Questões de Concurso Sobre português
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Leia o Texto 4 para responder à questão.
Texto 4

Disponível em: <https://shre.ink/nfvn>. Acesso em: 06 jan. 2024.
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Texto 4

Disponível em: <https://shre.ink/nfvn>. Acesso em: 06 jan. 2024.
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Por que temos espinhas?
Espinha é a manifestação mais comum da acne, [...] que costuma aparecer na adolescência. Por causa de hormônios que começam a ser produzidos em maior quantidade nessa fase da vida, as glândulas sebáceas (responsáveis por fabricar um tipo de gordura essencial para a proteção da pele) trabalham de forma exagerada, armazenando gordura e entupindo os poros (pontos na pele por onde o sebo deve sair). Bactérias se aproveitam e células de defesa do organismo são acionadas, gerando uma inflamação com pus — a espinha! Quando ela surge, o melhor a fazer é consultar um médico dermatologista
RECREIO. São Paulo: Perfil. nº 1007, 2022.
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Texto 3
Por que temos espinhas?
Espinha é a manifestação mais comum da acne, [...] que costuma aparecer na adolescência. Por causa de hormônios que começam a ser produzidos em maior quantidade nessa fase da vida, as glândulas sebáceas (responsáveis por fabricar um tipo de gordura essencial para a proteção da pele) trabalham de forma exagerada, armazenando gordura e entupindo os poros (pontos na pele por onde o sebo deve sair). Bactérias se aproveitam e células de defesa do organismo são acionadas, gerando uma inflamação com pus — a espinha! Quando ela surge, o melhor a fazer é consultar um médico dermatologista
RECREIO. São Paulo: Perfil. nº 1007, 2022.
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Por que temos espinhas?
Espinha é a manifestação mais comum da acne, [...] que costuma aparecer na adolescência. Por causa de hormônios que começam a ser produzidos em maior quantidade nessa fase da vida, as glândulas sebáceas (responsáveis por fabricar um tipo de gordura essencial para a proteção da pele) trabalham de forma exagerada, armazenando gordura e entupindo os poros (pontos na pele por onde o sebo deve sair). Bactérias se aproveitam e células de defesa do organismo são acionadas, gerando uma inflamação com pus — a espinha! Quando ela surge, o melhor a fazer é consultar um médico dermatologista
RECREIO. São Paulo: Perfil. nº 1007, 2022.
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Os bichos também falam?
Yasmin, Gabriela, Ana Sophia e Isabelli
Olá, Ciência Hoje das Crianças! Eu e as minhas colegas de classe escrevemos esta carta, pois achamos muito interessante o artigo “Fofoca dos bichos”, gostamos dele porque descobrimos muitas curiosidades sobre o mundo dos animais. Gostaríamos que publicassem mais matérias sobre os bichos.
Disponível em: <https://chc.org.br/artigo/fala-aqui-341/>. Acesso em: 12 jan.
2024. [Adaptado].
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Texto 2
Os bichos também falam?
Yasmin, Gabriela, Ana Sophia e Isabelli
Olá, Ciência Hoje das Crianças! Eu e as minhas colegas de classe escrevemos esta carta, pois achamos muito interessante o artigo “Fofoca dos bichos”, gostamos dele porque descobrimos muitas curiosidades sobre o mundo dos animais. Gostaríamos que publicassem mais matérias sobre os bichos.
Disponível em: <https://chc.org.br/artigo/fala-aqui-341/>. Acesso em: 12 jan.
2024. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1

Disponível em: <https://bit.ly/3CpzbNt>. Acesso em: 09 jan. 2024.
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1

Disponível em: <https://bit.ly/3CpzbNt>. Acesso em: 09 jan. 2024.
Na frase do primeiro balão “O que é isso, pai?”, a vírgula é usada com o objetivo de isolar o
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Texto 1

Disponível em: <https://bit.ly/3CpzbNt>. Acesso em: 09 jan. 2024.
Com base na associação entre a linguagem verbal e a linguagem não verbal, essa charge faz uma crítica à
Considere as seguintes frases do 3° parágrafo:
• “Forçado a usar sua capacidade inventiva, uma vez que não tinha qualquer talento artístico, Niépce concebeu um processo que dispensava o desenhista…”
• “… as sombras das árvores se moveram à medida que o sol avançou pelo céu da tarde.”
É correto afirmar que as expressões destacadas expressam, respectivamente, as ideias de
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Medo e coragem
Estamos habituados a considerar a coragem a ausência de medo. “Fulano é corajoso, não tem medo de nada!”. Bem, uma pessoa assim pode ser admirável, mas não penso que a palavra “coragem” seja a mais adequada para qualificar um temerário. Sim: aquele que não teme nada é chamado “temerário”. Pode cometer loucuras, colocar-se em grandes riscos, não porque saiba enfrentar seus medos, e sim porque os ignora.
Não devemos, por isso, desqualificar a impetuosidade dessas pessoas. Há muita pulsão de vida, muita vontade de não ficar à margem dos acontecimentos – e também uma boa dose de generosidade – nesses que pulam no abismo para tentar salvar alguém que está caindo. Morrerá, certamente, junto com aquele que tentou resgatar. Se o temerário não pode ser confundido com o corajoso, várias vezes age por impulsos cegos de generosidade.
Mas a coragem, a meu ver, exige uma volta a mais no parafuso da impetuosidade. Não se trata de ignorar o perigo, e sim de enfrentá-lo. Enfrentar perigos com cuidado, com astúcia, lançando mão de todos os recursos possíveis diante de uma situação ameaçadora – a isso quero chamar de coragem.
(Maria Rita Kehl, “Medo e coragem”, Revista E. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/sobreacoragem/. Adaptado)
Considere o seguinte trecho do 2° parágrafo:
• “Não devemos, por isso, desqualificar a impetuosidade dessas pessoas. Há muita pulsão de vida, muita vontade de não ficar à margem dos acontecimentos…”
Mantendo o sentido original e a correção gramatical, esse trecho pode ser reescrito como:
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Medo e coragem
Estamos habituados a considerar a coragem a ausência de medo. “Fulano é corajoso, não tem medo de nada!”. Bem, uma pessoa assim pode ser admirável, mas não penso que a palavra “coragem” seja a mais adequada para qualificar um temerário. Sim: aquele que não teme nada é chamado “temerário”. Pode cometer loucuras, colocar-se em grandes riscos, não porque saiba enfrentar seus medos, e sim porque os ignora.
Não devemos, por isso, desqualificar a impetuosidade dessas pessoas. Há muita pulsão de vida, muita vontade de não ficar à margem dos acontecimentos – e também uma boa dose de generosidade – nesses que pulam no abismo para tentar salvar alguém que está caindo. Morrerá, certamente, junto com aquele que tentou resgatar. Se o temerário não pode ser confundido com o corajoso, várias vezes age por impulsos cegos de generosidade.
Mas a coragem, a meu ver, exige uma volta a mais no parafuso da impetuosidade. Não se trata de ignorar o perigo, e sim de enfrentá-lo. Enfrentar perigos com cuidado, com astúcia, lançando mão de todos os recursos possíveis diante de uma situação ameaçadora – a isso quero chamar de coragem.
(Maria Rita Kehl, “Medo e coragem”, Revista E. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/sobreacoragem/. Adaptado)