Questões de Concurso Sobre português
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Com base no emprego do sinal indicativo de crase no enunciado acima, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__)O emprego de crase na expressão 'à sua extrema intensidade' é facultativo, pois antes de pronomes possessivos pode ocorrer ou não o uso desse sinal.
(__)O vocábulo 'devido' rege a preposição 'a', o que justifica o emprego da crase de forma correta, uma vez que 'extrema' é um substantivo que admite artigo feminino.
(__)Se o vocábulo 'calor' fosse substituído por 'temperaturas', como em 'à temperaturas', a crase seria obrigatória, uma vez que se trata de uma palavra feminina que admite artigo.
(__)A crase foi empregada de forma incorreta, pois diante de pronomes não ocorre crase.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Considerando as regras de emprego do sinal indicativo de crase em indicação de horas, analise a afirmativa CORRETA.
I.A onda de calor é considerada perigosa somente quando ocorrem picos de temperatura isolados ao longo dia.
II.Quando as altas temperaturas persistem, inclusive durante a noite, o desconforto térmico aumenta e a recuperação do corpo humano se torna mais difícil.
III.Regiões afastadas do mar ou localizadas em vales podem sofrer maior acúmulo de calor.
IV.Apenas cidades do Nordeste estão entre as mais quentes do Brasil, segundo o Inmet.
É correto o que se afirma em:
O vocábulo 'centro-sul' está grafado corretamente. Identifique a alternativa que apresenta um vocábulo composto escrito de forma INCORRETA.
I.A onda de calor é considerada perigosa somente quando ocorrem picos de temperatura isolados ao longo do dia.
II.Quando as altas temperaturas persistem, inclusive durante a noite, o desconforto térmico aumenta e a recuperação do corpo humano se torna mais difícil.
III.Regiões afastadas do mar ou localizadas em vales podem sofrer maior acúmulo de calor.
IV.Apenas cidades do Nordeste estão entre as mais quentes do Brasil, segundo o Inmet.
É correto o que se afirma em:
O vocábulo 'centro-sul' está grafado corretamente. Identifique a alternativa que apresenta um vocábulo composto escrito de forma INCORRETA.
Considerando as regras de emprego do sinal indicativo de crase em indicação de horas, analise a afirmativa CORRETA.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
Leia o fragmento:
“O silêncio envolvia Augusto enquanto ele observava a movimentação suave dos funcionários da estação.”
Considerando que, na língua portuguesa, nem sempre há correspondência direta entre letras e fonemas, especialmente em palavras que apresentam dígrafos, encontros consonantais ou encontros vocálicos, assinale a alternativa cuja palavra apresenta igualdade entre o número de letras e o número de fonemas, sem ocorrência de dígrafo ou ditongo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
I.A onda de calor é considerada perigosa somente quando ocorrem picos de temperatura isolados ao longo do dia.
II.Quando as altas temperaturas persistem, inclusive durante a noite, o desconforto térmico aumenta e a recuperação do corpo humano se torna mais difícil.
III.Regiões afastadas do mar ou localizadas em vales podem sofrer maior acúmulo de calor.
IV.Apenas cidades do Nordeste estão entre as mais quentes do Brasil, segundo o Inmet.
É correto o que se afirma em:
Considerando as regras de emprego do sinal indicativo de crase em indicação de horas, analise a afirmativa CORRETA.
O vocábulo 'centro-sul' está grafado corretamente. Identifique a alternativa que apresenta um vocábulo composto escrito de forma INCORRETA.
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRE