Questões de Concurso Sobre português
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Leia o Texto 4 para responder à questão.
Texto 4
As ações públicas buscam fomentar a agricultura irrigada, promovendo o desenvolvimento socioeconômico e inclusão produtiva, com foco nas regiões de baixo Índice de Desenvolvimento Humano. “O Nordeste Goiano é uma região prioritária de desenvolvimento. Além de uma natureza exuberante, o Vão do Paranã tem milhares de famílias que ainda não se beneficiam de todo o potencial que a região oferece para a agricultura. O projeto de Fruticultura do Vão do Paranã representa uma oportunidade única para promover uma agricultura familiar verdadeiramente forte, tecnológica, com geração de valor agregado e integrada aos principais mercados de produtores, centros de distribuição, varejistas e feiras do Estado”, explica o secretário estadual da agricultura Pedro Leonardo Rezende. “Investir no projeto é uma via de mão dupla: além de levar desenvolvimento à região, proporciona alimento de qualidade através da inclusão produtiva”, complementa.
Disponível em: <https://sistemafaeg.com.br/noticias/a-fruticultura-desempenhapapel-estrategico-na-economia-de-goias>. Acesso em: 09 jan. 2025.
[Adaptado].
Leia o texto a seguir.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) flagrou 365 hectares desmatados em Flores de Goiás. "Uma das nossas conquistas foi a criação do sistema Ipê, um sistema de licenciamento moderno que desencoraja o produtor rural de permanecer na irregularidade porque garante a tramitação rápida dos pedidos", afirma o representante da Semad, Murilo Cardoso. "Além disso, a Semad conta com uma avançada estrutura de monitoramento remoto, onde consegue identificar desmatamento ilegal em qualquer lugar do estado por imagens de satélite", completa.
Disponível em: <https://www.aredacao.com.br/noticias/216158/fiscalizacaoflagra-desmatamento-de-365-hectares-em-flores-de-goias>. Acesso em: 10 jan. 2025. [Adaptado].
O flagrante foi possível por qual medida do poder público?
Leia o texto a seguir.
Uma das causas para explicar a instabilidade, em Goiás, do comércio no século XVIII pode ser creditada à dificuldade de abastecimento. A grande distância dos centros abastecedores, aliada às dificuldades naturais dos caminhos, dificultava a chegada dos bens comercializáveis. Gastava-se mais ou mesmo oito meses para percorrer o caminho do Rio de Janeiro a Vila Boa. Esse fato poderia levar algumas casas comerciais a encerrarem suas atividades em alguns meses do ano. Tal hipótese explica, por exemplo, as oscilações entre o número de estabelecimentos em um mesmo ano. Em 1741, chega-se a registrar uma diferença de 82 estabelecimentos.
SALGADO, Tathiana Rodrigues. Atividades comerciais durante o período colonial em Goiás – Brasil. Mercator, Fortaleza, v. 18, e18015, 2019, p. 09. [Adaptado].
A situação descrita provocou qual consequência no comércio goiano?
Leia o texto a seguir.
Criança periférica rejeitada…
Teu mundo é um submundo.
Mão nenhuma te valeu na derrapada.
Ao acaso das ruas – nosso encontro.
És tão pequeno… e eu tenho medo.
Medo de você crescer, ser homem.
Medo da espada de teus olhos…
Medo da tua rebeldia antecipada.
Nego a esmola que me pedes.
Culpa-me tua indigência inconsciente.
Revolta-me tua infância desvalida.
Coralina, Cora. Menor abandonado. In: Coralina, Cora. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. Global Editora – 14ª edição, 1987, p. 15. [Adaptado].
A revolta da autora se deve a que fenômeno social?
Leia a charge a seguir.

