Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3831738 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os preocupantes efeitos de longo prazo da pandemia que agora estão sendo observados nas crianças


A professora de pré-escola Rebekah Underwood percebe diferenças claras na turma de 2025 em comparação às crianças que ensinava antes da pandemia de covid-19. Alunos de cinco e seis anos demonstram maior cautela física, com dificuldades para pular, dar cambalhotas ou escalar. Esse comportamento chama a atenção por contrastar com gerações anteriores e levanta a hipótese de que a restrição à exploração ao ar livre, vivida quando eram bebês, tenha influenciado seu desenvolvimento motor e a confiança corporal.

Em março de 2020, o fechamento das escolas em todo o mundo alterou profundamente a rotina de mais de dois bilhões de crianças e jovens. O confinamento prolongado, o ensino remoto e a substituição da convivência presencial por interações mediadas por telas romperam o ritmo cotidiano da infância. Experiências importantes — esportes, brincadeiras coletivas e eventos escolares — foram interrompidas, e muitos alunos passaram meses ou até mais de um ano sem contato presencial com colegas.

Pesquisadores observam que essas interrupções deixaram marcas no comportamento, na saúde mental, nas habilidades sociais e na aprendizagem. Crianças pequenas passaram a apresentar maior sensibilidade a estímulos sonoros e visuais, além de dificuldades em ambientes barulhentos e caóticos. Em algumas escolas, atividades práticas, como aulas de música, precisaram ser suspensas e depois reintroduzidas gradualmente, devido à sobrecarga sensorial vivida pelos alunos.

Estudos recentes indicam que bebês que passaram os primeiros meses de vida durante os confinamentos apresentam vocabulário mais restrito e dificuldades em habilidades cognitivas mais complexas. A redução das interações sociais e da diversidade de estímulos em espaços públicos é apontada como fator relevante, já que os primeiros anos são decisivos para o desenvolvimento da comunicação e das funções executivas.

Na área educacional, estima-se que cerca de quase dois bilhões de estudantes tenham sido prejudicados. Relatórios internacionais apontam perdas expressivas de aprendizagem, sobretudo em matemática, mais intensas entre alunos de famílias de baixa renda e grupos marginalizados. Essas defasagens mostraram-se persistentes mesmo após a reabertura das escolas e se recuperam de forma desigual, ampliando disparidades educacionais e gerando impactos econômicos de longo prazo.

Além da educação, pesquisas identificaram aumento da obesidade infantil e maior incidência de ansiedade, depressão e problemas comportamentais. Por outro lado, alguns estudos registram melhora na maturidade emocional, possivelmente relacionada à exposição precoce a adversidades e a temas complexos durante a pandemia, o que pode ter acelerado certos aspectos do amadurecimento psicológico.

Especialistas alertam que, sem ações coordenadas entre políticas públicas, famílias e escolas, as consequências negativas se prolongarão ao longo dos anos. Ainda assim, Underwood observa sinais de avanço em sua turma mais recente: as crianças demonstram maior disposição para atividades físicas, retomam brincadeiras com mais confiança e participam melhor das aulas de música, embora o desenvolvimento socioemocional continue a exigir acompanhamento atento.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e4xxd02xlo.adaptado.
A linguagem pode assumir diferentes funções conforme a intenção comunicativa predominante em um texto, variando de acordo com o foco na informação, no emissor, no receptor ou no próprio código utilizado.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3831737 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os preocupantes efeitos de longo prazo da pandemia que agora estão sendo observados nas crianças


A professora de pré-escola Rebekah Underwood percebe diferenças claras na turma de 2025 em comparação às crianças que ensinava antes da pandemia de covid-19. Alunos de cinco e seis anos demonstram maior cautela física, com dificuldades para pular, dar cambalhotas ou escalar. Esse comportamento chama a atenção por contrastar com gerações anteriores e levanta a hipótese de que a restrição à exploração ao ar livre, vivida quando eram bebês, tenha influenciado seu desenvolvimento motor e a confiança corporal.

Em março de 2020, o fechamento das escolas em todo o mundo alterou profundamente a rotina de mais de dois bilhões de crianças e jovens. O confinamento prolongado, o ensino remoto e a substituição da convivência presencial por interações mediadas por telas romperam o ritmo cotidiano da infância. Experiências importantes — esportes, brincadeiras coletivas e eventos escolares — foram interrompidas, e muitos alunos passaram meses ou até mais de um ano sem contato presencial com colegas.

