Questões de Concurso Sobre português

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Q3526740 Português
Vinha logo de guardas rodeado,
Fontes de crimes, militar tesouro,
Por quem deixa no rego o curvo arado
O lavrador, que não conhece a glória;
E vendendo a vil preço o sangue e a vida,
Move e nem sabe por que move a guerra.

(Basílio da Gama. O Uraguai.
Em: Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira, 2015)
O Currículo Paulista: etapa ensino médio (2020) explica que uma das especificidades relativas a Práticas de Análise Linguística é “distinguir traços distintivos e significativos dos textos”.
Em relação aos versos de Basílio da Gama, a prática de análise linguística pode ser desenvolvida com a reflexão sobre
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Q3526739 Português
Vinha logo de guardas rodeado,
Fontes de crimes, militar tesouro,
Por quem deixa no rego o curvo arado
O lavrador, que não conhece a glória;
E vendendo a vil preço o sangue e a vida,
Move e nem sabe por que move a guerra.

(Basílio da Gama. O Uraguai.
Em: Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira, 2015)
De acordo com o Currículo Paulista: etapa ensino médio (2020), a inclusão de obras da tradição literária nos programas de ensino tem, entre outros objetivos, as intenções de
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Q3526738 Português
Vinha logo de guardas rodeado,
Fontes de crimes, militar tesouro,
Por quem deixa no rego o curvo arado
O lavrador, que não conhece a glória;
E vendendo a vil preço o sangue e a vida,
Move e nem sabe por que move a guerra.

(Basílio da Gama. O Uraguai.
Em: Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira, 2015)
Nos versos, o eu lírico estabelece uma
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Q3526737 Português




(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 21.08.2024)

Com base em Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida (Letramentos, mídias, linguagens, 2019), a tira é considerada um gênero multimodal porque
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Q3526736 Português




(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 21.08.2024)

O Currículo Paulista: etapa ensino médio (2020) esclarece que “o componente [Língua Portuguesa] tem enfoque na presença de textos multimodais e em sua variedade de linguagens e discursos”.
Dessa forma, uma tira como a do Recruta Zero, quando tomada como objeto de ensino, deve propiciar 
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Q3526735 Português




(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 21.08.2024)

De acordo com Luiz Antônio Marcuschi (Produção textual, análise de textos e compreensão, 2008), o processo de coesão conectiva que a fala do segundo quadro estabelece com a do primeiro se baseia no emprego de operador
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Q3526734 Português




(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 21.08.2024)

De acordo com Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto, 2011), a relação coesiva estabelecida entre o pronome “Elas” (1o quadro) e “as baratas” (2o quadro) é denominada
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Q3526732 Português
De acordo com Marcos Bagno (Preconceito linguístico, 2015), o preconceito linguístico decorre de uma série de mitos. O que ele define como Mito no 1 diz respeito à falsa ideia de que o português do Brasil
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Q3526731 Português
O leão, o lobo e a raposa


   O leão, envelhecido, estava doente, acamado em sua caverna. E, à exceção da raposa, todos os demais animais apareciam para visitar o rei. Então, o lobo, aproveitando a oportunidade, denunciou a raposa ao leão – de que não mostrava consideração alguma por quem tinha poder sobre todos eles, e que por isso nem vinha visitá-lo. Nesse instante apareceu a própria raposa, e escutou as últimas palavras do lobo. O leão então rugiu para ela. Pedindo uma oportunidade para se defender, ela disse: “E quem entre os aqui reunidos lhe foi tão benéfico quanto eu, que perambulando por toda parte procurei e descobri junto aos médicos um tratamento para você?”. Tendo o leão ordenado que falasse logo o tratamento, ela disse: “Esfolando o lobo vivo, vestir a pele quente dele...”. Logo o lobo jazia morto, e a raposa rindo falou assim: “Não se deve incitar o chefe à malevolência, mas sim à benevolência.”

    A história mostra que quem maquina contra o outro volta a maquinação contra si.


(Fábulas, seguidas de Romance de Esopo. Seleção, tradução e apresentação de André Malta, 2017)
De acordo com Bernard Schneuwly & Joaquim Dolz (Gêneros orais e escritos na escola, 2004), “... a comunicação oral não se esgota somente na utilização de meios linguísticos ou prosódicos; vai utilizar também signos de sistemas semióticos não linguísticos, desde que codificados, isto é, convencionalmente reconhecidos como significantes ou sinais de uma atitude”.
Na fábula, uma passagem que sinaliza o emprego de um meio paralinguístico é:
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Q3526730 Português
O leão, o lobo e a raposa


   O leão, envelhecido, estava doente, acamado em sua caverna. E, à exceção da raposa, todos os demais animais apareciam para visitar o rei. Então, o lobo, aproveitando a oportunidade, denunciou a raposa ao leão – de que não mostrava consideração alguma por quem tinha poder sobre todos eles, e que por isso nem vinha visitá-lo. Nesse instante apareceu a própria raposa, e escutou as últimas palavras do lobo. O leão então rugiu para ela. Pedindo uma oportunidade para se defender, ela disse: “E quem entre os aqui reunidos lhe foi tão benéfico quanto eu, que perambulando por toda parte procurei e descobri junto aos médicos um tratamento para você?”. Tendo o leão ordenado que falasse logo o tratamento, ela disse: “Esfolando o lobo vivo, vestir a pele quente dele...”. Logo o lobo jazia morto, e a raposa rindo falou assim: “Não se deve incitar o chefe à malevolência, mas sim à benevolência.”

