Questões de Concurso Sobre português

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Q3880658 Português

A charge é antiga, mas o assunto continua atual.



Imagem associada para resolução da questão



Na charge, produzida por Erasmo e retirada do Jornal de Piracicaba, o efeito de humor se dá sobretudo 

Alternativas
Q3880656 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Assinale a frase, retirada do texto, que apresenta intertextualidade com outra frase conhecida, considerada como um ditado popular.
Alternativas
Q3880655 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Em relação ao texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3880654 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Assinale a opção em que a substituição do termo sublinhado por um sinônimo é incorreta.
Alternativas
Q3880653 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
No trecho “e já no parágrafo seguinte caio de boca [...] no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina”, o processo de formação da palavra sublinhada é
Alternativas
Q3880652 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Na crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, a função predominante é
Alternativas
Q3880651 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Com relação ao texto, assinale o comentário inadequado.
Alternativas
Q3880547 Português
A primeira teoria sobre o epílogo do universo baseia-se na continuidade do processo expansionista.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cgq35wx1dg7o.adaptado)

Considerando a análise sintática da frase, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3880546 Português
Há bilhões de anos, todas as partículas "que compõem o universo" estavam acumuladas, com uma temperatura e uma densidade extremamente altas.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cgq35wx1dg7o.adaptado)

A oração destacada na frase trata-se de:
Alternativas
Q3880545 Português
Em algum momento, até mesmo os gases necessários para a formação de novas estrelas estarão esparsos demais.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cgq35wx1dg7o.adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3880530 Português
Estudos recentes desenvolvidos no âmbito acadêmico brasileiro têm ampliado a compreensão sobre os múltiplos significados da má nutrição, afastando-se da ideia restrita de que ela se resume apenas à fome ou à desnutrição. Pesquisas baseadas em dados públicos e séries históricas nacionais evidenciam que fatores como gênero, raça, cor da pele e classe social influenciam de forma significativa a ocorrência tanto da desnutrição quanto do excesso de peso. Nesse contexto analítico, obesidade passa a ser compreendida como parte de um quadro mais amplo de insegurança alimentar e nutricional. A partir dessas considerações, qual interpretação expressa corretamente o conceito de má nutrição apresentado no texto?       
Alternativas
Q3880527 Português
Em algum momento, até mesmo os gases necessários para a formação de novas estrelas estarão esparsos demais.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cgq35wx1dg7o.adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3880526 Português
A primeira teoria sobre o epílogo do universo baseia-se na continuidade do processo expansionista.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cgq35wx1dg7o.adaptado)

Considerando a análise sintática da frase, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3880525 Português
Há bilhões de anos, todas as partículas "que compõem o universo" estavam acumuladas, com uma temperatura e uma densidade extremamente altas.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cgq35wx1dg7o.adaptado)

A oração destacada na frase trata-se de:
Alternativas
Q3880524 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Educação no contexto atual


A educação contemporânea enfrenta desafios significativos para tornar o ensino e a aprendizagem mais eficazes em um contexto marcado por profundas transformações sociais, culturais e tecnológicas. Apesar dos avanços já alcançados, a educação permanece como um instrumento central de mobilidade social, inclusão e emancipação. Nesse cenário dinâmico, práticas pedagógicas bem planejadas podem aproveitar as mudanças aceleradas da sociedade para promover aprendizagens significativas, o desenvolvimento crítico e a formação integral dos estudantes, exigindo constante inovação por parte das instituições de ensino.


As rápidas mudanças nos contextos sociais e familiares geram novas demandas emocionais, cognitivas e sociais, tornando o processo educativo mais complexo. Os estudantes tendem a apresentar maior instabilidade emocional, dificuldades de concentração e desafios no desenvolvimento da autonomia, o que exige do professor competências que ultrapassam o domínio do conteúdo. Cabe ao docente mediar conflitos, estimular a aprendizagem colaborativa, lidar com questões socioemocionais e integrar tecnologias de forma pedagógica e estratégica.


Nesse contexto, as tecnologias digitais tornam-se ferramentas indispensáveis. Ambientes virtuais, plataformas educacionais e recursos interativos ampliam as possibilidades de aprendizagem, favorecem a colaboração e oferecem retorno imediato. O professor passa a atuar como mediador do conhecimento, orientando os alunos na seleção, análise e construção crítica das informações. Para isso, precisa articular competências pedagógicas, tecnológicas e socioemocionais, assegurando uma aprendizagem significativa.


