Questões de Concurso Sobre português

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Q4341499 Português

Leia o período:



"É necessário que os setores responsáveis mantenham atualizados os registros e que permaneçam disponíveis as informações solicitadas pela auditoria."



Considerando a estrutura sintática do período e as regras de concordância da norma-padrão, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4341498 Português

Leia o trecho:



"Embora a adoção de novas tecnologias possa acelerar a circulação de informações, a velocidade do fluxo informacional não equivale, necessariamente, à qualidade da comunicação. Em ambientes institucionais, a utilidade de uma informação depende também de sua precisão, pertinência e possibilidade de orientar decisões."



A partir do texto, assinale a afirmativa CORRETA.

Alternativas
Q4341384 Português
Leia atentamente as afirmativas a seguir e considere a classificação das orações quanto a sua relação de coordenação.
I.O pesquisador concluiu a análise, portanto encaminhou os resultados à comissão responsável.
II.A equipe revisou os documentos, verificou os dados, organizou os arquivos, enviou o relatório.
III.O candidato apresentou os argumentos, mas não conseguiu convencer os membros da banca.
IV.Ou a instituição revisará o procedimento, ou manterá os critérios atualmente adotados.
Assinale a alternativa que reúne as afirmativas em que há emprego de orações coordenadas sindéticas.
Alternativas
Q4341383 Português
Em textos formais, o emprego do acento grave exige a identificação da relação sintática estabelecida entre o termo regente e o termo regido, bem como o reconhecimento das situações em que ocorre a fusão da preposição a com outro elemento. Considerando as regras de emprego e de não emprego da crase, analise cuidadosamente as construções apresentadas nas alternativas.
Assinale a alternativa em que o emprego da crase está corretamente realizado de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q4341382 Português
Em textos formais, a relação estabelecida entre determinados nomes e seus complementos exige o emprego de preposições específicas, conforme a regência nominal prescrita pela norma-padrão. Considerando esse princípio, observe atentamente as construções apresentadas nas alternativas a seguir.
Assinale a alternativa em que a regência nominal está devidamente empregada de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q4341381 Português
Leia a construção apresentada a seguir, extraída de uma situação hipotética de atendimento administrativo, e observe a organização das formas verbais empregadas. "A equipe estará analisando os documentos recebidos e estará encaminhando as solicitações aos setores responsáveis, enquanto os servidores estarão verificando os dados cadastrais dos requerentes."
Considerando os vícios de linguagem tradicionalmente classificados pela norma de uso formal da língua portuguesa, analise a oração acima e identifique o vício de linguagem presente na construção.
Alternativas
Q4341380 Português
Leia atentamente a oração apresentada a seguir e observe a relação estabelecida entre suas partes.
"O relatório foi elaborado conforme determinavam as normas estabelecidas pelo órgão fiscalizador."
Considerando a relação semântica estabelecida pela oração subordinada, assinale a alternativa que identifica corretamente sua classificação.
Alternativas
Q4341379 Português
Na análise sintática, a classificação do predicado deve considerar a relação estabelecida entre o verbo e os demais termos da oração, especialmente a existência de um predicativo.
Essa análise permite distinguir estruturas em que o verbo constitui o núcleo significativo da predicação daquelas em que um nome atribui característica ao sujeito ou ao objeto. Assinale a alternativa em que há emprego de predicado verbo-nominal. 
Alternativas
Q4341378 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

NACIONALIDADE - RACHEL DE QUEIROZ

O menino nisei sentou no banco do jardim. Teria uns 11 anos, comia sossegado o seu sanduíche de queijo. Duas menininhas, uma morena outra ruiva, que pulavam amarelinha, chegaram junto dele e gritaram:
— Japonês! Japonês! Você quer dizer as horas pra nós?
O menino olhou o pulso, disse que eram nove e meia e acrescentou:
— Eu não sou japonês. Sou paulistano, nasci aqui, no Jardim América.
A ruivinha, mais velha, coçou um borrachudo na canela fina:
— Se você não é japonês, teu pai é.
— Não, meu pai nasceu em Batatais.
— Então tua mãe.
— Ela também nasceu em Batatais. A menor, moreninha, fez o comentário óbvio:
— Nós te chamou japonês porque tu tem cara de japonês.
— Meu avô é que era japonês. E a minha avó. E acho que os meus tios.
— Só eles?
— Só.
A pequenininha estava maravilhada com aquele milagre biológico: 
— Nunca vi pessoa ser brasileiro e ter cara de japonês. Eu pensava que brasileiro era tudo igual.
A maior ensinou:
— Nem todo brasileiro é igual. Negro é brasileiro e é diferente.
— Negro é africano, observou, com certa malícia, o que chamavam de japonês.
— Como é que você sabe?
— Aprendi na aula.
— Na minha rua tem muito judeu. Nós tudos somos judeu, contribuiu a ruiva.
— E onde é a terra de judeu, quis saber a outra.
— Meu pai veio da Rússia. E o meu avô. A minha mãe veio da Polônia.
— Então esse negócio de judeu é besteira. Quem vem da Rússia é russo. E na Polônia dá é polaco.
— O menino falava com grande autoridade.
— A minha mãe disse que a gente fala polonês. Polaco é feio.
— Pode ser. Polonês. Mas judeu? A moreninha interveio:
— Judeu vem da Judia. Não tem país chamado Judia, doutrinou o nisei.
— Como é que você sabe? Você conhece todos os países do mundo?
— Todos. Estou no curso de admissão. Já dei na geografia.
— Meu pai diz que a terra dos judeus se chama Israel, lembrou então a ruiva.
— Então como é que ele é da Rússia? Mistério. Os três se entreolharam. Afinal o rapaz sugeriu:
— Só se é mentira do teu pai.
— Mentira do teu! Teu pai é que é um japonês mentiroso!
— Já falei que o meu pai é brasileiro.
A outra menina pacificou:
Não xingue. Eu também sou brasileira. Eu nasci em Campos. E minha mãe nasceu em Campos, e o meu irmão, e o meu pai, todo o mundo na minha casa nasceu em Campos.
A ruiva riu:
— Tudo é campeiro?
— Não, a gente diz é campista. Campos fica no estado do Rio de Janeiro. 
— Agora lá se chama Guanabara, sentenciou o menino.
— Não, não é Guanabara. Estado do Rio é outra coisa.
— Então tem dois Rio? 
— Não, agora só tem um. Não falei que o Rio de Janeiro virou Guanabara? Também diz Velhacap. A menina ruiva ficou a olhar um momento os dois outros:
— Acho que campista também parece com japonês. Só não tem o olho arrebitado.
— Minha mãe diz que nós temos sangue de índio, contribuiu a campista. E o paulistano contou:
— Meu pai uma vez viu um índio e pensou que fosse japonês fantasiado. Falou para ele em língua de japonês, mas o índio não entendeu nada.
— Mas você não disse que seu pai é de Batatais?
— É. Mas filho de japonês sabe falar a língua do pai.
— E você sabe? Fala um pouquinho pra gente ver.
— Não sei. Puxa, já disse tanta vez que sou paulistano! A moreninha deu um salto:
— Pois eu sou é Corinthians!
— Ninguém está conversando futebol, boba. Houve um silêncio. A menina menor indagou então:
— E onde é o lugar onde só tem brasileiro?
Os outros dois ficaram um tempo pensando, olhando uns pombos que bicavam na areia. Afinal a menina maior falou
: — Gente grande é muito misturado. Acho que deve ser no lugar onde só tem criança.

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19087/nacionalidade
Ao longo da conversa entre as crianças, diferentes ideias sobre nacionalidade, origem familiar e aparência física são apresentadas e confrontadas. A partir do desenvolvimento desse diálogo, é possível observar uma mudança na compreensão inicial das crianças sobre identidade e pertencimento.
Considerando o trecho apresentado, assinale a alternativa que interpreta essa questão central da narrativa.
Alternativas
Q4341377 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

