Questões de Concurso Sobre redação - reescritura de texto em português

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Q16391 Português
O trecho "O problema é que esse diálogo, que parece travar- se entre os cultos, não afeta ou afeta pouco as massas sociais." (linhas de 120 a 122) pode ser reescrito, sem que haja alteração de sentido, da seguinte forma:
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Q16390 Português
Quanto à pontuação e à coesão textual do trecho "O cientista racional, se não for esquizofrênico (...) compassivo, seja o que for." (linhas de 113 a 116), assinale a alternativa que apresenta a reescritura correta.
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Q15878 Português
Assinale a proposição verdadeira a respeito dos elementos linguísticos e dos efeitos de sentido do trecho.

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Q15863 Português
Assinale a opção que, ao apresentar uma paráfrase do trecho sublinhado, desrespeita e distorce os sentidos principais do texto original.

Está de novo no ar a discussão (a) em torno da necessidade de estabelecer um "estado forte" no Brasil. O estímulo para o debate, desta vez, é a crise econômica, que turbinou os amigos do "estado forte" pelo mundo afora (b) - eis aí, argumentam eles, a prova de que os governos têm de mandar muito mais do que mandam (c), para não deixar que problemas tão sérios assim continuem ocorrendo (d). Os mais esperançosos chegam a imaginar, até, que existe em toda essa história uma demonstração de que o capitalismo, afi nal, ainda pode ser derrotado (e) em algum momento do século XXI, após 200 anos de tentativas malsucedidas para acabar com ele.

(J. R. Guzzo, Veja, 21/1/2009, 134.)
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Q15450 Português
Em relação ao texto abaixo, assinale a opção incorreta.

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Q15449 Português
Assinale a afirmação falsa a respeito dos elementos linguísticos do texto.
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Q15310 Português
Pela acepção usada no texto, o emprego da forma verbal pronominal "se limitou" (l.15) exige a presença da preposição a no complemento verbal; a substituição pela forma não-pronominal - não limitou a extensão -, sem uso da preposição, preservaria a correção gramatical, mas mudaria o efeito da ideia de "democratização" (l.14).
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Q15307 Português
Preservam-se a correção gramatical e a coerência textual ao se optar pela determinação do substantivo "respeito" (l.7), juntando-se o artigo definido à preposição "a", escrevendo-se ao respeito.
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Q15103 Português
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
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Q14958 Português
Em relação ao uso das estruturas linguísticas do texto, assinale a opção correta.
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Q14956 Português
O primeiro fragmento de cada opção abaixo foi adaptado do texto Famintos e milionários, editorial de Carlos José Marques, na revista Isto É, de 1º/7/2009. Assinale a opção que apresenta, no segundo fragmento, uma reescrita coerente e gramaticalmente correta para o trecho original.
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Q14955 Português
Assinale a opção em que a alteração proposta para estruturas linguísticas do texto provoca erro gramatical e/ou incoerência textual.
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Q14894 Português
Em relação ao texto, assinale a opção incorreta.

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Q14893 Português
Em relação ao texto abaixo, assinale a opção incorreta.

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Ano: 2009 Banca: FUNRIO Órgão: MPO Prova: FUNRIO - 2009 - MPOG - Agente Administrativo |
Q14686 Português
"-Felizmente, estou livre disso. Só eu sei manejar a guilhotina. Tenho o cargo mais estável da República. " De acordo com o texto lido, a reescritura que mantém o mesmo sentido do fragmento destacado acima é
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Q14324 Português
O sentido contextual está corretamente expresso, com outras palavras, no segmento:
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Q14323 Português
Fala-se em futuro não porque as escabrosas deficiências do ensino já não venham emperrando a modernização nacional e a expansão dos nossos setores econômicos de ponta. Mas sobretudo porque, na era da revolução tecnológica permanente e globalizada, sem a superação acelerada do atraso educacional, a distância entre o País e as "sociedades do conhecimento" só tenderá a aumentar. (1o parágrafo)

O segmento acima está corretamente transcrito com outras palavras, sem alteração do sentido original, em: Fala- se em futuro ...
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Q13622 Português
A maria-sem-vergonha, usada como ornamento, veio da África.
A maria-sem-vergonha é também conhecida como beijo. Ela tem rápida propagação em áreas de sombra e em ambientes úmidos.
A maria-sem-vergonha desloca plantas nativas.


As frases acima se organizam em um único período com clareza, correção e lógica em:
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Q13037 Português

Atenção: A questão  refere-se ao texto abaixo. 


Reciclando ideias 


    Muitas pessoas, especialmente nos domínios dos negócios e da ciência, dedicam-se à inovação. Pensam, lecionam e escrevem sobre as maneiras pelas quais se pode estimular, medir e gerir a inovação. Como e por que a inovação acontece? − perguntam. Por que existem lugares e momentos históricos mais favoráveis que outros à inovação?


