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Q3529359 Português

O texto abaixo, de Márcia Rebêlo, serve de base para a questão. Portanto, leia-o, atentamente, antes de responder a elas.


A nossa vida é movida por altos e baixos, é por isso que precisamos, muitas vezes, buscar a ajuda de Deus, buscar forças Nele, pois há situações que somente Ele pode resolver. Portanto, por mais difíceis que as coisas estejam, confiemos em Deus e sigamos em frente. Acredite: vai dar certo e não permita que ninguém diga a você que sonhos não são possíveis.


Professora Especialista, Márcia Rebêlo. 

Em qual assertiva há uma informação correta acerca do texto lido? 
Alternativas
Q3529358 Português

O texto abaixo, de Márcia Rebêlo, serve de base para a questão. Portanto, leia-o, atentamente, antes de responder a elas.


A nossa vida é movida por altos e baixos, é por isso que precisamos, muitas vezes, buscar a ajuda de Deus, buscar forças Nele, pois há situações que somente Ele pode resolver. Portanto, por mais difíceis que as coisas estejam, confiemos em Deus e sigamos em frente. Acredite: vai dar certo e não permita que ninguém diga a você que sonhos não são possíveis.


Professora Especialista, Márcia Rebêlo. 

Em qual assertiva há uma palavra em que a sílaba tônica foi corretamente grifada?
Alternativas
Q3529357 Português

O texto abaixo, de Márcia Rebêlo, serve de base para a questão. Portanto, leia-o, atentamente, antes de responder a elas.


A nossa vida é movida por altos e baixos, é por isso que precisamos, muitas vezes, buscar a ajuda de Deus, buscar forças Nele, pois há situações que somente Ele pode resolver. Portanto, por mais difíceis que as coisas estejam, confiemos em Deus e sigamos em frente. Acredite: vai dar certo e não permita que ninguém diga a você que sonhos não são possíveis.


Professora Especialista, Márcia Rebêlo. 

Qual é o antônimo da palavra “difíceis” encontrada no trecho seguinte: “Portanto, por mais difíceis que as coisas estejam...”?
Alternativas
Q3529356 Português

O texto abaixo, de Márcia Rebêlo, serve de base para a questão. Portanto, leia-o, atentamente, antes de responder a elas.


A nossa vida é movida por altos e baixos, é por isso que precisamos, muitas vezes, buscar a ajuda de Deus, buscar forças Nele, pois há situações que somente Ele pode resolver. Portanto, por mais difíceis que as coisas estejam, confiemos em Deus e sigamos em frente. Acredite: vai dar certo e não permita que ninguém diga a você que sonhos não são possíveis.


Professora Especialista, Márcia Rebêlo. 

No trecho: “A nossa vida é movida por altos e baixos,...”, o que a autora quis dizer com a expressão “altos e baixos”?
Alternativas
Q3528910 Português
Selecione a alternativa com a concordância CORRETA segundo a norma padrão da língua portuguesa:
Alternativas
Q3528909 Português
Assinale a alternativa cuja pontuação atende perfeitamente às normas gramaticais, considerando clareza e coerência textual:
Alternativas
Q3528908 Português
Assinale a alternativa que apresenta emprego correto dos tempos e modos verbais
Alternativas
Q3528907 Português

Leia o texto e responda à questão.

“O Crime do Padre Amaro” (1875)


    A tarde estendia-se luminosa sobre Leiria quando a velha ama de Amaro, desembainhando lamentos, apertava-lhe o braço no desembarque da diligência. O ar cheirava a ervas secas, e a poeira da estrada colava-se às abas do chapéu do jovem sacerdote recém-nomeado à paróquia provincial.

    

    Amaro, de vinte e seis anos, trajava batina engomada, mas o olhar — risonho e ligeiramente ansioso — vagava entre as torres da Sé e as janelas baixas das casas térreas, onde donzelas curiosas espiavam, fingindo abanar tapetes. Trazia na bagagem poucos livros de moral, alguma roupa de linho e um espelho de bolso no qual, antes da partida, ajeitara o topete castanho. A seu redor, falatórios: a diligência trouxera cartas, encomendadas, um caixeiro franzino e as novidades da Corte.