Pesquisadores observam que essas interrupções deixaram marcas no comportamento, na saúde mental, nas habilidades sociais e na aprendizagem. Crianças pequenas passaram a apresentar maior sensibilidade a estímulos sonoros e visuais, além de dificuldades em ambientes barulhentos e caóticos. Em algumas escolas, atividades práticas, como aulas de música, precisaram ser suspensas e depois reintroduzidas gradualmente, devido à sobrecarga sensorial vivida pelos alunos.

Estudos recentes indicam que bebês que passaram os primeiros meses de vida durante os confinamentos apresentam vocabulário mais restrito e dificuldades em habilidades cognitivas mais complexas. A redução das interações sociais e da diversidade de estímulos em espaços públicos é apontada como fator relevante, já que os primeiros anos são decisivos para o desenvolvimento da comunicação e das funções executivas.

Na área educacional, estima-se que cerca de quase dois bilhões de estudantes tenham sido prejudicados. Relatórios internacionais apontam perdas expressivas de aprendizagem, sobretudo em matemática, mais intensas entre alunos de famílias de baixa renda e grupos marginalizados. Essas defasagens mostraram-se persistentes mesmo após a reabertura das escolas e se recuperam de forma desigual, ampliando disparidades educacionais e gerando impactos econômicos de longo prazo.

Além da educação, pesquisas identificaram aumento da obesidade infantil e maior incidência de ansiedade, depressão e problemas comportamentais. Por outro lado, alguns estudos registram melhora na maturidade emocional, possivelmente relacionada à exposição precoce a adversidades e a temas complexos durante a pandemia, o que pode ter acelerado certos aspectos do amadurecimento psicológico.

Especialistas alertam que, sem ações coordenadas entre políticas públicas, famílias e escolas, as consequências negativas se prolongarão ao longo dos anos. Ainda assim, Underwood observa sinais de avanço em sua turma mais recente: as crianças demonstram maior disposição para atividades físicas, retomam brincadeiras com mais confiança e participam melhor das aulas de música, embora o desenvolvimento socioemocional continue a exigir acompanhamento atento.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e4xxd02xlo.adaptado.
Crianças pequenas "passaram" a apresentar maior sensibilidade a estímulos sonoros e visuais.

De acordo com a morfologia verbal, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3831721 Português
A escola demonstra certeza de “que a formação integral do estudante depende de práticas pedagógicas diversificadas” ao planejar suas ações educativas (LIBÂNEO, 2013, adaptado). Sintaticamente, o termo destacado trata-se de uma oração
Alternativas
Q3831720 Português
A organização pedagógica de uma escola eficaz exige que o professor “se envolva” profundamente nos processos de planejamento e que as equipes gestoras “comprometam-se” com práticas colaborativas capazes de integrar currículo, avaliação e desenvolvimento integral dos estudantes (LIBÂNEO, 2013, adaptado).
As colocações pronominais destacadas na frase denominam-se, respectivamente,
Alternativas
Q3831717 Português

Um acompanhamento pedagógico consistente revela que “práticas de ensino planejadas fortalecem a autonomia intelectual dos estudantes”, contribuindo para a melhoria dos resultados educacionais (NÓVOA, 2009, adaptado).


Sintaticamente, é correto afirmar que, no trecho destacado,

Alternativas
Q3831713 Português

A linguagem, ao ser utilizada em situações comunicativas concretas, revela diferentes finalidades expressivas, podendo priorizar aspectos informativos, afetivos, conativos ou estéticos, de acordo com a intenção do enunciador (FARACO, 2019, adaptado).


Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3831712 Português
Os usos da linguagem nas práticas sociais organizam-se em formas relativamente estáveis de enunciação, que variam conforme as finalidades comunicativas, os interlocutores envolvidos e as condições de produção, permitindo ao falante adaptar seus modos de dizer às diferentes esferas de atividade humana (FIORIN, 2021, adaptado).
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3831661 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A casa denuncia o morador


    Vamos começar pela cozinha. Nada define melhor uma pessoa do que a pia da cozinha. Principalmente aquele paninho usado para secar a própria pia. Quer saber se uma pessoa é caprichosa veja se esse paninho está limpo, cheiroso e guardado de uma maneira que possa secar.


    Aliás, nem pretendo entrar no mérito sobre deixar ou não louça suja de um dia pro outro. Quem dorme com pia suja normalmente tem mais tempo pra fofocar do que pra cuidar da própria vida — é um caso perdido.


