Questões de Concurso Sobre redação - reescritura de texto em português

Foram encontradas 10.041 questões

Q67702 Português
Imagem 002.jpg

Acerca das estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens
de 7 a 14.
Preservam-se as relações significativas entre os termos da oração, bem como a correção gramatical do texto, ao se reescrever o trecho "pelos valores que lhe estão subjacentes" (L.3-4) do seguinte modo: pelos valores que estão subjacentes ao desenvolvimento do mundo contemporâneo.
Alternativas
Q67696 Português
Imagem 001.jpg

Julgue os itens a seguir, a respeito das estruturas linguísticas e da
organização das ideias no texto acima.
A expressão "a nossa imensa capacidade ociosa de produção" (L.3-4) deve ser, necessariamente, demarcada por vírgulas porque sua função é a de explicar como deve ser compreendida, no desenvolvimento da argumentação, "A mão de obra" (L.3).
Alternativas
Q67692 Português
Imagem 001.jpg

Julgue os itens a seguir, a respeito das estruturas linguísticas e da
organização das ideias no texto acima.
No trecho "da renda e da riqueza: envolve" (L.10-11) a função do sinal de dois-pontos corresponde à função de um conectivo explicativo; por isso, preservam-se a correção gramatical e a coerência textual ao se reescrever esse trecho do seguinte modo: da renda e da riqueza, pois envolve.
Alternativas
Q67469 Português
Texto 2

Os incentivos existem em três tipos de sabores básicos: econômico, social e moral. É muito comum que um único esquema de incentivos inclua as três varieda­des. Tomemos a campanha antitabagista dos últimos anos. O acréscimo da "taxa do pecado" de $ 3 em cada maço é um forte incentivo econômico contra a compra de cigarros. A proibição do fumo em restaurantes e bares é um poderoso incentivo social. E a afirmação do governo americano de que os terroristas angariam fundos com a venda de cigarros no mercado negro atua como um incentivo moral bastante estridente.

LEVITT, Steven D., DUBNER, Stephen J. Freakonomics. O lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta. Tradução Regina Lyra. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005, p. 23.

Considere as afirmativas abaixo.

1. O sinal de dois-pontos, no primeiro período do Texto 2, precede um aposto e poderia ser substituído por uma vírgula, sem ferir a norma culta da língua portuguesa.

2. Os vocábulos "acréscimo" e "econômico" são acentuados devido à mesma regra de acentuação gráfica.

3. O vocábulo "antitabagista" apresenta o prefixo anti, que sugere oposição, da mesma forma que o prefixo in (ou im), como em "imberbe", sugere negação, carência.

4. Se a oração "Tomemos a campanha antitabagista como exemplo" fosse re-escrita na segunda pessoa do singular, no negativo, sem qualquer outra alteração, ela ficaria corretamente redigida da seguinte forma: "Não toma a campanha antitabagista como exemplo".

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q67399 Português
No tempo dos trens

Parodiando o grande poeta que escreveu - Havia
manhãs, naquele tempo -, quero registrar: havia trens naquele
tempo. E havia as estações de trem, e as viagens de trem,
antes que alguém decidisse extinguir o transporte ferroviário em
benefício do rodoviário. Nada quero ajuizar sobre a justeza econômica
ou o equívoco técnico dessa medida; o que posso garantir
é que a poesia da vida saiu perdendo. Pois não me venham
comparar o prosaísmo de uma viagem de ônibus com os
devaneios de uma viagem de trem.
Em primeiro lugar, os trens brasileiros, ao contrário
dos japoneses, não tinham pressa: a vapor, a diesel ou mesmo
elétricas, nossas locomotivas permitiam que os passageiros fossem
contemplando com calma a paisagem, e às vezes até simulavam
algum defeito, só para que todos pudessem esticar as
pernas numa estação perdida no meio do caminho. As estações,
com sua arquitetura padronizada, eram recantos sombreados
de onde se avistava a pracinha de uma vila ou a torre
da igreja.
Depois, é preciso considerar que a vida dentro dos
trens também era outra. As pessoas passeavam tranquilamente
pelo corredor, puxavam conversa em rodinhas, ou estacionavam
nas plataformas de ligação entre os vagões, tomando
um ventinho no rosto - prazer tanto maior porque proibido. Sem
falar na possibilidade de um luxo - um carro-restaurante - onde
se sentava para uma refeição, um lanche, uma cerveja.
Para que pressa? Havia mais tempo para não se fazer
nada, naquele tempo. O ritmo dos trens influía no dos negócios,
no das providências burocráticas, até no dos amores: esperavase
mais para dar e receber um beijo, ou então para sofrer uma
despedida. Nesse caso, havia mais tempo para aliviar uma frustração,
repensar na vida. Sem pressa, nossos trens gostavam
de deixar a gente viver em paz.
Se um dia houver uma reversão em nossos meios de
transporte e ressuscitarem as viagens de trem, me avisem, que
eu virei correndo do outro mundo para garantir um lugar à
janela.

