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Questões de Concurso Sobre português

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Q3948417 Português
Sobre os verbos que compõem as falas da tira, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q3948415 Português
Sobre a palavra “prosaicas” presente na segunda fala da personagem, infere-se que ela tem como antônimo a palavra                                                                  
Alternativas
Q3948411 Português
Texto 01


A lição da jabuticabeira


    Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.
    Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.
    Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.
    Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.
    Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer.


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 
Analise as passagens a seguir, tendo em vista o uso da conotação como recurso de expressão.

I- “Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz ‘no olho’. Quatro colheres e água até o pó desaparecer.”

II- “O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães ‘adubam demais’ os filhos?”

III- “Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda.”

IV- “Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir.”

V- “Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido.”


Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3948410 Português
Texto 01


A lição da jabuticabeira


    Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.
    Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.
    Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.
    Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.
    Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer.


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 
Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos de argumentação usados na construção do texto.

I- Intertextualidade. II- Subjetividade. III- Coloquialidade. IV- Narratividade. V- Figuratividade.

Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q3948408 Português
Texto 01


A lição da jabuticabeira


    Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.
    Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.
    Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.
    Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.
    Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer.


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas no texto.
I- Os frutos da jabuticabeira representam, metaforicamente, os momentos felizes da vida. II- O adubo corresponde, na vida real, ao cuidado, que, usado em excesso, é prejudicial. III- A educação dada às crianças no passado era mais adequada que a dada atualmente. IV- As dificuldades da vida fazem parte do processo de desenvolvimento do ser humano. V- Os pais tendem a facilitar a vida dos filhos com a intenção de evitar que eles sofram.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
Alternativas
Q3948316 Português
Cuidar da mente através da leitura


A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental, pois ajuda a reduzir o stress e proporciona momentos de tranquilidade. Existem livros para todos os gostos, e o mais importante é escolher um tema que desperte interesse e bem-estar. Reservar alguns minutos diários para ler pode melhorar a qualidade do sono, estimular a mente e favorecer o equilíbrio emocional.

Além de relaxar, a leitura amplia o conhecimento, desenvolve a empatia e melhora a capacidade de expressão. Os livros permitem compreender melhor o mundo, os outros e a si mesmo, contribuindo para o crescimento pessoal. Por isso, dedicar um tempo diário à leitura é um hábito valioso que fortalece a mente e promove o bem-estar. 

Texto Adaptado 


VIVER PARA ALÉM DA DEPRESSÃO. Cuidar da mente através da
leitura. [S.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://vivaparaladadepressao.pt/noticias-positivas/cuidar-da-mente-atr
aves-da-leitura . Acesso em: 18 fev. 2026.

No texto, a organização das ideias destaca primeiro aspectos emocionais e depois efeitos cognitivos da leitura. Considerando essa estrutura e a intenção do autor ao ordenar o conteúdo dessa forma, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3948312 Português
Cuidar da mente através da leitura


A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental, pois ajuda a reduzir o stress e proporciona momentos de tranquilidade. Existem livros para todos os gostos, e o mais importante é escolher um tema que desperte interesse e bem-estar. Reservar alguns minutos diários para ler pode melhorar a qualidade do sono, estimular a mente e favorecer o equilíbrio emocional.

Além de relaxar, a leitura amplia o conhecimento, desenvolve a empatia e melhora a capacidade de expressão. Os livros permitem compreender melhor o mundo, os outros e a si mesmo, contribuindo para o crescimento pessoal. Por isso, dedicar um tempo diário à leitura é um hábito valioso que fortalece a mente e promove o bem-estar. 

Texto Adaptado 


VIVER PARA ALÉM DA DEPRESSÃO. Cuidar da mente através da
leitura. [S.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://vivaparaladadepressao.pt/noticias-positivas/cuidar-da-mente-atr
aves-da-leitura . Acesso em: 18 fev. 2026.

 O texto propõe reservar minutos diários para ler e relaciona essa prática a ganhos mentais e emocionais. Considerando o argumento central, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3948305 Português
Cuidar da mente através da leitura


A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental, pois ajuda a reduzir o stress e proporciona momentos de tranquilidade. Existem livros para todos os gostos, e o mais importante é escolher um tema que desperte interesse e bem-estar. Reservar alguns minutos diários para ler pode melhorar a qualidade do sono, estimular a mente e favorecer o equilíbrio emocional.