NACIONALIDADE - RACHEL DE QUEIROZ

O menino nisei sentou no banco do jardim. Teria uns 11 anos, comia sossegado o seu sanduíche de queijo. Duas menininhas, uma morena outra ruiva, que pulavam amarelinha, chegaram junto dele e gritaram:
— Japonês! Japonês! Você quer dizer as horas pra nós?
O menino olhou o pulso, disse que eram nove e meia e acrescentou:
— Eu não sou japonês. Sou paulistano, nasci aqui, no Jardim América.
A ruivinha, mais velha, coçou um borrachudo na canela fina:
— Se você não é japonês, teu pai é.
— Não, meu pai nasceu em Batatais.
— Então tua mãe.
— Ela também nasceu em Batatais. A menor, moreninha, fez o comentário óbvio:
— Nós te chamou japonês porque tu tem cara de japonês.
— Meu avô é que era japonês. E a minha avó. E acho que os meus tios.
— Só eles?
— Só.
A pequenininha estava maravilhada com aquele milagre biológico: 
— Nunca vi pessoa ser brasileiro e ter cara de japonês. Eu pensava que brasileiro era tudo igual.
A maior ensinou:
— Nem todo brasileiro é igual. Negro é brasileiro e é diferente.
— Negro é africano, observou, com certa malícia, o que chamavam de japonês.
— Como é que você sabe?
— Aprendi na aula.
— Na minha rua tem muito judeu. Nós tudos somos judeu, contribuiu a ruiva.
— E onde é a terra de judeu, quis saber a outra.
— Meu pai veio da Rússia. E o meu avô. A minha mãe veio da Polônia.
— Então esse negócio de judeu é besteira. Quem vem da Rússia é russo. E na Polônia dá é polaco.
— O menino falava com grande autoridade.
— A minha mãe disse que a gente fala polonês. Polaco é feio.
— Pode ser. Polonês. Mas judeu? A moreninha interveio:
— Judeu vem da Judia. Não tem país chamado Judia, doutrinou o nisei.
— Como é que você sabe? Você conhece todos os países do mundo?
— Todos. Estou no curso de admissão. Já dei na geografia.
— Meu pai diz que a terra dos judeus se chama Israel, lembrou então a ruiva.
— Então como é que ele é da Rússia? Mistério. Os três se entreolharam. Afinal o rapaz sugeriu:
— Só se é mentira do teu pai.
— Mentira do teu! Teu pai é que é um japonês mentiroso!
— Já falei que o meu pai é brasileiro.
A outra menina pacificou:
Não xingue. Eu também sou brasileira. Eu nasci em Campos. E minha mãe nasceu em Campos, e o meu irmão, e o meu pai, todo o mundo na minha casa nasceu em Campos.
A ruiva riu:
— Tudo é campeiro?
— Não, a gente diz é campista. Campos fica no estado do Rio de Janeiro. 
— Agora lá se chama Guanabara, sentenciou o menino.
— Não, não é Guanabara. Estado do Rio é outra coisa.
— Então tem dois Rio? 
— Não, agora só tem um. Não falei que o Rio de Janeiro virou Guanabara? Também diz Velhacap. A menina ruiva ficou a olhar um momento os dois outros:
— Acho que campista também parece com japonês. Só não tem o olho arrebitado.
— Minha mãe diz que nós temos sangue de índio, contribuiu a campista. E o paulistano contou:
— Meu pai uma vez viu um índio e pensou que fosse japonês fantasiado. Falou para ele em língua de japonês, mas o índio não entendeu nada.
— Mas você não disse que seu pai é de Batatais?
— É. Mas filho de japonês sabe falar a língua do pai.
— E você sabe? Fala um pouquinho pra gente ver.
— Não sei. Puxa, já disse tanta vez que sou paulistano! A moreninha deu um salto:
— Pois eu sou é Corinthians!
— Ninguém está conversando futebol, boba. Houve um silêncio. A menina menor indagou então:
— E onde é o lugar onde só tem brasileiro?
Os outros dois ficaram um tempo pensando, olhando uns pombos que bicavam na areia. Afinal a menina maior falou
: — Gente grande é muito misturado. Acho que deve ser no lugar onde só tem criança.

