Questões de Concurso Sobre português

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Q4377033 Português
Assinalar a alternativa em que a oração destacada é subordinada substantiva objetiva direta.
Alternativas
Q4377032 Português
Assinalar a alternativa em que as duas palavras possuem o mesmo número de fonemas.
Alternativas
Q4377031 Português
De acordo com as normas de regência nominal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Odiar é antônimo a amar.
( ) Faremos uma peregrinação para o Vaticano.
( ) O meu destino é paralelo ao teu. 
Alternativas
Q4377030 Português
Sobre o uso dos porquês, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.

Mariana não compareceu à reunião, e ninguém sabia ________ ela havia faltado. Quando chegou, perguntou: “Vocês estão me olhando ________?”. Depois explicou o ________ de sua ausência: o carro havia quebrado no caminho. Todos compreenderam, ________ o problema realmente era imprevisível. 
Alternativas
Q4377029 Português
Sobre os encontros vocálicos, assinalar a alternativa que apresenta um ditongo crescente.
Alternativas
Q4377028 Português
Considerando as classes de palavras, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Na frase “Os alunos os encontraram no pátio.”, os dois “os” são artigos.
( ) Em "Ele agiu muito calmamente durante a crise.", as duas palavras destacadas são advérbios.
( ) Em "A caminhada matinal é um exercício excelente.", as palavras destacadas são substantivos.
Alternativas
Q4377027 Português
Existe uma maneira correta de se pronunciar a palavra “recorde”? É bom você se atualizar!


  Qual é a maneira correta de se pronunciar a palavra recorde? “Récorde” ou “recórde”? Um procurador do Ministério Público de Minas Gerais entrou com uma ação de 10 milhões de reais contra a Rede Globo por “pronúncia errada” da palavra. Faltou o procurador procurar direito.

   A palavra recorde é paroxítona (“recórde”), mas a pronúncia como proparoxítona (“récorde”) já é aceita há um bom tempo pelos dicionários – e é a mais usada no país. O Dicionário Houaiss, o mais respeitado do país, diz assim no verbete: “No Brasil, ocorre também como palavra proparoxítona: récorde.”.

   A discussão é bastante antiga. Já em 2008, o jornalista e escritor Sérgio Rodrigues tratava desse tema em artigo na “Revista da Semana”: “Afinal, devemos falar récorde, palavra proparoxítona, como a maioria dos locutores e comentaristas da TV? Ou, seguindo a recomendação de dez entre dez sábios, recórde, paroxítona? Trata-se de um caso clássico em que a língua da vida real vai para um lado e a dos estudiosos para o outro.” (…)

  “Em seu Dicionário de palavras e expressões estrangeiras, Luís Augusto Fischer observa com bom humor que há ‘duas pronúncias: a que os gramáticos preferem, rreCÓR-dji, ou a do resto da humanidade, RRÉ-cor-dji’. É mais ou menos isso. Basta substituir, na frase de Fischer, “o resto da humanidade” por “a maioria dos brasileiros” que ela fica perfeita. (…)

  “Como a língua falada sempre tem precedência sobre a escrita, é possível que um dia tal desacordo entre grafia e pronúncia seja resolvido com o acréscimo de um acento agudo. Mas também não é impossível que se eternize como idiossincrasia, algo comum na zona de fronteira das palavras que migram de um idioma a outro. Se show virou um vocábulo corriqueiro sem que sua estrangeiríssima grafia fosse – como provavelmente jamais será – adaptada, tudo pode acontecer.”


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
Considerando a frase “A discussão é bastante antiga.” (3º parágrafo), assinalar a alternativa que apresenta sua forma no plural CORRETAMENTE.
Alternativas
Q4377026 Português
Existe uma maneira correta de se pronunciar a palavra “recorde”? É bom você se atualizar!


  Qual é a maneira correta de se pronunciar a palavra recorde? “Récorde” ou “recórde”? Um procurador do Ministério Público de Minas Gerais entrou com uma ação de 10 milhões de reais contra a Rede Globo por “pronúncia errada” da palavra. Faltou o procurador procurar direito.

