Questões de Concurso Sobre redação - reescritura de texto em português

Foram encontradas 10.041 questões

Q294742 Português
Para que o fragmento abaixo seja coerente e gramaticalmente correto, é necessário inserir sinais de pontuação. Assinale a posição em que não deve ser usado o sinal de ponto, e sim a vírgula, para que sejam respeitadas as regras gramaticais. Desconsidere os ajustes nas letras iniciais minúsculas.

O projeto Escola de Bicicleta está distribuindo bicicletas de bambu para 4600 alunos da rede pública de São Paulo(A) o programa desenvolve ainda oficinas e cursos para as crianças utilizarem a bicicleta de forma segura e correta(B) os alunos ajudam a traçar ciclorrotas e participam de atividades sobre cidadania e reciclagem(C) as escolas participantes se tornam também centros de descarte de garrafas PET(D) destinadas depois para reciclagem(E) o programa possibilitará o retorno das bicicletas pela saúde das crianças e transformação das comunidades em lugares melhores para se viver.

(Adaptado de Vida Simples, abril de 2012, edição 117)

Alternativas
Q294119 Português
Assinale a opção em que o trecho adaptado da obra “Tudo que é sólido desmancha no ar: a aventura da modernidade”, de Marshall Berman, foi totalmente transcrito com correção gramatical.

Alternativas
Q292906 Português
Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre um aspecto do texto:

Alternativas
Q292904 Português
Por falta de preparo linguístico não sabia como atender a seu pedido.


Caso se dê uma nova redação à frase acima, iniciando-se por Não sabia como atender a seu pedido, a complementação que não traz prejuízo para o sentido e a correção é:

Alternativas
Q292845 Português
Sobre a pontuação empregada no texto, afirma-se corretamente:
Alternativas
Q292843 Português
Como a agremiação partidária não correspondera a seu sonho, descolara-se dela, na companhia de seu líder, em 1990.

Sem prejuízo para a correção e o sentido, a frase acima pode ser reescrita do seguinte modo: Descolara-se da agremiação partidária, na companhia de seu líder, em 1990,
Alternativas
Q292785 Português
É preciso corrigir a má estruturação da seguinte frase:
Alternativas
Q292309 Português
Imagem 001.jpg

Com relação às ideias e às estruturas gramaticais do texto, julgue
os itens de 1 a 10.
Se, em vez de “o aumento da procura do petróleo decorreu principalmente da necessidade de querosene” (L.12-14), fosse escrito “do aumento da procura do petróleo decorreu principalmente a necessidade de querosene”, não haveria prejuízo da correção gramatical nem do sentido original do texto.
Alternativas
Q292308 Português
Imagem 001.jpg

Com relação às ideias e às estruturas gramaticais do texto, julgue
os itens de 1 a 10.
Não haveria prejuízo para a correção gramatical e o sentido geral do texto, caso o trecho “No fim do século XIX, o aumento (...) cada vez mais caro.” (L.12-15) fosse assim reescrito: O aumento na procura de petróleo no século XIX se deu principalmente em razão da necessidade de querosene para substituir ao óleo de baleia que tornava-se, cada vez mais, caro para iluminação.
Alternativas
Q289527 Português
Com relação a aspectos linguísticos do texto, assinale a opção correta.

Alternativas
Q289399 Português
Considerando que cada uma das opções abaixo apresenta uma proposta de reescrita de trecho do texto — indicado entre aspas —, assinale a opção em que a reescrita, além de manter o sentido da informação originalmente apresentada, também preserva a correção gramatical.
Alternativas
Q2995713 Português

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.


Chow-chow nasce com coloração diferente e proprietária recusa proposta de R$ 5 mil


Ted, que ficou famoso após postagem de suas fotos nas redes sociais, tem pelo acinzentado


O filhote da raça Chow-chow, de 4 meses, que nasceu com coloração diferente da dos irmãos, deve ficar com sua proprietária Rosymeire Baptista, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. Ted, que ficou famoso após postagem de suas fotos nas redes sociais, nasceu com o pelo do corpo acinzentado e com as patas e focinho pretos. Já os seis irmãos, da mesma ninhada, nasceram pretos ou marrons.

