Questões de Concurso Sobre português

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Q3843906 Português
Texto para responder à questão.


Homem-máquina: a nova era da colaboração


   O uso da Inteligência Artificial (IA) já se tornou parte da rotina de muitos dos profissionais brasileiros. De acordo com o “Índice de Tendências de Trabalho”, da Microsoft e LinkedIn, 83% dos trabalhadores afirmam utilizar IA no dia a dia, seja com copilotos, ferramentas de geração de conteúdo ou automações simples que agilizam tarefas repetitivas e aumentam produtividade. Nas organizações, no entanto, a adoção ainda encontra barreiras significativas: um levantamento da ISC² apontou que 45% das empresas ainda não possuem uma estratégia definida para incorporar a tecnologia, deixando de aproveitar todo o potencial da IA para inovação e competitividade.

   Esse contraste acontece porque a curva de adoção individual é mais rápida que a organizacional. Enquanto pessoas experimentam, testam e aprendem de forma ágil, muitas empresas permanecem presas a modelos tradicionais de governança, cheias de burocracias e receios sobre o desconhecido. A preocupação com proteção e segurança de dados, embora legítima, muitas vezes contribui para a estagnação, enquanto outras organizações avançam ao criar ambientes de experimentação corporativa, aproveitando agentes e ferramentas de IA.

   Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), os investimentos em IA devem alcançar US$ 2,4 bilhões em 2025, um crescimento de 30% em relação a 2024, impulsionados principalmente por IA generativa e agentes autônomos. Essa evolução não apenas aumenta a relevância da tecnologia, mas também redefine estruturas e processos, onde a IA deixa de ser apenas ferramenta para se tornar um parceiro decisório, capaz de resolver problemas, gerar valor e contribuir de forma direta para operações mais ágeis e descentralizadas. A aceleração da IA redefine o papel das empresas: não basta adotar ferramentas, é preciso integrar a tecnologia à cultura e à estratégia, promovendo colaboração real entre humanos e máquinas.

   Nesse contexto, as estruturas empresariais precisarão se adaptar a novos modelos de operação, nos quais agentes de IA atuam como membros dos times. O futuro do trabalho não será apenas humano ou digital, mas colaborativo: máquinas alavancando produtividade e qualidade, e pessoas focadas em atividades de maior impacto e valor.

   Não há dúvidas de que a aceleração da IA também traz desafios claros para as lideranças. Mais do que dominar ferramentas, é necessário reorganizar processos, cultura e estrutura da empresa, colocando a IA no centro da estratégia. Isso exige compreender profundamente o impacto da tecnologia, cultivar uma mentalidade de experimentação, distinguir sinais de transformação de barulhos momentâneos e coragem para sair da zona de conforto.

   Embora exista uma grande quantidade de conteúdo open source disponível, a capacitação de alta liderança requer programas direcionados e “mão na massa”, alinhados à realidade de cada organização. Nesse sentido, abordagens guiadas, com mentoria especializada, são essenciais para preparar executivos a tomar decisões estratégicas sobre investimentos e adoção de IA, equilibrando riscos, impulsionando inovação e potencializando o capital humano.

   O impacto da IA sobre a experiência do colaborador também é profundo. Quando bem implementada, a tecnologia libera espaço mental, reduz tarefas operacionais e abre margem para criatividade, inovação e geração de valor. Mas isso só acontece em culturas de confiança, que incentivam a experimentação, aprendizado contínuo e a coragem de transformar erros em aprendizado estratégico.

   O futuro do trabalho será definido pela capacidade dos gestores de orquestrar a colaboração entre humanos e máquinas, integrando tecnologia à estratégia, à cultura e ao desenvolvimento de talentos. Organizações que alinharem investimentos, governança e capacitação estarão prontas para transformar o potencial da IA em resultados concretos. Quem não se adaptar corre o risco de perder relevância, enquanto aqueles que abraçarem a colaboração homem-máquina terão vantagem competitiva sustentável.


