Questões de Concurso Sobre redação - reescritura de texto em português

Foram encontradas 10.025 questões

Q2238709 Português
CADÊ O VERÃO?

Sandro Villar - 19/03/2023
     Cadê o verão? A estação já está "puxando o carro" e, para ser sincero, não percebi sua presença neste ano pelo menos no oeste paulista. Dias ensolarados, com temperaturas altas? Nada disso, Seu Dílson. Não houve verão em 2023. A estação foi marcada por temperaturas amenas, temporais assustadores e, se me permitem, parecia outono ou inverno. Um verão atípico, a meu ver. Coisa estranha. Aliás, os tempos estão estranhos, cada vez mais estranhos.
    O verão se despede hoje e amanhã começa o outono, que também deverá ser marcado por temperaturas amenas, nessas faixas de 24° a 25°, por aí. Depois, vem o inverno e dizem alguns meteorologistas que o inverno será congelante em alguns momentos. Outros apostam em temperaturas "suportáveis", como as deste atípico, para não dizer esquisito, verão.
       Falei que os tempos estão estranhos e estão mesmo no que diz respeito ao clima, cada vez mais extremo. Mudanças no mar preocupam. O mar está encolhendo – ou recuando – em vários países. Que diacho é isso? Sei lá. Só sei que esquisitice não falta, parece o feitiço do tempo. O mar já encolheu nas praias de pelo menos 15 países. Isso mesmo que vocês leram.
       O mar recuou mais de 15 metros no Egito e na Namíbia, dois países africanos. Para mencionar alguns dos 15 países, este egrégio e fidalgo cronista lembra que também foram registrados recuos na Argentina, Itália, França, Grécia e Marrocos. Na cidade de Veneza, que fica na Itália, as gôndolas deixaram de navegar porque os canais secaram. Maré baixa, mar recuado, portanto.
        Ah, sim: no nosso amado Brasil o fenômeno foi registrado em Alagoas, onde o mar, no caso o Oceano Atlântico, deu uma boa recuada, portanto, houve encolhimento.
         É a crise climática e não sei onde isso vai parar. Acho que seria o caso de o ser humano recuar em certas atitudes e dar um tempo, tempo ao tempo. Pelo jeito o tempo também precisa de um tempo para se ajustar nestes tempos desajustados.

Adaptado de: https://www.imparcial.com.br/noticias/cade-overao,57252. Acesso em: 20 maio 2023.
Sobre o excerto “Na cidade de Veneza, que fica na Itália, as gôndolas deixaram de navegar porque os canais secaram.”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2238524 Português
        A partir da metade da década de 1990, o termo meio ambiente passou a ter destaque em razão da sua importância para a sobrevivência e evolução das espécies, tanto da fauna quanto da flora. A sociedade não se sustenta sem as condições equilibradas da natureza, como água potável, ar puro, solo fértil e clima agradável. Com a preocupação crescente da sociedade em relação ao meio ambiente, as empresas mais conscientes passaram também a se preocupar e tratar esta área, como, por exemplo, por meio da aplicação de esforços em sustentabilidade e esforços para a destinação correta de resíduos. Da mesma forma que outras áreas de uma organização, como produção, insumos, maquinários, entre outros, os impactos ambientais gerados pelo processo produtivo também podem ser calculados, passando a fazer parte do sistema contábil da empresa, e, assim, surge a contabilidade ambiental. Um sistema contábil ambiental é uma importante ferramenta para o fornecimento de informações aos usuários internos e também aos externos da organização; por meio dessas informações, ele auxilia a tomada de decisões e a fixação de políticas ambientais. Este trabalho está focado no desenvolvimento sustentável, na sustentabilidade econômica, social e ambiental, bem como na contabilidade ambiental e seus respectivos grupos contábeis, como ativos, passivos, custos, despesas e receitas ambientais, e nos sistemas de informações contábeis. Objetiva-se apresentar as vantagens que a contabilidade ambiental pode proporcionar para as organizações e para a sociedade em geral. A contabilidade é um dos principais sistemas de informação de uma empresa. Ela também deve evidenciar monetariamente os resultados alcançados no processo de proteção e preservação do meio ambiente. No passado as organizações se preocupavam apenas com a eficiência dos sistemas produtivos, porém atualmente, com o aumento da concorrência e das dificuldades no mercado, há um crescimento da contabilidade ambiental em suas estratégias.

(Francielle Both. Augusto Fischer. Unoesc & Ciência – ACSA v. 8 n. 1, 2017. Disponível em: https://periodicos.unoesc.edu.br/acsa/article/view/12599. Fragmento.)
“No passado as organizações se preocupavam apenas com a eficiência dos sistemas produtivos, porém atualmente, com o aumento da concorrência e das dificuldades no mercado, há um crescimento da contabilidade ambiental em suas estratégias.” Em relação ao período anterior, pode-se afirmar que a mensagem essencial apresentada em seu enunciado não teria o seu sentido original modificado caso fosse reescrito como indicado em:
Alternativas
Q2238439 Português

Divórcio da Alma

Por Mario Corso




(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mario-corso/noticia/2023/01/divorcio-da-almacldkmtll20039014sa9scc5vb.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta palavra que poderia substituir o vocábulo “instigantes” (l. 28) sem causar alteração significativa ao sentido original do texto. 
Alternativas
Q2238392 Português
Leia o texto para responder às questão.