    

    À porta da estalagem, aguardava-o o cônego Dias, gordo, respirando com esforço. Abraçou o moço, chamou-o “meu filho”, e logo se pôs a enumerar as famílias influentes da cidade, detendo-se, com benigno sorriso, na casa da senhora D. Joaneira — “excelente paroquiana, viúva devota, mãe da formosa Amélia”. Amaro ouviu, cabeça baixa, mas o rubor ligeiro que lhe subiu às faces denunciava, talvez, curiosidade pouco sacerdotal.

    

    Instalado no quarto sombrio da pensão, abriu a janela escorada em gonzos incertos e deparou, no edifício fronteiro, com a varanda florida da tal Amélia. Não a viu de pronto, mas percebeu o rumor de risos femininos que lhe chegavam como convite morno. Fechou a cortina depressa, fez o sinal-da-cruz e sentou-se à escrivaninha, disposto a reler o Imitatio Christi; todavia, enquanto folheava o livro, a imagem de um sorriso que ainda não vira insistia em ocupar-lhe o espírito.


    Pouco depois, no jantar, encontrou-se com D. Joaneira e a filha. A moça, em vestido de musselina clara, inclinou-se para recolher guardanapo caído; o gesto, simples, descobriu-lhe o colo branco. Amaro, sem querer, seguiu-lhe o movimento. Sentiu leve tontura, engoliu em seco e murmurou, aflito, que precisava tomar ar. Saiu para o pátio enlareirado, onde a noite nascente trazia cheiro de jasmim e o canto monótono de um grilo. Ali, encostado à parede úmida, meditou nos perigos do mundo: “Vim servir a Deus, mas eis que a carne me espia antes mesmo da primeira missa”, pensou.

    

    Daquele instante até o desfecho trágico que a posteridade comentaria, muito se passaria — mas, naquela tarde primeira, já pareciam traçados os contornos de uma paixão destinada a concorrer, pari passu, com os deveres sagrados do sacerdócio.


    Fonte: QUEIRÓS, Eça de. O crime do padre Amaro. Porto: Tipografia Acadêmica, 1875. (Adaptado)

No trecho “mas, naquela tarde primeira, já pareciam traçados os contornos de uma paixão destinada a concorrer, pari passu, com os deveres sagrados do sacerdócio”, o narrador sugere principalmente que:
Alternativas
Q3528906 Português

Leia o texto e responda à questão.

“O Crime do Padre Amaro” (1875)


    A tarde estendia-se luminosa sobre Leiria quando a velha ama de Amaro, desembainhando lamentos, apertava-lhe o braço no desembarque da diligência. O ar cheirava a ervas secas, e a poeira da estrada colava-se às abas do chapéu do jovem sacerdote recém-nomeado à paróquia provincial.

    

    Amaro, de vinte e seis anos, trajava batina engomada, mas o olhar — risonho e ligeiramente ansioso — vagava entre as torres da Sé e as janelas baixas das casas térreas, onde donzelas curiosas espiavam, fingindo abanar tapetes. Trazia na bagagem poucos livros de moral, alguma roupa de linho e um espelho de bolso no qual, antes da partida, ajeitara o topete castanho. A seu redor, falatórios: a diligência trouxera cartas, encomendadas, um caixeiro franzino e as novidades da Corte.

    

    À porta da estalagem, aguardava-o o cônego Dias, gordo, respirando com esforço. Abraçou o moço, chamou-o “meu filho”, e logo se pôs a enumerar as famílias influentes da cidade, detendo-se, com benigno sorriso, na casa da senhora D. Joaneira — “excelente paroquiana, viúva devota, mãe da formosa Amélia”. Amaro ouviu, cabeça baixa, mas o rubor ligeiro que lhe subiu às faces denunciava, talvez, curiosidade pouco sacerdotal.