   A palavra recorde é paroxítona (“recórde”), mas a pronúncia como proparoxítona (“récorde”) já é aceita há um bom tempo pelos dicionários – e é a mais usada no país. O Dicionário Houaiss, o mais respeitado do país, diz assim no verbete: “No Brasil, ocorre também como palavra proparoxítona: récorde.”.

   A discussão é bastante antiga. Já em 2008, o jornalista e escritor Sérgio Rodrigues tratava desse tema em artigo na “Revista da Semana”: “Afinal, devemos falar récorde, palavra proparoxítona, como a maioria dos locutores e comentaristas da TV? Ou, seguindo a recomendação de dez entre dez sábios, recórde, paroxítona? Trata-se de um caso clássico em que a língua da vida real vai para um lado e a dos estudiosos para o outro.” (…)

  “Em seu Dicionário de palavras e expressões estrangeiras, Luís Augusto Fischer observa com bom humor que há ‘duas pronúncias: a que os gramáticos preferem, rreCÓR-dji, ou a do resto da humanidade, RRÉ-cor-dji’. É mais ou menos isso. Basta substituir, na frase de Fischer, “o resto da humanidade” por “a maioria dos brasileiros” que ela fica perfeita. (…)

  “Como a língua falada sempre tem precedência sobre a escrita, é possível que um dia tal desacordo entre grafia e pronúncia seja resolvido com o acréscimo de um acento agudo. Mas também não é impossível que se eternize como idiossincrasia, algo comum na zona de fronteira das palavras que migram de um idioma a outro. Se show virou um vocábulo corriqueiro sem que sua estrangeiríssima grafia fosse – como provavelmente jamais será – adaptada, tudo pode acontecer.”


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
Assinalar a alternativa que indica a divisão silábica de “idiossincrasia” foi feita CORRETAMENTE.
Alternativas
Q4377025 Português
Existe uma maneira correta de se pronunciar a palavra “recorde”? É bom você se atualizar!


  Qual é a maneira correta de se pronunciar a palavra recorde? “Récorde” ou “recórde”? Um procurador do Ministério Público de Minas Gerais entrou com uma ação de 10 milhões de reais contra a Rede Globo por “pronúncia errada” da palavra. Faltou o procurador procurar direito.

   A palavra recorde é paroxítona (“recórde”), mas a pronúncia como proparoxítona (“récorde”) já é aceita há um bom tempo pelos dicionários – e é a mais usada no país. O Dicionário Houaiss, o mais respeitado do país, diz assim no verbete: “No Brasil, ocorre também como palavra proparoxítona: récorde.”.

   A discussão é bastante antiga. Já em 2008, o jornalista e escritor Sérgio Rodrigues tratava desse tema em artigo na “Revista da Semana”: “Afinal, devemos falar récorde, palavra proparoxítona, como a maioria dos locutores e comentaristas da TV? Ou, seguindo a recomendação de dez entre dez sábios, recórde, paroxítona? Trata-se de um caso clássico em que a língua da vida real vai para um lado e a dos estudiosos para o outro.” (…)

  “Em seu Dicionário de palavras e expressões estrangeiras, Luís Augusto Fischer observa com bom humor que há ‘duas pronúncias: a que os gramáticos preferem, rreCÓR-dji, ou a do resto da humanidade, RRÉ-cor-dji’. É mais ou menos isso. Basta substituir, na frase de Fischer, “o resto da humanidade” por “a maioria dos brasileiros” que ela fica perfeita. (…)

  “Como a língua falada sempre tem precedência sobre a escrita, é possível que um dia tal desacordo entre grafia e pronúncia seja resolvido com o acréscimo de um acento agudo. Mas também não é impossível que se eternize como idiossincrasia, algo comum na zona de fronteira das palavras que migram de um idioma a outro. Se show virou um vocábulo corriqueiro sem que sua estrangeiríssima grafia fosse – como provavelmente jamais será – adaptada, tudo pode acontecer.”


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
Na frase “Faltou o procurador procurar direito.”, a figura de linguagem é:
Alternativas
Q4377024 Português
Existe uma maneira correta de se pronunciar a palavra “recorde”? É bom você se atualizar!


  Qual é a maneira correta de se pronunciar a palavra recorde? “Récorde” ou “recórde”? Um procurador do Ministério Público de Minas Gerais entrou com uma ação de 10 milhões de reais contra a Rede Globo por “pronúncia errada” da palavra. Faltou o procurador procurar direito.