Ausências Alienígenas

        O comando militar dos EUA voltou a divulgar não haver evidência de que sejam extraterrestres os tais objetos voadores não identificados (óvnis, em português, ou UFOs, em inglês) – que seus investigadores preferem chamar de fenômenos aéreos não identificados (UAPs, na língua estrangeira).
        Para tentar dirimir as dúvidas remanescentes, o Pentágono se deu ao trabalho de abrir um Escritório de Resolução de Anomalias de Todos os Domínios (AARO). Seis meses depois, deu-se a primeira entrevista coletiva para tratar dos UAPs.
         Sean Kirkpatrick, diretor do órgão, permaneceu fiel à lógica truísta ao admitir não ter como descartar a possibilidade de vida extraterrestre. Tudo que se pode fazer, argumentou, é manter uma atitude científica diante da questão. 
        Pragmáticos, os militares concentram sua atenção em ocorrências suspeitamente próximas de suas instalações. Fazem isso com base na hipótese menos improvável de que os artefatos a sobrevoar as bases sejam russos, chineses e mesmo americanos (guiados por outras agências governamentais), e não naves intergalácticas.
        Em 2021, o governo anunciou ter mais de 140 casos registrados. Um deles era um balão meteorológico em queda, enquanto os demais seguiam inexplicáveis – tendo em vista as trajetórias, os dados de radares e as tecnologias conhecidas.
         Depois desse primeiro relatório, centenas de outros episódios teriam chegado ao conhecimento do AARO. Passarão pelo mesmo processo rigoroso de escrutínio, mas os crédulos não se darão por satisfeitos – afinal, como professava o agente Fox Mulder na série de TV Arquivo X, eles querem acreditar.
        Estariam melhor se aderissem a outra máxima científica: hipóteses extraordinárias exigem provas extraordinárias. Até agora, ETs só se comunicam com humanos nas telas de cinema. Como há quem acredite até na inoculação de chips por vacinas, a fábula alienígena segue em propulsão fantástica.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 24.12.2022. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, na passagem do 4º parágrafo – Fazem isso com base na hipótese menos improvável de que os artefatos a sobrevoar as bases sejam russos, chineses e mesmo americanos… –, o trecho destacado pode ser substituído por
Alternativas
Q2237983 Português
Estariam mantidas a correção gramatical do texto CG2A1-I e a coerência de suas ideias caso se substituísse 
Alternativas
Q2237982 Português
Assinale a opção em que a proposta de reescrita do último período do segundo parágrafo do texto CG2A1-I é gramaticalmente correta e preserva o sentido do texto original. 
Alternativas
Q2237772 Português
Uma galinha

