Questões de Concurso Sobre português

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Q3365049 Português
No período “Proporcionando um alto nível de bem‑estar, conseguimos garantir que esses animais sejam saudáveis e, consequentemente, se reproduzam.”, as vírgulas empregadas para isolar a palavra “consequentemente” justificam‑se por
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Q3365048 Português
Considerando‑se os períodos, com orações subordinadas adverbiais, (I) “Desde que os ursos chegaram houve um grande preparo.” e (II) “Desde que a ursinha estivesse bem, os funcionários ficariam tranquilos”, e a comparação entre eles, é correto afirmar que 
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Q3365047 Português

Ursinha polar e filhotes de leão são atrações em Aquário e Zoo de SP


Nur é o primeiro filhote de urso‑polar nascido na América Latina



No período “O nascimento de Nur, além de ser um marco histórico, é muito importante para a preservação da espécie”, a relação entre as orações que contêm as formas verbais “ser” e “é” 
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Q3365046 Português

Ursinha polar e filhotes de leão são atrações em Aquário e Zoo de SP


Nur é o primeiro filhote de urso‑polar nascido na América Latina



No trecho “A iniciativa de enviar o casal para o Brasil foi uma ação internacional para garantir a preservação da espécie.”, a palavra “espécie” 
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Q3365045 Português

Ursinha polar e filhotes de leão são atrações em Aquário e Zoo de SP


Nur é o primeiro filhote de urso‑polar nascido na América Latina



No trecho “apenas seis ursos nasceram em zoológicos no ano passado.”, a forma verbal “nasceram” está conjugada na
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Q3365044 Português

Ursinha polar e filhotes de leão são atrações em Aquário e Zoo de SP


Nur é o primeiro filhote de urso‑polar nascido na América Latina



A palavra “nascido”, que aparece no texto, está corretamente escrita com “sc”. Considerando essa informação, assinale a opção em que a palavra escrita com “sc” está grafada corretamente.
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Q3365043 Português

Ursinha polar e filhotes de leão são atrações em Aquário e Zoo de SP


Nur é o primeiro filhote de urso‑polar nascido na América Latina



O texto em questão pertence ao campo jornalístico. A partir dessa informação, assinale a opção que apresenta corretamente o gênero a que ele pertence, além de trazer a justificativa adequada para isso.
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Q3365042 Português

Ursinha polar e filhotes de leão são atrações em Aquário e Zoo de SP


Nur é o primeiro filhote de urso‑polar nascido na América Latina



Com base no texto, assinale a opção correta, acerca do nascimento da ursa‑polar Nur, no Aquário de São Paulo. 
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Q3364975 Português
Posto que tivesse sido repreendido pela situação, não teve iniciativas.” O termo destacado é classificado como oração subordinada adverbial:
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Q3364970 Português
TEXTO III


Amar

Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar? amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar? sempre, e até de olhos vidrados, amar? Que pode, pergunto eu, o ser amoroso, sozinho, em rotação universal, senão rodar também, e amar? amar o que o amar traz à praia, o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha, é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia? Amar solenemente as palmas do deserto, o que é entrega ou adoração expectante, e amar o inóspito, o áspero, um vaso sem flor, um chão de ferro, e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina. Este o nosso destino: amor sem conta, distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas, doação ilimitada a uma completa ingratidão, e na concha vazia do amor a procura medrosa, paciente, de mais e mais amor. Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.

(Carlos Drummond de Andrade)
O texto III é o soneto número XIII da coletânea de sonetos Via Láctea. O tema do amor, mote inspirador dos versos de Bilac, foi fruto da paixão que o poeta teve.
Os versos apaixonados transparecem:
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Q3364959 Português
TEXTO I


Explicar não é justificar

Os gregos e os romanos aceitavam a escravidão porque não imaginavam que uma sociedade pudesse funcionar sem escravos. Como o filósofo Sêneca, insistiam apenas em que se reconhecessem alguns direitos aos escravos: que fosse, por exemplo, proibido utilizá-los com finalidades sexuais. Estamos na mesma posição quando se trata da pobreza. Estamos convencidos de que uma sociedade justa deve procurar erradicá-la. Mas, como não conseguimos conceber os meios que permitem atingir esse objetivo, aceitamos que uma sociedade comporte grandes bolsões de pobreza. Em contrapartida, não hesitamos em condenar a prática da escravidão.