Criadora da raça há cerca de 10 anos, Rosymeire recebeu várias propostas para a compra do filhote. "Um argentino fez uma proposta de R$ 3 mil, mas já recebi uma outra que chega a R$ 5 mil", diz. "Mas estamos cogitando a hipótese de ficar com ele".

Segundo Rosymeire, a intenção de não vender Ted partiu de sua filha, Amanda de Paula. "Ela viu o Ted no último domingo e pediu para não vender e dar para ela, que também é criadora da raça", explica. Já os outros filhotes da mesma ninhada foram vendidos por preços que vão de R$ 800 a R$ 1.000, de acordo com Rosymeire.

Segundo a criadora, um outro filhote com a mesma coloração, que não é aceita entre os criadores e não pode participar de concursos, por não ser padrão, nasceu no Japão, alguns anos atrás. Mas o caso do filhote não é tão raro assim na casa da criadora. Ele é o segundo animal a nascer com essas características no canil.

Ted, também chamado carinhosamente de Pandinha, é filho de mãe de pelo curto preto, de um canil de São Paulo, e de Thor, exemplar de pelo dourado, segundo a criadora. Outro filho de Thor, chamado Urso panda, também nasceu com as mesmas características de Ted, com pelo acinzentado, mas com a coloração mais escura, explica Rosymeire.


(Disponível em www.estadao.com.br - 29 de junho de 2012)

A palavra "mas", em destaque no último parágrafo, poderia ser substituída sem alteração de sentido por:

Alternativas
Q2944606 Português

Para responder às questões de 1 a 6, leia o texto. A interpretação das questões baseia-se exclusivamente nas informações contidas nele.


Nobel de Química relata saga para o reconhecimento dos quasicristais


Uma das mais importantes descobertas na química nas últimas décadas enfrentou o ceticismo de boa parte da comunidade científica


26 de julho de 2012 | 18h 30

Agência Fapesp

Uma das mais importantes descobertas na química nas últimas décadas - com aplicações nas mais diversas áreas, como a de engenharia de materiais - enfrentou o ceticismo de boa parte da comunidade científica até ser aceita após mais de uma década. Aceitação que culminou com o prêmio Nobel.

A saga do reconhecimento e afirmação dos quasicristais - formas estruturais ordenadas, como os cristais, mas em padrões que não se repetem - foi relatada por Daniel Shechtman, pesquisador do Instituto de Tecnologia de Israel (Technion) e ganhador do Nobel de Química em 2011 pela descoberta, em conferência na 64ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em São Luís (MA).

Em abril de 1982, enquanto examinava uma liga de alumínio e manganês em um microscópio de transmissão eletrônica, Shechtman deparou com uma imagem que contradizia as leis da natureza.

Até então, acreditava-se que em toda matéria sólida os átomos se agrupavam dentro de cristais em padrões simétricos repetidos de forma periódica e constante e que essa repetição era fundamental para se obter um cristal, como um diamante.

Porém, a imagem observada por Shechtman mostrava que os átomos em um cristal poderiam ser agrupados em um padrão que simplesmente não se repetiria jamais.

Ao discutir a descoberta com colegas no laboratório, as reações variaram do encorajamento para publicar os resultados à rejeição total da ideia. "O chefe do laboratório em que eu trabalhava colocou um livro sobre difração na minha mesa e disse que eu devia lê-lo, porque o que eu dizia ia contra tudo o que já tinha sido publicado. Segundo ele, o que eu estava propondo simplesmente não existia. Tempos depois, fui convidado por meu chefe a deixar o grupo, o que acabei fazendo", contou.

O primeiro artigo submetido em 1983 por Shechtman a um periódico da área de química, descrevendo a descoberta, foi rejeitado pelos pareceristas. Esses sugeriram que os resultados da pesquisa fossem publicados em uma revista de metalurgia, o que acabou sendo feito por Shechtman e seus colaboradores.

Em 1984, uma versão resumida do primeiro artigo original sobre os quasicristais foi submetida e aceita pela prestigiosa Physical Review Letters, o que contribuiu para a maior aceitação da descoberta.