A inovação pedagógica também envolve metodologias ativas, que colocam o aluno no centro do processo, promovendo protagonismo, autonomia e tomada consciente de decisões. Quando integradas às tecnologias digitais, essas metodologias ampliam a diversidade de recursos, permitem o acompanhamento individual e fortalecem a interação entre os estudantes, favorecendo o desenvolvimento de habilidades críticas e reflexivas.


A formação continuada do professor é outro elemento essencial. Além do domínio dos conteúdos curriculares, é necessário desenvolver competências digitais, estratégias pedagógicas inovadoras, habilidades socioemocionais e capacidades de comunicação e resolução de problemas, especialmente em contextos híbridos. Contudo, persistem desafios estruturais, como desigualdade de acesso às tecnologias, limitações de infraestrutura, sobrecarga de trabalho docente e resistência a mudanças.


Dessa forma, a educação atual vive um duplo movimento: enfrenta limitações e fragilidades, mas possui grande potencial transformador. A integração de tecnologias, a adoção de metodologias ativas e o fortalecimento das competências docentes permitem à escola atuar como mediadora das demandas contemporâneas, formando cidadãos críticos, autônomos e preparados para lidar com as incertezas da sociedade atual. Essa transformação requer planejamento, inovação pedagógica, apoio institucional e compromisso ético com uma educação inclusiva e equitativa.


https://revistatopicos.com.br/artigos/educacao-no-contexto-atual-dificuldades-e-potencialidades.adaptado. 

Apesar de parecer banal, o exercício traz benefícios expressivos. Ele contribui para reduzir "o risco de quedas", aumentar "a resistência física" e favorecer "a memória", efeitos que ganham importância crescente com o avanço da idade.


De acordo com as regras de colocação pronominal, as reescritas corretas para substituir os termos destacados por pronomes oblíquos são, respectivamente:

Alternativas
Q3880523 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Educação no contexto atual


A educação contemporânea enfrenta desafios significativos para tornar o ensino e a aprendizagem mais eficazes em um contexto marcado por profundas transformações sociais, culturais e tecnológicas. Apesar dos avanços já alcançados, a educação permanece como um instrumento central de mobilidade social, inclusão e emancipação. Nesse cenário dinâmico, práticas pedagógicas bem planejadas podem aproveitar as mudanças aceleradas da sociedade para promover aprendizagens significativas, o desenvolvimento crítico e a formação integral dos estudantes, exigindo constante inovação por parte das instituições de ensino.


As rápidas mudanças nos contextos sociais e familiares geram novas demandas emocionais, cognitivas e sociais, tornando o processo educativo mais complexo. Os estudantes tendem a apresentar maior instabilidade emocional, dificuldades de concentração e desafios no desenvolvimento da autonomia, o que exige do professor competências que ultrapassam o domínio do conteúdo. Cabe ao docente mediar conflitos, estimular a aprendizagem colaborativa, lidar com questões socioemocionais e integrar tecnologias de forma pedagógica e estratégica.


Nesse contexto, as tecnologias digitais tornam-se ferramentas indispensáveis. Ambientes virtuais, plataformas educacionais e recursos interativos ampliam as possibilidades de aprendizagem, favorecem a colaboração e oferecem retorno imediato. O professor passa a atuar como mediador do conhecimento, orientando os alunos na seleção, análise e construção crítica das informações. Para isso, precisa articular competências pedagógicas, tecnológicas e socioemocionais, assegurando uma aprendizagem significativa.


A inovação pedagógica também envolve metodologias ativas, que colocam o aluno no centro do processo, promovendo protagonismo, autonomia e tomada consciente de decisões. Quando integradas às tecnologias digitais, essas metodologias ampliam a diversidade de recursos, permitem o acompanhamento individual e fortalecem a interação entre os estudantes, favorecendo o desenvolvimento de habilidades críticas e reflexivas.


A formação continuada do professor é outro elemento essencial. Além do domínio dos conteúdos curriculares, é necessário desenvolver competências digitais, estratégias pedagógicas inovadoras, habilidades socioemocionais e capacidades de comunicação e resolução de problemas, especialmente em contextos híbridos. Contudo, persistem desafios estruturais, como desigualdade de acesso às tecnologias, limitações de infraestrutura, sobrecarga de trabalho docente e resistência a mudanças.


Dessa forma, a educação atual vive um duplo movimento: enfrenta limitações e fragilidades, mas possui grande potencial transformador. A integração de tecnologias, a adoção de metodologias ativas e o fortalecimento das competências docentes permitem à escola atuar como mediadora das demandas contemporâneas, formando cidadãos críticos, autônomos e preparados para lidar com as incertezas da sociedade atual. Essa transformação requer planejamento, inovação pedagógica, apoio institucional e compromisso ético com uma educação inclusiva e equitativa.


https://revistatopicos.com.br/artigos/educacao-no-contexto-atual-dificuldades-e-potencialidades.adaptado. 

Um dos motivos pelos quais médicos usam esse teste está ligado à "sarcopenia".
De acordo com o texto-base, o significado do vocábulo destacado na frase        
Alternativas
Q3880522 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Educação no contexto atual


A educação contemporânea enfrenta desafios significativos para tornar o ensino e a aprendizagem mais eficazes em um contexto marcado por profundas transformações sociais, culturais e tecnológicas. Apesar dos avanços já alcançados, a educação permanece como um instrumento central de mobilidade social, inclusão e emancipação. Nesse cenário dinâmico, práticas pedagógicas bem planejadas podem aproveitar as mudanças aceleradas da sociedade para promover aprendizagens significativas, o desenvolvimento crítico e a formação integral dos estudantes, exigindo constante inovação por parte das instituições de ensino.


As rápidas mudanças nos contextos sociais e familiares geram novas demandas emocionais, cognitivas e sociais, tornando o processo educativo mais complexo. Os estudantes tendem a apresentar maior instabilidade emocional, dificuldades de concentração e desafios no desenvolvimento da autonomia, o que exige do professor competências que ultrapassam o domínio do conteúdo. Cabe ao docente mediar conflitos, estimular a aprendizagem colaborativa, lidar com questões socioemocionais e integrar tecnologias de forma pedagógica e estratégica.


Nesse contexto, as tecnologias digitais tornam-se ferramentas indispensáveis. Ambientes virtuais, plataformas educacionais e recursos interativos ampliam as possibilidades de aprendizagem, favorecem a colaboração e oferecem retorno imediato. O professor passa a atuar como mediador do conhecimento, orientando os alunos na seleção, análise e construção crítica das informações. Para isso, precisa articular competências pedagógicas, tecnológicas e socioemocionais, assegurando uma aprendizagem significativa.


A inovação pedagógica também envolve metodologias ativas, que colocam o aluno no centro do processo, promovendo protagonismo, autonomia e tomada consciente de decisões. Quando integradas às tecnologias digitais, essas metodologias ampliam a diversidade de recursos, permitem o acompanhamento individual e fortalecem a interação entre os estudantes, favorecendo o desenvolvimento de habilidades críticas e reflexivas.


A formação continuada do professor é outro elemento essencial. Além do domínio dos conteúdos curriculares, é necessário desenvolver competências digitais, estratégias pedagógicas inovadoras, habilidades socioemocionais e capacidades de comunicação e resolução de problemas, especialmente em contextos híbridos. Contudo, persistem desafios estruturais, como desigualdade de acesso às tecnologias, limitações de infraestrutura, sobrecarga de trabalho docente e resistência a mudanças.


Dessa forma, a educação atual vive um duplo movimento: enfrenta limitações e fragilidades, mas possui grande potencial transformador. A integração de tecnologias, a adoção de metodologias ativas e o fortalecimento das competências docentes permitem à escola atuar como mediadora das demandas contemporâneas, formando cidadãos críticos, autônomos e preparados para lidar com as incertezas da sociedade atual. Essa transformação requer planejamento, inovação pedagógica, apoio institucional e compromisso ético com uma educação inclusiva e equitativa.


https://revistatopicos.com.br/artigos/educacao-no-contexto-atual-dificuldades-e-potencialidades.adaptado. 

Com "persistência" e regularidade, é possível manter bom equilíbrio até idades muito avançadas.
Em relação ao sinônimo, é correto afirmar que o termo destacado pode ser adequadamente substituído por:
Alternativas
Q3880521 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Educação no contexto atual


A educação contemporânea enfrenta desafios significativos para tornar o ensino e a aprendizagem mais eficazes em um contexto marcado por profundas transformações sociais, culturais e tecnológicas. Apesar dos avanços já alcançados, a educação permanece como um instrumento central de mobilidade social, inclusão e emancipação. Nesse cenário dinâmico, práticas pedagógicas bem planejadas podem aproveitar as mudanças aceleradas da sociedade para promover aprendizagens significativas, o desenvolvimento crítico e a formação integral dos estudantes, exigindo constante inovação por parte das instituições de ensino.


As rápidas mudanças nos contextos sociais e familiares geram novas demandas emocionais, cognitivas e sociais, tornando o processo educativo mais complexo. Os estudantes tendem a apresentar maior instabilidade emocional, dificuldades de concentração e desafios no desenvolvimento da autonomia, o que exige do professor competências que ultrapassam o domínio do conteúdo. Cabe ao docente mediar conflitos, estimular a aprendizagem colaborativa, lidar com questões socioemocionais e integrar tecnologias de forma pedagógica e estratégica.


