobre essas mudanças.
(Nick Bilton. New York Times. Tradução de Paulo Migliacci,Folha de S. Paulo, 04.09.2013.Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Herói da Língua
Vocês se lembram do meu amigo Toninho Vernáculo. Já falei dele uma vez e contei histórias da mania que tem de corrigir erros de português. Daí o apelido. Cansei de falar: deixa, Toninho, esta língua é complicada mesmo, até autor consagrado escreve com dicionários e gramáticas à mão.
– Pelo menos eles têm a humildade de consultar os mestres antes de dar a público o que escrevem – respondia o Toninho na sua linguagem em roupa de domingo.
Dom Quixote da gramática, Toninho não se dava descanso. Lia coisas assim nos anúncios classificados dos jornais e ficava indignado: baile “beneficiente”; faça “seu” óculos na ótica tal; “aluga-se” dois galpões. Ex-jornalista, aposentado, telefonava para os encarregados dos pequenos anúncios:
– No meu tempo não era assim! Os responsáveis eram responsáveis, cuidavam da correção de todos os textos a serem publicados. O povo não sabe escrever, mas os jornais são arquétipos e têm o dever – o dever! – de zelar pela língua!
No convívio diário, arrumava desafetos, humilhados e ofendidos, mas também alguns – os mais humildes – agradecidos pelo ensinamento. Quixoteava lições, fosse qual fosse o interlocutor.
Bom, um dia desses, telefonaram-me de madrugada: Toninho havia sido preso como pichador de rua. Quê, um homem de 70 anos? Havia algum engano, com certeza. Fomos para a delegacia, uma trinca de amigos.
Engano havia e não havia. Nosso amigo fora realmente flagrado pela polícia com spray e latinha de tinta com pincel, atuando na fachada de uma casa comercial do bairro onde mora. Explicou-se: estava corrigindo os erros de português dos pichadores! Começamos os esforços para livrá-lo da multa e da denúncia, explicamos ao delegado que o ocorrido era fruto de uma mania dele, loucura leve. Por que penalizá-lo por coisa tão pouca? Não ia acontecer de novo. Aí o delegado explicou qual era a bronca.
O Toninho havia pedido para ler seu depoimento, datilografado pelo escrivão, e começou a apontar erros de português no texto do funcionário. Aí melou, “teje” preso por desacato. Com dificuldade convencemos o escrivão da loucura mansa do nosso amigo, e ele liberou o herói da língua pátria.
(Ivan Angelo. Veja SP, 28.10.2011. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Herói da Língua
Vocês se lembram do meu amigo Toninho Vernáculo. Já falei dele uma vez e contei histórias da mania que tem de corrigir erros de português. Daí o apelido. Cansei de falar: deixa, Toninho, esta língua é complicada mesmo, até autor consagrado escreve com dicionários e gramáticas à mão.
– Pelo menos eles têm a humildade de consultar os mestres antes de dar a público o que escrevem – respondia o Toninho na sua linguagem em roupa de domingo.
Dom Quixote da gramática, Toninho não se dava descanso. Lia coisas assim nos anúncios classificados dos jornais e ficava indignado: baile “beneficiente”; faça “seu” óculos na ótica tal; “aluga-se” dois galpões. Ex-jornalista, aposentado, telefonava para os encarregados dos pequenos anúncios:
– No meu tempo não era assim! Os responsáveis eram responsáveis, cuidavam da correção de todos os textos a serem publicados. O povo não sabe escrever, mas os jornais são arquétipos e têm o dever – o dever! – de zelar pela língua!
No convívio diário, arrumava desafetos, humilhados e ofendidos, mas também alguns – os mais humildes – agradecidos pelo ensinamento. Quixoteava lições, fosse qual fosse o interlocutor.
Bom, um dia desses, telefonaram-me de madrugada: Toninho havia sido preso como pichador de rua. Quê, um homem de 70 anos? Havia algum engano, com certeza. Fomos para a delegacia, uma trinca de amigos.