Entretanto, mesmo com essa publicação, a rejeição aos quasicristais não acabou. "A partir da publicação do artigo, comecei a receber diversas ligações de cientistas de diferentes áreas comunicando que estavam descobrindo outros quasicristais, mas parte da comunidade científica ainda não havia se convencido da importância da descoberta", relembrou.

De acordo com Shechtman, um dos cientistas que mais duvidaram e detrataram os quasicristais foi nada menos que o norte-americano Linus Pauling (1901-1994), o único na história a ganhar sozinho o Nobel em duas áreas diferentes - Química e Paz.

Ganhador do Nobel de Química em 1954, por estudos sobre a natureza das ligações químicas, Pauling disse que não existiam quasicristais ou quasimateriais, mas sim "quasicientistas", em um trocadilho jocoso com a descoberta. "Pauling era um cientista brilhante, mas que não tinha humildade e achava que sabia de tudo", disse Shechtman.

Apesar das divergências em relação aos quasicristais, Shechtman conta que concordava em vários outros assuntos com Pauling, com quem se encontrou esporadicamente e manteve contato por um longo tempo.

Certa vez, Pauling lhe enviou uma carta propondo que publicassem um artigo científico juntos, ao que Shechtman respondeu afirmativamente, desde que Pauling aceitasse a existência dos quasicristais.

Pauling treplicou que, então, seria preciso esperar mais tempo para que se comprovasse a existência dos quasicristais e pudessem concretizar a ideia de escreverem um artigo científico juntos. "Quando ele morreu, a quaseperiodicidade dos cristais já estava quase que totalmente aceita", disse Shechtman.

Comprovação definitiva

Segundo Shechtman, uma pesquisa que realizou em 1987 juntamente com pesquisadores da França e do Japão, em que analisaram a estrutura de um cristal maior do que os inicialmente estudados, contribuiu para a comprovação definitiva da existência dos quasicristais, utilizados hoje no desenvolvimento de materiais que vão de aços inoxidáveis mais resistentes a isolantes elétricos e térmicos.

Os resultados da pesquisa de 1987 foram apresentados em um congresso internacional de cristalografia, no mesmo ano na Austrália. Em função disso, foi criada uma comissão científica para avaliar os quasicristais. Finalmente, em 1992, a União Internacional de Cristalografia mudou a definição de cristal para incluir os quasicristais.

"Por muito tempo, ordem era sinônimo de periodicidade. Hoje, sabemos que a ordem pode ser periódica ou quase periódica", disse Shechtman.

O cientista israelense conta que os quasicristais só foram descobertos em 1982 porque até então não havia sido desenvolvido o microscópio eletrônico de transmissão, que permite estudar as estruturas dos materiais com maior nível de detalhe.

"Muitos pesquisadores só usam esse tipo de microscópio como uma espécie de lupa, para obter imagens maravilhosas, mas é preciso ser um perito no uso dessa técnica para explorar toda sua potencialidade", disse Shechtman, dirigindo-se a uma plateia de estudantes e pesquisadores que lotaram o auditório na Universidade Federal do Maranhão onde foi realizada sua conferência.

(Disponível em www.estodao.com.br)

Veja, agora, como se faz o processo coesivo por meio de conectores no início do seguinte parágrafo, retirado do texto.


Entretanto, mesmo com essa publicação, a rejeição aos quasicristais não acabou. "A partir da publicação do artigo, comecei a receber diversas ligações de cientistas de diferentes áreas comunicando que estavam descobrindo outros quasicristais, mas parte da comunidade científica ainda não havia se convencido da importância da descoberta", relembrou.


Para manter o sentido do trecho utilizando outros conectores para substituir, respectivamente, "entretanto" e "mesmo", fazendo as devidas alterações, teríamos como opções:

Alternativas
Q2944601 Português

Para responder às questões de 1 a 6, leia o texto. A interpretação das questões baseia-se exclusivamente nas informações contidas nele.


Nobel de Química relata saga para o reconhecimento dos quasicristais


Uma das mais importantes descobertas na química nas últimas décadas enfrentou o ceticismo de boa parte da comunidade científica


26 de julho de 2012 | 18h 30

Agência Fapesp

Uma das mais importantes descobertas na química nas últimas décadas - com aplicações nas mais diversas áreas, como a de engenharia de materiais - enfrentou o ceticismo de boa parte da comunidade científica até ser aceita após mais de uma década. Aceitação que culminou com o prêmio Nobel.

A saga do reconhecimento e afirmação dos quasicristais - formas estruturais ordenadas, como os cristais, mas em padrões que não se repetem - foi relatada por Daniel Shechtman, pesquisador do Instituto de Tecnologia de Israel (Technion) e ganhador do Nobel de Química em 2011 pela descoberta, em conferência na 64ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em São Luís (MA).

Em abril de 1982, enquanto examinava uma liga de alumínio e manganês em um microscópio de transmissão eletrônica, Shechtman deparou com uma imagem que contradizia as leis da natureza.

Até então, acreditava-se que em toda matéria sólida os átomos se agrupavam dentro de cristais em padrões simétricos repetidos de forma periódica e constante e que essa repetição era fundamental para se obter um cristal, como um diamante.

Porém, a imagem observada por Shechtman mostrava que os átomos em um cristal poderiam ser agrupados em um padrão que simplesmente não se repetiria jamais.

Ao discutir a descoberta com colegas no laboratório, as reações variaram do encorajamento para publicar os resultados à rejeição total da ideia. "O chefe do laboratório em que eu trabalhava colocou um livro sobre difração na minha mesa e disse que eu devia lê-lo, porque o que eu dizia ia contra tudo o que já tinha sido publicado. Segundo ele, o que eu estava propondo simplesmente não existia. Tempos depois, fui convidado por meu chefe a deixar o grupo, o que acabei fazendo", contou.

O primeiro artigo submetido em 1983 por Shechtman a um periódico da área de química, descrevendo a descoberta, foi rejeitado pelos pareceristas. Esses sugeriram que os resultados da pesquisa fossem publicados em uma revista de metalurgia, o que acabou sendo feito por Shechtman e seus colaboradores.

Em 1984, uma versão resumida do primeiro artigo original sobre os quasicristais foi submetida e aceita pela prestigiosa Physical Review Letters, o que contribuiu para a maior aceitação da descoberta.

Entretanto, mesmo com essa publicação, a rejeição aos quasicristais não acabou. "A partir da publicação do artigo, comecei a receber diversas ligações de cientistas de diferentes áreas comunicando que estavam descobrindo outros quasicristais, mas parte da comunidade científica ainda não havia se convencido da importância da descoberta", relembrou.

De acordo com Shechtman, um dos cientistas que mais duvidaram e detrataram os quasicristais foi nada menos que o norte-americano Linus Pauling (1901-1994), o único na história a ganhar sozinho o Nobel em duas áreas diferentes - Química e Paz.

Ganhador do Nobel de Química em 1954, por estudos sobre a natureza das ligações químicas, Pauling disse que não existiam quasicristais ou quasimateriais, mas sim "quasicientistas", em um trocadilho jocoso com a descoberta. "Pauling era um cientista brilhante, mas que não tinha humildade e achava que sabia de tudo", disse Shechtman.

Apesar das divergências em relação aos quasicristais, Shechtman conta que concordava em vários outros assuntos com Pauling, com quem se encontrou esporadicamente e manteve contato por um longo tempo.

Certa vez, Pauling lhe enviou uma carta propondo que publicassem um artigo científico juntos, ao que Shechtman respondeu afirmativamente, desde que Pauling aceitasse a existência dos quasicristais.

Pauling treplicou que, então, seria preciso esperar mais tempo para que se comprovasse a existência dos quasicristais e pudessem concretizar a ideia de escreverem um artigo científico juntos. "Quando ele morreu, a quaseperiodicidade dos cristais já estava quase que totalmente aceita", disse Shechtman.

Comprovação definitiva

Segundo Shechtman, uma pesquisa que realizou em 1987 juntamente com pesquisadores da França e do Japão, em que analisaram a estrutura de um cristal maior do que os inicialmente estudados, contribuiu para a comprovação definitiva da existência dos quasicristais, utilizados hoje no desenvolvimento de materiais que vão de aços inoxidáveis mais resistentes a isolantes elétricos e térmicos.