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19087/nacionalidade
O desfecho da narrativa desloca a discussão das crianças para uma questão mais ampla sobre identidade e pertencimento. Depois de várias tentativas de estabelecer diferenças entre brasileiros a partir de suas origens, características físicas e referências culturais, surge uma pergunta que retoma o problema apresentado desde o início. Assinale a alternativa que interpreta o sentido do desfecho da narrativa. 
Alternativas
Q4341376 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

NACIONALIDADE - RACHEL DE QUEIROZ

O menino nisei sentou no banco do jardim. Teria uns 11 anos, comia sossegado o seu sanduíche de queijo. Duas menininhas, uma morena outra ruiva, que pulavam amarelinha, chegaram junto dele e gritaram:
— Japonês! Japonês! Você quer dizer as horas pra nós?
O menino olhou o pulso, disse que eram nove e meia e acrescentou:
— Eu não sou japonês. Sou paulistano, nasci aqui, no Jardim América.
A ruivinha, mais velha, coçou um borrachudo na canela fina:
— Se você não é japonês, teu pai é.
— Não, meu pai nasceu em Batatais.
— Então tua mãe.
— Ela também nasceu em Batatais. A menor, moreninha, fez o comentário óbvio:
— Nós te chamou japonês porque tu tem cara de japonês.
— Meu avô é que era japonês. E a minha avó. E acho que os meus tios.
— Só eles?
— Só.
A pequenininha estava maravilhada com aquele milagre biológico: 
— Nunca vi pessoa ser brasileiro e ter cara de japonês. Eu pensava que brasileiro era tudo igual.
A maior ensinou:
— Nem todo brasileiro é igual. Negro é brasileiro e é diferente.
— Negro é africano, observou, com certa malícia, o que chamavam de japonês.
— Como é que você sabe?
— Aprendi na aula.
— Na minha rua tem muito judeu. Nós tudos somos judeu, contribuiu a ruiva.
— E onde é a terra de judeu, quis saber a outra.
— Meu pai veio da Rússia. E o meu avô. A minha mãe veio da Polônia.
— Então esse negócio de judeu é besteira. Quem vem da Rússia é russo. E na Polônia dá é polaco.
— O menino falava com grande autoridade.
— A minha mãe disse que a gente fala polonês. Polaco é feio.
— Pode ser. Polonês. Mas judeu? A moreninha interveio:
— Judeu vem da Judia. Não tem país chamado Judia, doutrinou o nisei.
— Como é que você sabe? Você conhece todos os países do mundo?
— Todos. Estou no curso de admissão. Já dei na geografia.
— Meu pai diz que a terra dos judeus se chama Israel, lembrou então a ruiva.
— Então como é que ele é da Rússia? Mistério. Os três se entreolharam. Afinal o rapaz sugeriu:
— Só se é mentira do teu pai.
— Mentira do teu! Teu pai é que é um japonês mentiroso!
— Já falei que o meu pai é brasileiro.
A outra menina pacificou:
Não xingue. Eu também sou brasileira. Eu nasci em Campos. E minha mãe nasceu em Campos, e o meu irmão, e o meu pai, todo o mundo na minha casa nasceu em Campos.
A ruiva riu:
— Tudo é campeiro?
— Não, a gente diz é campista. Campos fica no estado do Rio de Janeiro. 
— Agora lá se chama Guanabara, sentenciou o menino.
— Não, não é Guanabara. Estado do Rio é outra coisa.
— Então tem dois Rio? 
— Não, agora só tem um. Não falei que o Rio de Janeiro virou Guanabara? Também diz Velhacap. A menina ruiva ficou a olhar um momento os dois outros:
— Acho que campista também parece com japonês. Só não tem o olho arrebitado.
— Minha mãe diz que nós temos sangue de índio, contribuiu a campista. E o paulistano contou:
— Meu pai uma vez viu um índio e pensou que fosse japonês fantasiado. Falou para ele em língua de japonês, mas o índio não entendeu nada.
— Mas você não disse que seu pai é de Batatais?
— É. Mas filho de japonês sabe falar a língua do pai.
— E você sabe? Fala um pouquinho pra gente ver.
— Não sei. Puxa, já disse tanta vez que sou paulistano! A moreninha deu um salto:
— Pois eu sou é Corinthians!
— Ninguém está conversando futebol, boba. Houve um silêncio. A menina menor indagou então:
— E onde é o lugar onde só tem brasileiro?
Os outros dois ficaram um tempo pensando, olhando uns pombos que bicavam na areia. Afinal a menina maior falou
: — Gente grande é muito misturado. Acho que deve ser no lugar onde só tem criança.

