Questões de Concurso Sobre redação - reescritura de texto em português

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Q153042 Português
Leia o texto abaixo e as afirmações I, II e III feitas em seguida.

Panorama é o nome dado, grosso modo, a qualquer vista abrangente de um espaço físico, ou seja, é uma ampla vista geral de uma paisagem, território, cidade ou de parte destes elementos, normalmente vistos de um ponto elevado ou relativamente distante. A palavra foi originalmente cunhada na segunda metade do século XVIII pelo pintor irlandês Robert Barker para descrever suas pinturas "panorâmicas" de Edimburgo. O vocábulo é formado por dois termos do grego antigo – pan, que significa "total", e órama, que significa "vista".
(Adaptado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Panorama, acessado em 09/03/2011)

I. A expressão grosso modo equivale a de modo genérico.

II. O segmento originalmente cunhada poderia ser substituído, preservando-se o sentido e a correção, por gravada de modo original.

III. Em normalmente vistos de um ponto elevado ou relativamente distante, a utilização do termo normalmente indica serem os pontos de observação mencionados os únicos que permitem caracterizar uma imagem como panorâmica.

Tendo como base o texto acima, está correto o que consta em
Alternativas
Q153041 Português
Atenção: As questões de números 1 a 3 referem-se ao texto
abaixo.

Imagem 001.jpg
Imagem 002.jpg

O verbo empregado pelo autor do texto no singular e que poderia igualmente ter sido empregado no plural, mantidos o sentido e a correção da frase, está em:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: MPE-MS Órgão: MPE-MS Prova: MPE-MS - 2011 - MPE-MS - Promotor de Justiça |
Q148772 Português
Nasci com essa paixão, esse encantamento pelas palavras. Quando
pequena, repetia para mim mesma as que achava mais bonitas: pareciam
caramelos na minha boca. Colecionava mentalmente as mais doces, como
translúcido, magnólia, borbulha, libélula, e não sei quais outras.
Lembro que por um tempo detestei meu nome curtinho e sem graça:
pedia a minha mãe que o trocasse por algo belo como Gardênia, Magnólia,
Virgínia. Açucena me fascinou quando o li no meu livro de texto no 1º ano
da escola, e quis me chamar assim. Mas eu queria muitas coisas
impossíveis. Como lia muito (minha cama era embutida em prateleiras
onde, em horas de insônia, bastava estender a mão e ter a companhia de
um livro), a linguagem cedo fez parte da minha vida como as ficções. Eu lia
o que me caía nas mãos, desde gibis até complicados volumes que eu não
entendia mas pegava na biblioteca de meu pai, e lia achando
impressionante ou bonito, misterioso ou triste.
Comecei a trabalhar com a nossa língua bastante cedo, traduzindo
obras literárias do inglês e do alemão. Mais ou menos nessa época, início
dos 20 anos, passei a escrever crônica de jornal, e poemas avulsos, que aos
poucos foram sendo publicados em livros, até finalmente iniciar uma
carreira de ficcionista já beirando os 40 anos. Antes disso fiz mestrado em
lingüística, e fui professora dessa matéria em uma faculdade particular
durante dez anos. Não escrevo isso para dar meu currículo, mas para dizer
que não desconheço o assunto: ler e escrever são para mim tão naturais
quanto respirar, e conheço alguma teoria. Nosso idioma, o português do
Brasil, me é íntimo, querido, respeitado, amado – e está em mim como a
própria alma. Aliás, a psique se reconhece, se analisa e se expressa através
das palavras.
De vez em quando, inventa-se alguma reforma para essa sutil, forte
e independente engrenagem.
Passei por várias nesses muitos anos, as ortográficas em geral pífias,
algumas muito malfeitas. Porém a gente se adapta, até por razões de ofício.
Mas, por favor, não tentem defender nosso português de estrangeirismos: a
língua não precisa ser defendida. Ela é soberana. Ela é flexível. Ela é viva.
Nenhum gramático ou legislador, brilhante ou tacanho, poderá botar essa
dama em camisa de força, nem a conter num regime policialesco.
Ela continuará sua trajetória, talvez sacudindo a cabeça diante das
nossas desajeitadas tentativas de controlá-la.
Como dirá qualquer bom professor de português, ou qualquer
lingüista dedicado, estudioso, uma parcela imensa dos termos que hoje
usamos, que por muito usados pela classe culta foram dicionarizados – o
dicionário sempre corre atrás da realidade –, começou como
estrangeirismo. Não preciso citar, mas cito, garagem do francês, futebol do
inglês, coquetel da mesma forma.
A língua incorpora esses termos se são úteis, e os adapta ao seu
sistema. Botou o “m” final em miragem, por exemplo, porque no nosso
sistema as palavras não terminam em “age”.
Muitos termos não podem ser traduzidos: quem diz isso é esta velha
tradutora que dedicou a isso milhares de horas de sua vida. E não é
possível formar frases decentes, fluidas, claras, expressivas como devem
ser as frases, se a cada “estrangeirismo” tivermos de fazer um rodeio, uma
explicação da palavra intraduzível.
Isso, além do mais, nos colocaria na rabeira do mundo civilizado e
globalizado, onde palavras – como objetos de bom uso – circulam de um
lado para outro, pousam aqui ou ali, adaptam-se, ou simplesmente passam.
Quando não passam, é porque são necessárias, e acabam colocadas entre
aspas ou em itálico.
Línguas altamente civilizadas usam “estrangeirismos” livremente,
sem culpa nem preconceito, como fator de expressividade. Isso nem as
humilhou, nem as perverteu: ficaram enriquecidas.
Nós é que precisamos lutar contra uma onda terceiro-mundista, uma
postura de inferioridade que nos faz gastar energias que poderiam ser
aplicadas em algo urgente como um orçamento vinte vezes maior para a
educação do nosso povo. (Lya Luft, Revista Veja, 11 de maio, 2011, p. 26)

