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Q3527961 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Bullying e dificuldade de fazer amigos afetam saúde mental de adolescentes


Um estudo internacional publicado no Journal of Child Psychology and Psychiatry investigou o impacto de fatores de conexão social na saúde mental de adolescentes no Brasil e no Reino Unido e constatou que viver em um arranjo familiar “não convencional” ("non-intact family structures") – convivência com meios-irmãos ou pais separados –, mudar de endereço, ter dificuldades para fazer amigos ou ser vítima de (ou praticar) bullying estão consistentemente associados a problemas de saúde mental em ambos os países.

Bullying é o termo em inglês que se popularizou para indicar intimidação sistemática, com violência física ou psicológica, envolvendo atos de humilhação ou discriminação por meio de insultos, ameaças ou comentários/apelidos pejorativos.

Acompanhados por três anos, 11.756 jovens foram avaliados (2.010 do Brasil e 9.746 do Reino Unido) para verificar associações entre potenciais fatores geradores e sintomas internalizantes (emocionais) e externalizantes (comportamentais) de adoecimento mental. Os internalizantes são reações que se expressam em relação ao próprio indivíduo, como ansiedade e depressão. Os externalizantes manifestam-se em direção a outras pessoas, como agredir, mentir ou roubar.

“Foram feitas reuniões com jovens para examinar quais fatores sociais eles acreditavam ser importantes e que poderiam impactar na sua saúde mental. Em seguida, os pesquisadores identificaram variáveis semelhantes entre os dois grupos [de adolescentes do Brasil e do Reino Unido]. Após essa harmonização de dados, foram utilizadas técnicas para garantir que eram comparáveis e a partir daí foram feitas as análises”, explica Maurício Scopel Hoffmann, chefe do Departamento de Neuropsiquiatria da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), um dos autores da pesquisa e integrante do Centro Nacional de Ciência e Inovação em Saúde Mental (CISM), que é apoiado pela Fapesp.

Ao longo da investigação, foram observadas algumas diferenças entre os grupos de adolescentes estudados nos dois países. Enquanto os jovens do Reino Unido apresentaram maiores impactos na saúde mental associados ao bullying, no Brasil o tamanho da família pareceu ser um fator de risco para problemas internalizantes.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/bullying-e-dificuldade-de-fazeramigos-afetam-saude-mental-de-adolescentes/ (adaptado). 
Com base nos dados apresentados no texto, analise as assertivas a seguir:

I. O estudo acompanhou mais de 11 mil adolescentes ao longo de três anos, sendo a maioria dos participantes oriundos do Reino Unido.
II. A amostra total da pesquisa incluiu exatamente 2.010 adolescentes brasileiros e 9.746 adolescentes britânicos.
III. A diferença entre o número de participantes dos dois países é superior a 7 mil indivíduos.

Com relação às assertivas, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3527960 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Bullying e dificuldade de fazer amigos afetam saúde mental de adolescentes


Um estudo internacional publicado no Journal of Child Psychology and Psychiatry investigou o impacto de fatores de conexão social na saúde mental de adolescentes no Brasil e no Reino Unido e constatou que viver em um arranjo familiar “não convencional” ("non-intact family structures") – convivência com meios-irmãos ou pais separados –, mudar de endereço, ter dificuldades para fazer amigos ou ser vítima de (ou praticar) bullying estão consistentemente associados a problemas de saúde mental em ambos os países.

Bullying é o termo em inglês que se popularizou para indicar intimidação sistemática, com violência física ou psicológica, envolvendo atos de humilhação ou discriminação por meio de insultos, ameaças ou comentários/apelidos pejorativos.

Acompanhados por três anos, 11.756 jovens foram avaliados (2.010 do Brasil e 9.746 do Reino Unido) para verificar associações entre potenciais fatores geradores e sintomas internalizantes (emocionais) e externalizantes (comportamentais) de adoecimento mental. Os internalizantes são reações que se expressam em relação ao próprio indivíduo, como ansiedade e depressão. Os externalizantes manifestam-se em direção a outras pessoas, como agredir, mentir ou roubar.

“Foram feitas reuniões com jovens para examinar quais fatores sociais eles acreditavam ser importantes e que poderiam impactar na sua saúde mental. Em seguida, os pesquisadores identificaram variáveis semelhantes entre os dois grupos [de adolescentes do Brasil e do Reino Unido]. Após essa harmonização de dados, foram utilizadas técnicas para garantir que eram comparáveis e a partir daí foram feitas as análises”, explica Maurício Scopel Hoffmann, chefe do Departamento de Neuropsiquiatria da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), um dos autores da pesquisa e integrante do Centro Nacional de Ciência e Inovação em Saúde Mental (CISM), que é apoiado pela Fapesp.

Ao longo da investigação, foram observadas algumas diferenças entre os grupos de adolescentes estudados nos dois países. Enquanto os jovens do Reino Unido apresentaram maiores impactos na saúde mental associados ao bullying, no Brasil o tamanho da família pareceu ser um fator de risco para problemas internalizantes.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/bullying-e-dificuldade-de-fazeramigos-afetam-saude-mental-de-adolescentes/ (adaptado). 
Com base na comparação entre os grupos de adolescentes brasileiros e britânicos, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3527959 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Bullying e dificuldade de fazer amigos afetam saúde mental de adolescentes


Um estudo internacional publicado no Journal of Child Psychology and Psychiatry investigou o impacto de fatores de conexão social na saúde mental de adolescentes no Brasil e no Reino Unido e constatou que viver em um arranjo familiar “não convencional” ("non-intact family structures") – convivência com meios-irmãos ou pais separados –, mudar de endereço, ter dificuldades para fazer amigos ou ser vítima de (ou praticar) bullying estão consistentemente associados a problemas de saúde mental em ambos os países.

Bullying é o termo em inglês que se popularizou para indicar intimidação sistemática, com violência física ou psicológica, envolvendo atos de humilhação ou discriminação por meio de insultos, ameaças ou comentários/apelidos pejorativos.

Acompanhados por três anos, 11.756 jovens foram avaliados (2.010 do Brasil e 9.746 do Reino Unido) para verificar associações entre potenciais fatores geradores e sintomas internalizantes (emocionais) e externalizantes (comportamentais) de adoecimento mental. Os internalizantes são reações que se expressam em relação ao próprio indivíduo, como ansiedade e depressão. Os externalizantes manifestam-se em direção a outras pessoas, como agredir, mentir ou roubar.

“Foram feitas reuniões com jovens para examinar quais fatores sociais eles acreditavam ser importantes e que poderiam impactar na sua saúde mental. Em seguida, os pesquisadores identificaram variáveis semelhantes entre os dois grupos [de adolescentes do Brasil e do Reino Unido]. Após essa harmonização de dados, foram utilizadas técnicas para garantir que eram comparáveis e a partir daí foram feitas as análises”, explica Maurício Scopel Hoffmann, chefe do Departamento de Neuropsiquiatria da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), um dos autores da pesquisa e integrante do Centro Nacional de Ciência e Inovação em Saúde Mental (CISM), que é apoiado pela Fapesp.

Ao longo da investigação, foram observadas algumas diferenças entre os grupos de adolescentes estudados nos dois países. Enquanto os jovens do Reino Unido apresentaram maiores impactos na saúde mental associados ao bullying, no Brasil o tamanho da família pareceu ser um fator de risco para problemas internalizantes.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/bullying-e-dificuldade-de-fazeramigos-afetam-saude-mental-de-adolescentes/ (adaptado). 
A partir da leitura do texto, é possível concluir que os pesquisadores buscaram identificar: 
Alternativas
Q3527953 Português
A luta em torno do mito de origem da República mostrou a dificuldade de construir um herói para o novo regime. Heróis são encarnações de ideias e aspirações, pontos de referência, fulcros de identificação coletiva. Não há regime que não promova o culto de seus heróis e não possua seu panteão cívico.
(José Murilo de Carvalho, 2017. Adaptado)

Desse modo, no entendimento de José Murilo de Carvalho, os heróis
Alternativas
Q3527801 Português
A palavra “quilos” NÃO apresenta:
Alternativas
Q3527800 Português

Na imagem abaixo, a palavra “emissário” poderia ser substituída, sem alteração do sentido, por:




Q6.png (280×225)

Alternativas
Q3527799 Português
O cigarro eletrônico e os jovens 

    Crianças e adolescentes sempre foram alvo da indústria do tabaco. Não à toa, fumar é um vício que começa na juventude. Cerca de 25% dos tabagistas começam a fumar antes dos 14 anos. Se antes o objetivo das propagandas de tabaco era tornar os jovens dependentes do cigarro, agora a meta continua a ser convencê-los a consumir nicotina, mas por outras vias. 

    A indústria vem pegando pesado na propaganda dos DEFs, os dispositivos eletrônicos para fumar. Um dos argumentos da indústria do tabaco é que esse cigarro eletrônico ajudaria os fumantes a deixarem o cigarro. Assim, trocar o cigarro convencional pelo eletrônico seria uma forma de reduzir danos e, aos poucos, deixar o uso de nicotina para trás.

    Contudo, há cada vez mais dados a respeito dos malefícios desses produtos à saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, “estudos científicos mostram que o uso dos DEFs, tanto agudo como crônico, está diretamente ligado ao surgimento de várias doenças respiratórias, gastrointestinais e orais, além de causar dependência e estimular o uso dos cigarros convencionais”. 

    A quantidade de nicotina e de outras substâncias tóxicas contida nos DEFs varia — alguns chegam a conter a quantidade de nicotina encontrada em cinco maços de cigarro convencional.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.

Assinalar a alternativa em que o verbo sublinhado está CORRETAMENTE flexionado no pretérito imperfeito do modo indicativo.
Alternativas
Q3527797 Português
O cigarro eletrônico e os jovens 

    Crianças e adolescentes sempre foram alvo da indústria do tabaco. Não à toa, fumar é um vício que começa na juventude. Cerca de 25% dos tabagistas começam a fumar antes dos 14 anos. Se antes o objetivo das propagandas de tabaco era tornar os jovens dependentes do cigarro, agora a meta continua a ser convencê-los a consumir nicotina, mas por outras vias. 

    A indústria vem pegando pesado na propaganda dos DEFs, os dispositivos eletrônicos para fumar. Um dos argumentos da indústria do tabaco é que esse cigarro eletrônico ajudaria os fumantes a deixarem o cigarro. Assim, trocar o cigarro convencional pelo eletrônico seria uma forma de reduzir danos e, aos poucos, deixar o uso de nicotina para trás.

    Contudo, há cada vez mais dados a respeito dos malefícios desses produtos à saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, “estudos científicos mostram que o uso dos DEFs, tanto agudo como crônico, está diretamente ligado ao surgimento de várias doenças respiratórias, gastrointestinais e orais, além de causar dependência e estimular o uso dos cigarros convencionais”. 

    A quantidade de nicotina e de outras substâncias tóxicas contida nos DEFs varia — alguns chegam a conter a quantidade de nicotina encontrada em cinco maços de cigarro convencional.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.

Considerando a quantidade de sílabas das palavras retiradas do texto, analisar os itens.

I. “Gastrointestinais” possui seis sílabas.
II. “Orais” possui três sílabas.
III. “Adolescentes” possui cinco sílabas.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3527796 Português
O cigarro eletrônico e os jovens 

    Crianças e adolescentes sempre foram alvo da indústria do tabaco. Não à toa, fumar é um vício que começa na juventude. Cerca de 25% dos tabagistas começam a fumar antes dos 14 anos. Se antes o objetivo das propagandas de tabaco era tornar os jovens dependentes do cigarro, agora a meta continua a ser convencê-los a consumir nicotina, mas por outras vias. 

    A indústria vem pegando pesado na propaganda dos DEFs, os dispositivos eletrônicos para fumar. Um dos argumentos da indústria do tabaco é que esse cigarro eletrônico ajudaria os fumantes a deixarem o cigarro. Assim, trocar o cigarro convencional pelo eletrônico seria uma forma de reduzir danos e, aos poucos, deixar o uso de nicotina para trás.

    Contudo, há cada vez mais dados a respeito dos malefícios desses produtos à saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, “estudos científicos mostram que o uso dos DEFs, tanto agudo como crônico, está diretamente ligado ao surgimento de várias doenças respiratórias, gastrointestinais e orais, além de causar dependência e estimular o uso dos cigarros convencionais”. 

    A quantidade de nicotina e de outras substâncias tóxicas contida nos DEFs varia — alguns chegam a conter a quantidade de nicotina encontrada em cinco maços de cigarro convencional.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.