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19087/nacionalidade
Em determinado momento, o menino assume uma postura de grande segurança ao discutir a origem dos judeus e a localização de diferentes países. Considerando esse trecho, assinale a alternativa que caracteriza o comportamento do menino.
Alternativas
Q4341375 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

NACIONALIDADE - RACHEL DE QUEIROZ

O menino nisei sentou no banco do jardim. Teria uns 11 anos, comia sossegado o seu sanduíche de queijo. Duas menininhas, uma morena outra ruiva, que pulavam amarelinha, chegaram junto dele e gritaram:
— Japonês! Japonês! Você quer dizer as horas pra nós?
O menino olhou o pulso, disse que eram nove e meia e acrescentou:
— Eu não sou japonês. Sou paulistano, nasci aqui, no Jardim América.
A ruivinha, mais velha, coçou um borrachudo na canela fina:
— Se você não é japonês, teu pai é.
— Não, meu pai nasceu em Batatais.
— Então tua mãe.
— Ela também nasceu em Batatais. A menor, moreninha, fez o comentário óbvio:
— Nós te chamou japonês porque tu tem cara de japonês.
— Meu avô é que era japonês. E a minha avó. E acho que os meus tios.
— Só eles?
— Só.
A pequenininha estava maravilhada com aquele milagre biológico: 
— Nunca vi pessoa ser brasileiro e ter cara de japonês. Eu pensava que brasileiro era tudo igual.
A maior ensinou:
— Nem todo brasileiro é igual. Negro é brasileiro e é diferente.
— Negro é africano, observou, com certa malícia, o que chamavam de japonês.
— Como é que você sabe?
— Aprendi na aula.
— Na minha rua tem muito judeu. Nós tudos somos judeu, contribuiu a ruiva.
— E onde é a terra de judeu, quis saber a outra.
— Meu pai veio da Rússia. E o meu avô. A minha mãe veio da Polônia.
— Então esse negócio de judeu é besteira. Quem vem da Rússia é russo. E na Polônia dá é polaco.
— O menino falava com grande autoridade.
— A minha mãe disse que a gente fala polonês. Polaco é feio.
— Pode ser. Polonês. Mas judeu? A moreninha interveio:
— Judeu vem da Judia. Não tem país chamado Judia, doutrinou o nisei.
— Como é que você sabe? Você conhece todos os países do mundo?
— Todos. Estou no curso de admissão. Já dei na geografia.
— Meu pai diz que a terra dos judeus se chama Israel, lembrou então a ruiva.
— Então como é que ele é da Rússia? Mistério. Os três se entreolharam. Afinal o rapaz sugeriu:
— Só se é mentira do teu pai.
— Mentira do teu! Teu pai é que é um japonês mentiroso!
— Já falei que o meu pai é brasileiro.
A outra menina pacificou:
Não xingue. Eu também sou brasileira. Eu nasci em Campos. E minha mãe nasceu em Campos, e o meu irmão, e o meu pai, todo o mundo na minha casa nasceu em Campos.
A ruiva riu:
— Tudo é campeiro?
— Não, a gente diz é campista. Campos fica no estado do Rio de Janeiro. 
— Agora lá se chama Guanabara, sentenciou o menino.
— Não, não é Guanabara. Estado do Rio é outra coisa.
— Então tem dois Rio? 
— Não, agora só tem um. Não falei que o Rio de Janeiro virou Guanabara? Também diz Velhacap. A menina ruiva ficou a olhar um momento os dois outros:
— Acho que campista também parece com japonês. Só não tem o olho arrebitado.
— Minha mãe diz que nós temos sangue de índio, contribuiu a campista. E o paulistano contou:
— Meu pai uma vez viu um índio e pensou que fosse japonês fantasiado. Falou para ele em língua de japonês, mas o índio não entendeu nada.
— Mas você não disse que seu pai é de Batatais?
— É. Mas filho de japonês sabe falar a língua do pai.
— E você sabe? Fala um pouquinho pra gente ver.
— Não sei. Puxa, já disse tanta vez que sou paulistano! A moreninha deu um salto:
— Pois eu sou é Corinthians!
— Ninguém está conversando futebol, boba. Houve um silêncio. A menina menor indagou então:
— E onde é o lugar onde só tem brasileiro?
Os outros dois ficaram um tempo pensando, olhando uns pombos que bicavam na areia. Afinal a menina maior falou
: — Gente grande é muito misturado. Acho que deve ser no lugar onde só tem criança.