   A palavra recorde é paroxítona (“recórde”), mas a pronúncia como proparoxítona (“récorde”) já é aceita há um bom tempo pelos dicionários – e é a mais usada no país. O Dicionário Houaiss, o mais respeitado do país, diz assim no verbete: “No Brasil, ocorre também como palavra proparoxítona: récorde.”.

   A discussão é bastante antiga. Já em 2008, o jornalista e escritor Sérgio Rodrigues tratava desse tema em artigo na “Revista da Semana”: “Afinal, devemos falar récorde, palavra proparoxítona, como a maioria dos locutores e comentaristas da TV? Ou, seguindo a recomendação de dez entre dez sábios, recórde, paroxítona? Trata-se de um caso clássico em que a língua da vida real vai para um lado e a dos estudiosos para o outro.” (…)

  “Em seu Dicionário de palavras e expressões estrangeiras, Luís Augusto Fischer observa com bom humor que há ‘duas pronúncias: a que os gramáticos preferem, rreCÓR-dji, ou a do resto da humanidade, RRÉ-cor-dji’. É mais ou menos isso. Basta substituir, na frase de Fischer, “o resto da humanidade” por “a maioria dos brasileiros” que ela fica perfeita. (…)

  “Como a língua falada sempre tem precedência sobre a escrita, é possível que um dia tal desacordo entre grafia e pronúncia seja resolvido com o acréscimo de um acento agudo. Mas também não é impossível que se eternize como idiossincrasia, algo comum na zona de fronteira das palavras que migram de um idioma a outro. Se show virou um vocábulo corriqueiro sem que sua estrangeiríssima grafia fosse – como provavelmente jamais será – adaptada, tudo pode acontecer.”


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
A ideia principal do texto é:
Alternativas
Q4376758 Português
Considerando as figuras de linguagem, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Metáfora.
(2) Hipérbole.
(3) Eufemismo.
(4) Metonímia.

( ) Li Machado de Assis durante as férias.
( ) Estou morrendo de sono.
( ) Aquela aluna é uma flor.
( ) Ele partiu desta para melhor.
Alternativas
Q4376757 Português
Considerando a regência verbal das palavras, analisar os itens.

I. A criança escorregou pelo tobogã.
II. O técnico interferiu o trabalho da equipe.
III. A filha dele noivou do amigo.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q4376756 Português
Considerando o número de fonemas e grafemas das palavras, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4376755 Português
Assinalar a alternativa em que há um substantivo empregado no grau aumentativo.
Alternativas
Q4376754 Português
Considerando as regras de colocação pronominal, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4376753 Português
Assinalar a alternativa em que a palavra destacada pertence à mesma classe gramatical nas duas frases.
Alternativas
Q4376752 Português
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?


     O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotarem medidas restritivas para conter o fenômeno.

    O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem. 

    Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.

    Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?


Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
No trecho “O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas.” (3º parágrafo), os termos destacados são, respectivamente: 
Alternativas
Q4376751 Português
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?


     O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotarem medidas restritivas para conter o fenômeno.

    O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem. 

    Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.

    Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?


Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
Se a palavra “problema” fosse flexionada para o plural na frase “O problema vai além da qualidade literária.” (2º parágrafo), quantas outras palavras sofreriam alteração? 
Alternativas
Q4376750 Português
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?


     O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotarem medidas restritivas para conter o fenômeno.

    O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem. 

    Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.

    Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?


Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
No trecho “O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores [...]” (1º parágrafo), a palavra destacada poderia ser substituída, nesse contexto, por: 
Alternativas
Q4376749 Português
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?


     O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotarem medidas restritivas para conter o fenômeno.

    O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem. 

    Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.

    Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?


Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
De acordo com o texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Os livros gerados por IA pecam apenas na qualidade literária.
( ) Um pouco menos de 30% dos trabalhadores brasileiros utilizam IA diariamente no trabalho.
( ) Os livros gerados por IA não representam riscos à saúde. 
Alternativas
Respostas
1741: A
1742: D
1743: B
1744: D
1745: A
1746: C
1747: D
1748: A
1749: B
1750: C
1751: C
1752: A
1753: A
1754: C
1755: D
1756: C
1757: D
1758: B
1759: C
1760: B