(Raymond Boudon, O relativismo. Trad. de Edson Bini. São Paulo: Loyola, 2010. p. 41)
No trecho “Os gregos e os romanos aceitavam a escravidão porque não imaginavam que uma sociedade pudesse funcionar sem escravos”, o termo em destaque é uma conjunção coordenativa:
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Q3364958 Português
TEXTO I


Explicar não é justificar

Os gregos e os romanos aceitavam a escravidão porque não imaginavam que uma sociedade pudesse funcionar sem escravos. Como o filósofo Sêneca, insistiam apenas em que se reconhecessem alguns direitos aos escravos: que fosse, por exemplo, proibido utilizá-los com finalidades sexuais. Estamos na mesma posição quando se trata da pobreza. Estamos convencidos de que uma sociedade justa deve procurar erradicá-la. Mas, como não conseguimos conceber os meios que permitem atingir esse objetivo, aceitamos que uma sociedade comporte grandes bolsões de pobreza. Em contrapartida, não hesitamos em condenar a prática da escravidão.

(Raymond Boudon, O relativismo. Trad. de Edson Bini. São Paulo: Loyola, 2010. p. 41)
Pode-se afirmar, no texto I, que o autor faz uma comparação com o excerto:
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Q3364957 Português
TEXTO I


Explicar não é justificar

Os gregos e os romanos aceitavam a escravidão porque não imaginavam que uma sociedade pudesse funcionar sem escravos. Como o filósofo Sêneca, insistiam apenas em que se reconhecessem alguns direitos aos escravos: que fosse, por exemplo, proibido utilizá-los com finalidades sexuais. Estamos na mesma posição quando se trata da pobreza. Estamos convencidos de que uma sociedade justa deve procurar erradicá-la. Mas, como não conseguimos conceber os meios que permitem atingir esse objetivo, aceitamos que uma sociedade comporte grandes bolsões de pobreza. Em contrapartida, não hesitamos em condenar a prática da escravidão.

(Raymond Boudon, O relativismo. Trad. de Edson Bini. São Paulo: Loyola, 2010. p. 41)
O texto I apresenta dois enfoques:
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Q3364881 Português
A norma-padrão de concordância nominal e verbal, assim como a de emprego do acento indicativo de crase, está respeitada em:
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Q3364880 Português
   Comunicavam-se nascimentos em pequenos anúncios no jornal. Crianças andavam de bicicleta no meio da rua, não havia condomínios fechados. Sabíamos os números de telefone de cor – de avós, primos, amigos. Pagávamos as contas com dinheiro vivo, a não ser valores maiores, quando usávamos cheque. Se não quiséssemos que o cheque fosse descontado no caixa do banco, fazíamos dois riscos no canto da folha e quem o recebia era obrigado a depositá-lo, o que nos dava tempo até a compensação.

   Telefonávamos para conversar e combinar encontros. Enviavam-se cartas pelo correio, que chegavam ao destino semanas depois. E usava-se o telegrama para notícias urgentes. “Pai hospital volte logo.” Suprimiam-se preposições, pronomes: se pagava por palavra.

   Viajar de avião era um evento. Serviam farta comida e bebida durante os voos. Fumava-se dentro da cabine. Aos 13, meninos e meninas já tinham dado sua primeira tragada. Saída de colégio era um fumódromo. Festivais de música e torneios esportivos eram patrocinados por fabricantes de cigarros.

   Parece mentira, mas há documentos, testemunhos, sobreviventes: era assim mesmo. Quem viveu isso lembra com saudade, mas sem perder o juízo: voltar no tempo, nem pensar. Evoluímos. Se antes varríamos para baixo do tapete os preconceitos e a alienação, hoje temos informação instantânea e escutamos a voz de todos, graças à revolução digital. Seria maravilhoso se fizéssemos bom uso dessa conexão progressista, mas o ser humano é craque em estragar tudo. Por ganância e irresponsabilidade de alguns, ficará cada vez mais difícil perceber o que parece mentira e o que parece verdade. Já que a desinformação produz ainda mais poder e dinheiro, seremos transformados em consumidores de falsidades e habitaremos um planeta sem alma, totalmente manipulado. Crise mundial de confiança. E a solidão se expandirá.

   Não sou de fazer drama, mas dá vontade de enviar um telegrama para aqueles poucos cujo telefone ainda sei de cor: “Faça as malas embarque imediato montanhas.”