(SOUSA, Eduarda. Cofundadora e CMO da Loomi. Hoje em Dia. Publicado em: 28/10/2025. Adaptado.)
Quanto à expressão destacada em “O uso da inteligência artificial já se tornou parte da rotina de muitos dos profissionais brasileiros. De acordo com o ‘Índice de Tendências de Trabalho’, da Microsoft e LinkedIn, 83% dos trabalhadores afirmam utilizar IA no dia a dia, seja com copilotos, ferramentas de geração de conteúdo ou automações simples que agilizam tarefas repetitivas e aumentam produtividade.” (1º§), pode-se afirmar que é possível identificar:
Alternativas
Q3843905 Português
Texto para responder à questão.


Homem-máquina: a nova era da colaboração


   O uso da Inteligência Artificial (IA) já se tornou parte da rotina de muitos dos profissionais brasileiros. De acordo com o “Índice de Tendências de Trabalho”, da Microsoft e LinkedIn, 83% dos trabalhadores afirmam utilizar IA no dia a dia, seja com copilotos, ferramentas de geração de conteúdo ou automações simples que agilizam tarefas repetitivas e aumentam produtividade. Nas organizações, no entanto, a adoção ainda encontra barreiras significativas: um levantamento da ISC² apontou que 45% das empresas ainda não possuem uma estratégia definida para incorporar a tecnologia, deixando de aproveitar todo o potencial da IA para inovação e competitividade.

   Esse contraste acontece porque a curva de adoção individual é mais rápida que a organizacional. Enquanto pessoas experimentam, testam e aprendem de forma ágil, muitas empresas permanecem presas a modelos tradicionais de governança, cheias de burocracias e receios sobre o desconhecido. A preocupação com proteção e segurança de dados, embora legítima, muitas vezes contribui para a estagnação, enquanto outras organizações avançam ao criar ambientes de experimentação corporativa, aproveitando agentes e ferramentas de IA.

   Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), os investimentos em IA devem alcançar US$ 2,4 bilhões em 2025, um crescimento de 30% em relação a 2024, impulsionados principalmente por IA generativa e agentes autônomos. Essa evolução não apenas aumenta a relevância da tecnologia, mas também redefine estruturas e processos, onde a IA deixa de ser apenas ferramenta para se tornar um parceiro decisório, capaz de resolver problemas, gerar valor e contribuir de forma direta para operações mais ágeis e descentralizadas. A aceleração da IA redefine o papel das empresas: não basta adotar ferramentas, é preciso integrar a tecnologia à cultura e à estratégia, promovendo colaboração real entre humanos e máquinas.

   Nesse contexto, as estruturas empresariais precisarão se adaptar a novos modelos de operação, nos quais agentes de IA atuam como membros dos times. O futuro do trabalho não será apenas humano ou digital, mas colaborativo: máquinas alavancando produtividade e qualidade, e pessoas focadas em atividades de maior impacto e valor.

   Não há dúvidas de que a aceleração da IA também traz desafios claros para as lideranças. Mais do que dominar ferramentas, é necessário reorganizar processos, cultura e estrutura da empresa, colocando a IA no centro da estratégia. Isso exige compreender profundamente o impacto da tecnologia, cultivar uma mentalidade de experimentação, distinguir sinais de transformação de barulhos momentâneos e coragem para sair da zona de conforto.

   Embora exista uma grande quantidade de conteúdo open source disponível, a capacitação de alta liderança requer programas direcionados e “mão na massa”, alinhados à realidade de cada organização. Nesse sentido, abordagens guiadas, com mentoria especializada, são essenciais para preparar executivos a tomar decisões estratégicas sobre investimentos e adoção de IA, equilibrando riscos, impulsionando inovação e potencializando o capital humano.

   O impacto da IA sobre a experiência do colaborador também é profundo. Quando bem implementada, a tecnologia libera espaço mental, reduz tarefas operacionais e abre margem para criatividade, inovação e geração de valor. Mas isso só acontece em culturas de confiança, que incentivam a experimentação, aprendizado contínuo e a coragem de transformar erros em aprendizado estratégico.

   O futuro do trabalho será definido pela capacidade dos gestores de orquestrar a colaboração entre humanos e máquinas, integrando tecnologia à estratégia, à cultura e ao desenvolvimento de talentos. Organizações que alinharem investimentos, governança e capacitação estarão prontas para transformar o potencial da IA em resultados concretos. Quem não se adaptar corre o risco de perder relevância, enquanto aqueles que abraçarem a colaboração homem-máquina terão vantagem competitiva sustentável.