(Expedito Trancoso, inédito)

Está ADEQUADA, em relação ao sentido original, esta nova redação proposta para um segmento do texto:
Alternativas
Q67395 Português
No tempo dos trens

Parodiando o grande poeta que escreveu - Havia
manhãs, naquele tempo -, quero registrar: havia trens naquele
tempo. E havia as estações de trem, e as viagens de trem,
antes que alguém decidisse extinguir o transporte ferroviário em
benefício do rodoviário. Nada quero ajuizar sobre a justeza econômica
ou o equívoco técnico dessa medida; o que posso garantir
é que a poesia da vida saiu perdendo. Pois não me venham
comparar o prosaísmo de uma viagem de ônibus com os
devaneios de uma viagem de trem.
Em primeiro lugar, os trens brasileiros, ao contrário
dos japoneses, não tinham pressa: a vapor, a diesel ou mesmo
elétricas, nossas locomotivas permitiam que os passageiros fossem
contemplando com calma a paisagem, e às vezes até simulavam
algum defeito, só para que todos pudessem esticar as
pernas numa estação perdida no meio do caminho. As estações,
com sua arquitetura padronizada, eram recantos sombreados
de onde se avistava a pracinha de uma vila ou a torre
da igreja.
Depois, é preciso considerar que a vida dentro dos
trens também era outra. As pessoas passeavam tranquilamente
pelo corredor, puxavam conversa em rodinhas, ou estacionavam
nas plataformas de ligação entre os vagões, tomando
um ventinho no rosto - prazer tanto maior porque proibido. Sem
falar na possibilidade de um luxo - um carro-restaurante - onde
se sentava para uma refeição, um lanche, uma cerveja.
Para que pressa? Havia mais tempo para não se fazer
nada, naquele tempo. O ritmo dos trens influía no dos negócios,
no das providências burocráticas, até no dos amores: esperavase
mais para dar e receber um beijo, ou então para sofrer uma
despedida. Nesse caso, havia mais tempo para aliviar uma frustração,
repensar na vida. Sem pressa, nossos trens gostavam
de deixar a gente viver em paz.
Se um dia houver uma reversão em nossos meios de
transporte e ressuscitarem as viagens de trem, me avisem, que
eu virei correndo do outro mundo para garantir um lugar à
janela.

(Expedito Trancoso, inédito)

É preciso corrigir, por falha em sua estrutura, a redação da seguinte frase:
Alternativas
Q67388 Português
Informalidade reconfigurada

As atividades informais têm sido tradicionalmente
identificadas no Brasil como as práticas de trabalho mais relacionadas
à luta pela sobrevivência. Na maior parte das vezes,
trata-se de um conjunto expressivo da população que se encontra
excluída das regras formais de proteção social e trabalhista.
Salvo períodos conjunturais determinados de desaceleração
econômica, quando o segmento informal funcionava como uma
espécie de colchão amortecedor da temporária situação de desemprego
aberto, percebia-se que a informalidade era uma das
poucas possibilidades de os segmentos vulneráveis se inserirem
no mercado de trabalho. Por não impor praticamente nenhuma
barreira à entrada, o trabalho informal representaria uma
atividade laboral que também poderia compreender a transição
para o emprego assalariado formal.

O trabalho informal submete-se à baixa remuneração
e à vulnerabilidade de quem não conta com a aposentadoria na
velhice, a pensão para o acidente de trabalho, o seguro para o
desemprego, o piso oficial para a menor remuneração, a representação
sindical, entre outras regras de proteção. Pelo menos
durante o ciclo da industrialização nacional (1930-80), a informalidade
foi sendo drasticamente reduzida. A força do assalariamento
com carteira assinada, decorrente de taxas de crescimento
econômico com média anual de 7%, foi a principal responsável
pela queda do trabalho informal.
Apesar disso, o Brasil ingressou na década de 1980
com cerca de 1/3 do total dos ocupados ainda submetidos às
atividades informais. Com o abandono da condição de rápido e
sustentado crescimento econômico, o mercado de trabalho sofreu
uma importante inflexão. O desemprego aberto vem crescendo,
e com ele a ocupação informal. Em vinte anos, o Brasil
gerou um contingente adicional de 13,1 milhões de postos de
trabalho não assalariados (40% do total de novos postos de trabalho).
No mesmo período de tempo, a informalidade cresceu
mais no meio urbano, uma vez que o setor rural continuou a
expulsar mão de obra.

(Adaptado de Marcio Pochmann, revista Forum)

Sem prejuízo para a correção e o sentido do contexto, o que está sublinhado pode ser substituído pelo que está em negrito em:
Alternativas
Q67382 Português
Informalidade reconfigurada

As atividades informais têm sido tradicionalmente
identificadas no Brasil como as práticas de trabalho mais relacionadas
à luta pela sobrevivência. Na maior parte das vezes,
trata-se de um conjunto expressivo da população que se encontra
excluída das regras formais de proteção social e trabalhista.
Salvo períodos conjunturais determinados de desaceleração
econômica, quando o segmento informal funcionava como uma
espécie de colchão amortecedor da temporária situação de desemprego
aberto, percebia-se que a informalidade era uma das
poucas possibilidades de os segmentos vulneráveis se inserirem
no mercado de trabalho. Por não impor praticamente nenhuma
barreira à entrada, o trabalho informal representaria uma
atividade laboral que também poderia compreender a transição
para o emprego assalariado formal.