Era uma galinha de domingo. Ainda viva porque não passava de nove horas da manhã. Parecia calma. Desde sábado encolhera-se num canto da cozinha. Não olhava para ninguém, ninguém olhava para ela. Mesmo quando a escolheram, apalpando sua intimidade com indiferença, não souberam dizer se era gorda ou magra. Nunca se adivinharia nela um anseio. Foi pois uma surpresa quando a viram abrir as asas de curto vôo, inchar o peito e, em dois ou três lances, alcançar a murada do terraço. Um instante ainda vacilou  o tempo da cozinheira dar um grito — e em breve estava no terraço do vizinho, de onde, em outro vôo desajeitado, alcançou um telhado. Lá ficou em adorno deslocado, hesitando ora num, ora noutro pé. A família foi chamada com urgência e consternada viu o almoço junto de uma chaminé. O dono da casa, lembrando-se da dupla necessidade de fazer esporadicamente algum esporte e de almoçar, vestiu radiante um calção de banho e resolveu seguir o itinerário da galinha: em pulos cautelosos alcançou o telhado onde esta, hesitante e trêmula, escolhia com urgência outro rumo. A perseguição tornou-se mais intensa. De telhado a telhado foi percorrido mais de um quarteirão da rua. Pouco afeita a uma luta mais selvagem pela vida, a galinha tinha que decidir por si mesma os caminhos a tomar, sem nenhum auxílio de sua raça. O rapaz, porém, era um caçador adormecido. E, por mais ínfima que fosse a presa, o grito de conquista havia soado. Sozinha no mundo, sem pai nem mãe, ela corria, arfava, muda, concentrada. Às vezes, na fuga, pairava ofegante num beiral de telhado e enquanto o rapaz galgava outros com dificuldade tinha tempo de se refazer por um momento. E então parecia tão livre. Estúpida, tímida e livre. Não vitoriosa como seria um galo em fuga. Que é que havia nas suas vísceras que fazia dela um ser? A galinha é um ser. É verdade que não se poderia contar com ela para nada. Nem ela própria contava consigo, como o galo crê na sua crista. Sua única vantagem é que havia tantas galinhas que, morrendo uma, surgiria no mesmo instante outra tão igual como se fora a mesma. Afinal, numa das vezes em que parou para gozar sua fuga, o rapaz alcançou-a. Entre gritos e penas, ela foi presa. Em seguida carregada em triunfo por uma asa através das telhas e pousada no chão da cozinha com certa violência. Ainda tonta, sacudiu-se um pouco, em cacarejos roucos e indecisos. Foi então que aconteceu. De pura afobação a galinha pôs um ovo. Surpreendida, exausta. Talvez fosse prematuro. Mas logo depois, nascida que fora para a maternidade, parecia uma velha mãe habituada. Sentou-se sobre o ovo e assim ficou, respirando, abotoando e desabotoando os olhos. Seu coração, tão pequeno num prato, solevava e abaixava as penas, enchendo de tepidez aquilo que nunca passaria de um ovo. Só a menina estava perto e assistiu a tudo estarrecida. Mal porém conseguiu desvencilhar-se do acontecimento, despregou-se do chão e saiu aos gritos:
— Mamãe, mamãe, não mate mais a galinha, ela pôs um ovo! Ela quer o nosso bem! Todos correram de novo à cozinha e rodearam mudos a jovem parturiente. Esquentando seu filho, esta não era nem suave nem arisca, nem alegre, nem triste, não era nada, era uma galinha. O que não sugeria nenhum sentimento especial. O pai, a mãe e a filha olhavam já há algum tempo, sem propriamente um pensamento qualquer. Nunca ninguém acariciou uma cabeça de galinha.
O pai afinal decidiu-se com certa brusquidão:
— Se você mandar matar esta galinha, nunca mais comerei galinha na minha vida!
— Eu também! jurou a menina com ardor.
A mãe, cansada, deu de ombros.
Inconsciente da vida que lhe fora entregue, a galinha passou a morar com a família. A menina, de volta do colégio, jogava a pasta longe sem interromper a corrida para a cozinha. O pai de vez em quando ainda se lembrava: "E dizer que a obriguei a correr naquele estado!" A galinha tornara-se a rainha da casa. Todos, menos ela, o sabiam. Continuou entre a cozinha e o terraço dos fundos, usando suas duas capacidades: a de apatia e a do sobressalto. Mas quando todos estavam quietos na casa e pareciam tê-la esquecido, enchia-se de uma pequena coragem, resquícios da grande fuga  e circulava pelo ladrilho, o corpo avançando atrás da cabeça, pausado como num campo, embora a pequena cabeça a traísse: mexendo-se rápida e vibrátil, com o velho susto de sua espécie já mecanizado. Uma vez ou outra, sempre mais raramente, lembrava de novo a galinha que se recortara contra o ar à beira do telhado, prestes a anunciar. Nesses momentos enchia os pulmões com o ar impuro da cozinha e, se fosse dado às fêmeas cantar, ela não cantaria mas ficaria muito mais contente. Embora nem nesses instantes a expressão de sua vazia cabeça se alterasse. Na fuga, no descanso, quando deu à luz ou bicando milho  era uma cabeça de galinha, a mesma que fora desenhada no começo dos séculos. Até que um dia mataram-na, comeram-na e passaram-se anos.

Clarice Lispector

Considere o excerto: "E, por mais ínfima que fosse a presa, o grito de conquista havia soado." Neste contexto, a palavra "ínfima" poderia ser substituída, sem prejuízo de valor, por:
Alternativas
Q2237721 Português
Os pais, ______ filhos estão em idade escolar, ______ fazer a matrícula em uma das _______ da rede pública municipal.
Assinale a alternativa em que as palavras completam as lacunas respeitando as regras gramaticais.
Alternativas
Q2237639 Português
Texto CG1A4-I

        A palavra “metaverso”, formada pelo acréscimo do prefixo grego meta (além) à forma abreviada do vocábulo “universo”, foi popularizada pelo escritor norte-americano Neal Stephenson, em seu livro de ficção científica Nevasca (2008) ou, no original, Snow Crash (1992).

      Inicialmente, o termo dizia respeito a uma rede de mundos virtuais tridimensionais que permitiriam interações sociais (livres de restrições físicas e biológicas) com outros mundos igualmente virtuais. Hoje, passou a ser associado frequentemente ao entretenimento.

       De fato, é possível transitar em um mundo virtual, que se torna quase real quando esse “passeio” é feito com a ajuda de óculos de realidade virtual, como aqueles desenvolvidos pelos gigantes mundiais da tecnologia, como Google, Microsoft, Apple e Facebook — por sinal, este último alterou seu nome para Meta.

      Mas o que ainda não foi profundamente analisado — e seria uma contribuição essencial para a humanidade — são as aplicações dos metaversos na melhoria da qualidade de vida, uma vez que podem ser usados tanto em áreas amplas, como saúde e educação, quanto em áreas específicas, como engenharia e medicina.