Além de relaxar, a leitura amplia o conhecimento, desenvolve a empatia e melhora a capacidade de expressão. Os livros permitem compreender melhor o mundo, os outros e a si mesmo, contribuindo para o crescimento pessoal. Por isso, dedicar um tempo diário à leitura é um hábito valioso que fortalece a mente e promove o bem-estar. 

Texto Adaptado 


VIVER PARA ALÉM DA DEPRESSÃO. Cuidar da mente através da
leitura. [S.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://vivaparaladadepressao.pt/noticias-positivas/cuidar-da-mente-atr
aves-da-leitura . Acesso em: 18 fev. 2026.

Considerando o trecho que aborda a importância da escolha de temas de interesse, e a interpretação alinhada à intenção comunicativa do texto, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3948256 Português
Em março de 2025, esse filme brasileiro ganhou o Oscar 2025 de melhor filme estrangeiro. O cineasta Walter Salles subiu ao palco para receber o prêmio. O longa-metragem também concorreu à estatueta de melhor filme, mas não foi escolhido.
O filme a que o texto se refere é denominado 
Alternativas
Q3948237 Português
O trecho “[...] um ano novo inteirinho [...]”, tendo em vista a palavra “inteirinho”, foi usado significando 
Alternativas
Q3948236 Português
O texto 02 ilustra o comportamento que algumas pessoas têm de, continuamente,
Alternativas
Q3948235 Português
De acordo com as falas do texto 02, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q3948234 Português
Texto 01


A culpa não é só do brigadeiro


    Muito provavelmente você cresceu ouvindo que “comer muito doce causa diabetes”. A frase assusta, culpabiliza aquele brigadeiro gostoso e acolhedor do fim de semana e transforma o açúcar no grande culpado solitário pelo surgimento da condição. Mas a ciência mostra um cenário bem mais complexo: na maioria dos casos, o diabetes tipo 2 nasce de uma soma de fatores, como predisposição genética, ganho de peso ao longo dos anos, alimentação desequilibrada e sedentarismo.
     Claro que os doces entram nessa conta porque contribuem para o excesso de calorias, mas não estão sozinhos: pães, massas, arroz e outros carboidratos em excesso também pesam na balança. É fundamental comer com responsabilidade, seja qual for o alimento. Em vez de apontar o dedo apenas para um, é mais honesto olhar para o cenário completo, concordam? Uma boa alimentação, a prática de exercícios e outros gestos diários de autocuidado. Afinal, vida é equilíbrio em todas as suas camadas. [...]


Fonte: BRITO, Diego. A culpa não é só do brigadeiro. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/. Aces
Na passagem “A frase assusta, culpabiliza aquele brigadeiro gostoso e acolhedor do fim de semana e transforma o açúcar no grande culpado solitário pelo surgimento da condição.”, os verbos foram empregados
Alternativas
Q3948233 Português
Texto 01


A culpa não é só do brigadeiro


    Muito provavelmente você cresceu ouvindo que “comer muito doce causa diabetes”. A frase assusta, culpabiliza aquele brigadeiro gostoso e acolhedor do fim de semana e transforma o açúcar no grande culpado solitário pelo surgimento da condição. Mas a ciência mostra um cenário bem mais complexo: na maioria dos casos, o diabetes tipo 2 nasce de uma soma de fatores, como predisposição genética, ganho de peso ao longo dos anos, alimentação desequilibrada e sedentarismo.
     Claro que os doces entram nessa conta porque contribuem para o excesso de calorias, mas não estão sozinhos: pães, massas, arroz e outros carboidratos em excesso também pesam na balança. É fundamental comer com responsabilidade, seja qual for o alimento. Em vez de apontar o dedo apenas para um, é mais honesto olhar para o cenário completo, concordam? Uma boa alimentação, a prática de exercícios e outros gestos diários de autocuidado. Afinal, vida é equilíbrio em todas as suas camadas. [...]