    A história mostra que quem maquina contra o outro volta a maquinação contra si.


(Fábulas, seguidas de Romance de Esopo. Seleção, tradução e apresentação de André Malta, 2017)
No Jogo Gramática das Fábulas (Wagner Rodrigues Silva, Andreia Cristina Fidelis e Kiahra Antonella. Laboratório virtual de pesquisa escolar com gramática: educação científica em aulas de língua materna, 2024), os autores explicam que “... foram padronizadas cores para identificar os elementos gramaticais em posições específicas na oração. Essa padronização fora empregada nos diferentes materiais do LabGram. Utilizamos o vermelho para o substantivo núcleo do grupo nominal na posição de participante principal; o verde para as diferentes formas verbais; o rosa e o roxo para os substantivos complementos dos verbos, sendo o último responsável pela função de beneficiário; o marrom para os determinantes dos grupos nominais; o azul para as circunstâncias; e o cinza para os substantivos ou adjetivos na posição de participantes secundários em orações do descrever”.
Com base nessa explicação, uma passagem do texto de Esopo em que os três termos destacados correspondem, respectivamente, às cores vermelho, rosa e roxo, é:
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Q3526729 Português
O leão, o lobo e a raposa


   O leão, envelhecido, estava doente, acamado em sua caverna. E, à exceção da raposa, todos os demais animais apareciam para visitar o rei. Então, o lobo, aproveitando a oportunidade, denunciou a raposa ao leão – de que não mostrava consideração alguma por quem tinha poder sobre todos eles, e que por isso nem vinha visitá-lo. Nesse instante apareceu a própria raposa, e escutou as últimas palavras do lobo. O leão então rugiu para ela. Pedindo uma oportunidade para se defender, ela disse: “E quem entre os aqui reunidos lhe foi tão benéfico quanto eu, que perambulando por toda parte procurei e descobri junto aos médicos um tratamento para você?”. Tendo o leão ordenado que falasse logo o tratamento, ela disse: “Esfolando o lobo vivo, vestir a pele quente dele...”. Logo o lobo jazia morto, e a raposa rindo falou assim: “Não se deve incitar o chefe à malevolência, mas sim à benevolência.”

    A história mostra que quem maquina contra o outro volta a maquinação contra si.


(Fábulas, seguidas de Romance de Esopo. Seleção, tradução e apresentação de André Malta, 2017)
Fundamentando-se em Bernard Schneuwly & Joaquim Dolz (Gêneros orais e escritos na escola, 2004), a capacidade de linguagem predominante na fábula e o seu domínio social de comunicação são, correta e respectivamente:
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Q3526728 Português

Leia a tira.


Imagem associada para resolução da questão



(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 28.10.2024)


De acordo com o Currículo Paulista: ensino fundamental (2019), espera-se que os sujeitos sociais “usem a reflexão linguística e semiótica a favor da produção de sentido, de um uso consciente da língua e seus recursos”.


Com base nessa informação, ao analisar os sentidos estabelecidos na tira, conclui-se que, para o comprador e para o vendedor, os sentidos que a preposição “de” assume na expressão “pulverização de insetos” são, correta e respectivamente, equivalentes a

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Q3526272 Português
De acordo com Omote (2014), os educadores precisam estar motivados e compromissados para tornarem-se agentes capazes de promover a formação das novas gerações de cidadãos.
Segundo ele,
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Q3525767 Português
De acordo com Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida (Letramentos, mídias, linguagens. 2019), “O conceito de letramento, repetimos, passa ao plural: deixamos de falar em ‘letramento’ e passamos a falar em ‘letramentoS’.” Segundo os autores, essa mudança conceitual deve-se ao fato de
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Q3525766 Português
Schneuwly (em Bernard Schneuwly & Joaquim Dolz. Gêneros orais e escritos na escola. 2004), retomando Bakhtin, explica que este designa os gêneros primários como
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Q3525765 Português
De acordo com Luiz Antônio Marcuschi (Produção textual, análise de textos e compreensão. 2008), no domínio discursivo jornalístico, são exemplos de gêneros da oralidade e de gêneros da escrita, correta e respectivamente:
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Q3525763 Português
Leia o texto para responder à questão.


Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
Considere as passagens:

•  Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual... (3° parágrafo)
•  Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro... (6° parágrafo)

Os termos destacados estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
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Q3525762 Português
Leia o texto para responder à questão.


Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
O tipo de relação coesiva estabelecido entre os termos destacados em – Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades (4° parágrafo) – ao redor de todo o país. – também ocorre em: 
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Q3525761 Português
Leia o texto para responder à questão.


Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
O pronome destacado exerce função anafórica, retomando um longo trecho do texto (mais de 4 palavras), em:
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Q3525760 Português
Leia o texto para responder à questão.


Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
De acordo com Ingedore Grunfeld Villaça Koch (Desvendando os segredos do texto. 2018), os modalizadores epistêmicos “assinalam o grau de comprometimento/engajamento do locutor com relação ao seu enunciado, o grau de certeza com relação aos fatos enunciados”. Essa afirmação se comprova com o termo destacado em: 
Alternativas
Respostas
45141: D
45142: C
45143: E
45144: E
45145: B
45146: D
45147: A
45148: C
45149: D
45150: E
45151: B
45152: A
45153: B
45154: B
45155: D
45156: A
45157: B
45158: C
45159: E
45160: A