    

    Instalado no quarto sombrio da pensão, abriu a janela escorada em gonzos incertos e deparou, no edifício fronteiro, com a varanda florida da tal Amélia. Não a viu de pronto, mas percebeu o rumor de risos femininos que lhe chegavam como convite morno. Fechou a cortina depressa, fez o sinal-da-cruz e sentou-se à escrivaninha, disposto a reler o Imitatio Christi; todavia, enquanto folheava o livro, a imagem de um sorriso que ainda não vira insistia em ocupar-lhe o espírito.


    Pouco depois, no jantar, encontrou-se com D. Joaneira e a filha. A moça, em vestido de musselina clara, inclinou-se para recolher guardanapo caído; o gesto, simples, descobriu-lhe o colo branco. Amaro, sem querer, seguiu-lhe o movimento. Sentiu leve tontura, engoliu em seco e murmurou, aflito, que precisava tomar ar. Saiu para o pátio enlareirado, onde a noite nascente trazia cheiro de jasmim e o canto monótono de um grilo. Ali, encostado à parede úmida, meditou nos perigos do mundo: “Vim servir a Deus, mas eis que a carne me espia antes mesmo da primeira missa”, pensou.

    

    Daquele instante até o desfecho trágico que a posteridade comentaria, muito se passaria — mas, naquela tarde primeira, já pareciam traçados os contornos de uma paixão destinada a concorrer, pari passu, com os deveres sagrados do sacerdócio.


    Fonte: QUEIRÓS, Eça de. O crime do padre Amaro. Porto: Tipografia Acadêmica, 1875. (Adaptado)

Ao pensar “Vim servir a Deus, mas eis que a carne me espia antes mesmo da primeira missa”, Amaro revela:
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Q3528885 Português
Complete a frase de acordo com a concordância verbal correta:
“Mais de um aluno ______ aprovado no exame final.” 
Alternativas
Q3528884 Português
Assinale a alternativa cuja pontuação está correta segundo a norma-padrão:
Alternativas
Q3528883 Português
No período “Era tão cedo que ninguém havia chegado ainda”, qual alternativa reescreve a frase preservando integralmente o sentido e a relação entre as ideias?
Alternativas
Q3528882 Português
O Menino no Espelho (1982)

    Toda manhã, antes de ir à escola, Fernando parava alguns segundos diante do espelho oval da cômoda. Gostava de ver a si mesmo como se fosse outro garoto, gêmeo escondido do lado de lá do vidro, pronto para aventuras que a realidade não oferecia. Nessa quarta-feira sem novidades, porém, tomou um susto: o menino do espelho piscou para ele.
    — Não faça isso! — sussurrou, olhando para trás para se certificar de que a porta estava fechada.
    O reflexo sorriu e ergueu a mão direita num convite silencioso. Fernando, curioso, aproximou o rosto até quase tocar o vidro. Sentiu um frio na barriga, como quando se está na fila da montanha-russa. No instante seguinte, estava do outro lado, dentro do quarto espelhado, onde tudo era igual e diferente: a luz tinha cor de madrugada, os móveis pareciam desenhados a lápis e havia um cheiro leve de chuva.
    O outro Fernando — agora do lado de cá — ajeitou o uniforme, pegou a pasta escolar e saiu assobiando pelo corredor. O verdadeiro ficou atônito. Tentou voltar, mas a superfície refletora endureceu como gelo. Resolveu explorar. Ao abrir a janela, viu ruas invertidas: as letras das placas corriam ao contrário, e as pessoas caminhavam de trás para diante, rindo de piadas contadas ao avesso.
    Pensou na aula de aritmética que perderia, nos gritos da professora, mas concluiu que nem a tabuada valia tanto quanto aquele mistério. Sentou-se na escrivaninha e encontrou um lápis que escrevia palavras de trás para frente. Horas depois, o espelho vibrou como lagoa tocada por pedrinhas. Sem hesitar, atravessou de novo para o quarto normal. O outro Fernando já voltara da escola e dormia. Ninguém acreditaria. Sorriu, prometendo guardar segredo com seu parceiro de vidro.