Fonte: BRITO, Diego. A culpa não é só do brigadeiro. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/. Aces
Na primeira linha do texto, as aspas foram usadas, de acordo com a norma, para indicar
Alternativas
Q3948232 Português
Texto 01


A culpa não é só do brigadeiro


    Muito provavelmente você cresceu ouvindo que “comer muito doce causa diabetes”. A frase assusta, culpabiliza aquele brigadeiro gostoso e acolhedor do fim de semana e transforma o açúcar no grande culpado solitário pelo surgimento da condição. Mas a ciência mostra um cenário bem mais complexo: na maioria dos casos, o diabetes tipo 2 nasce de uma soma de fatores, como predisposição genética, ganho de peso ao longo dos anos, alimentação desequilibrada e sedentarismo.
     Claro que os doces entram nessa conta porque contribuem para o excesso de calorias, mas não estão sozinhos: pães, massas, arroz e outros carboidratos em excesso também pesam na balança. É fundamental comer com responsabilidade, seja qual for o alimento. Em vez de apontar o dedo apenas para um, é mais honesto olhar para o cenário completo, concordam? Uma boa alimentação, a prática de exercícios e outros gestos diários de autocuidado. Afinal, vida é equilíbrio em todas as suas camadas. [...]


Fonte: BRITO, Diego. A culpa não é só do brigadeiro. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/. Aces
A palavra “autocuidado” foi formada pelo processo de derivação
Alternativas
Q3948231 Português
Texto 01


A culpa não é só do brigadeiro


    Muito provavelmente você cresceu ouvindo que “comer muito doce causa diabetes”. A frase assusta, culpabiliza aquele brigadeiro gostoso e acolhedor do fim de semana e transforma o açúcar no grande culpado solitário pelo surgimento da condição. Mas a ciência mostra um cenário bem mais complexo: na maioria dos casos, o diabetes tipo 2 nasce de uma soma de fatores, como predisposição genética, ganho de peso ao longo dos anos, alimentação desequilibrada e sedentarismo.
     Claro que os doces entram nessa conta porque contribuem para o excesso de calorias, mas não estão sozinhos: pães, massas, arroz e outros carboidratos em excesso também pesam na balança. É fundamental comer com responsabilidade, seja qual for o alimento. Em vez de apontar o dedo apenas para um, é mais honesto olhar para o cenário completo, concordam? Uma boa alimentação, a prática de exercícios e outros gestos diários de autocuidado. Afinal, vida é equilíbrio em todas as suas camadas. [...]


Fonte: BRITO, Diego. A culpa não é só do brigadeiro. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/. Aces
Na passagem “Uma boa alimentação, prática de exercícios e outros gestos diários de autocuidado.”, a palavra “autocuidado” foi usada com significado de 
Alternativas
Q3948230 Português
Texto 01


A culpa não é só do brigadeiro


    Muito provavelmente você cresceu ouvindo que “comer muito doce causa diabetes”. A frase assusta, culpabiliza aquele brigadeiro gostoso e acolhedor do fim de semana e transforma o açúcar no grande culpado solitário pelo surgimento da condição. Mas a ciência mostra um cenário bem mais complexo: na maioria dos casos, o diabetes tipo 2 nasce de uma soma de fatores, como predisposição genética, ganho de peso ao longo dos anos, alimentação desequilibrada e sedentarismo.
     Claro que os doces entram nessa conta porque contribuem para o excesso de calorias, mas não estão sozinhos: pães, massas, arroz e outros carboidratos em excesso também pesam na balança. É fundamental comer com responsabilidade, seja qual for o alimento. Em vez de apontar o dedo apenas para um, é mais honesto olhar para o cenário completo, concordam? Uma boa alimentação, a prática de exercícios e outros gestos diários de autocuidado. Afinal, vida é equilíbrio em todas as suas camadas. [...]