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19087/nacionalidade
Embora o texto apresente informações e reflexões relacionadas à nacionalidade, é necessário considerar sua organização predominante para classificá-lo quanto à tipologia textual. A partir dessas características estruturais e discursivas, assinale a alternativa que identifica corretamente o tipo textual predominante em "Nacionalidade". 
Alternativas
Q4340911 Português
Leia o texto a seguir:


Faça você mesmo - com IA

Na Listone, de processamento de madeira, a tecnologia ajuda até a criar produtos para o cliente montar em casa


    A madeira ainda passa longe da inteligência artificial no imaginário de muita gente. Na Listone, empresa de São Paulo que processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos, analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.

     Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte, principalmente indústrias.

     A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.” Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados internacionais.

     A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência artificial,” diz Ortiz.


BRANCO, L; ARBEX, J. Primeiro Lugar. Revista Exame, São Paulo, 2026.
No primeiro período do texto, a expressão “passa longe” afasta-se de sua acepção denotativa de deslocamento espacial para ser empregada em sentido figurado. Na articulação das ideias do parágrafo, esse recurso semântico projeta uma noção de distanciamento físico no plano das abstrações com o objetivo de ilustrar a:
Alternativas
Q4340910 Português
Leia o texto a seguir:


Faça você mesmo - com IA

Na Listone, de processamento de madeira, a tecnologia ajuda até a criar produtos para o cliente montar em casa


    A madeira ainda passa longe da inteligência artificial no imaginário de muita gente. Na Listone, empresa de São Paulo que processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos, analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.

     Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte, principalmente indústrias.

     A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.” Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados internacionais.

     A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência artificial,” diz Ortiz.


BRANCO, L; ARBEX, J. Primeiro Lugar. Revista Exame, São Paulo, 2026.
No primeiro parágrafo do texto, o trecho “a tecnologia já entrou no dia a dia” poderia ser reescrito, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, como “a tecnologia já se inseriu no dia a dia”. Nessa hipótese de reescrita, a opção pela próclise é obrigatória devido à presença da palavra “já”, que exerce a função de:
Alternativas
Q4340909 Português
Leia o texto a seguir:


Faça você mesmo - com IA

Na Listone, de processamento de madeira, a tecnologia ajuda até a criar produtos para o cliente montar em casa


    A madeira ainda passa longe da inteligência artificial no imaginário de muita gente. Na Listone, empresa de São Paulo que processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos, analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.

     Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte, principalmente indústrias.

     A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.” Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados internacionais.

     A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência artificial,” diz Ortiz.


BRANCO, L; ARBEX, J. Primeiro Lugar. Revista Exame, São Paulo, 2026.
No último parágrafo do texto, a escolha pelas estruturas linguísticas na voz passiva analítica (“foi usada”, “foram desenvolvidos”) atua discursivamente para:
Alternativas
Q4340908 Português
Leia o texto a seguir:


Faça você mesmo - com IA

Na Listone, de processamento de madeira, a tecnologia ajuda até a criar produtos para o cliente montar em casa


    A madeira ainda passa longe da inteligência artificial no imaginário de muita gente. Na Listone, empresa de São Paulo que processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos, analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.

     Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte, principalmente indústrias.

     A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.” Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados internacionais.

     A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência artificial,” diz Ortiz.


BRANCO, L; ARBEX, J. Primeiro Lugar. Revista Exame, São Paulo, 2026.
Com base nas relações morfossintáticas e semânticas que as preposições e as conjunções estabelecem no texto, assinale a alternativa em que a análise do termo em negrito e o valor por ele impresso estão corretos.
Alternativas
Q4340907 Português
Leia o texto a seguir:


Faça você mesmo - com IA

Na Listone, de processamento de madeira, a tecnologia ajuda até a criar produtos para o cliente montar em casa


    A madeira ainda passa longe da inteligência artificial no imaginário de muita gente. Na Listone, empresa de São Paulo que processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos, analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.

     Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte, principalmente indústrias.

     A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.” Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados internacionais.

     A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência artificial,” diz Ortiz.