Engano havia e não havia. Nosso amigo fora realmente flagrado pela polícia com spray e latinha de tinta com pincel, atuando na fachada de uma casa comercial do bairro onde mora. Explicou-se: estava corrigindo os erros de português dos pichadores! Começamos os esforços para livrá-lo da multa e da denúncia, explicamos ao delegado que o ocorrido era fruto de uma mania dele, loucura leve. Por que penalizá-lo por coisa tão pouca? Não ia acontecer de novo. Aí o delegado explicou qual era a bronca.
O Toninho havia pedido para ler seu depoimento, datilografado pelo escrivão, e começou a apontar erros de português no texto do funcionário. Aí melou, “teje” preso por desacato. Com dificuldade convencemos o escrivão da loucura mansa do nosso amigo, e ele liberou o herói da língua pátria.
(Ivan Angelo. Veja SP, 28.10.2011. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Herói da Língua
Vocês se lembram do meu amigo Toninho Vernáculo. Já falei dele uma vez e contei histórias da mania que tem de corrigir erros de português. Daí o apelido. Cansei de falar: deixa, Toninho, esta língua é complicada mesmo, até autor consagrado escreve com dicionários e gramáticas à mão.
– Pelo menos eles têm a humildade de consultar os mestres antes de dar a público o que escrevem – respondia o Toninho na sua linguagem em roupa de domingo.
Dom Quixote da gramática, Toninho não se dava descanso. Lia coisas assim nos anúncios classificados dos jornais e ficava indignado: baile “beneficiente”; faça “seu” óculos na ótica tal; “aluga-se” dois galpões. Ex-jornalista, aposentado, telefonava para os encarregados dos pequenos anúncios:
– No meu tempo não era assim! Os responsáveis eram responsáveis, cuidavam da correção de todos os textos a serem publicados. O povo não sabe escrever, mas os jornais são arquétipos e têm o dever – o dever! – de zelar pela língua!
No convívio diário, arrumava desafetos, humilhados e ofendidos, mas também alguns – os mais humildes – agradecidos pelo ensinamento. Quixoteava lições, fosse qual fosse o interlocutor.
Bom, um dia desses, telefonaram-me de madrugada: Toninho havia sido preso como pichador de rua. Quê, um homem de 70 anos? Havia algum engano, com certeza. Fomos para a delegacia, uma trinca de amigos.
Engano havia e não havia. Nosso amigo fora realmente flagrado pela polícia com spray e latinha de tinta com pincel, atuando na fachada de uma casa comercial do bairro onde mora. Explicou-se: estava corrigindo os erros de português dos pichadores! Começamos os esforços para livrá-lo da multa e da denúncia, explicamos ao delegado que o ocorrido era fruto de uma mania dele, loucura leve. Por que penalizá-lo por coisa tão pouca? Não ia acontecer de novo. Aí o delegado explicou qual era a bronca.
O Toninho havia pedido para ler seu depoimento, datilografado pelo escrivão, e começou a apontar erros de português no texto do funcionário. Aí melou, “teje” preso por desacato. Com dificuldade convencemos o escrivão da loucura mansa do nosso amigo, e ele liberou o herói da língua pátria.
(Ivan Angelo. Veja SP, 28.10.2011. Adaptado)
– Pelo menos eles têm a humildade de consultar os mestres antes de dar a público o que escrevem – respondia o Toninho na sua linguagem em roupa de domingo.
Dom Quixote da gramática, Toninho não se dava descanso.
Pelos trechos, conclui-se corretamente que Toninho expressava-se por meio de linguagem
Leia o texto para responder à questão.
Herói da Língua
Vocês se lembram do meu amigo Toninho Vernáculo. Já falei dele uma vez e contei histórias da mania que tem de corrigir erros de português. Daí o apelido. Cansei de falar: deixa, Toninho, esta língua é complicada mesmo, até autor consagrado escreve com dicionários e gramáticas à mão.