Fonte: SABINO, Fernando. O menino no espelho. Rio de Janeiro: Rocco, 1982. (Adaptado)
O trecho "as letras das placas corriam ao contrário, e as pessoas caminhavam de trás para diante, rindo de piadas contadas ao avesso" sugere que o mundo do outro lado do espelho é: 
Alternativas
Q3528881 Português
O Menino no Espelho (1982)

    Toda manhã, antes de ir à escola, Fernando parava alguns segundos diante do espelho oval da cômoda. Gostava de ver a si mesmo como se fosse outro garoto, gêmeo escondido do lado de lá do vidro, pronto para aventuras que a realidade não oferecia. Nessa quarta-feira sem novidades, porém, tomou um susto: o menino do espelho piscou para ele.
    — Não faça isso! — sussurrou, olhando para trás para se certificar de que a porta estava fechada.
    O reflexo sorriu e ergueu a mão direita num convite silencioso. Fernando, curioso, aproximou o rosto até quase tocar o vidro. Sentiu um frio na barriga, como quando se está na fila da montanha-russa. No instante seguinte, estava do outro lado, dentro do quarto espelhado, onde tudo era igual e diferente: a luz tinha cor de madrugada, os móveis pareciam desenhados a lápis e havia um cheiro leve de chuva.
    O outro Fernando — agora do lado de cá — ajeitou o uniforme, pegou a pasta escolar e saiu assobiando pelo corredor. O verdadeiro ficou atônito. Tentou voltar, mas a superfície refletora endureceu como gelo. Resolveu explorar. Ao abrir a janela, viu ruas invertidas: as letras das placas corriam ao contrário, e as pessoas caminhavam de trás para diante, rindo de piadas contadas ao avesso.
    Pensou na aula de aritmética que perderia, nos gritos da professora, mas concluiu que nem a tabuada valia tanto quanto aquele mistério. Sentou-se na escrivaninha e encontrou um lápis que escrevia palavras de trás para frente. Horas depois, o espelho vibrou como lagoa tocada por pedrinhas. Sem hesitar, atravessou de novo para o quarto normal. O outro Fernando já voltara da escola e dormia. Ninguém acreditaria. Sorriu, prometendo guardar segredo com seu parceiro de vidro.

Fonte: SABINO, Fernando. O menino no espelho. Rio de Janeiro: Rocco, 1982. (Adaptado)
Ao perceber que o espelho havia endurecido e ele não podia voltar imediatamente, Fernando decidiu explorar o ambiente. Essa atitude revela que o personagem:
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Q3528789 Português
O Saci (1921)
  
  Pedrinho acordou ainda escuro, quando o quintal do sítio dormia coberto de neblina. Espreguiçou-se na rede, escutou o silêncio e decidiu: era manhã de caçar saci. Calçou as velhas botinas de couro, apanhou a peneira de taquara encostada ao forno de barro e saiu pisando macio, para não acordar Tia Nastácia. O terreiro cheirava a terra molhada; os galinheiros ainda não tinham falado.
    No caminho, Pedrinho repetia o que ouvira de Emília: “Saci gosta de esconder-se nos redemoinhos”. Por isso, caminhava atento aos giros súbitos de folhas. De repente, o vento riscou um assovio e as folhas secas levantaram um pequeno tornado junto à cerca. O coração do menino bateu mais forte. Correu, ergueu a peneira e, com um golpe rápido, cobriu o redemoinho. O ar cheirou a pimenta; dentro da malha de taquara alguma coisa se debatia, soltando risadinhas finas.
    Pedrinho mal conteve a alegria: finalmente provaria ao Visconde que não era conversa de caipira. Segurando a borda da peneira contra o chão, chamou Narizinho, que vinha correndo, ainda de camisola, curiosa com a algazarra. “Peguei! Peguei!”, gritava. Mas Tia Nastácia, ao ver o menino ajoelhado na terra fria, perigando esfriar o peito, ralhou de longe: “Menino, sai já daí!”
    O saci — se era saci — ficou invisível, mas o vento fugiu, deixando no ar cheiro de fumo e gargalhada distante. Pedrinho hesitou entre obedecer à cozinheira ou persistir na aventura. Por fim, levantou a peneira devagar. Nada. Um tufo de fumaça se desfez e sumiu no céu claro. O menino, entre desapontado e maravilhado, compreendeu que, às vezes, coisas do mato gostam mais de ser lenda que presa. Voltou, então, para o café quente, prometendo tentar de novo no dia seguinte.