Matteo Moriconi et al. Metaverso: uma nova e poderosa ferramenta de pesquisa científica. Ciência Hoje, n.º 399, jun./2023 (com adaptações).
Estariam preservadas a correção gramatical e a coerência das ideias do texto CG1A4-I caso se substituísse
I “dizia respeito a” (primeiro período do segundo parágrafo) por referiria-se a.
II “ao entretenimento” (final do segundo parágrafo) por a entretenimento.
III “uma vez que” (último parágrafo) por a proporção que.
Assinale a opção correta.
Alternativas
Q2237638 Português
Texto CG1A4-I

        A palavra “metaverso”, formada pelo acréscimo do prefixo grego meta (além) à forma abreviada do vocábulo “universo”, foi popularizada pelo escritor norte-americano Neal Stephenson, em seu livro de ficção científica Nevasca (2008) ou, no original, Snow Crash (1992).

      Inicialmente, o termo dizia respeito a uma rede de mundos virtuais tridimensionais que permitiriam interações sociais (livres de restrições físicas e biológicas) com outros mundos igualmente virtuais. Hoje, passou a ser associado frequentemente ao entretenimento.

       De fato, é possível transitar em um mundo virtual, que se torna quase real quando esse “passeio” é feito com a ajuda de óculos de realidade virtual, como aqueles desenvolvidos pelos gigantes mundiais da tecnologia, como Google, Microsoft, Apple e Facebook — por sinal, este último alterou seu nome para Meta.

      Mas o que ainda não foi profundamente analisado — e seria uma contribuição essencial para a humanidade — são as aplicações dos metaversos na melhoria da qualidade de vida, uma vez que podem ser usados tanto em áreas amplas, como saúde e educação, quanto em áreas específicas, como engenharia e medicina.



Matteo Moriconi et al. Metaverso: uma nova e poderosa ferramenta de pesquisa científica. Ciência Hoje, n.º 399, jun./2023 (com adaptações).
Julgue os itens a seguir, relativos a aspectos linguísticos do texto CG1A4-I.
I No primeiro parágrafo, o vocábulo “popularizada” está flexionado no feminino singular porque estabelece relação de concordância com “palavra”.
II No segundo parágrafo, a substituição do segmento “passou a ser associado” (último período) por passaram a ser associados preservaria a correção gramatical e os sentidos do texto.
III A correção gramatical do texto e seus sentidos seriam mantidos caso os termos da expressão “aqueles desenvolvidos” (terceiro parágrafo) fossem flexionados no singular — aquele desenvolvido.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q2237637 Português
Texto CG1A4-I

        A palavra “metaverso”, formada pelo acréscimo do prefixo grego meta (além) à forma abreviada do vocábulo “universo”, foi popularizada pelo escritor norte-americano Neal Stephenson, em seu livro de ficção científica Nevasca (2008) ou, no original, Snow Crash (1992).

      Inicialmente, o termo dizia respeito a uma rede de mundos virtuais tridimensionais que permitiriam interações sociais (livres de restrições físicas e biológicas) com outros mundos igualmente virtuais. Hoje, passou a ser associado frequentemente ao entretenimento.

       De fato, é possível transitar em um mundo virtual, que se torna quase real quando esse “passeio” é feito com a ajuda de óculos de realidade virtual, como aqueles desenvolvidos pelos gigantes mundiais da tecnologia, como Google, Microsoft, Apple e Facebook — por sinal, este último alterou seu nome para Meta.

      Mas o que ainda não foi profundamente analisado — e seria uma contribuição essencial para a humanidade — são as aplicações dos metaversos na melhoria da qualidade de vida, uma vez que podem ser usados tanto em áreas amplas, como saúde e educação, quanto em áreas específicas, como engenharia e medicina.



Matteo Moriconi et al. Metaverso: uma nova e poderosa ferramenta de pesquisa científica. Ciência Hoje, n.º 399, jun./2023 (com adaptações).
Assinale a opção em que a proposta de reescrita do trecho “A palavra ‘metaverso’, formada pelo acréscimo do prefixo grego meta (além) à forma abreviada do vocábulo ‘universo’, foi popularizada pelo escritor norte-americano Neal Stephenson” mantém os sentidos e a correção gramatical do texto CG1A4-I no que se refere à pontuação.
Alternativas
Q2237633 Português
Texto CG1A5-I

     Vivemos uma transformação acelerada no mercado de trabalho. Com o avanço da inteligência artificial e da automação, muitas funções tradicionais estão sendo eliminadas ou substituídas em todo o mundo. Funções que representavam 15,4% da força de trabalho global em 2020 encolherão para 9% até 2025. Por outro lado, a participação das novas profissões (como especialistas em dados e inteligência artificial) quase dobrará, crescendo de 7,8% para 13,5% da base total de empregados no mesmo período. Milhões de vagas em todo o mundo estão deixando de ser preenchidas, ao mesmo tempo em que um contingente cada vez maior de indivíduos não encontra mais colocação no mercado de trabalho.