    O fogão também não revela apenas se a pessoa gosta ou não de cozinhar. Quanto mais usado o fogão, mais probabilidade do morador ser alguém que gosta de receber visita e de estar entre amigos.


    A sala dá muitas pistas de personalidade. Fotos evidenciam o que é importante para aquela pessoa. Artigos de decoração simples como algo artesanal, uma flor, um mimo recebido de alguém que foi viajar demonstram pessoas afetuosas. Mas, cuidado: se livros estiverem intactos, com cara de que nunca foram folhados, já queimam o filme de qualquer um. Aqueles livros falsos criados apenas para decoração destroem qualquer construção de intelectualidade e bom gosto.


    Crochê pode até entrar e sair de moda. Aliás essa técnica que mistura costura e artesanato é muito mais uma lembrança nostálgica boa do que um item bonito ou feio. Eu quando vejo algo de crochê penso logo: “essa pessoa gostava e amava muito a avó dela”. Isso, pra mim, é bom.


    O brilho das folhagens também revela se o dono da casa é alguém que sabe cumprir as suas responsabilidades. Planta não pede água e nem sabe latir ou miar. Se o morador não for atento ao que acontece ao seu redor, a folhagem seca e morre. Quem não é bom para ser pai/mãe de planta deve repensar se, por acaso, não está deixando algo escapar do controle em outras situações da vida.


    Sobre quarto e banheiro (o que usado pelo morador tomar banho, não lavabo) não vou estabelecer parâmetros para avaliação, já que entrar nesses cômodos pressupõe que você já conheça bem a pessoa que mora ali.


    Já a pintura e o embelezamento externo até podem trazer pistas, mas o que é visto de fora nem sempre é o mesmo que a gente encontra quando entra na casa ou na vida de alguém.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado). 

Em qual das alternativas ocorre separação silábica INCORRETA de palavras do texto? 
Alternativas
Q3831660 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A casa denuncia o morador


    Vamos começar pela cozinha. Nada define melhor uma pessoa do que a pia da cozinha. Principalmente aquele paninho usado para secar a própria pia. Quer saber se uma pessoa é caprichosa veja se esse paninho está limpo, cheiroso e guardado de uma maneira que possa secar.


    Aliás, nem pretendo entrar no mérito sobre deixar ou não louça suja de um dia pro outro. Quem dorme com pia suja normalmente tem mais tempo pra fofocar do que pra cuidar da própria vida — é um caso perdido.


    O fogão também não revela apenas se a pessoa gosta ou não de cozinhar. Quanto mais usado o fogão, mais probabilidade do morador ser alguém que gosta de receber visita e de estar entre amigos.


    A sala dá muitas pistas de personalidade. Fotos evidenciam o que é importante para aquela pessoa. Artigos de decoração simples como algo artesanal, uma flor, um mimo recebido de alguém que foi viajar demonstram pessoas afetuosas. Mas, cuidado: se livros estiverem intactos, com cara de que nunca foram folhados, já queimam o filme de qualquer um. Aqueles livros falsos criados apenas para decoração destroem qualquer construção de intelectualidade e bom gosto.


    Crochê pode até entrar e sair de moda. Aliás essa técnica que mistura costura e artesanato é muito mais uma lembrança nostálgica boa do que um item bonito ou feio. Eu quando vejo algo de crochê penso logo: “essa pessoa gostava e amava muito a avó dela”. Isso, pra mim, é bom.


    O brilho das folhagens também revela se o dono da casa é alguém que sabe cumprir as suas responsabilidades. Planta não pede água e nem sabe latir ou miar. Se o morador não for atento ao que acontece ao seu redor, a folhagem seca e morre. Quem não é bom para ser pai/mãe de planta deve repensar se, por acaso, não está deixando algo escapar do controle em outras situações da vida.


    Sobre quarto e banheiro (o que usado pelo morador tomar banho, não lavabo) não vou estabelecer parâmetros para avaliação, já que entrar nesses cômodos pressupõe que você já conheça bem a pessoa que mora ali.


    Já a pintura e o embelezamento externo até podem trazer pistas, mas o que é visto de fora nem sempre é o mesmo que a gente encontra quando entra na casa ou na vida de alguém.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado). 

Considerando sua acentuação, pode-se afirmar que, quanto à sílaba tônica, a palavra mérito é classificada como: 
Alternativas
Q3831659 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A casa denuncia o morador


    Vamos começar pela cozinha. Nada define melhor uma pessoa do que a pia da cozinha. Principalmente aquele paninho usado para secar a própria pia. Quer saber se uma pessoa é caprichosa veja se esse paninho está limpo, cheiroso e guardado de uma maneira que possa secar.