(SOUSA, Eduarda. Cofundadora e CMO da Loomi. Hoje em Dia. Publicado em: 28/10/2025. Adaptado.)
“Isso exige compreender profundamente o impacto da tecnologia, cultivar uma mentalidade de experimentação, distinguir sinais de transformação de barulhos momentâneos e coragem para sair da zona de conforto.” (5º§). O trecho destacado anteriormente apresenta:
Alternativas
Q3843904 Português
Texto para responder à questão.


Homem-máquina: a nova era da colaboração


   O uso da Inteligência Artificial (IA) já se tornou parte da rotina de muitos dos profissionais brasileiros. De acordo com o “Índice de Tendências de Trabalho”, da Microsoft e LinkedIn, 83% dos trabalhadores afirmam utilizar IA no dia a dia, seja com copilotos, ferramentas de geração de conteúdo ou automações simples que agilizam tarefas repetitivas e aumentam produtividade. Nas organizações, no entanto, a adoção ainda encontra barreiras significativas: um levantamento da ISC² apontou que 45% das empresas ainda não possuem uma estratégia definida para incorporar a tecnologia, deixando de aproveitar todo o potencial da IA para inovação e competitividade.

   Esse contraste acontece porque a curva de adoção individual é mais rápida que a organizacional. Enquanto pessoas experimentam, testam e aprendem de forma ágil, muitas empresas permanecem presas a modelos tradicionais de governança, cheias de burocracias e receios sobre o desconhecido. A preocupação com proteção e segurança de dados, embora legítima, muitas vezes contribui para a estagnação, enquanto outras organizações avançam ao criar ambientes de experimentação corporativa, aproveitando agentes e ferramentas de IA.

   Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), os investimentos em IA devem alcançar US$ 2,4 bilhões em 2025, um crescimento de 30% em relação a 2024, impulsionados principalmente por IA generativa e agentes autônomos. Essa evolução não apenas aumenta a relevância da tecnologia, mas também redefine estruturas e processos, onde a IA deixa de ser apenas ferramenta para se tornar um parceiro decisório, capaz de resolver problemas, gerar valor e contribuir de forma direta para operações mais ágeis e descentralizadas. A aceleração da IA redefine o papel das empresas: não basta adotar ferramentas, é preciso integrar a tecnologia à cultura e à estratégia, promovendo colaboração real entre humanos e máquinas.

   Nesse contexto, as estruturas empresariais precisarão se adaptar a novos modelos de operação, nos quais agentes de IA atuam como membros dos times. O futuro do trabalho não será apenas humano ou digital, mas colaborativo: máquinas alavancando produtividade e qualidade, e pessoas focadas em atividades de maior impacto e valor.

   Não há dúvidas de que a aceleração da IA também traz desafios claros para as lideranças. Mais do que dominar ferramentas, é necessário reorganizar processos, cultura e estrutura da empresa, colocando a IA no centro da estratégia. Isso exige compreender profundamente o impacto da tecnologia, cultivar uma mentalidade de experimentação, distinguir sinais de transformação de barulhos momentâneos e coragem para sair da zona de conforto.

   Embora exista uma grande quantidade de conteúdo open source disponível, a capacitação de alta liderança requer programas direcionados e “mão na massa”, alinhados à realidade de cada organização. Nesse sentido, abordagens guiadas, com mentoria especializada, são essenciais para preparar executivos a tomar decisões estratégicas sobre investimentos e adoção de IA, equilibrando riscos, impulsionando inovação e potencializando o capital humano.

   O impacto da IA sobre a experiência do colaborador também é profundo. Quando bem implementada, a tecnologia libera espaço mental, reduz tarefas operacionais e abre margem para criatividade, inovação e geração de valor. Mas isso só acontece em culturas de confiança, que incentivam a experimentação, aprendizado contínuo e a coragem de transformar erros em aprendizado estratégico.

   O futuro do trabalho será definido pela capacidade dos gestores de orquestrar a colaboração entre humanos e máquinas, integrando tecnologia à estratégia, à cultura e ao desenvolvimento de talentos. Organizações que alinharem investimentos, governança e capacitação estarão prontas para transformar o potencial da IA em resultados concretos. Quem não se adaptar corre o risco de perder relevância, enquanto aqueles que abraçarem a colaboração homem-máquina terão vantagem competitiva sustentável.