      Cinco em cada dez brasileiros acreditam que a automação vai tornar seus empregos obsoletos nos próximos dez anos, enquanto nove estão preocupados com sua requalificação. Praticamente todos, porém, veem a chegada de novas tecnologias como oportunidade para usá-las ou entendê-las melhor.

     Trata-se de um momento de grandes ameaças e grandes oportunidades, que exige investimentos urgentes na formação digital da atual força de trabalho e das gerações futuras. É preciso dar a todos a oportunidade de adquirir novas competências tanto para assegurar sua empregabilidade quanto para aproveitar as oportunidades que se abrem no mercado e impulsionar o crescimento do nosso país.


PWC e Instituto Locomotiva. O abismo digital.
Internet:<www.pwc.com.br>  (com adaptações)
Assinale a opção em que a proposta de reescrita do primeiro período do terceiro parágrafo do texto CG1A5-I é gramaticalmente correta e coerente com as ideias do texto.
Alternativas
Q2237632 Português
Texto CG1A5-I

     Vivemos uma transformação acelerada no mercado de trabalho. Com o avanço da inteligência artificial e da automação, muitas funções tradicionais estão sendo eliminadas ou substituídas em todo o mundo. Funções que representavam 15,4% da força de trabalho global em 2020 encolherão para 9% até 2025. Por outro lado, a participação das novas profissões (como especialistas em dados e inteligência artificial) quase dobrará, crescendo de 7,8% para 13,5% da base total de empregados no mesmo período. Milhões de vagas em todo o mundo estão deixando de ser preenchidas, ao mesmo tempo em que um contingente cada vez maior de indivíduos não encontra mais colocação no mercado de trabalho.

      Cinco em cada dez brasileiros acreditam que a automação vai tornar seus empregos obsoletos nos próximos dez anos, enquanto nove estão preocupados com sua requalificação. Praticamente todos, porém, veem a chegada de novas tecnologias como oportunidade para usá-las ou entendê-las melhor.

     Trata-se de um momento de grandes ameaças e grandes oportunidades, que exige investimentos urgentes na formação digital da atual força de trabalho e das gerações futuras. É preciso dar a todos a oportunidade de adquirir novas competências tanto para assegurar sua empregabilidade quanto para aproveitar as oportunidades que se abrem no mercado e impulsionar o crescimento do nosso país.


PWC e Instituto Locomotiva. O abismo digital.
Internet:<www.pwc.com.br>  (com adaptações)
Assinale a opção em que a inversão da posição dos termos do segmento destacado preservaria os sentidos e a correção gramatical do texto CG1A5-I.
Alternativas
Q2237587 Português
Texto CG2A1-I


        É perigoso nos distrairmos com uma fantasia utópica ou apocalíptica possibilitada pela inteligência artificial (IA), que promete ou um futuro “florescente” ou um futuro “potencialmente catastrófico”. Essa ilusão, que infla as capacidades dos sistemas automatizados e os antropomorfiza, induz as pessoas a pensar que existe um ser senciente por trás das mídias sintéticas. Isso seduz as pessoas a não apenas confiarem acriticamente em sistemas como o ChatGPT, mas também a lhes atribuírem erroneamente a capacidade de agir. A responsabilização propriamente dita não cabe aos artefatos tecnológicos, mas a seus construtores.

       O que precisamos é de regulamentação que imponha transparência a essa tecnologia digital. Isso deve ficar sempre claro quando nos deparamos com mídias sintéticas, e as organizações que constroem esses sistemas também deveriam ser obrigadas a documentar e a divulgar os dados de treinamento e as arquiteturas de modelo. Além disso, o ônus de criar instrumentos seguros de uso dessas tecnologias deveria recair sobre as empresas que constroem e implantam sistemas generativos, o que significa que os construtores desses sistemas deveriam ser responsabilizados pelos resultados produzidos por seus produtos.

        A corrida atual rumo a “experimentos de IA” cada vez maiores não é um caminho predeterminado no qual a nossa única escolha é o quão rápido devemos correr, mas uma série de decisões impulsionadas pelo lucro. As ações e as escolhas das corporações devem ser moldadas por regulamentação que proteja os direitos e os interesses das pessoas. O foco da nossa preocupação não deveriam ser as “poderosas mentes digitais” imaginárias. Em vez disso, deveríamos focar nas práticas de exploração muito reais e muito presentes das empresas que afirmam construí-las.


Timnit Gebru et al.Papagaios estocásticos: o pedido de moratória para a IA e os riscos em jogo. Internet: (com adaptações).
Assinale a opção em que a proposta de substituição para o trecho “o que significa que” (último período do segundo parágrafo) preservaria tanto os sentidos do texto CG2A1-I quanto a sua correção gramatical.
Alternativas
Q2237586 Português
Texto CG2A1-I


        É perigoso nos distrairmos com uma fantasia utópica ou apocalíptica possibilitada pela inteligência artificial (IA), que promete ou um futuro “florescente” ou um futuro “potencialmente catastrófico”. Essa ilusão, que infla as capacidades dos sistemas automatizados e os antropomorfiza, induz as pessoas a pensar que existe um ser senciente por trás das mídias sintéticas. Isso seduz as pessoas a não apenas confiarem acriticamente em sistemas como o ChatGPT, mas também a lhes atribuírem erroneamente a capacidade de agir. A responsabilização propriamente dita não cabe aos artefatos tecnológicos, mas a seus construtores.

