Questões de Concurso Sobre redação - reescritura de texto em português

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Q3115541 Português


Internet:<eprconsultoria.com.br>  (com adaptações).

Assinale a alternativa em que a proposta de reescrita do último período do terceiro parágrafo é gramaticalmente correta e coerente com as ideias do texto. 
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Q3115540 Português


Internet:<eprconsultoria.com.br>  (com adaptações).

Estariam mantidos a correção gramatical e os sentidos do texto caso se substituísse
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Q3115318 Português
Para responder à questão considere o texto a seguir.

TEXTO 01

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Fonte: NOGUEIRA. S. Palavras que mudaram de sentido. G1. Disponível em:<https://g1.globo.com/educacao/blog/
dicas-de-portugues/post/palavras-que-mudaram-de-sentido.html>. Acesso em: 19 nov. 2024. (Adaptado).
Levando-se em consideração os aspectos sintáticos da língua portuguesa referentes à pontuação e à colocação pronominal, a reescrita da oração Infelizmente, desconhece-se a identidade da extraordinária inventora (ℓ. 26) mantém-se no nível formal da língua em
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Q3114777 Português

RODRIGUES, Angelo Giovani; AMARAL, Ana Cláudia Fernandes. Aspectos sobre o desenvolvimento da fitoterapia in: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Práticas integrativas e complementares: plantas medicinais e fitoterapia na atenção básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2012 (com adaptações).

Em relação a aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.


Estariam mantidos os sentidos e a correção do texto segundo a ortografia oficial caso o trecho “expressa sua posição a respeito da necessidade de” (linha 21) fosse assim reescrito: expõe seu posicionamento à cerca da conveniência de.

Alternativas
Q3114775 Português

RODRIGUES, Angelo Giovani; AMARAL, Ana Cláudia Fernandes. Aspectos sobre o desenvolvimento da fitoterapia in: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Práticas integrativas e complementares: plantas medicinais e fitoterapia na atenção básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2012 (com adaptações).

Em relação a aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.


A forma verbal “estimando‑se” (linha 10) poderia ser reescrita, sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto, por sendo estimados

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Q3114687 Português
Analise a seguinte expressão: “Meus problemas são imensuráveis”. Destaque a alternativa que a troca do termo sublinhado alterou o sentido da frase. 
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Q3114573 Português
Assinale a frase em que a modificação sugerida provoca mudança de sentido na frase original.
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: TJ-MT Prova: FGV - 2024 - TJ-MT - Técnico Judiciário |
Q3114415 Português
Observe a frase:
Muita gente há que imagina ser o domingo uma espécie de esponja que limpa todos os pecados da semana.
Assinale a opção em que a modificação proposta para os termos da frase se mostra inadequada.
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Q3113688 Português

Internet: <www.proceedings.scielo.br> (com adaptações).

Com base nas estruturas linguísticas e no vocabulário empregados no texto, julgue o item seguinte.


A coerência entre as ideias e a correção do texto não seriam mantidas caso o trecho “não enxergam” (linha 20) fosse substituído por negligenciam.

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Q3113687 Português

Internet: <www.proceedings.scielo.br> (com adaptações).

Com base nas estruturas linguísticas e no vocabulário empregados no texto, julgue o item seguinte.


O trecho “isso ocorre com base em justificativas que passam longe das causas econômicas” (linhas 17 e 18) poderia ser reescrito, mantendo‑se a coerência entre as ideias e a correção gramatical do texto, da seguinte forma: isso acontece com base em justificativas que não têm a ver com causas econômicas.

Alternativas
Q3113685 Português

Internet: <www.proceedings.scielo.br> (com adaptações).

Com base nas estruturas linguísticas e no vocabulário empregados no texto, julgue o item seguinte.


O trecho “em detrimento da continuidade de sua vida escolar” (linhas 9 e 10) poderia ser reescrito, com manutenção das ideias e da correção gramatical do texto, da seguinte forma: de forma a prejudicar o seguimento da sua trajetória escolar.

Alternativas
Q3113682 Português

Internet: <www.proceedings.scielo.br> (com adaptações).

Com base nas estruturas linguísticas e no vocabulário empregados no texto, julgue o item seguinte.


A substituição de “no qual” (linha 7) por onde manteria a coesão entre as ideias e a correção textual.

Alternativas
Q3113681 Português

Internet: <www.proceedings.scielo.br> (com adaptações).

Com base nas estruturas linguísticas e no vocabulário empregados no texto, julgue o item seguinte.


O sentido original e a correção gramatical do texto seriam prejudicados caso a preposição “para” (linha 2) fosse substituída pela expressão com o fim de.

Alternativas
Q3113679 Português

Internet: <www.proceedings.scielo.br> (com adaptações).

Com base nas estruturas linguísticas e no vocabulário empregados no texto, julgue o item seguinte.


A correção gramatical do texto seria mantida caso o trecho “Usualmente toma‑se” (linha 1) fosse reescrito da seguinte forma: Se toma usualmente.

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Q3113126 Português

Leia a fábula e responda a questão abaixo:


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Quantos parágrafos têm o texto? 
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Q3110264 Português
Texto CB1A2-I


   Com o intuito de mostrar os procedimentos ardilosos de pessoas sem escrúpulos que movidas pelo ódio e por ambições políticas inventam mentiras e as transformam em supostas verdades, Umberto Eco escreveu O Cemitério de Praga, publicado em 2010.

   Tendo como base fatos e personagens verídicos que participaram da elaboração e da disseminação de Os Protocolos dos Sábios de Sião, o autor reconstrói o século 19 através de uma narração polêmica. Eco narra o nascimento e a evolução desse abjeto complô, criado com a finalidade de atribuir aos judeus uma fictícia conspiração para dominar o mundo.

   Os falsos documentos forjados pela polícia secreta do Czar Nicolau II, em 1897, foram utilizados por Hitler em sua política de extermínio, tendo sido incluídos em Mein Kampf, apesar de o jornal britânico The Times, em 1921, já ter desmascarado a farsa.

   Mesmo após a comprovação da farsa, o magnata Henry Ford levou os Protocolos, na tradução inglesa, para os EUA, e publicou-os em forma de livro, e o rei Faisal, da Arábia Saudita, costumava oferecê-los, em sua versão árabe, às autoridades que visitavam o país.

    Em uma de suas entrevistas aos jornais italianos, Umberto Eco ressaltou o perigo que se esconde nas chamadas “conspirações falsas”, pelo seu alto grau de manipulação e dada a dificuldade em desmenti-las. “A característica de uma conspiração verdadeira é que ela é invariavelmente descoberta”, analisa. “Hitler e o nazismo propagaram a falsa conspiração dos judeus como verdadeira e tiraram proveito dos Protocolos.”

    Mas por que as pessoas ainda consomem essa farsa? Será por ignorância? Por curiosidade? Os Protocolos, afinal, seguem sendo oferecidos e vendidos em uma dezena de idiomas, em formato de livro, com circulação livre na Internet.

     Juíza em Israel por mais de 30 anos, Hadassa Ben-Itto investigou o embuste durante seis anos e em 1998 publicou um livro sobre o assunto. “Escrevi esse livro como um desafio a todos aqueles que inadvertidamente permitem que essa e outras mentiras similares sejam espalhadas e provoquem danos contínuos”, explica.

   Em sua opinião, o conceito de “liberdade de expressão” não deveria acobertar mentiras. “Uma mentira deliberada não é uma ideia”, reforça. “Ela pode facilmente se transformar em uma arma perigosa e como tal deve ser banida, assim como outras armas que têm o potencial de causar assassínios em massa e destruição.”


Sheila Sacks. Internet: (com adaptações). 

No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A2-I, julgue o próximo item.


A supressão do vocábulo “Mas”, no início do sexto parágrafo do texto, prejudicaria sua coerência, seu sentido e sua correção gramatical, ainda que feitos os devidos ajustes de maiúsculas e minúsculas.

Alternativas
Q3110262 Português
Texto CB1A2-I


   Com o intuito de mostrar os procedimentos ardilosos de pessoas sem escrúpulos que movidas pelo ódio e por ambições políticas inventam mentiras e as transformam em supostas verdades, Umberto Eco escreveu O Cemitério de Praga, publicado em 2010.

   Tendo como base fatos e personagens verídicos que participaram da elaboração e da disseminação de Os Protocolos dos Sábios de Sião, o autor reconstrói o século 19 através de uma narração polêmica. Eco narra o nascimento e a evolução desse abjeto complô, criado com a finalidade de atribuir aos judeus uma fictícia conspiração para dominar o mundo.

   Os falsos documentos forjados pela polícia secreta do Czar Nicolau II, em 1897, foram utilizados por Hitler em sua política de extermínio, tendo sido incluídos em Mein Kampf, apesar de o jornal britânico The Times, em 1921, já ter desmascarado a farsa.

   Mesmo após a comprovação da farsa, o magnata Henry Ford levou os Protocolos, na tradução inglesa, para os EUA, e publicou-os em forma de livro, e o rei Faisal, da Arábia Saudita, costumava oferecê-los, em sua versão árabe, às autoridades que visitavam o país.

    Em uma de suas entrevistas aos jornais italianos, Umberto Eco ressaltou o perigo que se esconde nas chamadas “conspirações falsas”, pelo seu alto grau de manipulação e dada a dificuldade em desmenti-las. “A característica de uma conspiração verdadeira é que ela é invariavelmente descoberta”, analisa. “Hitler e o nazismo propagaram a falsa conspiração dos judeus como verdadeira e tiraram proveito dos Protocolos.”

    Mas por que as pessoas ainda consomem essa farsa? Será por ignorância? Por curiosidade? Os Protocolos, afinal, seguem sendo oferecidos e vendidos em uma dezena de idiomas, em formato de livro, com circulação livre na Internet.

     Juíza em Israel por mais de 30 anos, Hadassa Ben-Itto investigou o embuste durante seis anos e em 1998 publicou um livro sobre o assunto. “Escrevi esse livro como um desafio a todos aqueles que inadvertidamente permitem que essa e outras mentiras similares sejam espalhadas e provoquem danos contínuos”, explica.

   Em sua opinião, o conceito de “liberdade de expressão” não deveria acobertar mentiras. “Uma mentira deliberada não é uma ideia”, reforça. “Ela pode facilmente se transformar em uma arma perigosa e como tal deve ser banida, assim como outras armas que têm o potencial de causar assassínios em massa e destruição.”


Sheila Sacks. Internet: (com adaptações). 

No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A2-I, julgue o próximo item.


Seriam preservadas a coerência e a correção gramatical do texto caso o período “‘Uma mentira deliberada não é uma ideia’, reforça” (segundo período do último parágrafo) fosse reescrito da seguinte forma: Hadassa Ben-Itto reforça que uma mentira deliberada não é uma ideia.

Alternativas
Q3110259 Português
Texto CB1A2-I


   Com o intuito de mostrar os procedimentos ardilosos de pessoas sem escrúpulos que movidas pelo ódio e por ambições políticas inventam mentiras e as transformam em supostas verdades, Umberto Eco escreveu O Cemitério de Praga, publicado em 2010.

   Tendo como base fatos e personagens verídicos que participaram da elaboração e da disseminação de Os Protocolos dos Sábios de Sião, o autor reconstrói o século 19 através de uma narração polêmica. Eco narra o nascimento e a evolução desse abjeto complô, criado com a finalidade de atribuir aos judeus uma fictícia conspiração para dominar o mundo.

   Os falsos documentos forjados pela polícia secreta do Czar Nicolau II, em 1897, foram utilizados por Hitler em sua política de extermínio, tendo sido incluídos em Mein Kampf, apesar de o jornal britânico The Times, em 1921, já ter desmascarado a farsa.

   Mesmo após a comprovação da farsa, o magnata Henry Ford levou os Protocolos, na tradução inglesa, para os EUA, e publicou-os em forma de livro, e o rei Faisal, da Arábia Saudita, costumava oferecê-los, em sua versão árabe, às autoridades que visitavam o país.

    Em uma de suas entrevistas aos jornais italianos, Umberto Eco ressaltou o perigo que se esconde nas chamadas “conspirações falsas”, pelo seu alto grau de manipulação e dada a dificuldade em desmenti-las. “A característica de uma conspiração verdadeira é que ela é invariavelmente descoberta”, analisa. “Hitler e o nazismo propagaram a falsa conspiração dos judeus como verdadeira e tiraram proveito dos Protocolos.”

    Mas por que as pessoas ainda consomem essa farsa? Será por ignorância? Por curiosidade? Os Protocolos, afinal, seguem sendo oferecidos e vendidos em uma dezena de idiomas, em formato de livro, com circulação livre na Internet.

     Juíza em Israel por mais de 30 anos, Hadassa Ben-Itto investigou o embuste durante seis anos e em 1998 publicou um livro sobre o assunto. “Escrevi esse livro como um desafio a todos aqueles que inadvertidamente permitem que essa e outras mentiras similares sejam espalhadas e provoquem danos contínuos”, explica.

   Em sua opinião, o conceito de “liberdade de expressão” não deveria acobertar mentiras. “Uma mentira deliberada não é uma ideia”, reforça. “Ela pode facilmente se transformar em uma arma perigosa e como tal deve ser banida, assim como outras armas que têm o potencial de causar assassínios em massa e destruição.”


Sheila Sacks. Internet: (com adaptações). 

No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A2-I, julgue o próximo item.


Seria mantida a correção gramatical do quarto parágrafo do texto caso a forma pronominal “os”, em “e publicou-os em forma de livro”, fosse deslocada para imediatamente antes da forma verbal “publicou” — e os publicou.

Alternativas
Q3110254 Português
Texto CB1A2-I


   Com o intuito de mostrar os procedimentos ardilosos de pessoas sem escrúpulos que movidas pelo ódio e por ambições políticas inventam mentiras e as transformam em supostas verdades, Umberto Eco escreveu O Cemitério de Praga, publicado em 2010.