Nesse contexto, as tecnologias digitais tornam-se ferramentas indispensáveis. Ambientes virtuais, plataformas educacionais e recursos interativos ampliam as possibilidades de aprendizagem, favorecem a colaboração e oferecem retorno imediato. O professor passa a atuar como mediador do conhecimento, orientando os alunos na seleção, análise e construção crítica das informações. Para isso, precisa articular competências pedagógicas, tecnológicas e socioemocionais, assegurando uma aprendizagem significativa.


A inovação pedagógica também envolve metodologias ativas, que colocam o aluno no centro do processo, promovendo protagonismo, autonomia e tomada consciente de decisões. Quando integradas às tecnologias digitais, essas metodologias ampliam a diversidade de recursos, permitem o acompanhamento individual e fortalecem a interação entre os estudantes, favorecendo o desenvolvimento de habilidades críticas e reflexivas.


A formação continuada do professor é outro elemento essencial. Além do domínio dos conteúdos curriculares, é necessário desenvolver competências digitais, estratégias pedagógicas inovadoras, habilidades socioemocionais e capacidades de comunicação e resolução de problemas, especialmente em contextos híbridos. Contudo, persistem desafios estruturais, como desigualdade de acesso às tecnologias, limitações de infraestrutura, sobrecarga de trabalho docente e resistência a mudanças.


Dessa forma, a educação atual vive um duplo movimento: enfrenta limitações e fragilidades, mas possui grande potencial transformador. A integração de tecnologias, a adoção de metodologias ativas e o fortalecimento das competências docentes permitem à escola atuar como mediadora das demandas contemporâneas, formando cidadãos críticos, autônomos e preparados para lidar com as incertezas da sociedade atual. Essa transformação requer planejamento, inovação pedagógica, apoio institucional e compromisso ético com uma educação inclusiva e equitativa.


https://revistatopicos.com.br/artigos/educacao-no-contexto-atual-dificuldades-e-potencialidades.adaptado. 

Pessoas que conseguiam sustentar a posição por poucos segundos apresentaram probabilidade de morte muito superior àquelas "que alcançaram dez segundos ou mais".
Sintaticamente, a oração destacada na frase trata-se de oração:
Alternativas
Q3880520 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Educação no contexto atual


A educação contemporânea enfrenta desafios significativos para tornar o ensino e a aprendizagem mais eficazes em um contexto marcado por profundas transformações sociais, culturais e tecnológicas. Apesar dos avanços já alcançados, a educação permanece como um instrumento central de mobilidade social, inclusão e emancipação. Nesse cenário dinâmico, práticas pedagógicas bem planejadas podem aproveitar as mudanças aceleradas da sociedade para promover aprendizagens significativas, o desenvolvimento crítico e a formação integral dos estudantes, exigindo constante inovação por parte das instituições de ensino.


As rápidas mudanças nos contextos sociais e familiares geram novas demandas emocionais, cognitivas e sociais, tornando o processo educativo mais complexo. Os estudantes tendem a apresentar maior instabilidade emocional, dificuldades de concentração e desafios no desenvolvimento da autonomia, o que exige do professor competências que ultrapassam o domínio do conteúdo. Cabe ao docente mediar conflitos, estimular a aprendizagem colaborativa, lidar com questões socioemocionais e integrar tecnologias de forma pedagógica e estratégica.


Nesse contexto, as tecnologias digitais tornam-se ferramentas indispensáveis. Ambientes virtuais, plataformas educacionais e recursos interativos ampliam as possibilidades de aprendizagem, favorecem a colaboração e oferecem retorno imediato. O professor passa a atuar como mediador do conhecimento, orientando os alunos na seleção, análise e construção crítica das informações. Para isso, precisa articular competências pedagógicas, tecnológicas e socioemocionais, assegurando uma aprendizagem significativa.


A inovação pedagógica também envolve metodologias ativas, que colocam o aluno no centro do processo, promovendo protagonismo, autonomia e tomada consciente de decisões. Quando integradas às tecnologias digitais, essas metodologias ampliam a diversidade de recursos, permitem o acompanhamento individual e fortalecem a interação entre os estudantes, favorecendo o desenvolvimento de habilidades críticas e reflexivas.


A formação continuada do professor é outro elemento essencial. Além do domínio dos conteúdos curriculares, é necessário desenvolver competências digitais, estratégias pedagógicas inovadoras, habilidades socioemocionais e capacidades de comunicação e resolução de problemas, especialmente em contextos híbridos. Contudo, persistem desafios estruturais, como desigualdade de acesso às tecnologias, limitações de infraestrutura, sobrecarga de trabalho docente e resistência a mudanças.


