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Q3766850 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas da frase abaixo, na ordem:
Paulo não entendia _______ a sala estava tão barulhenta, então perguntou _______ ninguém ficava em silêncio.
Alternativas
Q3766849 Português
Observe a palavra “flor” e assinale a alternativa correta sobre a presença de encontro consonantal:
Alternativas
Q3766848 Português
Leia a frase abaixo e observe as palavras sublinhadas:
"Maria encontrou uma casa muito bonita e levou seu elefante de brinquedo para lá."
Das palavras sublinhadas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3766847 Português
Leia as frases abaixo e marque a alternativa CORRETA sobre o tempo dos verbos em destaque:
I. "Se você me fotografar de novo, agradecerei."
II. "Ela olhava as fotos antigas."
III. "Eu gostaria de tirar fotos perfeitas."
Alternativas
Q3766846 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Na palavra chave, identifique se há dígrafo:
Alternativas
Q3766845 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Na frase “Minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente”, o sujeito da oração “Minha esposa jamais se mostra satisfeita” é: 
Alternativas
Q3766844 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Em “Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo”, a palavra “adepto” é um substantivo que está no gênero ________ e no número ________, podendo ser substituída, sem alterar o sentido expresso no texto, por _________.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima?
Alternativas
Q3766843 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Na frase “Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto”, o termo “ninguém” é classificado como: 
Alternativas
Q3766842 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No trecho “Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas”, as palavras “decentes” e “nítidas” são __________ que concordam em gênero e número com “fotos”.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna? 
Alternativas
Q3766841 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No trecho “Esperávamos o ruído”, a palavra “ruído” é um substantivo: 
Alternativas
Q3766840 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Sobre a relação do autor com sua esposa em relação à fotografia, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3766839 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No trecho “Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo”, a palavra "anacrônica" refere-se à: 
Alternativas
Q3766838 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Analise as afirmativas a seguir sobre a visão do autor a respeito da fotografia digital e das selfies na atualidade:
I. O autor acredita que a fotografia digital permite que as pessoas aproveitem melhor o momento, sem preocupação com o resultado.
II. Para o autor, a obsessão pela perfeição nas selfies reflete uma mudança em relação à tolerância às falhas.
III. A esposa do autor representa um perfil atual, mais exigente quanto à qualidade das fotos e ao controle sobre a imagem.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3766837 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No texto, o autor Fabrício Carpinejar descreve a “geração da imperfeição” como uma geração que:
Alternativas
Q3766786 Português
Assinale a alternativa em que o termo sublinhado é o sujeito gramatical
Alternativas
Q3766785 Português
Leia alguns trechos retirados do artigo “Cinquenta anos de pesquisa contábil no Brasil: principais contribuições e direções futuras” (SciELO Brasil - Fifty years of accounting research in Brazil: main contributions and future directions) e assinale a alternativa que NÃO explica a função do fenômeno linguístico analisado:
Alternativas
Q3766784 Português

Em uma página das redes sociais, encontramos o seguinte texto:


ORAÇÂO DOS CONCURSEIROS

“Vaga nossa que está no serviço público,

Azarado seja nosso concorrente,  

Seja correta nossa resposta, assim na certeza como no chute.

O cursinho nossa de cada dia que pagamos até hoje,

Justificai nossas despesas,

Assim como justificamos as respostas dissertativas.

E não nos deixe cair em pegadinhas, 

Mas livrai-nos da reprovação.

Amém!” 


Podemos afirmar que no texto acima temos um processo de intertextualidade
Alternativas
Q3766783 Português

Leia o texto a seguir:


                        Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa CORRETA para a seguinte pergunta: O que garante, linguisticamente, a construção do humor nesta tirinha? 

Alternativas
Q3766782 Português
Para resolver à questão abaixo, leia o texto retirado de “A Aldeia que nunca mais foi a mesma”, de Rubem Alves, Folha de S. Paulo, 19/05/1984.

Era uma aldeia de pescadores de onde a alegria fugira e os dias e as noites se sucediam numa monotonia sem fim, das mesmas coisas que aconteciam, das mesmas coisas que se diziam, dos mesmos gestos que se faziam, e os olhares eram tristes, baços peixes que já nada procuravam, por saberem inútil procurar qualquer coisa, os rostos vazios de sorrisos e de surpresas, a morte prematura morando no enfado, só as intermináveis rotinas do dia a dia, prisão daqueles que se haviam condenado a si mesmos, sem esperanças, nenhuma outra praia pra onde navegar...

Até que o mar, quebrando um mundo, anunciou de longe que trazia nas suas ondas coisa nova, desconhecida, forma disforme que flutuava, e todos vieram à praia, na espera... E ali ficaram, até que o mar, sem se apressar, trouxe a coisa e a depositou na areia, surpresa triste, um homem morto... 

Pode-se dizer que, no texto de Rubem Alves, há os dois tipos textuais entrelaçados:
Alternativas
Q3766781 Português
Para resolver à questão abaixo, leia o texto retirado de “A Aldeia que nunca mais foi a mesma”, de Rubem Alves, Folha de S. Paulo, 19/05/1984.

Era uma aldeia de pescadores de onde a alegria fugira e os dias e as noites se sucediam numa monotonia sem fim, das mesmas coisas que aconteciam, das mesmas coisas que se diziam, dos mesmos gestos que se faziam, e os olhares eram tristes, baços peixes que já nada procuravam, por saberem inútil procurar qualquer coisa, os rostos vazios de sorrisos e de surpresas, a morte prematura morando no enfado, só as intermináveis rotinas do dia a dia, prisão daqueles que se haviam condenado a si mesmos, sem esperanças, nenhuma outra praia pra onde navegar...

Até que o mar, quebrando um mundo, anunciou de longe que trazia nas suas ondas coisa nova, desconhecida, forma disforme que flutuava, e todos vieram à praia, na espera... E ali ficaram, até que o mar, sem se apressar, trouxe a coisa e a depositou na areia, surpresa triste, um homem morto... 

Analise as assertivas seguintes acerca do texto de Rubem Alves:
I) As formas verbais “sucediam”, “aconteciam”, “diziam”, “faziam”, “eram”, “procuravam” criam uma ideia de situações que se arrastam no tempo e constroem um cenário no qual as ações principais se dão.
II) As formas verbais “fugira” e “haviam condenado” são ações que ocorreram antes de qualquer outra ação do pretérito.
III) As formas verbais aspectuais “morando” e “quebrando” dão ideia de certa duratividade.
IV) O verbo “anunciou” inicia uma nova fase, a da estreia da ação principal.
Pode-se afirmar que estão CORRETAS as assertivas em: 
Alternativas
Respostas
34781: A
34782: B
34783: C
34784: A
34785: A
34786: C
34787: D
34788: B
34789: C
34790: A
34791: D
34792: B
34793: A
34794: B
34795: C
34796: B
34797: D
34798: C
34799: D
34800: D