No texto, a palavra “adolescentes” está corretamente grafada com “sc”. Em relação à ortografia das palavras abaixo, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Nescessário.
( ) Crecer.
( ) Incerto.
( ) Ascensão.
Alternativas
Q3527773 Português
    Um chinês (ou era um indiano?) ajudava um grupo de arqueiros a melhorarem sua pontaria. Trabalharam durante alguns meses, e chegou o dia da prova. A cada um que se apresentava, o mestre fazia as mesmas perguntas, nesta mesma ordem:

a) Você vê aquela floresta?

b) Você vê aquela árvore?

c) Você vê aquele galho?

d) Você vê aquele passarinho naquele galho?

    Todos respondiam “sim” a todas essas perguntas e eram dispensados pelo mestre, que lhes dizia: “Se você vê tudo isto, não adianta tentar: vai errar! Terá que voltar aos treinamentos”.

    Apenas um respondeu negativamente a todas as perguntas do mestre. Este, então, acrescentou mais uma pergunta:

“O que você vê?”

    – Vejo, respondeu o discípulo, o olho de um passarinho.

    – Vai, disse o mestre, não precisa tentar: não é possível que você erre.


(Extraído de Gandin, 2011. Adaptado)
Na perspectiva trabalhada por Gandin (2011), o discípulo que enxerga o olho do passarinho representa
Alternativas
Q3527390 Português
Leia o seguinte trecho do Currículo paulista:
        As experiências, análises críticas e aprendizagens propostas neste campo podem se constituir como suporte para os processos de construção de identidade e de projetos de vida, por meio do mapeamento e do resgate de trajetórias, interesses, afinidades, antipatias, angústias, temores etc., que possibilitam uma ampliação de referências e experiências culturais diversas e do conhecimento sobre si.
Considerando a organização do ensino para a área de Linguagens, é correto afirmar que essa descrição diz respeito ao
Alternativas
Q3527311 Português

Ao pluralizar a palavra sublinhada abaixo, quantas outras palavras deverão ser alteradas para fins de concordância?



Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo.

Alternativas
Q3527310 Português
Sobre o uso dos porquês, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3527309 Português
Assinalar a alternativa que apresenta o uso CORRETO da crase.
Alternativas
Q3527308 Português

Considerando os sinais de pontuação, analisar os itens.



I. Na frase “Machado de Assis, um dos maiores escritores brasileiros, nasceu no Rio de Janeiro.”, as vírgulas separam um aposto explicativo.


II. Utiliza-se ponto de exclamação após interjeições.


III. Na frase “Para a receita, precisamos de três ingredientes: ovos, farinha e leite.”, os dois pontos apresentam uma enumeração.



Está CORRETO o que se afirma:

Alternativas
Q3527307 Português
A inclusão da Internet na educação e a cibercultura


    O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.

    A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.

    Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.

    Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.

    Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.


Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.

Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para os vocábulos e trechos destacados, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) Em “[...] que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI” (1º parágrafo), não há prejuízo em se substituir o termo sublinhado por “na qual”.


( ) Em “[...] mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi [...]” (5º parágrafo), não há prejuízo em se substituir a parte destacada por “ainda que a Internet esteja presente na escola”.


( ) Em “Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão” (4º parágrafo), não há prejuízo em se substituir o termo destacado por “tal”.

Alternativas
Q3527306 Português
A inclusão da Internet na educação e a cibercultura


    O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.

    A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.

    Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.

    Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.

    Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.


Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Considerar a frase “cada vez mais pessoas dependem da informação on-line”. Assinalar a alternativa cujo verbo exige o mesmo tipo de complemento que o sublinhado.
Alternativas
Q3527305 Português
A inclusão da Internet na educação e a cibercultura


    O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.

    A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.

    Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.

    Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.

    Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.


Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Assinalar a alternativa cujo trecho do texto traz uma comparação.
Alternativas
Q3527304 Português
A inclusão da Internet na educação e a cibercultura


    O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.

    A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.

    Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.

    Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.

    Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.


Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Na passagem “[...] a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.” (5º parágrafo), o sinal de dois-pontos é empregado, CORRETAMENTE, com a finalidade de indicar:
Alternativas
Q3527303 Português
A inclusão da Internet na educação e a cibercultura


    O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.

    A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.

    Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.

    Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.

    Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.


Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Nos trechos “Entidades financeiras [...] dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem” (3º parágrafo) e “Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história [...]” (4º parágrafo), os elementos linguísticos destacados expressam, CORRETA e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Respostas
45101: C
45102: D
45103: C
45104: C
45105: D
45106: B
45107: D
45108: C
45109: A
45110: C
45111: E
45112: B
45113: A
45114: B
45115: D
45116: D
45117: C
45118: A
45119: B
45120: D