(SOUSA, Eduarda. Cofundadora e CMO da Loomi. Hoje em Dia. Publicado em: 28/10/2025. Adaptado.)
Considerando a estrutura e características formais do texto, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3843903 Português
Texto para responder à questão.


Estudo aponta desigualdade de língua na web


Alguns povos têm dificuldade em encontrar conteúdo na internet em seu próprio idioma


   O aplicativo Instagram até pode ser baixado nos celulares de Bangladesh, na Ásia. Mas quem quiser configurá-lo para o bengali, língua oficial do país, infelizmente não terá essa opção. O jeito é escolher outro idioma.

   Essa é a realidade de diversos povos mundo afora. Um estudo divulgado pela organização Whose Knowledge, em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido, mostra que diversas línguas não são bem representadas no mundo virtual.

  Segundo o relatório, essa desigualdade afeta principalmente asiáticos e africanos: 90% deles precisam utilizar outra língua que não a sua para navegar entre conteúdos e aplicativos.

   O mundo tem hoje cerca de 7.151 línguas vivas (ou seja, efetivamente faladas), de acordo com o Ethnologue, iniciativa que reúne estudiosos do tema. Por um lado, dá para imaginar a dificuldade de criar conteúdo para atender todos os habitantes do planeta; por outro, há aquelas que apontam uma desigualdade exacerbada.

   O estudo mostra, por exemplo, que 77% dos internautas em todo o mundo navegam na internet em apenas dez idiomas. Esse número indica que muita gente acaba usando uma segunda língua em suas atividades on-line.

   Um outro exemplo é o punjabi, falado por cerca de 104 milhões de pessoas na região entre Índia e Paquistão. Nem mesmo os aplicativos mais populares, como Facebook e Google Maps, estão disponíveis na língua.


(PEIXOTO, Fabrícia. Estudo aponta desigualdade de língua na web. Revista Qualé. Disponível em: https://revistaquale.com.br. Acesso em: outubro de 2025.)
Sendo a transitividade verbal observada na estrutura das orações um mecanismo linguístico que determina as relações entre termos regentes e termos regidos, assinale o excerto que se apresenta DIFERENTE dos demais quanto ao estabelecimento das conexões citadas anteriormente.
Alternativas
Q3843902 Português
Texto para responder à questão.


Estudo aponta desigualdade de língua na web


Alguns povos têm dificuldade em encontrar conteúdo na internet em seu próprio idioma


   O aplicativo Instagram até pode ser baixado nos celulares de Bangladesh, na Ásia. Mas quem quiser configurá-lo para o bengali, língua oficial do país, infelizmente não terá essa opção. O jeito é escolher outro idioma.

   Essa é a realidade de diversos povos mundo afora. Um estudo divulgado pela organização Whose Knowledge, em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido, mostra que diversas línguas não são bem representadas no mundo virtual.

  Segundo o relatório, essa desigualdade afeta principalmente asiáticos e africanos: 90% deles precisam utilizar outra língua que não a sua para navegar entre conteúdos e aplicativos.

   O mundo tem hoje cerca de 7.151 línguas vivas (ou seja, efetivamente faladas), de acordo com o Ethnologue, iniciativa que reúne estudiosos do tema. Por um lado, dá para imaginar a dificuldade de criar conteúdo para atender todos os habitantes do planeta; por outro, há aquelas que apontam uma desigualdade exacerbada.

   O estudo mostra, por exemplo, que 77% dos internautas em todo o mundo navegam na internet em apenas dez idiomas. Esse número indica que muita gente acaba usando uma segunda língua em suas atividades on-line.

   Um outro exemplo é o punjabi, falado por cerca de 104 milhões de pessoas na região entre Índia e Paquistão. Nem mesmo os aplicativos mais populares, como Facebook e Google Maps, estão disponíveis na língua.