Os resultados da pesquisa de 1987 foram apresentados em um congresso internacional de cristalografia, no mesmo ano na Austrália. Em função disso, foi criada uma comissão científica para avaliar os quasicristais. Finalmente, em 1992, a União Internacional de Cristalografia mudou a definição de cristal para incluir os quasicristais.

"Por muito tempo, ordem era sinônimo de periodicidade. Hoje, sabemos que a ordem pode ser periódica ou quase periódica", disse Shechtman.

O cientista israelense conta que os quasicristais só foram descobertos em 1982 porque até então não havia sido desenvolvido o microscópio eletrônico de transmissão, que permite estudar as estruturas dos materiais com maior nível de detalhe.

"Muitos pesquisadores só usam esse tipo de microscópio como uma espécie de lupa, para obter imagens maravilhosas, mas é preciso ser um perito no uso dessa técnica para explorar toda sua potencialidade", disse Shechtman, dirigindo-se a uma plateia de estudantes e pesquisadores que lotaram o auditório na Universidade Federal do Maranhão onde foi realizada sua conferência.

(Disponível em www.estodao.com.br)

Releia o parágrafo abaixo, extraído do texto.


"Em 1984, uma versão resumida do primeiro artigo original sobre os quasicristais foi submetida e aceita pela prestigiosa Physical Review Letters, o que contribuiu para a maior aceitação da descoberta."


Escolha a alternativa em que o parágrafo acima tenha sido reescrito de maneira a manter a interpretação do trecho coerente com o restante do texto.

Alternativas
Q2939083 Português

Para responder às questões 1 e 2, leia o poema abaixo.


Herança


Eu vim de infinitos caminhos,

e os meus sonhos choveram lúcido pranto

pelo chão.


Quando é que frutifica, nos caminhos infinitos,

essa vida, que era tão viva, tão fecunda,

porque vinha de um coração?



E os que vierem depois, pelos caminhos infinitos,

do pranto que caiu dos meus olhos passados,

que experiência, ou consolo, ou prêmio alcançarão?


Cecília Meireles

Considerando o segundo verso ("e os meus sonhos choveram lúcido pranto"), assinale a alternativa que aponta a frase pela qual poderia ser trocado sem alteração de sentido.

Alternativas
Q2938236 Português

Leia a seguir o trecho de uma história em quadrinhos que servirá de base para as próximas quatro (04) questões:

http://www.monica.com.br/comics/2aniversarios/pag11.htm - acesso em 26/09/2012

As frases nas alternativas a seguir foram retiradas dos quadrinhos e reescritas de acordo com a norma culta. Em qual delas a palavra sublinhada tem valor de adjetivo?

Alternativas
Q2938221 Português

As próximas quatro (04) questões serão respondidas com base no texto 02, de Adriana Calcanhotto:

A mulher barbada

Com o que será que sonha a mulher barbada?

Será que no sonho ela salta como a trapezista?

Será que sonhando se arrisca como o domador?

Vai ver ela só tira a máscara como o palhaço

O que será que tem O que será que hein?

O que será que tem a perder a mulher barbada?


http://www.adrianacalcanhotto.com/sec_musicas_letra.php?id=23 - acesso em 22/09/2012.

Em “Vai ver ela só tira a máscara como o palhaço”, a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração do sentido do texto e considerando as devidas alterações gramaticais, por

Alternativas
Q2891181 Português
O seguinte par de particípios destacados está empregado de acordo com a norma-padrão:
Alternativas
Q2799217 Português