– Pelo menos eles têm a humildade de consultar os mestres antes de dar a público o que escrevem – respondia o Toninho na sua linguagem em roupa de domingo.
Dom Quixote da gramática, Toninho não se dava descanso. Lia coisas assim nos anúncios classificados dos jornais e ficava indignado: baile “beneficiente”; faça “seu” óculos na ótica tal; “aluga-se” dois galpões. Ex-jornalista, aposentado, telefonava para os encarregados dos pequenos anúncios:
– No meu tempo não era assim! Os responsáveis eram responsáveis, cuidavam da correção de todos os textos a serem publicados. O povo não sabe escrever, mas os jornais são arquétipos e têm o dever – o dever! – de zelar pela língua!
No convívio diário, arrumava desafetos, humilhados e ofendidos, mas também alguns – os mais humildes – agradecidos pelo ensinamento. Quixoteava lições, fosse qual fosse o interlocutor.
Bom, um dia desses, telefonaram-me de madrugada: Toninho havia sido preso como pichador de rua. Quê, um homem de 70 anos? Havia algum engano, com certeza. Fomos para a delegacia, uma trinca de amigos.
Engano havia e não havia. Nosso amigo fora realmente flagrado pela polícia com spray e latinha de tinta com pincel, atuando na fachada de uma casa comercial do bairro onde mora. Explicou-se: estava corrigindo os erros de português dos pichadores! Começamos os esforços para livrá-lo da multa e da denúncia, explicamos ao delegado que o ocorrido era fruto de uma mania dele, loucura leve. Por que penalizá-lo por coisa tão pouca? Não ia acontecer de novo. Aí o delegado explicou qual era a bronca.
O Toninho havia pedido para ler seu depoimento, datilografado pelo escrivão, e começou a apontar erros de português no texto do funcionário. Aí melou, “teje” preso por desacato. Com dificuldade convencemos o escrivão da loucura mansa do nosso amigo, e ele liberou o herói da língua pátria.
(Ivan Angelo. Veja SP, 28.10.2011. Adaptado)
Depreende-se do texto que a nação brasileira originou-se de elementos contraditórios, tendo sido relevante, na formação nacional, o papel da miscigenação.
O autor do texto estabelece uma comparação entre duas obras, mostrando as semelhanças e diferenças entre essas obras tanto no plano do conteúdo quanto no plano da forma textual.
Infere-se do texto que as obras dos dois autores nele mencionadas são consideradas igualmente relevantes, ainda que a obra de Sérgio Buarque de Holanda deprecie o processo de formação da nação brasileira.
De acordo com o texto, as eleições presidenciais na América do Norte não causaram abalos profundos se comparadas aos movimentos ocorridos no Brasil.
Conclui-se do texto que, tanto no Brasil quanto nas nações da América espanhola, houve agitações relacionadas ao período republicano.
A revolução de que trata o texto é comparável às antigas revoluções palacianas, dois tipos de acontecimentos históricos familiares aos conhecedores da história europeia.
Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido do texto, a expressão “é certo” (l.9) poderia ser substituída por corretamente
Identifique as afirmações verdadeiras ( V ) e as falsas ( F em relação aos argumentos feitos sobre o texto.
( ) A gramática é a Constituição da nossa língua.
( ) O álibi para as transgressões à norma culta é a ignorância, segundo o autor.
( ) Romancistas, contistas e poetas transgridem a norma culta por vezes necessariamente.
( ) A palavra sublinhada no texto é elemento coesivo, tem sentido de contradição e pode ser trocado por “porém” sem alterar o sentido da frase.