Disponível em: < https://app.estuda.com/questoes/?id=9517222>. Acesso em: 03 fev. 2025.
Nessa charge, a ideia de que o menino está com fome é reforçada com o emprego da palavra
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Furto de flor
Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985. p. 80.
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Furto de flor
Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985. p. 80.
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Furto de flor
Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985. p. 80.
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal?
Marcelo Duarte
Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal? Você precisa ter perdido alguma coisa para que alguém tenha achado, certo? É assim que os americanos também chamam: “lost and found” (perdido e achado).
Há alguns poucos relatos de que esse sistema de achados e perdidos teria nascido na Grécia há cerca de 3.500 anos. Mas o que se sabe é que ele foi descrito pela primeira vez no Japão, no ano de 718. O primeiro escritório de achados e perdidos realmente organizado foi inaugurado em Paris no ano de 1805.
O imperador francês Napoleão Bonaparte ordenou que fosse aberto um local para guardar todos os objetos encontrados nas ruas da capital francesa. Eram cerca de 10 mil ao ano. Só que havia tanta burocracia para retirar os objetos de lá que a maioria desistia. Em 13 de outubro de 1893, Louis Lépine, uma espécie de chefe da polícia, mudou as regras e até organizou uma equipe de investigadores para ir atrás dos proprietários de objetos perdidos. Com essa novidade, um quarto dos objetos perdidos reencontrou seus donos.
Voltemos à primeira pergunta: por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”? Não existe registro do motivo da inversão.
A única lógica que vejo foi que pensaram assim: primeiro alguém achou o que outro perdeu para então devolvê-lo.
Disponível em: <https://www.guiadoscuriosos.com.br/cultura-eentretenimento/por-que-no-brasil-dizemos-achados-e-perdidos-e-nao-perdidose-achados-como-em-portugal/>. Acesso em: 10 jan. 2024.
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal?
Marcelo Duarte
Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal? Você precisa ter perdido alguma coisa para que alguém tenha achado, certo? É assim que os americanos também chamam: “lost and found” (perdido e achado).
Há alguns poucos relatos de que esse sistema de achados e perdidos teria nascido na Grécia há cerca de 3.500 anos. Mas o que se sabe é que ele foi descrito pela primeira vez no Japão, no ano de 718. O primeiro escritório de achados e perdidos realmente organizado foi inaugurado em Paris no ano de 1805.
O imperador francês Napoleão Bonaparte ordenou que fosse aberto um local para guardar todos os objetos encontrados nas ruas da capital francesa. Eram cerca de 10 mil ao ano. Só que havia tanta burocracia para retirar os objetos de lá que a maioria desistia. Em 13 de outubro de 1893, Louis Lépine, uma espécie de chefe da polícia, mudou as regras e até organizou uma equipe de investigadores para ir atrás dos proprietários de objetos perdidos. Com essa novidade, um quarto dos objetos perdidos reencontrou seus donos.
Voltemos à primeira pergunta: por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”? Não existe registro do motivo da inversão.
A única lógica que vejo foi que pensaram assim: primeiro alguém achou o que outro perdeu para então devolvê-lo.
Disponível em: <https://www.guiadoscuriosos.com.br/cultura-eentretenimento/por-que-no-brasil-dizemos-achados-e-perdidos-e-nao-perdidose-achados-como-em-portugal/>. Acesso em: 10 jan. 2024.
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1

Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1

Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1

Associando a linguagem verbal e a linguagem não verbal, essa tirinha sugere uma
Leia o texto a seguir.
A irregularidade das chuvas poderá afetar o desenvolvimento das culturas de verão, especialmente em estágios críticos que exijam maior disponibilidade de águas. É recomendado planejamento do uso das águas adequado para reduzir os impactos sobre safras importantes no estado.
Disponível em: < https://www.ueg.br/palmeiras/noticia/68448_informacoes_climaticas_para_o_v erao_de_2025_para_o_estado_de_goias#:~:text=O%20ver%C3%A3o%20de% 202025%20em,monitoramento%20cont%C3%ADnuo%20das%20condi%C3% A7%C3%B5es%20clim%C3%A1ticas.>. Acesso em: 12 jan. 2025. [Adaptado].
De que forma o planejamento do uso das águas pode reduzir os efeitos da irregularidade das chuvas?
Observe a tabela a seguir.
Perfil do gênero do pessoal ocupado no agronegócio de Goiás em 2024.

INSTITUTO MAURO BORGES. Mercado de Trabalho do Agronegócio: 3º Trimestre de 2024. IMB – Ano 2025, p. 10. [Adaptado].
Sobre o período apresentado, a tabela demonstra qual característica do perfil daqueles que trabalham no agronegócio?
Leia o Texto 5 para responder à questão.
Texto 5
Somente de janeiro a agosto de 2024, o custo total das queimadas para a economia em Goiás foi de R$ 710 milhões. Cerca de 60% das áreas atingidas são produtivas, valor que corresponde a quase 102 mil hectares. Para a mensuração dos custos diretos, foram realizadas as estimativas diretas da produção agropecuária, bem como os custos intangíveis considerando o valor da terra. Essa abordagem indica que as perdas econômicas causadas pelas queimadas em Goiás podem atingir R$ 1,5 bilhão, caso a extensão das áreas queimadas produtivas e não produtivas de setembro a dezembro seja semelhante à observada em 2023.
Disponível em: <https://goias.gov.br/queimadas-podem-gerar-perda-de-ate-r15-bilhao-para-goias/>. Acesso em: 10 jan. 2024. [Adaptado].
Leia o texto a seguir.
Do total de ocupados em Goiás no terceiro trimestre de 2024, 45,49% possuem ensino médio completo ou incompleto. O segundo grupo é formado por indivíduos com ensino superior completo ou incompleto, que correspondem a 28,85% do contingente total. Em sequência, encontram-se os ocupados com ensino fundamental completo ou incompleto, que representam 24,32%. Por fim, os ocupados sem instrução constituem a menor proporção, com apenas 1,35%.
INSTITUTO MAURO BORGES. Boletim do Mercado de Trabalho: 3º Trimestre de 2024. IMB – Ano 2025, p. 16. [Adaptado].
Seguindo a divisão apresentada no texto, o indivíduo que tem menos chance de emprego é aquele com qual nível de instrução?