    Fonte: LOBATO, Monteiro. O saci. São Paulo: Brasiliense, 1921. (Adaptado)
No desfecho do trecho, quando Pedrinho levanta a peneira e “hesita entre obedecer a Tia Nastácia ou persistir na aventura”, o conflito interno expõe principalmente: 
Alternativas
Q3528788 Português
O Saci (1921)
  
  Pedrinho acordou ainda escuro, quando o quintal do sítio dormia coberto de neblina. Espreguiçou-se na rede, escutou o silêncio e decidiu: era manhã de caçar saci. Calçou as velhas botinas de couro, apanhou a peneira de taquara encostada ao forno de barro e saiu pisando macio, para não acordar Tia Nastácia. O terreiro cheirava a terra molhada; os galinheiros ainda não tinham falado.
    No caminho, Pedrinho repetia o que ouvira de Emília: “Saci gosta de esconder-se nos redemoinhos”. Por isso, caminhava atento aos giros súbitos de folhas. De repente, o vento riscou um assovio e as folhas secas levantaram um pequeno tornado junto à cerca. O coração do menino bateu mais forte. Correu, ergueu a peneira e, com um golpe rápido, cobriu o redemoinho. O ar cheirou a pimenta; dentro da malha de taquara alguma coisa se debatia, soltando risadinhas finas.
    Pedrinho mal conteve a alegria: finalmente provaria ao Visconde que não era conversa de caipira. Segurando a borda da peneira contra o chão, chamou Narizinho, que vinha correndo, ainda de camisola, curiosa com a algazarra. “Peguei! Peguei!”, gritava. Mas Tia Nastácia, ao ver o menino ajoelhado na terra fria, perigando esfriar o peito, ralhou de longe: “Menino, sai já daí!”
    O saci — se era saci — ficou invisível, mas o vento fugiu, deixando no ar cheiro de fumo e gargalhada distante. Pedrinho hesitou entre obedecer à cozinheira ou persistir na aventura. Por fim, levantou a peneira devagar. Nada. Um tufo de fumaça se desfez e sumiu no céu claro. O menino, entre desapontado e maravilhado, compreendeu que, às vezes, coisas do mato gostam mais de ser lenda que presa. Voltou, então, para o café quente, prometendo tentar de novo no dia seguinte.

    Fonte: LOBATO, Monteiro. O saci. São Paulo: Brasiliense, 1921. (Adaptado)
A partir dos elementos sensoriais presentes no momento em que Pedrinho cobre o redemoinho, qual leitura simbólica melhor se aplica ao cheiro de pimenta e às “risadinhas finas” que ele percebe?
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Q3528472 Português
Considere o parágrafo a seguir, retirado do livro Lógica e Conjuntos, de Francisco Gêvane Muniz Cunha:
        A Lógica é útil a qualquer área que exija raciocínios elaborados, bem como em casos práticos do nosso dia a dia. O conhecimento básico de Lógica é indispensável, por exemplo, para estudantes de Matemática, Filosofia, Ciências, Línguas ou Direito. Seu aprendizado auxilia os estudantes no raciocínio, na compreensão de conceitos básicos e na verificação formal de provas, preparando para o entendimento dos conteúdos de tópicos mais avançados.

Para o autor, a lógica
Alternativas
Respostas
45041: B
45042: A
45043: C
45044: D
45045: A
45046: B
45047: A
45048: C
45049: B
45050: B
45051: A
45052: D
45053: D
45054: C
45055: C
45056: A
45057: B
45058: D
45059: A
45060: B