    Aliás, nem pretendo entrar no mérito sobre deixar ou não louça suja de um dia pro outro. Quem dorme com pia suja normalmente tem mais tempo pra fofocar do que pra cuidar da própria vida — é um caso perdido.


    O fogão também não revela apenas se a pessoa gosta ou não de cozinhar. Quanto mais usado o fogão, mais probabilidade do morador ser alguém que gosta de receber visita e de estar entre amigos.


    A sala dá muitas pistas de personalidade. Fotos evidenciam o que é importante para aquela pessoa. Artigos de decoração simples como algo artesanal, uma flor, um mimo recebido de alguém que foi viajar demonstram pessoas afetuosas. Mas, cuidado: se livros estiverem intactos, com cara de que nunca foram folhados, já queimam o filme de qualquer um. Aqueles livros falsos criados apenas para decoração destroem qualquer construção de intelectualidade e bom gosto.


    Crochê pode até entrar e sair de moda. Aliás essa técnica que mistura costura e artesanato é muito mais uma lembrança nostálgica boa do que um item bonito ou feio. Eu quando vejo algo de crochê penso logo: “essa pessoa gostava e amava muito a avó dela”. Isso, pra mim, é bom.


    O brilho das folhagens também revela se o dono da casa é alguém que sabe cumprir as suas responsabilidades. Planta não pede água e nem sabe latir ou miar. Se o morador não for atento ao que acontece ao seu redor, a folhagem seca e morre. Quem não é bom para ser pai/mãe de planta deve repensar se, por acaso, não está deixando algo escapar do controle em outras situações da vida.


    Sobre quarto e banheiro (o que usado pelo morador tomar banho, não lavabo) não vou estabelecer parâmetros para avaliação, já que entrar nesses cômodos pressupõe que você já conheça bem a pessoa que mora ali.


    Já a pintura e o embelezamento externo até podem trazer pistas, mas o que é visto de fora nem sempre é o mesmo que a gente encontra quando entra na casa ou na vida de alguém.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado). 

Na acentuação da palavra crochê, o acento gráfico utilizado denomina-se:  
Alternativas
Q3831658 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A casa denuncia o morador


    Vamos começar pela cozinha. Nada define melhor uma pessoa do que a pia da cozinha. Principalmente aquele paninho usado para secar a própria pia. Quer saber se uma pessoa é caprichosa veja se esse paninho está limpo, cheiroso e guardado de uma maneira que possa secar.


    Aliás, nem pretendo entrar no mérito sobre deixar ou não louça suja de um dia pro outro. Quem dorme com pia suja normalmente tem mais tempo pra fofocar do que pra cuidar da própria vida — é um caso perdido.


    O fogão também não revela apenas se a pessoa gosta ou não de cozinhar. Quanto mais usado o fogão, mais probabilidade do morador ser alguém que gosta de receber visita e de estar entre amigos.


    A sala dá muitas pistas de personalidade. Fotos evidenciam o que é importante para aquela pessoa. Artigos de decoração simples como algo artesanal, uma flor, um mimo recebido de alguém que foi viajar demonstram pessoas afetuosas. Mas, cuidado: se livros estiverem intactos, com cara de que nunca foram folhados, já queimam o filme de qualquer um. Aqueles livros falsos criados apenas para decoração destroem qualquer construção de intelectualidade e bom gosto.


    Crochê pode até entrar e sair de moda. Aliás essa técnica que mistura costura e artesanato é muito mais uma lembrança nostálgica boa do que um item bonito ou feio. Eu quando vejo algo de crochê penso logo: “essa pessoa gostava e amava muito a avó dela”. Isso, pra mim, é bom.


    O brilho das folhagens também revela se o dono da casa é alguém que sabe cumprir as suas responsabilidades. Planta não pede água e nem sabe latir ou miar. Se o morador não for atento ao que acontece ao seu redor, a folhagem seca e morre. Quem não é bom para ser pai/mãe de planta deve repensar se, por acaso, não está deixando algo escapar do controle em outras situações da vida.


    Sobre quarto e banheiro (o que usado pelo morador tomar banho, não lavabo) não vou estabelecer parâmetros para avaliação, já que entrar nesses cômodos pressupõe que você já conheça bem a pessoa que mora ali.


    Já a pintura e o embelezamento externo até podem trazer pistas, mas o que é visto de fora nem sempre é o mesmo que a gente encontra quando entra na casa ou na vida de alguém.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado). 