(PEIXOTO, Fabrícia. Estudo aponta desigualdade de língua na web. Revista Qualé. Disponível em: https://revistaquale.com.br. Acesso em: outubro de 2025.)
Apesar de serem classificados morfologicamente de forma diversa, os termos destacados a seguir possuem a mesma classificação sintática, EXCETO:
Alternativas
Q3843901 Português
Texto para responder à questão.


Estudo aponta desigualdade de língua na web


Alguns povos têm dificuldade em encontrar conteúdo na internet em seu próprio idioma


   O aplicativo Instagram até pode ser baixado nos celulares de Bangladesh, na Ásia. Mas quem quiser configurá-lo para o bengali, língua oficial do país, infelizmente não terá essa opção. O jeito é escolher outro idioma.

   Essa é a realidade de diversos povos mundo afora. Um estudo divulgado pela organização Whose Knowledge, em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido, mostra que diversas línguas não são bem representadas no mundo virtual.

  Segundo o relatório, essa desigualdade afeta principalmente asiáticos e africanos: 90% deles precisam utilizar outra língua que não a sua para navegar entre conteúdos e aplicativos.

   O mundo tem hoje cerca de 7.151 línguas vivas (ou seja, efetivamente faladas), de acordo com o Ethnologue, iniciativa que reúne estudiosos do tema. Por um lado, dá para imaginar a dificuldade de criar conteúdo para atender todos os habitantes do planeta; por outro, há aquelas que apontam uma desigualdade exacerbada.

   O estudo mostra, por exemplo, que 77% dos internautas em todo o mundo navegam na internet em apenas dez idiomas. Esse número indica que muita gente acaba usando uma segunda língua em suas atividades on-line.

   Um outro exemplo é o punjabi, falado por cerca de 104 milhões de pessoas na região entre Índia e Paquistão. Nem mesmo os aplicativos mais populares, como Facebook e Google Maps, estão disponíveis na língua.


(PEIXOTO, Fabrícia. Estudo aponta desigualdade de língua na web. Revista Qualé. Disponível em: https://revistaquale.com.br. Acesso em: outubro de 2025.)
Alguns elementos e expressões linguísticas são empregados com o objetivo de contribuir com a construção da coesão e coerência textuais. Nesse contexto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3843900 Português
Texto para responder à questão.


Estudo aponta desigualdade de língua na web


Alguns povos têm dificuldade em encontrar conteúdo na internet em seu próprio idioma


   O aplicativo Instagram até pode ser baixado nos celulares de Bangladesh, na Ásia. Mas quem quiser configurá-lo para o bengali, língua oficial do país, infelizmente não terá essa opção. O jeito é escolher outro idioma.

   Essa é a realidade de diversos povos mundo afora. Um estudo divulgado pela organização Whose Knowledge, em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido, mostra que diversas línguas não são bem representadas no mundo virtual.

  Segundo o relatório, essa desigualdade afeta principalmente asiáticos e africanos: 90% deles precisam utilizar outra língua que não a sua para navegar entre conteúdos e aplicativos.

   O mundo tem hoje cerca de 7.151 línguas vivas (ou seja, efetivamente faladas), de acordo com o Ethnologue, iniciativa que reúne estudiosos do tema. Por um lado, dá para imaginar a dificuldade de criar conteúdo para atender todos os habitantes do planeta; por outro, há aquelas que apontam uma desigualdade exacerbada.

   O estudo mostra, por exemplo, que 77% dos internautas em todo o mundo navegam na internet em apenas dez idiomas. Esse número indica que muita gente acaba usando uma segunda língua em suas atividades on-line.

   Um outro exemplo é o punjabi, falado por cerca de 104 milhões de pessoas na região entre Índia e Paquistão. Nem mesmo os aplicativos mais populares, como Facebook e Google Maps, estão disponíveis na língua.


(PEIXOTO, Fabrícia. Estudo aponta desigualdade de língua na web. Revista Qualé. Disponível em: https://revistaquale.com.br. Acesso em: outubro de 2025.)
De acordo com o texto, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3843899 Português
Autopsicografia

Imagem associada para resolução da questão

(Poesias. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1942. 15ª ed. 1995. Adaptado.)

Em seu poema “Autopsicografia”, Fernando Pessoa:
Alternativas
Q3843860 Português
"Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora."