Marque a alternativa que preserva idêntico sentido ao trecho destacado a seguir:

Como dirá qualquer bom professor de português, ou qualquer lingüista dedicado, estudioso, uma parcela imensa dos termos que hoje usamos, que por muito usados pela classe culta foram dicionarizados – o dicionário sempre corre atrás da realidade –, começou como estrangeirismo.
Alternativas
Q147105 Português
Alterada a pontuação original, a frase do texto que mantém a correção é:
Alternativas
Q141153 Português
“Você tem que alertar o usuário dos riscos que ele corre...” – essa frase não poderia ser reescrita, de acordo com a norma culta, do seguinte modo:
Alternativas
Q141152 Português
Em “...e as partes melhores...” – a palavra em destaque tem o mesmo valor semântico que a destacada em:
Alternativas
Q141108 Português
“A irrigação é vital para a produção agrícola”; o item que mostra essa frase do texto reescrita de forma a alterar o seu sentido original é:
Alternativas
Q141073 Português
O segmento “...15 minutos de fama são meta mais recomendável do que uma digna vida obscura...” (L.26) pode ser reescrito corretamente, substituindo-se a expressão sublinhada por “preferível”, fazendo-se as devidas alterações, por:
Alternativas
Q141072 Português
“...após ter falsamente horizontalizado os bens e as marcas... “ (L.27) – a expressão em destaque pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, pela expressão presente em:
Alternativas
Q133058 Português
Cinco curiosidades sobre Erasmo de Rotterdam (1467-1536)

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Com relação a esse texto, julgue os itens que se seguem.


Caso a expressão “Foi... que” (L.7-8) fosse retirada do período em que se insere, não haveria prejuízo para a correção gramatical do texto, desde que feitas as devidas alterações de maiúsculas e minúsculas, pois, de acordo com as normas da língua portuguesa, tal expressão não exerce função gramatical.
Alternativas
Q133054 Português
Cinco curiosidades sobre Erasmo de Rotterdam (1467-1536)

Imagem 016.jpg

Com relação a esse texto, julgue os itens que se seguem.


Caso o adjunto adverbial “Na Universidade de Oxford” (L.13) seja deslocado para o final do período em que ocorre, não será necessário ajuste na pontuação, bastando, para se manterem a correção gramatical e o sentido do texto, as devidas alterações de maiúsculas e minúsculas.
Alternativas
Q133050 Português
Texto para os itens de 49 a 62

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Julgue os itens subsequentes, relativos ao seguinte trecho do texto: “lembrar-se de alguma coisa é, de imediato, lembrar-se de si?” L.11).

Ficariam mantidos o sentido e a correção gramatical caso o trecho fosse assim reescrito: se recordar de qualquer coisa é, imediatamente, recordar por causa de si?
Alternativas
Q133049 Português
Texto para os itens de 49 a 62

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Imagem 015.jpg

Julgue os itens subsequentes, relativos ao seguinte trecho do texto: “lembrar-se de alguma coisa é, de imediato, lembrar-se de si?” (L.11).