O trabalho informal submete-se à baixa remuneração
e à vulnerabilidade de quem não conta com a aposentadoria na
velhice, a pensão para o acidente de trabalho, o seguro para o
desemprego, o piso oficial para a menor remuneração, a representação
sindical, entre outras regras de proteção. Pelo menos
durante o ciclo da industrialização nacional (1930-80), a informalidade
foi sendo drasticamente reduzida. A força do assalariamento
com carteira assinada, decorrente de taxas de crescimento
econômico com média anual de 7%, foi a principal responsável
pela queda do trabalho informal.
Apesar disso, o Brasil ingressou na década de 1980
com cerca de 1/3 do total dos ocupados ainda submetidos às
atividades informais. Com o abandono da condição de rápido e
sustentado crescimento econômico, o mercado de trabalho sofreu
uma importante inflexão. O desemprego aberto vem crescendo,
e com ele a ocupação informal. Em vinte anos, o Brasil
gerou um contingente adicional de 13,1 milhões de postos de
trabalho não assalariados (40% do total de novos postos de trabalho).
No mesmo período de tempo, a informalidade cresceu
mais no meio urbano, uma vez que o setor rural continuou a
expulsar mão de obra.

(Adaptado de Marcio Pochmann, revista Forum)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2010 - TJ-SC - Assistente Social |
Q65577 Português
"É passível de crítica quem se queixa da má sorte, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo." Em relação a essa sentença, é correto afirmar:
Alternativas
Q63020 Português
Para maior segurança, compre apenas em farmácias e drogarias. Oriente-se com o médico ou farmacêutico.

Reorganizando as frases acima num único período, o que equivale ao sentido original e mantém a clareza e correção, considerado o padrão culto escrito, é:
Alternativas
Q62882 Português
... a proeza dos cargueiros alemães só foi possível devido ao encolhimento progressivo da calota polar do Ártico ... (2o parágrafo)

O sentido da afirmativa grifada acima está corretamente reproduzido, com outras palavras, em:
Alternativas
Q61840 Português
Considere o seguinte trecho do Texto II:

"Nas conversas sobre o tema, costumo ser o único a não ter do que me queixar: sou bom de cama." (L. 4-6)

Qual das sentenças abaixo mantém o mesmo sentido desta que foi destacada?
Alternativas
Q61836 Português
Considere as afirmativas abaixo sobre a pontuação do Texto I.

I - De acordo com o registro formal culto, em "sem no entanto assumir esse receio -" (L. 18), a expressão "no entanto" deveria vir entre vírgulas.

II - Em "A insônia é um sistema, e, como em todo sistema, nesse também há alguns pontos críticos." (L. 15-16), a vírgula depois da palavra "sistema" teria de ser retirada.

III - O travessão em "- até quando?" (L. 13) se justifica por se tratar de uma síntese do que se vinha dizendo.

IV - A vírgula em "Thou shall be cursed,"(L. 1) se deve à sentença em inglês.

Está(ão) correta(s) APENAS a(s) afirmação(ões)
Alternativas
Q61615 Português
As sentenças "E aos 36 anos descobriu que não queria mais nada daquilo. Claudia virou budista." (L. 63-64) foram reescritas num único período. Qual reescritura apresenta o trecho de acordo com o registro culto da língua, sem alteração do sentido?
Alternativas
Q61614 Português
A vírgula pode ser retirada no trecho
Alternativas
Q61217 Português
O governo deve enviar o projeto de lei ao Congresso nas próximas semanas. Haverá oportunidade para aperfeiçoamentos na Câmara e no Senado, mas o texto, em linhas gerais, é satisfatório.

No trecho acima, a alteração que propicia a equivalência de sentido e mantém a correção original é a de
Alternativas
Q60944 Português
Leia o seguinte trecho: "Embora embaladas com números e linguagem científica, tais conclusões apenas repisariam..." (l. 68-69). A sua reescritura mantém o sentido original e está de acordo com o registro formal culto da língua portuguesa em:

Alternativas
Q60942 Português
A afirmativa "... se há algo imprescindível, na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência." (l. 14-16) quer dizer que
Alternativas
Q59821 Português
Imagem 002.jpg

Acerca dos aspectos semânticos e gramaticais do texto apresentado,
julgue os seguintes itens.

Na expressão "terão de dar" (L.48-49), a substituição da preposição "de" pelo vocábulo que preserva a correção gramatical e o sentido do texto.
Alternativas
Q59818 Português
Imagem 002.jpg

Acerca dos aspectos semânticos e gramaticais do texto apresentado,
julgue os seguintes itens.

A locução verbal "estão ampliando" (L.26) é equivalente à forma verbal ampliam, pois ambas expressam valores temporais idênticos.
Alternativas
Respostas
8881: E
8882: C
8883: C
8884: B
8885: E
8886: C
8887: B
8888: B
8889: E
8890: B
8891: A
8892: C
8893: A
8894: B
8895: D
8896: E
8897: D
8898: A
8899: C
8900: E