No excerto, o uso do acento grave (crase) na expressão "Escrever à mão" se dá porque o verbo "escrever", nesse contexto, é regido pela preposição "a" que se funde ao artigo que acompanha o substantivo "mão", complemento do verbo.

Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento (grave) nas expressões destacadas:

I. Adaptar-se à escrita à mão pode ser desafiador para jovens e adolescentes.
II. A falta de concentração revela à humanidade a necessidade de voltar-se para atividades menos automáticas. Escrever à mão é uma delas.
III. A pouca prática de escrita manual afeta à coordenação motora fina.

Está correto o uso do acento grave (crase) em:
Alternativas
Q3843859 Português
Leia o texto a seguir:

Quase metade das mulheres brasileiras (46%) não é tratada com respeito no país. A sensação se repete em casa, no trabalho e, principalmente, nas ruas, onde 49% delas dizem que não são respeitadas. É o que mostra a 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, o maior levantamento do país sobre o tema [...].
A pesquisa ouviu mais de 20 mil mulheres em todas as regiões do país e revela que o machismo continua sendo regra e não exceção: 94% das entrevistadas classificam o Brasil como um país machista.
"Esse acompanhamento e atualização bienal dos dados permite que a gente mensure como está e o que tem mudado no país em relação à violência contra mulheres e a percepção sobre o tema. Ou seja, é essencial para apoiar senadores e governo na hora de criar e medir o sucesso de leis e políticas públicas de proteção às mulheres", diz Marcos Ruben de Oliveira, coordenador do Instituto de Pesquisa DataSenado.

(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/quas e-50-das-mulheres-brasileiras-denunciam-desrespeito. Acesso em: 14 dez. 2025. Adaptado.)

Um dos usos dos pronomes é auxiliar na coesão do texto. Analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) No 1º parágrafo, o pronome pessoal "elas" se refere a "mulheres brasileiras".
(__) No 1º parágrafo, o pronome relativo "onde" foi usado corretamente, se referindo a um lugar.
(__) No 3º parágrafo, o pronome demonstrativo "esse" se refere à pesquisa descrita no 1º e 2º parágrafos. É possível compreender isso por causa do substantivo "acompanhamento".

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3843858 Português
Leia o texto a seguir:

Caminhão do Forró

No mês em que se celebra o Dia Nacional do Forró, o Gama transforma ruas, feiras e praças em verdadeiros arraiais itinerantes: o Caminhão do Forró segue sua rota pela cidade, levando música, tradição e alegria em apresentações gratuitas até o dia 28.
Reinventado como palco cultural, o Chevrolet Brasil 1962 percorre diferentes pontos do Gama com 12 dias de programação que homenageiam Luiz Gonzaga e as raízes da música nordestina. O repertório reúne obras de Paulim Diolinda e parceiros, além de clássicos de Marinês, Jackson do Pandeiro e do próprio Rei do Baião, interpretados por Rene Bonfim, Sabrina Vaz e Zemiguel Rodrigues sob direção musical do Maestro Marcos Farias.
A iniciativa integra o projeto Gama Cultural 2025, realizada pelo Instituto Voar Cultural em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF e Administração Regional do Gama. Mais que uma ação festiva, o Caminhão do Forró cria encontros e reforça o sentimento de memória e pertencimento no território.

Serviço 
Caminhão do Forró — Gama Cultural 2025.
Data: 12 a 28 de dezembro.
Local: Rota itinerante por feiras, praças e espaços culturais do Gama.
Atividades gratuitas.

(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/12/12/fim-de-semana-no-df-tem-s arau-com-obra-de-clarice-lispector-cinema-motociclismo-e-forro/. Acesso em: 14 dez. 2025. Adaptado.)

Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) O objetivo do texto é divulgar um evento. Para isso, o autor lança mão, predominantemente, de sequências descritivas, a fim de descrever o evento e oferecer ao leitor o máximo de informações.
(__) O texto tem como foco narrar a história do Caminhão do Forró, um palco cultural reinventado que percorre vários pontos do Gama, no Distrito Federal.
(__) O Caminhão do Forró, além de oferecer várias atrações artísticas, e nesta edição homenagear as raízes nordestinas e Luiz Gonzaga, promove, através da cultura, o fortalecimento da memória e da ideia de pertencimento a uma cultura.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3843857 Português
Lembrando que não existe sinônimo absoluto e que os sentidos são dados no contexto em que as palavras são usadas, analise o excerto a seguir:

"Esse acompanhamento e atualização bienal dos dados permite que a gente mensure como está e o que tem mudado no país em relação à violência contra mulheres e a percepção sobre o tema. Ou seja, é essencial para apoiar senadores e governo na hora de criar e medir o sucesso de leis e políticas públicas de proteção às mulheres".