   Tendo como base fatos e personagens verídicos que participaram da elaboração e da disseminação de Os Protocolos dos Sábios de Sião, o autor reconstrói o século 19 através de uma narração polêmica. Eco narra o nascimento e a evolução desse abjeto complô, criado com a finalidade de atribuir aos judeus uma fictícia conspiração para dominar o mundo.

   Os falsos documentos forjados pela polícia secreta do Czar Nicolau II, em 1897, foram utilizados por Hitler em sua política de extermínio, tendo sido incluídos em Mein Kampf, apesar de o jornal britânico The Times, em 1921, já ter desmascarado a farsa.

   Mesmo após a comprovação da farsa, o magnata Henry Ford levou os Protocolos, na tradução inglesa, para os EUA, e publicou-os em forma de livro, e o rei Faisal, da Arábia Saudita, costumava oferecê-los, em sua versão árabe, às autoridades que visitavam o país.

    Em uma de suas entrevistas aos jornais italianos, Umberto Eco ressaltou o perigo que se esconde nas chamadas “conspirações falsas”, pelo seu alto grau de manipulação e dada a dificuldade em desmenti-las. “A característica de uma conspiração verdadeira é que ela é invariavelmente descoberta”, analisa. “Hitler e o nazismo propagaram a falsa conspiração dos judeus como verdadeira e tiraram proveito dos Protocolos.”

    Mas por que as pessoas ainda consomem essa farsa? Será por ignorância? Por curiosidade? Os Protocolos, afinal, seguem sendo oferecidos e vendidos em uma dezena de idiomas, em formato de livro, com circulação livre na Internet.

     Juíza em Israel por mais de 30 anos, Hadassa Ben-Itto investigou o embuste durante seis anos e em 1998 publicou um livro sobre o assunto. “Escrevi esse livro como um desafio a todos aqueles que inadvertidamente permitem que essa e outras mentiras similares sejam espalhadas e provoquem danos contínuos”, explica.

   Em sua opinião, o conceito de “liberdade de expressão” não deveria acobertar mentiras. “Uma mentira deliberada não é uma ideia”, reforça. “Ela pode facilmente se transformar em uma arma perigosa e como tal deve ser banida, assim como outras armas que têm o potencial de causar assassínios em massa e destruição.”


Sheila Sacks. Internet: (com adaptações). 

No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A2-I, julgue o próximo item.


No segundo período do sétimo parágrafo, o trecho ‘sejam espalhadas’ poderia ser corretamente substituído por espalhem-se.

Alternativas
Q3110245 Português
Texto CB1A1-II


    A palavra ficção nos remete a histórias inventadas (total ou parcialmente). Pode ser uma fantasia, que envolva monstros, heróis ou fantasmas, pode ser uma ficção científica, que envolva tecnologias que vão muito além daquelas que existem hoje, e também pode ser um romance comum, totalmente realista, mas com enredo, personagens ou ambientes inventados.

    Dessa forma, uma matéria jornalística jamais poderia ser considerada ficcional, já que um dos pilares do jornalismo é a busca pela verdade e a publicização das informações com precisão e veracidade. Um jornal que noticiasse ficções estaria ferindo um de seus princípios mais fundamentais.

   Apesar de essa definição de ficção ser bem popular, os críticos e teóricos de cinema franceses Jacques Aumont e Michel Marie afirmam que a ficção é uma forma de discurso que faz referência a personagens ou a ações que só existem na imaginação daquele que a escreve ou lê. Segundo eles, a ficção não é uma mentira, mas um simulacro da realidade, uma das possíveis maneiras de se representar o real.

   Assim, podemos dizer que todo relato é uma tentativa de representar a realidade por meio de palavras. Um relato de um acontecimento não é o próprio acontecimento em si. Os fatos ficam no passado, depois que acontecem. Qualquer tentativa de retomá-los no presente, por meio de uma história, será uma representação, será uma construção da mente de uma pessoa. Logo, será uma ficção.


Lucia Mascarenhas de Miranda. A fronteira entre fato e ficção. In: Ciência Hoje, outubro de 2024. Internet: (com adaptações). 

A respeito dos aspectos linguísticos do texto CB1A1-II, julgue o item que se segue.


Mantendo-se o sentido original e a correção gramatical do texto, o primeiro período do quarto parágrafo poderia ser reescrito da seguinte maneira: Pode-se afirmar que, dessa forma, todo o relato trata-se de uma tentativa de representar a realidade por meio do uso de palavras.

Alternativas
Respostas
581: B
582: A
583: B
584: E
585: C
586: E
587: B
588: D
589: E
590: C
591: C
592: C
593: E
594: E
595: A
596: E
597: C
598: C
599: C
600: E