       O que precisamos é de regulamentação que imponha transparência a essa tecnologia digital. Isso deve ficar sempre claro quando nos deparamos com mídias sintéticas, e as organizações que constroem esses sistemas também deveriam ser obrigadas a documentar e a divulgar os dados de treinamento e as arquiteturas de modelo. Além disso, o ônus de criar instrumentos seguros de uso dessas tecnologias deveria recair sobre as empresas que constroem e implantam sistemas generativos, o que significa que os construtores desses sistemas deveriam ser responsabilizados pelos resultados produzidos por seus produtos.

        A corrida atual rumo a “experimentos de IA” cada vez maiores não é um caminho predeterminado no qual a nossa única escolha é o quão rápido devemos correr, mas uma série de decisões impulsionadas pelo lucro. As ações e as escolhas das corporações devem ser moldadas por regulamentação que proteja os direitos e os interesses das pessoas. O foco da nossa preocupação não deveriam ser as “poderosas mentes digitais” imaginárias. Em vez disso, deveríamos focar nas práticas de exploração muito reais e muito presentes das empresas que afirmam construí-las.


Timnit Gebru et al.Papagaios estocásticos: o pedido de moratória para a IA e os riscos em jogo. Internet: (com adaptações).
Assinale a opção em que a proposta de reescrita do trecho “mas também a lhes atribuírem” (terceiro período do primeiro parágrafo) é gramaticalmente correta e coerente com as ideias do texto CG2A1-I.
Alternativas
Q2237243 Português
Texto CG1A1-I

       No Brasil os nomes das línguas correspondem, na maioria dos casos, aos nomes atribuídos aos respectivos povos: por exemplo, o povo xavante fala a língua xavante. São raros os casos em que se fixou, na literatura especializada ou no uso geral, um nome distinto para a língua. Há o povo fulniô, cuja língua é o iatê.

          Existem, nestes primeiros anos do século XXI, vários povos bilíngues que convivem com a língua indígena e a portuguesa, mas em outros o português predomina como língua materna das crianças. Ainda se tem muito pouco conhecimento de situações específicas de bilinguismo com o português, e será muito difícil para o recenseador obter informação fidedigna: a informação será mais confiável se obtida dos pais; menos confiável quando for proveniente de líderes ou de administradores; e menos segura ainda no caso de ser obtida por amostragem.

           Há relatos de povos com população considerável distribuída por diversas aldeias. Por outro lado, a situação de uso da língua portuguesa pode variar consideravelmente de uma aldeia para outra, como no caso dos bororos, em Mato Grosso, ou dos baniuas, no Amazonas.

          Existem casos de bilinguismo ou de multilinguismo com duas ou mais línguas indígenas faladas pelas mesmas pessoas, como acontece entre os vários povos da família linguística (e cultural) tucano, a noroeste do Amazonas: atualmente estão presentes o português e(ou) o espanhol, além da língua geral amazônica. Por outro lado, conhece-se pouco acerca do grau de presença dessas diversas línguas nas respectivas comunidades.

            Uma situação única, característica hoje da região do alto rio Negro e seus afluentes, é a persistência do uso da língua geral amazônica (também conhecida como nheengatu), que se concebe hoje como língua franca de comunicação entre grande parte dos indígenas dessa comunidade com os de outra etnia. Contudo, converteu-se na língua materna do grande povo baré (com cerca de 10.300 pessoas), nos municípios de São Gabriel da Cachoeira e de Santa Isabel do Rio Negro; também o é de grande parte do povo baniua, situado no baixo rio Içana e no médio rio Negro (município de São Gabriel da Cachoeira).

Aryon Dall’Igna Rodrigues. Línguas indígenas brasileiras. Brasília: Laboratório de Línguas Indígenas da UnB, 2013 (com adaptações).  
Estariam mantidas a coerência e a correção gramatical do texto CG1A1-I caso a forma verbal “Existem” (início do segundo parágrafo) fosse substituída por 
Alternativas
Q2237242 Português
Texto CG1A1-I

       No Brasil os nomes das línguas correspondem, na maioria dos casos, aos nomes atribuídos aos respectivos povos: por exemplo, o povo xavante fala a língua xavante. São raros os casos em que se fixou, na literatura especializada ou no uso geral, um nome distinto para a língua. Há o povo fulniô, cuja língua é o iatê.

          Existem, nestes primeiros anos do século XXI, vários povos bilíngues que convivem com a língua indígena e a portuguesa, mas em outros o português predomina como língua materna das crianças. Ainda se tem muito pouco conhecimento de situações específicas de bilinguismo com o português, e será muito difícil para o recenseador obter informação fidedigna: a informação será mais confiável se obtida dos pais; menos confiável quando for proveniente de líderes ou de administradores; e menos segura ainda no caso de ser obtida por amostragem.