Fonte: BRITO, Diego. A culpa não é só do brigadeiro. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/. Aces
Assinale a afirmativa CORRETA, de acordo com as informações veiculadas pelo texto 01.
Alternativas
Q3948229 Português
Texto 01


A culpa não é só do brigadeiro


    Muito provavelmente você cresceu ouvindo que “comer muito doce causa diabetes”. A frase assusta, culpabiliza aquele brigadeiro gostoso e acolhedor do fim de semana e transforma o açúcar no grande culpado solitário pelo surgimento da condição. Mas a ciência mostra um cenário bem mais complexo: na maioria dos casos, o diabetes tipo 2 nasce de uma soma de fatores, como predisposição genética, ganho de peso ao longo dos anos, alimentação desequilibrada e sedentarismo.
     Claro que os doces entram nessa conta porque contribuem para o excesso de calorias, mas não estão sozinhos: pães, massas, arroz e outros carboidratos em excesso também pesam na balança. É fundamental comer com responsabilidade, seja qual for o alimento. Em vez de apontar o dedo apenas para um, é mais honesto olhar para o cenário completo, concordam? Uma boa alimentação, a prática de exercícios e outros gestos diários de autocuidado. Afinal, vida é equilíbrio em todas as suas camadas. [...]


Fonte: BRITO, Diego. A culpa não é só do brigadeiro. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/. Aces
De acordo com o texto 01, “[...] comer com responsabilidade [...]” significa comer 
Alternativas
Q3948228 Português
Texto 01


A culpa não é só do brigadeiro


    Muito provavelmente você cresceu ouvindo que “comer muito doce causa diabetes”. A frase assusta, culpabiliza aquele brigadeiro gostoso e acolhedor do fim de semana e transforma o açúcar no grande culpado solitário pelo surgimento da condição. Mas a ciência mostra um cenário bem mais complexo: na maioria dos casos, o diabetes tipo 2 nasce de uma soma de fatores, como predisposição genética, ganho de peso ao longo dos anos, alimentação desequilibrada e sedentarismo.
     Claro que os doces entram nessa conta porque contribuem para o excesso de calorias, mas não estão sozinhos: pães, massas, arroz e outros carboidratos em excesso também pesam na balança. É fundamental comer com responsabilidade, seja qual for o alimento. Em vez de apontar o dedo apenas para um, é mais honesto olhar para o cenário completo, concordam? Uma boa alimentação, a prática de exercícios e outros gestos diários de autocuidado. Afinal, vida é equilíbrio em todas as suas camadas. [...]


Fonte: BRITO, Diego. A culpa não é só do brigadeiro. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/. Aces
De acordo com o texto 01, o surgimento do diabetes tipo 2 está relacionado a/ao 
Alternativas
Q3948098 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Não sou igual a você


Topar de cara com realidades e ideologias diferentes da sua é algo estranho para qualquer pessoa. Nem sempre pode ser bom, mas sempre trará algum benefício. Crescer com as divergências, poder conhecer e aceitar diferentes formas de pensamento, ideologias e costumes é um grande desafio para o ser humano.

Saber que ao seu lado tem uma pessoa que pensa diferente de você e faz coisas que você não faz e vive outras realidades que nada tem a ver com a sua desperta emoções inesperadas em qualquer pessoa. Pode ser alegria, raiva, tristeza, amor etc. Não é possível prever como receberemos uma diferente forma de viver.

O que vale a pena quando o seu grupo entra em choque com outro grupo? Brigar, discutir, partir para a agressão − isso é fácil. Difícil mesmo é aceitar a ideia do outro e saber que, assim como você, o outro tem seus costumes, suas crenças e comportamentos e que ele vai defendê-los, assim como você defende os seus. Difícil é viver em paz com o vizinho totalmente diferente de você.

Se todos fossem iguais, a vida seria muito sem graça. Olhar para o lado e não ver nada diferente seria muito ruim. É um desafio para o ser humano conviver pacificamente com as diferentes formas de viver. Será que você consegue?


CASTRO, Kika. Manifesto a favor do direito de divergir. 6 abr. 2013. Disponível em: https://kikacastro.com.br/2013/04/06/manifesto-a-favor-do-direito-de-div ergir/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Com base na interpretação do texto apresentado, que discute a convivência com realidades divergentes e o impacto das diferenças na formação humana, identifique a ideia que melhor sintetiza a orientação central desenvolvida pelo autor e a relação entre diversidade, conflito e crescimento pessoal, e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
11621: D
11622: E
11623: B
11624: C
11625: E
11626: C
11627: C
11628: A
11629: E
11630: C
11631: A
11632: D
11633: E
11634: A
11635: B
11636: C
11637: E
11638: B
11639: D
11640: B