Dize-me os teus genes que te direi quem és



No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação que define quem você é: qual a cor dos seus olhos, da pele, dos cabelos, qual o seu sexo, qual a sua altura. Esses armazéns de informação são chamados de "genes" e a parte da biologia que estuda os genes é a genética. Ninguém tem exatamente os mesmos genes, a não ser gêmeos idênticos.
O interessante é que cada espécie animal tem seu código genético, o conjunto de genes que define as características da espécie. Nós e os chimpanzés temos um código genético quase idêntico: apenas 2% de diferença! Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência: nós somos geneticamente muito parecidos com os macacos. Por outro lado, esses 2% de diferença no código genético são muito importantes. Afinal, nós não passamos a vida trepando em árvores e os macacos não estudam Biologia.
As mutações que transformam as características de uma espécie (tamanho do pescoço da girafa, por exemplo) ocorrem nos genes e são causados por fatores externos, como a radioatividade de algum mineral ou uma reação química. Elas são completamente acidentais e raras vezes são úteis. Em geral, o ser mutante morre cedo ou nem chega a nascer. Mas, quando uma mutação é útil, o animal mutante sobrevive melhor e transmite sua informação genética aos filhotes. Aos poucos, a espécie inteira se transforma, o que pode demorar muito tempo. Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas se transformassem em seres humanos como nós.
Hoje, sabemos exatamente onde encontrar a informação genética das espécies. Uma grande parte do nosso código genético já foi estudada e arquivada num projeto internacional chamado Genoma Humano. Essas descobertas irão revolucionar a medicina do futuro: apoiada em uma nova ciência – a Engenharia Genética – ela poderá curar, por meio de modificações diretas nos genes, muitas doenças que hoje afligem milhões de pessoas. O século XXI, o seu século, será o século da genética, que, aliada a descobertas na Física, na Química e na Engenharia, irá transformar profundamente nossas vidas.

(GLEISER, Marcelo in: Livro do Cientista)

"No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação...”


A reescritura do fragmento em destaque só NÃO fere a norma padrão da Língua Portuguesa em:

Alternativas
Q2776013 Português

Excerto 1:

Ambição e ética


Ambição é tudo o que você pretende fazer na vida. São seus objetivos, seus sonhos, suasresoluções para o novo milênio. As pessoas costumam ter como ambição ganhar muito dinheiro, casar com uma moça ou um moço bonito ou viajar pelo mundo afora. A mais pobre das ambições é querer ganhar muito dinheiro, porque dinheiro por si só não é objetivo: é um meio para alcançar sua verdadeira ambição, como viajar pelo mundo. No fim da viagem, você estará de volta à estaca zero quanto ao dinheiro, mas terá cumprido sua ambição. Não há nada de errado em ser ambicioso na vida, muito menos em ter “grandes” ambições. As pessoas mais ambiciosas que conheço não são os pontocom que querem fazer uma IPO (sigla de oferta pública inicial de ações) em Nova York. São os líderes de entidades beneficentes do Brasil que querem “acabar com a pobreza no mundo” ou “eliminar a corrupção do Brasil”. Esses, sim, são ambiciosos. Já ética são os limites que você se impõe na busca de sua ambição. É tudo o que você não quer fazer na luta para conseguir realizar seus objetivos. Como não roubar, mentir ou pisar nos outros para atingir sua ambição. A maioria dos pais se preocupam bastante quando os filhos não mostram ambição, mas nem todos se preocupam quando os filhos quebram a ética. Se o filho colou na prova, não importa, desde que tenha passado de ano, o objetivo maior. Algumas escolas estão ensinando a nossos filhos que ética é ajudar os outros. Isso, porém, não é ética, é ambição.

Stephen Kanitz. Veja, 24 jan. 2001 (fragmento)



Excerto 2: Segundo o Dicionário Aurélio Buarque de Holanda, ÉTICA é "o estudo dos juízos de apreciação que se referem à conduta humana susceptível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente à determinada sociedade, seja de modo absoluto".


Excerto 3: "A ética é daquelas coisas que todo mundo sabe o que são, mas que não são fáceis de explicar, quando alguém pergunta".

VALLS, Álvaro L.M. O que é ética. 7a edição Ed.Brasiliense, 1993, p.7 

ÉTICA é o estudo dos juízos de aprecisação que se referem à conduta humana susceptível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente à determinada sociedade, seja de módulo absoluto. Caso substituíssemos o vocábulo conduta por ações, o acento indicativo de crase:

Alternativas
Respostas
7621: D
7622: E
7623: B
7624: D
7625: C
7626: E
7627: B
7628: E
7629: E
7630: D
7631: A
7632: D
7633: D
7634: E
7635: A
7636: D
7637: A
7638: A
7639: B
7640: C