Nas alternativas a seguir, há verbos que podem substituir "mensurar" no texto, porém, nem todos mantêm o sentido. Assinale a única alternativa que permite manter o sentido do texto:
Alternativas
Q3843856 Português
Analise o excerto:

"Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez."

Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) A conjunção adversativa "mas", nesse contexto, não estabelece sentindo de oposição, mas de adição. Esse sentido também é possível para essa conjunção.
(__) No excerto, a escolha de articulação das ideias por parte da autora confere destaque às ideias das duas orações que estão coordenadas por "não (é) simplesmente... mas". Esse par "não é simplesmente... mas" exerce a mesma função dos pares "não é só... mas (também)" e "não é apenas... mas (também)".
(__) A conjunção "porque" estabelece uma relação explicativa e pode ser substituída por "portanto", "logo", sem comprometer o sentido do período.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3843855 Português
Leia o texto a seguir:

A Biblioteca Nacional de Brasília recebe, até esta sexta-feira (12), o sarau cênico-musical Clarice em Busca do Outro, um espetáculo itinerante que une literatura, teatro e música para revelar novas camadas da escrita de Clarice Lispector e ampliar o acesso à obra da autora por meio de experiências sensoriais e inclusivas.
Com direção e dramaturgia de Delson Antunes, o projeto transforma 20 textos e fragmentos de Clarice em cenas, performances e canções originais, distribuídas pelos três andares da Biblioteca Nacional. Além do sarau, a iniciativa apresenta a exposição literária Versos que Ganham Vida, com trechos de contos da autora impressos em painéis e traduzidos em braille, e oferece atividades formativas, como a oficina A Palavra Como Ação e rodas de conversa com estudantes da rede pública.
Todas as apresentações contam com tradução em Libras, e parte delas inclui audiodescrição, reforçando o compromisso com acessibilidade cultural.

(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/12/12/fim-de-semana-no-df-tem-s arau-com-obra-de-clarice-lispector-cinema-motociclismo-e-forro/. Acesso em: 14 dez. 2025. Adaptado.)

A respeito da coesão textual, analise as sentenças:

I. No 2º parágrafo, as palavras "projeto" e "iniciativa" têm como referente "o sarau cênico-musical Clarice em Busca do Outro", retomando-o sem provocar repetições desnecessárias.
II. A expressão "Além do sarau" exerce duas funções importantes: retoma espetáculo de Delson Antunes, reforçando para o leitor a respeito do que o texto trata, e introduz uma ideia nova, ampliando a abordagem temática.
III. Na expressão "Todas as apresentações", no 3º parágrafo, não está claro a que ela se refere. O leitor fica em dúvida se a expressão se refere a todas as cenas, performances e canções originais que compõem o espetáculo ou se refere a todas as apresentações (no sentido de edições) que ocorrerão até a sexta-feira (12).

É correto o que se apresenta em:
Alternativas
Q3843854 Português
Leia o excerto e analise as sentenças quanto à pontuação:

Como o cérebro processa a escrita à mão

Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez.
"O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas", explica a neurocientista Livia Ciacci.

(Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/escrita-a-mao-e-coisa-do-passado-p arece-que-nao/. Acesso em: 14 dez. 2025. Adaptado.)

I. O uso da vírgula após a palavra "completo" se dá para separar a oração explicativa.
II. As vírgulas no trecho sublinhado se justificam porque elas separam termos coordenados sem conectivos.
III. O trecho "centro de controle do nosso cérebro" está entre vírgulas porque ele é um aposto explicativo e precisa ser separado por vírgulas dentro do período.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3843853 Português
Analise a concordância das palavras destacadas:

I. Calada a natureza, a terra e os povos originários, o que restará neste país?
II. A natureza, a terra e os povos originários, silenciados, sofrem com o avanço dos agrotóxicos.
III. O avanço dos agrotóxicos prejudicam absurdamente os lençóis freáticos e o ar.
IV. Os lençóis freáticos e o ar sofrem muita contaminação com o avanço dos agrotóxicos.