           Há relatos de povos com população considerável distribuída por diversas aldeias. Por outro lado, a situação de uso da língua portuguesa pode variar consideravelmente de uma aldeia para outra, como no caso dos bororos, em Mato Grosso, ou dos baniuas, no Amazonas.

          Existem casos de bilinguismo ou de multilinguismo com duas ou mais línguas indígenas faladas pelas mesmas pessoas, como acontece entre os vários povos da família linguística (e cultural) tucano, a noroeste do Amazonas: atualmente estão presentes o português e(ou) o espanhol, além da língua geral amazônica. Por outro lado, conhece-se pouco acerca do grau de presença dessas diversas línguas nas respectivas comunidades.

            Uma situação única, característica hoje da região do alto rio Negro e seus afluentes, é a persistência do uso da língua geral amazônica (também conhecida como nheengatu), que se concebe hoje como língua franca de comunicação entre grande parte dos indígenas dessa comunidade com os de outra etnia. Contudo, converteu-se na língua materna do grande povo baré (com cerca de 10.300 pessoas), nos municípios de São Gabriel da Cachoeira e de Santa Isabel do Rio Negro; também o é de grande parte do povo baniua, situado no baixo rio Içana e no médio rio Negro (município de São Gabriel da Cachoeira).

Aryon Dall’Igna Rodrigues. Línguas indígenas brasileiras. Brasília: Laboratório de Línguas Indígenas da UnB, 2013 (com adaptações).  
Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de reescrita na qual são unidos o segundo e o terceiro períodos do primeiro parágrafo do texto CG1A1-I. Assinale a opção em que a proposta apresentada é gramaticalmente correta e coerente com as ideias do texto. 
Alternativas
Q2236631 Português
“OMS declara fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional referente à COVID-19
Brasília, 5 de maio de 2023


A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta sexta-feira (5/05), em Genebra, na Suíça, o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) referente à COVID-19. A decisão foi tomada pelo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, após receber a recomendação do Comitê de Emergência encarregado de analisar periodicamente o cenário da doença. Durante a 15ª sessão deliberativa do Comitê, na quarta-feira (4/05), seus membros destacaram a tendência de queda nas mortes por COVID-19, o declínio nas hospitalizações e internações em unidades de terapia intensiva relacionadas à doença, bem como os altos níveis de imunidade da população ao SARS-CoV-2, coronavírus causador dessa enfermidade. O fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional não significa que a COVID-19 tenha deixado de ser uma ameaça à saúde. A propagação mundial da doença continua caracterizada como uma pandemia, tendo tirado uma vida a cada três minutos apenas na semana passada. “O que essa notícia significa é que está na hora de os países fazerem a transição do modo de emergência para o de manejo da COVID-19 juntamente com outras doenças infecciosas”, destacou Tedros Adhanom. Jarbas Barbosa, diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), saudou a decisão do diretor-geral da OMS de aceitar a recomendação do Comitê de Emergência. “Não devemos baixar a guarda, precisamos continuar vacinando os grupos vulneráveis e fortalecendo a vigilância. Também é hora de nos concentrarmos em nos preparar melhor para futuras emergências e reconstruir melhor para um futuro mais saudável e sustentável”, destacou Barbosa”.

(Disponível em: https://www.paho.org/pt/noticias/5-5-2023-oms-declara-fim-da-emergencia-saude-publica-importancia-internacional-referente).


Assinale a alternativa, em que a expressão “Não devemos baixar a guarda” pode ser reescrita, respeitando a norma culta e preservando seu sentido empregado no texto. 
Alternativas
Q2235398 Português
     Fui chegando aqui à Bahia, a caminho de Itaparica — onde deverei basicamente pescar, mentir na praça do Mercado e, de quando em vez, escrever uma carta patética a meu abnegado editor, solicitando mais fundos para a realização da minha obra — e fui logo perguntando pelos cachorros. Os cachorros daqui da casa de meu paí, como aliás todos os bichos que aparecem por aqui, são muito interessantes — a começar por Lílico, um animal vagamente fox terrier que namorava escandalosamente com Chiquita, a gata siamesa de meu pai. Uma vez, Lilico e Chiquita — como direi? — se engalfinharam amorosamente em plena sala, na frente de uma visita eclesiástica, um verdadeiro escândalo. Minha mãe e o monsenhor fingiram que não viram (um ato de heroísmo da parte deles, já que fingir que não estavam notando aquela fuzarca era a mesma coisa que tentar manter uma conversação junto de um trio elétrico), mas meu pai ficou entusiasmado. “Creio que teremos nesta casa uma ninhada de cagatos”, disse-me ele com orgulho. Não houve, infelizmente, frutos desse e de outros acalorados idílios vividos por Chiquita e Lilico, mas por aí vocês já veem como os bichos aqui de casa são interessantes.