No trecho final, o autor afirma que “o que é visto de fora nem sempre é o mesmo que a gente encontra quando entra na casa ou na vida de alguém”. À luz do texto como um todo, essa afirmação reforça a ideia de que:
Alternativas
Q3831657 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A casa denuncia o morador


    Vamos começar pela cozinha. Nada define melhor uma pessoa do que a pia da cozinha. Principalmente aquele paninho usado para secar a própria pia. Quer saber se uma pessoa é caprichosa veja se esse paninho está limpo, cheiroso e guardado de uma maneira que possa secar.


    Aliás, nem pretendo entrar no mérito sobre deixar ou não louça suja de um dia pro outro. Quem dorme com pia suja normalmente tem mais tempo pra fofocar do que pra cuidar da própria vida — é um caso perdido.


    O fogão também não revela apenas se a pessoa gosta ou não de cozinhar. Quanto mais usado o fogão, mais probabilidade do morador ser alguém que gosta de receber visita e de estar entre amigos.


    A sala dá muitas pistas de personalidade. Fotos evidenciam o que é importante para aquela pessoa. Artigos de decoração simples como algo artesanal, uma flor, um mimo recebido de alguém que foi viajar demonstram pessoas afetuosas. Mas, cuidado: se livros estiverem intactos, com cara de que nunca foram folhados, já queimam o filme de qualquer um. Aqueles livros falsos criados apenas para decoração destroem qualquer construção de intelectualidade e bom gosto.


    Crochê pode até entrar e sair de moda. Aliás essa técnica que mistura costura e artesanato é muito mais uma lembrança nostálgica boa do que um item bonito ou feio. Eu quando vejo algo de crochê penso logo: “essa pessoa gostava e amava muito a avó dela”. Isso, pra mim, é bom.


    O brilho das folhagens também revela se o dono da casa é alguém que sabe cumprir as suas responsabilidades. Planta não pede água e nem sabe latir ou miar. Se o morador não for atento ao que acontece ao seu redor, a folhagem seca e morre. Quem não é bom para ser pai/mãe de planta deve repensar se, por acaso, não está deixando algo escapar do controle em outras situações da vida.


    Sobre quarto e banheiro (o que usado pelo morador tomar banho, não lavabo) não vou estabelecer parâmetros para avaliação, já que entrar nesses cômodos pressupõe que você já conheça bem a pessoa que mora ali.


    Já a pintura e o embelezamento externo até podem trazer pistas, mas o que é visto de fora nem sempre é o mesmo que a gente encontra quando entra na casa ou na vida de alguém.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado). 

Ao longo do texto, o autor utiliza descrições de ambientes domésticos para construir uma leitura simbólica do comportamento humano. Considerando essa estratégia discursiva, assinale a alternativa que melhor expressa a ideia central do texto. 
Alternativas
Q3831581 Português

(Bob Thaves. Frank & Ernest. https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 20.10.2025)

A resposta à pergunta que consta na tira pode ser reescrita, respeitando o sentido e a norma-padrão, da seguinte forma:
Alternativas
Q3831580 Português

(Bob Thaves. Frank & Ernest. https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 20.10.2025)

Assinale a alternativa em que a frase está redigida conforme a norma-padrão de regência e crase.
Alternativas
Q3831579 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
Está em conformidade com a norma-padrão de concordância a seguinte frase:
Alternativas
Q3831578 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
O trecho “Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente...” (2º parágrafo) pode ser reescrito, sem prejuízo para o sentido do texto, da seguinte maneira:
Alternativas
Q3831577 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
No trecho do 2º parágrafo “Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano...”, a expressão destacada está reescrita, em conformidade com o sentido do texto e a norma-padrão da língua portuguesa, em:
Alternativas
Q3831576 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
Assinale a alternativa em que o acréscimo de vírgula ao trecho do texto preserva a norma-padrão de pontuação.
Alternativas
Q3831575 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
Está empregada em sentido figurado a palavra destacada em:
Alternativas
Q3831574 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
No contexto em que estão inseridos, os termos destacados no trecho “Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência.” (1º parágrafo) podem ser substituídos, correta e respectivamente, por
Alternativas
Respostas
12541: D
12542: A
12543: C
12544: B
12545: C
12546: A
12547: B
12548: D
12549: A
12550: A
12551: B
12552: C
12553: E
12554: B
12555: C
12556: A
12557: E
12558: B
12559: A
12560: E