( ) A palavra “indispensável” foi formada pelo processo de composição com o acréscimo do prefixo “in” à palavra “dispensável”, dando a esta o mesmo sentido de imprescindível.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
• A não ser que me seja exigido, não participarei das comemorações. (condição)
2. • Organize as informações segundo a proposta do departamento! (conformidade de um fato em relação a outro)
3. • O ambiente ficou gelado depois que o sol se pôs. (tempo)
• A discussão teve início assim que o projeto foi aprovado. (causa)
4. • Como a profissão não interessava, não participou do certame. (causa)
• Eu não abro mão dos meus sonhos mesmo que os desafios aumentem. (causa)
5. • Esmerou-se tanto na tarefa que recebeu honra ao mérito. (consequência)
• Faça um sinal para que os funcionários entrem na sala no horário adequado. (tempo)
Estão corretas as análises das duas orações apenas em:
Relacione a primeira coluna com a segunda, tendo como base o texto.
Coluna 1
1. Expressão com um exemplo de contração da preposição “a” com o artigo “a”.
2. Os consumidores não são féis a uma marca.
3. Adjunto adverbial deslocado.
4. Oração com presença de substantivo abstrato.
5. Exemplo de predicado nominal, com verbo de ligação.
Coluna 2
( ) … são exigentes…
( ) Com cada vez mais acesso a informações
( ) … em relação à qualidade daquilo que consomem
( ) não se fdelizam…
( ) querem atenção das empresas…
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Quando usada corretamente cura e mai administrada mata".
Em algum lugar li esta frase e a anotei para comentário futuro. É o que faço agora perguntando a quem está lendo, "a que, a frase está se referindo?"
Parece ser óbvia a resposta. Deve ser alguma droga ou substância quimica. Será?
Drogas podem ser extremamente úteis ou totalmente prejudiciais. Para isto existem profissionais indicando a dosagem certa e acompanhamento a pacientes que as usam durante o tratamento.
No titulo talvez para confundir menciono dosagem. Afinal foi em farmácia que passei parte da minha vida, e foi vendendo medicamentos que fiz meu patrimônio que me permite viver como o faço hoje.
Mas será que é só na quimica que podemos errar em dosagens a ponto de causar algum mal quem sabe até a morte? Será que no dia a dia não erramos nas dosagens das nossas ações e reações, causando danos?
Sempre que falam em algo mortal, perigoso, me vem imediatamente à mente um instrumento que todos usam todos os dias. Sem ele talvez a nossa rotina tivesse que ser diferente.
Uma faca é a metáfora que gosto de usar quando se pensa em "perigos" e/ou manuseios corretos e prejudiciais.
Quem sabe ai está um exemplo a pensar em como podemos usar corretamente tudo que temos à disposição. Voltando à frase inicial... "Quando usada corretamente cura e mai administrada mata"..., veremos que se olharmos por outras óticas que é agindo com bom senso em tudo, certamente, estaremos sempre em caminhos que levam àquilo que todos procuramos: a felicidade.
RICARDO garopaba BLAUTH
Disponivel em: http: //cronicasetextosrblauth-blogspot.com.br/2011/08/
De acordo com o texto em todas as alternativas temos palavras/expressões sinönimas, exceto em:
Quando usada corretamente cura e mai administrada mata".
Em algum lugar li esta frase e a anotei para comentário futuro. É o que faço agora perguntando a quem está lendo, "a que, a frase está se referindo?"
Parece ser óbvia a resposta. Deve ser alguma droga ou substância quimica. Será?
Drogas podem ser extremamente úteis ou totalmente prejudiciais. Para isto existem profissionais indicando a dosagem certa e acompanhamento a pacientes que as usam durante o tratamento.
No titulo talvez para confundir menciono dosagem. Afinal foi em farmácia que passei parte da minha vida, e foi vendendo medicamentos que fiz meu patrimônio que me permite viver como o faço hoje.
Mas será que é só na quimica que podemos errar em dosagens a ponto de causar algum mal quem sabe até a morte?
Será que no dia a dia não erramos nas dosagens das nossas ações e reações, causando danos?
Sempre que falam em algo mortal, perigoso, me vem imediatamente à mente um instrumento que todos usam todos os dias. Sem ele talvez a nossa rotina tivesse que ser diferente.
Uma faca é a metáfora que gosto de usar quando se pensa em "perigos" e/ou manuseios corretos e prejudiciais. Quem sabe ai está um exemplo a pensar em como podemos usar corretamente tudo que temos à disposição. Voltando à frase inicial... "Quando usada corretamente cura e mai administrada mata"..., veremos que se olharmos por outras óticas que é agindo com bom senso em tudo, certamente, estaremos sempre em caminhos que levam àquilo que todos procuramos: a felicidade.
RICARDO garopaba BLAUTH
Disponivel em: http: //cronicasetextosrblauth-blogspot.com.br/2011/08/
Analise os itens abaixo e assinale a alternativa correta de acordo com a afirmativa feita pelo autor no inicio do texto
"Quando usada corretamente cura e mal administrada mata".
I - Refere-se,somente, a drogas ou substâncias quimicas.
II - Existem os dois lados das drogas, as drogas (medicinais) que fazem o bem e as drogas proibidas.
Il - Se não soubermos dosar nossas açöes e reações, também podemos cometer erros,
IV - A faca é comparada com a droga, tanto pode prejudicar como beneficiar de acordo com o seu uso.
V - Quando usamos o bom senso, encontramos a felicidade.
Até o século 19, somente 4% da população ocidental ultrapassava a barreira dos 65 nos. A velhice é um fenômeno recente, constatado a partir de meados do século 20; e hoje, chegar aos 70 anos praticando uma rotina igual aos 50 é fato corriqueiro para grande parte das pessoas que têm acesso à informação e aos recursos da moderna medicina.
A velhice não é mais encarada como uma doença, uma chaga incurável. Com certeza tudo aquilo que associávamos aos termos idoso e velho deve ser revisado ou esquecido.
Cada vez menos, encontram-se gente do grupo denominada de Terceira Idade com crise de identidade gerada, em geral, por fatores como a perda dos papéis sociais, da baixa capacidade de socialização e da redução do grupo de amigos.
A realidade dos núcleos familiares brasileiros, a cada ano que passa, contém um número maior de idosos. Hoje, podemos considerar que o Brasil já é um Pais de meia-idade. Logo mais, em 2025 o Brasil terá a sexta maior população idosa do planeta.
O ser humano é o único animal a ter consciência de seu tempo de existência, e organiza a sua vida em função desta realidade. Muitas pessoas, entretanto, não concebiam chegar à idade que chegaram, e o planejamento para uma vida autânoma e independente após os 65 anos não existiu, o que vem gerando problemas sociais de grande monta.
Um dos pais da psicologia moderna, Carl Jung,afirmou: o outono nos mostra o que a primavera gerou. È premente que a sociedade e os entes públicos gerem soluções para o outono das atuais gerações, já que a expectativa de vida, em breve, deve chegar a uma marca centenária.
Carlos A.Balladas Revista Dia Melhor
Ano IV
Edição 14-janeiro/fevereiro de 2013.
• Atualmente, a veihice passa a ser objeto de cuidado e atenção especiais, que eram certamente inexistentes nos últimos dois séculos.
• A mudança que vem se observando nas relações que a sociedade estabelece com a velhice, não se verifica apenas pela mudança de valores, mas pelo aumento da esperança de vida, devido ao progresso da medicina que com todo o seu aparato tecnológico enfrenta as doenças crônicas, favorecendo a longevidade e contribuindo dessa forma como um dos fatores para o aumento significativo da população idosa.
• Há de fato um limite biológico para quanto tempo as pessoas podem viver, porque certos aspectos do nosso metabolismo são inevitáveis e acumulam danos moleculares e celulares. Porém, uma vez que se desenvolvam técnicas de bioengenharia para reparar esses danos, haverá mais tempo de vida para o homem.
• O outono da vida é tempo de colheita e de alegria. De olhar para trás e de ver quanta coisa boa você fez. E por que não de ainda plantar muita coisa? Afinal, a expectativa de vida está aumentando a cada dia que passa.