Dessa forma, a educação atual vive um duplo movimento: enfrenta limitações e fragilidades, mas possui grande potencial transformador. A integração de tecnologias, a adoção de metodologias ativas e o fortalecimento das competências docentes permitem à escola atuar como mediadora das demandas contemporâneas, formando cidadãos críticos, autônomos e preparados para lidar com as incertezas da sociedade atual. Essa transformação requer planejamento, inovação pedagógica, apoio institucional e compromisso ético com uma educação inclusiva e equitativa.


https://revistatopicos.com.br/artigos/educacao-no-contexto-atual-dificuldades-e-potencialidades.adaptado. 

Avaliações clínicas mostram que pessoas muito idosas ainda conseguem permanecer sobre uma perna por tempo satisfatório, evidenciando que os sistemas do corpo podem ser estimulados e aprimorados até os últimos anos de vida.
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3880519 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Educação no contexto atual


A educação contemporânea enfrenta desafios significativos para tornar o ensino e a aprendizagem mais eficazes em um contexto marcado por profundas transformações sociais, culturais e tecnológicas. Apesar dos avanços já alcançados, a educação permanece como um instrumento central de mobilidade social, inclusão e emancipação. Nesse cenário dinâmico, práticas pedagógicas bem planejadas podem aproveitar as mudanças aceleradas da sociedade para promover aprendizagens significativas, o desenvolvimento crítico e a formação integral dos estudantes, exigindo constante inovação por parte das instituições de ensino.


As rápidas mudanças nos contextos sociais e familiares geram novas demandas emocionais, cognitivas e sociais, tornando o processo educativo mais complexo. Os estudantes tendem a apresentar maior instabilidade emocional, dificuldades de concentração e desafios no desenvolvimento da autonomia, o que exige do professor competências que ultrapassam o domínio do conteúdo. Cabe ao docente mediar conflitos, estimular a aprendizagem colaborativa, lidar com questões socioemocionais e integrar tecnologias de forma pedagógica e estratégica.


Nesse contexto, as tecnologias digitais tornam-se ferramentas indispensáveis. Ambientes virtuais, plataformas educacionais e recursos interativos ampliam as possibilidades de aprendizagem, favorecem a colaboração e oferecem retorno imediato. O professor passa a atuar como mediador do conhecimento, orientando os alunos na seleção, análise e construção crítica das informações. Para isso, precisa articular competências pedagógicas, tecnológicas e socioemocionais, assegurando uma aprendizagem significativa.


A inovação pedagógica também envolve metodologias ativas, que colocam o aluno no centro do processo, promovendo protagonismo, autonomia e tomada consciente de decisões. Quando integradas às tecnologias digitais, essas metodologias ampliam a diversidade de recursos, permitem o acompanhamento individual e fortalecem a interação entre os estudantes, favorecendo o desenvolvimento de habilidades críticas e reflexivas.


A formação continuada do professor é outro elemento essencial. Além do domínio dos conteúdos curriculares, é necessário desenvolver competências digitais, estratégias pedagógicas inovadoras, habilidades socioemocionais e capacidades de comunicação e resolução de problemas, especialmente em contextos híbridos. Contudo, persistem desafios estruturais, como desigualdade de acesso às tecnologias, limitações de infraestrutura, sobrecarga de trabalho docente e resistência a mudanças.


Dessa forma, a educação atual vive um duplo movimento: enfrenta limitações e fragilidades, mas possui grande potencial transformador. A integração de tecnologias, a adoção de metodologias ativas e o fortalecimento das competências docentes permitem à escola atuar como mediadora das demandas contemporâneas, formando cidadãos críticos, autônomos e preparados para lidar com as incertezas da sociedade atual. Essa transformação requer planejamento, inovação pedagógica, apoio institucional e compromisso ético com uma educação inclusiva e equitativa.


https://revistatopicos.com.br/artigos/educacao-no-contexto-atual-dificuldades-e-potencialidades.adaptado. 

A análise do texto exige a identificação da forma como as ideias são organizadas e desenvolvidas, bem como do gênero a que pertence, considerando a finalidade comunicativa e a linguagem empregada no contexto institucional em que se insere.
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
17701: B
17702: D
17703: C
17704: D
17705: E
17706: A
17707: C
17708: A
17709: C
17710: B
17711: D
17712: C
17713: B
17714: A
17715: C
17716: A
17717: B
17718: A
17719: B
17720: C