Mantêm-se o sentido e a correção gramatical do texto, acrescentando-se elemento enfático ao sentido original, caso o trecho seja assim reescrito: lembrar-se de algo não é, de imediato, lembrar-se de si mesmo?
Alternativas
Q133048 Português
Texto para os itens de 49 a 62

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Imagem 015.jpg

Julgue os itens subsequentes, relativos ao seguinte trecho do texto: “lembrar-se de alguma coisa é, de imediato, lembrar-se de si?” (L.11).

Mantém o sentido e a correção gramatical do texto a seguinte reescritura: lembrar algo é, de pronto, lembrar a si?
Alternativas
Q133047 Português
Texto para os itens de 49 a 62

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Julgue os itens subsequentes, relativos ao seguinte trecho do texto: “lembrar-se de alguma coisa é, de imediato, lembrar-se de si?” (L.11).

Estaria mantido o sentido do texto, mas alterada a estrutura conceitual do período, caso o trecho fosse assim reescrito: quando uma pessoa se lembra de alguma coisa, ela está, de imediato, lembrando-se de si?
Alternativas
Q133041 Português
Texto para os itens de 49 a 62

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Com relação às estruturas linguísticas do texto, julgue os próximos itens.

Constituem exemplos de orações que não seguem a ordem sujeito-verbo-objeto: “como nos inclina a pensar a prevalência da forma pronominal” (L.10) e “uma vez que foi necessário levar em conta a noção de memória coletiva” (L.17-18).
Alternativas
Q133038 Português
Texto para os itens de 49 a 62

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Imagem 015.jpg

Com relação às estruturas linguísticas do texto, julgue os próximos itens.

Se, na oração “De quem é a memória?” (L.3), o substantivo “memória” estivesse flexionado no plural, a concordância verbal não seria alterada, devido à possibilidade de o verbo ser concordar com o predicativo da oração.
Alternativas
Q133036 Português
Texto para os itens de 36 a 48
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A respeito da reescritura do período “A despeito da sucessão de crises financeiras e cambiais que se abateram nos últimos 30 anos sobre os ex-periféricos (agora emergentes), a turma do Fundo Monetário continua a acreditar na fábula dos mercados eficientes”, entre as linhas 11 e 14 do texto, julgue os itens que se seguem.

A seguinte reescritura mantém a correção gramatical do período e a ênfase originalmente dada à “sucessão de crises financeiras e cambiais”: Ainda que os ex-periféricos (agora emergentes) tenham sofrido uma sucessão de crises financeiras e cambiais nos últimos 30 anos, a turma do FMI mantêm sua crença no mito dos mercados eficientes.
Alternativas
Q133035 Português
Texto para os itens de 36 a 48
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A respeito da reescritura do período “A despeito da sucessão de crises financeiras e cambiais que se abateram nos últimos 30 anos sobre os ex-periféricos (agora emergentes), a turma do Fundo Monetário continua a acreditar na fábula dos mercados eficientes”, entre as linhas 11 e 14 do texto, julgue os itens que se seguem.

Identifica-se erro de concordância verbal e de regência na seguinte reescritura: Em que pese as sucessivas crises financeiras e cambiais que arremeteram, nos últimos 30 anos, os ex-periféricos (agora emergentes), os integrantes do grupo do FMI seguem persuadidos no conto dos mercados eficientes.
Alternativas
Q133034 Português
Texto para os itens de 36 a 48
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Imagem 013.jpg



A respeito da reescritura do período “A despeito da sucessão de crises financeiras e cambiais que se abateram nos últimos 30 anos sobre os ex-periféricos (agora emergentes), a turma do Fundo Monetário continua a acreditar na fábula dos mercados eficientes”, entre as linhas 11 e 14 do texto, julgue os itens que se seguem.

A seguinte reescritura mantém o sentido e a correção gramatical do período: Não obstante às crises financeiras e cambiais que se sucederam nos últimos 30 anos contra os ex- periféricos (agora emergentes), a fábula dos mercados eficientes continua sendo acreditada pelo FMI.
Alternativas
Respostas
8381: A
8382: B
8383: E
8384: B
8385: A
8386: C
8387: E
8388: A
8389: C
8390: C
8391: E
8392: E
8393: C
8394: E
8395: C
8396: C
8397: E
8398: E
8399: C
8400: E