A concordância das palavras destacadas está correta em: 
Alternativas
Q3843852 Português
Leia o excerto:

Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital.
No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina − como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas − e, principalmente, processos cognitivos muito importantes.

(Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/escrita-a-mao-e-coisa-do-passado-p arece-que-nao/. Acesso em: 14 dez. 2025. Adaptado.)

Analise as sentenças quanto à acentuação gráfica das palavras:

I. A palavra "difícil" é acentuada por ser uma paroxítona terminada em "-l". É o mesmo caso do singular de "compreensíveis", a saber, "compreensível".
II. A palavra "compreensíveis" é uma paroxítona terminada em ditongo oral, por isso é acentuada. Mesmo caso de "vários".
III. As palavras "espontâneos" e "páginas" são acentuadas pela mesma regra: ambas são proparoxítonas.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3843851 Português
Leia as sentenças e analise o uso dos "porquês":

I. Por que é tão difícil escrever à mão hoje em dia? Será mesmo dificuldade?
II. Se escrevo é porque preciso organizar meus pensamentos e só a escrita o faz.
III. Eis todos os motivos por que escrevo à mão e ando com um bloquinho e uma caneta na bolsa.
IV. Ele queria saber o porquê da minha decisão de viajar e registrar tudo por escrito.
V. Eu sei porque.

Está correto o uso em:
Alternativas
Q3843784 Português

No excerto "Por que um grau a mais na temperatura é uma catástrofe até para o ecossistema dos desertos", o "por que" foi usado corretamente, mesmo a oração não sendo uma pergunta direta. Analise as sentenças a seguir:



I.Eis por que é preciso discutir o aquecimento global, mas também agir rápido e mundialmente.


II.Ninguém explica por que há tanta resistência, por parte das grandes nações, em mitigar os efeitos do aquecimento global. Elas também são responsáveis.


III.É preciso implementação urgente de ações que, de fato, mudem os rumos climáticos por que não há mais tempo para fingir que os desastres não estão cada vez mais intensos.


por que foi corretamente usado em:

Alternativas
Q3843782 Português

Por que um grau a mais na temperatura é uma catástrofe até para o ecossistema dos desertos


As ameaças aos desertos vêm de várias fontes, algumas destas podem até ser surpreendentes. Sabe-se, por exemplo, que uma das maiores ameaças aos ambientes desérticos é o aquecimento global.


É difícil imaginar que o aquecimento global tenha um grande efeito nos desertos do mundo, que já são quentes e secos. Mas sim, ele tem, pois mesmo pequenas mudanças na temperatura ou na precipitação podem afetar drasticamente as plantas e os animais do deserto. Em alguns casos, prevê-se que o aquecimento global aumente as terras desérticas, que já cobrem 1/5 da superfície terrestre, e amplie ainda mais a desertificação na Terra.


(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/11/por-que-um-grau-a-mais-na-temperatura-e-uma-catastrofe-ate-para-o-ecossistema-dos-desertos. Acesso em: 15 dez. 2025. Adaptado.)


Os pronomes são importantes recursos linguísticos na construção da coesão textual, especialmente retomando ideias sem repeti-las. Leia o texto anterior, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__)No 1º parágrafo, o pronome demonstrativo "estas" tem como referente "ameaças", no início do período.


(__)No 2º parágrafo, o pronome pessoal "ele" tem como referente "aquecimento global".


(__)No 2º parágrafo há dois usos do pronome relativo "que" (em destaque), importantes na construção da subordinação das orações, as quais são explicativas. O primeiro, por se referir a "desertos", pode ser substituído por "os quais"; o segundo pode ser substituído por "as quais", pois se refere a "terras desérticas".



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Respostas
27381: B
27382: C
27383: A
27384: B
27385: B
27386: C
27387: D
27388: D
27389: A
27390: E
27391: E
27392: E
27393: D
27394: E
27395: E
27396: B
27397: A
27398: C
27399: A
27400: B