     Agora temos dois cachorros, Duque e Wolfgang (embora este só atenda por Wolf ou Carrapicho). Duque é um fila da envergadura de um hipopótamo e só um pouquinho mais pesado, cujo principal talento é ser capaz de comer seis pães (seis dessas bisnagonas de mais de meio metro) em 15 segundos cravados, coisa que ele faz toda vez que deixam o pão dando sopa, e depois se julga no direito de ser festejado pela habilidade. Wolfgang é um rottweiler alemão, cuja disposição habitual se compara desfavoravelmente com a de um comandante das SS e que não se dá com ninguém. Meu pai explicou que ambos são ótimos indivíduos, “apenas temos de respeitar suas respectivas maneiras de ser”.

     — A maneira de ser de Duque — esclareceu ele — é abestalhada. A maneira de ser de Carrapicho, por assim dizer, é de inimigo de toda a Criação em geral. São posições.

     Duque e Wolfgang dividem as responsabilidades da guarda da casa. Duque cuida dos fundos, onde de vez em quando derruba um bujão de gás com um encontrão casual. Wolf cuida da frente, parte da casa onde absolutamente ninguém é bem recebido (a não ser os da casa mesmo, mas sem intimidades) depois que ele assume o posto — com rigorosa pontualidade e sempre parado no mesmo lugar, na evidente intenção de comer a primeira coisa que se mexa em sua frente. Fui visitá-los. Duque me cumprimentou com efusão, Wolf se levantou e rosnou, enfiando a cara pelas grades do canil. Com o ar confiante que estudei nos livros sobre treinamento de cães, aproximei-me para fazer amizade, levantei a mão para afagá-lo.

     — Use a esquerda — aconselhou meu pai. — Pelo menos assim você ainda vai poder bater à máquina com a direita.

     Preferi adiar a experiência, fui passar em revista os outros moradores da casa ali presentes. [...]

     Fui lá dentro inspecionar minha vara de pescar, imaginei-me na ilha de Itaparica entre garoupas, guaricemas, vermelhos, pampos e cabeçudos e mentindo estrondosamente sobre “aquele de oito quilos que escapou no último instante”. Suspirei. A vida do escritor é muito dura, mas, pelo menos, felizmente, encontrei todos aqui muito bem.


(Adaptado de: RIBEIRO, João Ubaldo. Arte e ciência de roubar galinha. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998)
[...] parte da casa onde absolutamente ninguém é bem recebido (a não ser os da casa mesmo, mas sem intimidades) depois que ele assume o posto.

O elemento sublinhado acima pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
Alternativas
Q2235313 Português
Leia o texto para responder a questão.

“ChatGPT usado por estudantes causa polêmica e muda métodos de ensino de redação A chegada do
ChatGPT, o aplicativo que redige textos e explica conceitos em frases simples, está mudando a forma de ensino nas universidades dos Estados Unidos. Uma reportagem do New York Times conta como os professores universitários estão enfrentando o problema dos alunos que recorrem ao chatbot para fazer suas redações.
A reportagem conta o caso ocorrido em fevereiro deste ano, quando o professor Antony Aumann, da Northern Michigan University, leu um texto de um aluno com parágrafos limpos, exemplos apropriados e argumentos rigorosos. Instantaneamente, um sinal de alarme disparou em sua cabeça. Aumann confrontou seu aluno para descobrir se ele havia escrito o ensaio. O aluno confessou ter usado o ChatGPT para redigir o trabalho escolar. Aumann ficou alarmado, e então decidiu mudar as aulas de redação para seus cursos neste semestre. Ele passou a exigir que os estudantes escrevam os primeiros rascunhos na sala de aula, usando navegadores que monitoram e restringem a atividade do computador. Nos rascunhos subsequentes, os alunos terão que explicar cada correção. O professor também planeja integrar o ChatGPT às aulas, onde pedirá aos alunos que avaliem as respostas do chatbot.
“Nas aulas, a dinâmica não será mais assim: ‘Aqui estão algumas perguntas e vamos falar sobre isso entre nós como seres humanos'”, disse ele. Agora, será assim: ‘O que esse robô alienígena pensa também?”
Em todo o país, professores universitários, chefes de departamento e administradores estão começando a reformar as aulas em resposta ao ChatGPT, o que poderia causar uma enorme mudança no ensino e na aprendizagem, segundo o NYT. Alguns professores estão redesenhando completamente seus cursos, fazendo mudanças como mais exames orais, trabalho em grupo e avaliações manuscritas em vez de digitadas." (Texto adaptado. Disponível em: https://oespecialista.com.br/chatgpt-educacao/).

“Agora, será ASSIM: ‘O que esse robô alienígena pensa também?'”

A palavra em destaque pode ser substituída, sem prejudicar o sentido nem a construção da afirmação, por:

Alternativas
Respostas
1661: B
1662: A
1663: A
1664: A
1665: B
1666: D
1667: B
1668: C
1669: C
1670: A
1671: A
1672: B
1673: E
1674: A
1675: C
1676: D
1677: A
1678: D
1679: D
1680: D