   Florença, durante o Renascimento, serve como exemplo; ou a Inglaterra nos estágios iniciais da Revolução Industrial, quando surgiram as máquinas têxteis e a locomotiva a vapor; ou o Vale do Silício (Califórnia, EUA), na década de 70, plataforma de tantos avanços na eletrônica e na informática... Algumas pessoas acreditam que a inovação possa ser encorajada por meio da criação de centros de pesquisa, outras, por meio da meditação, sessão de discussão ou até mesmo softwares que facilitariam a geração de ideias... Mas o que, exatamente, é inovação?


   Suspeito que a visão da era do romantismo continue a prevalecer até hoje. De acordo com ela, a inovação é o trabalho de um gênio solitário, muitas vezes um professor distraído, que carrega uma ideia brilhante na cabeça − aquilo que meu tio, um físico que trabalhava no setor industrial, costumava chamar de “onda cerebral”. Caso de Isaac Newton, por exemplo, que supostamente descobriu a gravidade quando uma maçã caiu em sua cabeça. No entanto, existe uma visão alternativa da inovação, da qual compartilho. De acordo com essa visão, a inovação é gradual, em lugar de súbita, e coletiva, em vez de individual. Não existe uma oposição acentuada entre tradição e inovação. É possível até mesmo identificar tradições de inovação, sustentadas ao longo de décadas, como no caso do Vale do Silício, ou de séculos, como nos campos da pintura e da escultura durante a Renascença florentina. Por isso, em vez da metáfora da “onda cerebral”, talvez fosse mais esclarecedor usar como metáfora a reciclagem, o reaproveitamento ou o uso improvisado de materiais.


   O caso da tecnologia serve como exemplo. Na metade do século XV, Gutenberg inventou a máquina de impressão. No entanto, prensas estavam em uso na produção de vinho havia muito tempo. A brilhante ideia de Gutenberg representou uma adaptação da prensa de vinho a uma nova função.



(Adaptado de Peter Burke, Folha de S. Paulo, 24/05/2009. Trad. de Paulo Migliacci)  

Impõe-se que seja reescrita, por falha estrutural, a seguinte frase:
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Q13035 Português

Atenção: A questão  refere-se ao texto abaixo. 


Reciclando ideias 


    Muitas pessoas, especialmente nos domínios dos negócios e da ciência, dedicam-se à inovação. Pensam, lecionam e escrevem sobre as maneiras pelas quais se pode estimular, medir e gerir a inovação. Como e por que a inovação acontece? − perguntam. Por que existem lugares e momentos históricos mais favoráveis que outros à inovação?


   Florença, durante o Renascimento, serve como exemplo; ou a Inglaterra nos estágios iniciais da Revolução Industrial, quando surgiram as máquinas têxteis e a locomotiva a vapor; ou o Vale do Silício (Califórnia, EUA), na década de 70, plataforma de tantos avanços na eletrônica e na informática... Algumas pessoas acreditam que a inovação possa ser encorajada por meio da criação de centros de pesquisa, outras, por meio da meditação, sessão de discussão ou até mesmo softwares que facilitariam a geração de ideias... Mas o que, exatamente, é inovação?


   Suspeito que a visão da era do romantismo continue a prevalecer até hoje. De acordo com ela, a inovação é o trabalho de um gênio solitário, muitas vezes um professor distraído, que carrega uma ideia brilhante na cabeça − aquilo que meu tio, um físico que trabalhava no setor industrial, costumava chamar de “onda cerebral”. Caso de Isaac Newton, por exemplo, que supostamente descobriu a gravidade quando uma maçã caiu em sua cabeça. No entanto, existe uma visão alternativa da inovação, da qual compartilho. De acordo com essa visão, a inovação é gradual, em lugar de súbita, e coletiva, em vez de individual. Não existe uma oposição acentuada entre tradição e inovação. É possível até mesmo identificar tradições de inovação, sustentadas ao longo de décadas, como no caso do Vale do Silício, ou de séculos, como nos campos da pintura e da escultura durante a Renascença florentina. Por isso, em vez da metáfora da “onda cerebral”, talvez fosse mais esclarecedor usar como metáfora a reciclagem, o reaproveitamento ou o uso improvisado de materiais.


   O caso da tecnologia serve como exemplo. Na metade do século XV, Gutenberg inventou a máquina de impressão. No entanto, prensas estavam em uso na produção de vinho havia muito tempo. A brilhante ideia de Gutenberg representou uma adaptação da prensa de vinho a uma nova função.



(Adaptado de Peter Burke, Folha de S. Paulo, 24/05/2009. Trad. de Paulo Migliacci)  

Suspeito que a visão da era do romantismo continue a prevalecer até hoje.

Uma outra redação correta, de sentido equivalente, para a frase acima, poderia ser:
Alternativas
Respostas
8801: C
8802: A
8803: B
8804: E
8805: B
8806: A
8807: C
8808: E
8809: A
8810: C
8811: B
8812: D
8813: B
8814: C
8815: A
8816: A
8817: D
8818: A
8819: C
8820: B