(Martha Medeiros. Telegrama para você. Disponível em: https://oglobo.globo.com, 26.01.2025. Adaptado) 
Assinale a alternativa em que o trecho destacado estabelece relação de sentido de causa no contexto em que foi empregado.
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Q3364879 Português
   Comunicavam-se nascimentos em pequenos anúncios no jornal. Crianças andavam de bicicleta no meio da rua, não havia condomínios fechados. Sabíamos os números de telefone de cor – de avós, primos, amigos. Pagávamos as contas com dinheiro vivo, a não ser valores maiores, quando usávamos cheque. Se não quiséssemos que o cheque fosse descontado no caixa do banco, fazíamos dois riscos no canto da folha e quem o recebia era obrigado a depositá-lo, o que nos dava tempo até a compensação.

   Telefonávamos para conversar e combinar encontros. Enviavam-se cartas pelo correio, que chegavam ao destino semanas depois. E usava-se o telegrama para notícias urgentes. “Pai hospital volte logo.” Suprimiam-se preposições, pronomes: se pagava por palavra.

   Viajar de avião era um evento. Serviam farta comida e bebida durante os voos. Fumava-se dentro da cabine. Aos 13, meninos e meninas já tinham dado sua primeira tragada. Saída de colégio era um fumódromo. Festivais de música e torneios esportivos eram patrocinados por fabricantes de cigarros.

   Parece mentira, mas há documentos, testemunhos, sobreviventes: era assim mesmo. Quem viveu isso lembra com saudade, mas sem perder o juízo: voltar no tempo, nem pensar. Evoluímos. Se antes varríamos para baixo do tapete os preconceitos e a alienação, hoje temos informação instantânea e escutamos a voz de todos, graças à revolução digital. Seria maravilhoso se fizéssemos bom uso dessa conexão progressista, mas o ser humano é craque em estragar tudo. Por ganância e irresponsabilidade de alguns, ficará cada vez mais difícil perceber o que parece mentira e o que parece verdade. Já que a desinformação produz ainda mais poder e dinheiro, seremos transformados em consumidores de falsidades e habitaremos um planeta sem alma, totalmente manipulado. Crise mundial de confiança. E a solidão se expandirá.

   Não sou de fazer drama, mas dá vontade de enviar um telegrama para aqueles poucos cujo telefone ainda sei de cor: “Faça as malas embarque imediato montanhas.”


(Martha Medeiros. Telegrama para você. Disponível em: https://oglobo.globo.com, 26.01.2025. Adaptado) 
É correto afirmar que, na descrição que a autora faz da vida de antigamente, se observa
Alternativas
Q3364878 Português




(Bill Waterson. O melhor de Calvin. Disponível em: www.estadao.com.br, 16.03.2025)

Na frase “Eles não conseguem me dobrar!” (2o quadro), o garoto Calvin emprega a palavra destacada em sentido
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Q3364877 Português




(Bill Waterson. O melhor de Calvin. Disponível em: www.estadao.com.br, 16.03.2025)

A partir da leitura da tira, é correto afirmar que o garoto Calvin
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: FAMEMA Provas: VUNESP - 2025 - FAMEMA - Enfermeiro | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Cirurgia Torácica | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Neonatologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Nefrologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Nefrologia Pediátrica | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Medicina Intensiva Pediátrica | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Infectologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Hematologia e Hemoteria | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Ginecologia e Obstetrícia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Medicina do Trabalho | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Cirurgia Geral | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Oncologia Cirúrgica | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Oftalmologista | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Neurologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Cirurgia de Cabeça e Pescoço | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Anestesiologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Gastroenterologia Pediátrica | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Endocrinologia e Metabologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Clínica Médica | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Cirurgia Vascular | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Oncologia Clinica | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Tecnólogo em Radiologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Reumatologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Psiquiatria | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Pneumologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Pediatria |
Q3364816 Português
Especialização médica a distância


   Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) em parceria com a Associação Médica Brasileira (AMB) sobre cursos de especialização lato sensu em Medicina acende um alerta sobre a formação desses profissionais. Embora o título de especialista em determinada área seja condicionado à realização de Residência Médica, há franco crescimento de especializações que prometem o que não podem cumprir.

  Segundo o levantamento, são quase 2 mil cursos de especialização em Medicina, sobretudo em instituições particulares. Mas 41% deles, ou 800, são promovidos na modalidade de ensino a distância (EAD) e 11%, ou 216, na semipresencial. Menos da metade, ou 927 cursos, é presencial.