BRANCO, L; ARBEX, J. Primeiro Lugar. Revista Exame, São Paulo, 2026.
No que se refere ao emprego e à classificação das classes de palavras no texto, analise os trechos destacados e assinale a alternativa em que a classificação morfológica do termo em negrito está correta.
Alternativas
Q4340906 Português
Leia o texto a seguir:


Faça você mesmo - com IA

Na Listone, de processamento de madeira, a tecnologia ajuda até a criar produtos para o cliente montar em casa


    A madeira ainda passa longe da inteligência artificial no imaginário de muita gente. Na Listone, empresa de São Paulo que processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos, analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.

     Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte, principalmente indústrias.

     A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.” Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados internacionais.

     A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência artificial,” diz Ortiz.


BRANCO, L; ARBEX, J. Primeiro Lugar. Revista Exame, São Paulo, 2026.
Em Língua Portuguesa, a depender do contexto sintático, uma mesma palavra pode transitar entre diferentes classes gramaticais. Sabendo disso, analise as alternativas abaixo e assinale aquela em que a classificação morfológica da palavra em destaque, tal como utilizada no item, está correta.
Alternativas
Q4340905 Português
Leia o texto a seguir:


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Na Listone, de processamento de madeira, a tecnologia ajuda até a criar produtos para o cliente montar em casa


    A madeira ainda passa longe da inteligência artificial no imaginário de muita gente. Na Listone, empresa de São Paulo que processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos, analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.

     Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte, principalmente indústrias.

     A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.” Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados internacionais.

     A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência artificial,” diz Ortiz.


BRANCO, L; ARBEX, J. Primeiro Lugar. Revista Exame, São Paulo, 2026.
Assinale abaixo a asserção em que o emprego da vírgula atende ao que preceitua a gramática normativa da língua portuguesa.
Alternativas
Q4340904 Português
Leia o texto a seguir:


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Na Listone, de processamento de madeira, a tecnologia ajuda até a criar produtos para o cliente montar em casa


    A madeira ainda passa longe da inteligência artificial no imaginário de muita gente. Na Listone, empresa de São Paulo que processa madeira nobre para pisos e painéis, a tecnologia já entrou no dia a dia. Ela ajuda a pesquisar mercados, traduzir catálogos, analisar concorrentes, organizar planilhas e apoiar a gestão financeira. Também virou ferramenta para testar novos produtos.

     Fundada em 2011 por Rogerio Oezau, a Listone nasceu para atuar na etapa de produção da madeira. A empresa trabalha com painéis e pisos feitos de madeira engenheirada, uma técnica que cruza camadas do material em sentidos diferentes para reduzir problemas como empenamento e dilatação. Hoje, a empresa tem nove funcionários e atende cerca de 20 clientes de grande porte, principalmente indústrias.

     A gestão diária está nas mãos de Vivian Ortiz, sócia do fundador, com quem também é casada. Ela entrou de vez no negócio em 2019, depois de anos ajudando a empresa enquanto mantinha um emprego formal. “A gente não tinha dinheiro para investir no começo, então eu não podia deixar de ser CLT”, diz. “Sempre acreditei no negócio, mesmo sem saber nada sobre madeira.” Em 2025, a Listone faturou cerca de 5 milhões de reais. Para 2026, projeta expansão entre 2,4% e 5% e quer entrar em mercados internacionais.

     A inteligência artificial também foi usada na criação da Encaixe Urbano, marca voltada para o consumidor final, com prateleiras e suportes no modelo “faça você mesmo”. “O logotipo, o conceito e o posicionamento foram desenvolvidos com apoio da inteligência artificial,” diz Ortiz.


BRANCO, L; ARBEX, J. Primeiro Lugar. Revista Exame, São Paulo, 2026.
Assinale abaixo a alternativa cuja acentuação se dá baseada na mesma regra em que se baseiam as acentuações dos termos “painéis” (2º parágrafo) e “diária” (3º parágrafo).
Alternativas
Respostas
1941: A
1942: A
1943: A
1944: D
1945: B
1946: C
1947: B
1948: D
1949: C
1950: B
1951: A
1952: C
1953: B
1954: A
1955: C
1956: D
1957: C
1958: C
1959: D
1960: B