   Essa formação alternativa se impõe por vários motivos. Um deles é que o número de vagas em Residências, que são reconhecidas pelas Sociedades Médicas das áreas, é inferior ao de médicos formados no País. Em 2022, formaram-se 25,5 mil médicos nas faculdades do Brasil afora, mas havia apenas 16 mil vagas em Residências. A esse fenômeno se deu o nome de “déficit de oportunidades”.

   Se faltam oportunidades nas Residências, sobram nas especializações. Esses cursos são mais curtos e demandam menos recursos. Enquanto uma Residência exige a estrutura de um hospital de ensino, com a presença de preceptores e supervisores, com formação teórica e prática ao longo de até 2,8 mil horas, a serem concluídas entre dois e cinco anos, uma especialização pode ser realizada em 360 horas.

   Portanto, investimentos são necessários nas estruturas das Residências, e o valor da bolsa demanda incremento, haja vista que a contrapartida financeira é fundamental para atrair bons residentes. Assim, conciliam-se interesses de mercado e os interesses sociais. Sem médicos devidamente especializados e qualificados, é a população quem padece.

(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.02.2025. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, a passagem – Em 2022, formaram-se 25,5 mil médicos nas faculdades do Brasil afora, mas havia apenas 16 mil vagas em Residências. (3o parágrafo) – admite a reescrita:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: FAMEMA Provas: VUNESP - 2025 - FAMEMA - Enfermeiro | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Cirurgia Torácica | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Neonatologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Nefrologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Nefrologia Pediátrica | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Medicina Intensiva Pediátrica | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Infectologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Hematologia e Hemoteria | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Ginecologia e Obstetrícia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Medicina do Trabalho | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Cirurgia Geral | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Oncologia Cirúrgica | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Oftalmologista | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Neurologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Cirurgia de Cabeça e Pescoço | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Anestesiologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Gastroenterologia Pediátrica | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Endocrinologia e Metabologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Clínica Médica | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Cirurgia Vascular | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Oncologia Clinica | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Tecnólogo em Radiologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Reumatologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Psiquiatria | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Pneumologia | VUNESP - 2025 - FAMEMA - Médico I - Especialidade: Pediatria |
Q3364815 Português
Especialização médica a distância


   Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) em parceria com a Associação Médica Brasileira (AMB) sobre cursos de especialização lato sensu em Medicina acende um alerta sobre a formação desses profissionais. Embora o título de especialista em determinada área seja condicionado à realização de Residência Médica, há franco crescimento de especializações que prometem o que não podem cumprir.

  Segundo o levantamento, são quase 2 mil cursos de especialização em Medicina, sobretudo em instituições particulares. Mas 41% deles, ou 800, são promovidos na modalidade de ensino a distância (EAD) e 11%, ou 216, na semipresencial. Menos da metade, ou 927 cursos, é presencial.

   Essa formação alternativa se impõe por vários motivos. Um deles é que o número de vagas em Residências, que são reconhecidas pelas Sociedades Médicas das áreas, é inferior ao de médicos formados no País. Em 2022, formaram-se 25,5 mil médicos nas faculdades do Brasil afora, mas havia apenas 16 mil vagas em Residências. A esse fenômeno se deu o nome de “déficit de oportunidades”.

   Se faltam oportunidades nas Residências, sobram nas especializações. Esses cursos são mais curtos e demandam menos recursos. Enquanto uma Residência exige a estrutura de um hospital de ensino, com a presença de preceptores e supervisores, com formação teórica e prática ao longo de até 2,8 mil horas, a serem concluídas entre dois e cinco anos, uma especialização pode ser realizada em 360 horas.

   Portanto, investimentos são necessários nas estruturas das Residências, e o valor da bolsa demanda incremento, haja vista que a contrapartida financeira é fundamental para atrair bons residentes. Assim, conciliam-se interesses de mercado e os interesses sociais. Sem médicos devidamente especializados e qualificados, é a população quem padece.

(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.02.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de regência verbal e emprego de pronome.
Alternativas
Respostas
36461: B
36462: C
36463: A
36464: E
36465: A
36466: C
36467: D
36468: B
36469: C
36470: C
36471: B
36472: B
36473: C
36474: E
36475: D
36476: C
36477: B
36478: D
36479: E
36480: A