Questões de Concurso Sobre pronomes pessoais retos em português

Foram encontradas 758 questões

Q4068895 Português
Texto para responder à questão.

As cruéis mitocôndrias

    Tem coisa que a gente aprende na escola e não entende bem pra que aquilo vai servir, se é que vai servir um dia. [...]
    O que nunca me entrou na cabeça foi a importância de aprender o nome de tantos protozoários, bactérias, fungos, vírus e outros causadores de doenças. Na época eu estava curtindo meu primeiro amor platônico e só queria aprender a explicação pro meu coração acelerado e minha dor-de-cotovelo. A professora de ciências não passava nem perto de resolver esse problema. [...]
    Quase no final da adolescência, tive a brilhante ideia de montar uma banda de rock chamada Giardia Lamblia e seus Vacúolos Contráteis. Maravilha: eu tinha descoberto finalmente a utilidade das aulas de ciências. Era um nome engraçado e de sonoridade moderna. [...]
     Acabei entrando pra faculdade de jornalismo e foi ali que eu descobri mais uma utilidade pras tais aulas de ciências. Um dia, eu e dois colegas, cada um mais gozador do que o outro, fomos ao Museu da Inconfidência, em Ouro Preto, e a escadaria do museu principal estava em reforma. Os visitantes tinham que recorrer a uma escadinha de madeira, bem capenga, num canto escuro.
    Quando a gente estava descendo pra ir embora, notamos um garotinho de uns oito anos olhando praquela escada e morrendo de medo de subir. Nessa hora um dos meus amigos, o Mauro, resolveu sacanear o menino:
     – Se eu fosse você eu não subia não.
     – Por quê?
    – o menininho até tremia.
    – Lá em cima tá cheio de mitocôndrias!
    – Coitado do menino. Arregalou uns olhos desse tamanho, engoliu seco, não sabia o que fazer.
     – E isso morde?
   – ele ainda teve voz pra perguntar.
    E o Mauro – até hoje não sei ele conseguiu lembrar dessa aula tantos anos depois – teve a crueldade de responder:
   – Morder não morde. Mas sintetiza ATP.
    Pronto: o menino saiu em disparada pela praça de Ouro Preto, berrando “mamãe, mamãe!”.
    Só muitos anos depois, na aula de ciências, o pobre do menino deve ter percebido toda a sacanagem daquele dia.
    Até então, aposto que ele teve mil pesadelos, com as cruéis mitocôndrias sintetizando todos os ATPs de seu cérebro.

(CUNHA, Leo. As cruéis mitocôndrias. In: CUNHA, Leo. Manual de desculpas esfarrapadas. São Paulo: FTD, 2004, pp. 17-19.)
A substituição do sintagma destacado pelo sugerido entre parêntese implica desvio de concordância em: 
Alternativas
Q4046412 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros


Os cefalópodes - que incluem polvos, lulas e seus primos sépias - são capazes de alguns comportamentos verdadeiramente carismáticos. Eles podem processar informações rapidamente para transformar forma, cor e até textura, misturando-se com o ambiente. Eles também podem se comunicar, mostrar sinais de aprendizado espacial e usar ferramentas para resolver problemas. Eles são tão inteligentes que podem até ficar entediados.

Não é segredo o que torna isso possível: os cefalópodes têm o cérebro mais complexo de todos os invertebrados do planeta. O que permanece misterioso, no entanto, é o processo de desenvolvimento. Basicamente, os cientistas há muito se perguntam como os cefalópodes obtêm seus grandes cérebros. Um laboratório da Universidade Harvard (EUA) que estuda o sistema visual dessas criaturas de corpo mole - que é onde dois terços de seu tecido de processamento central estão focados - acredita ter chegado perto de descobrir isso. O processo, dizem eles, parece surpreendentemente familiar.


Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros (msn.com). Adaptado.

Não é segredo o que torna isso possível: os cefalópodes têm o cérebro mais complexo de todos os invertebrados do planeta.



O número de pronomes presentes na frase é de:

Alternativas
Q4045991 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros


Os cefalópodes - que incluem polvos, lulas e seus primos sépias - são capazes de alguns comportamentos verdadeiramente carismáticos. Eles podem processar informações rapidamente para transformar forma, cor e até textura, misturando-se com o ambiente. Eles também podem se comunicar, mostrar sinais de aprendizado espacial e usar ferramentas para resolver problemas. Eles são tão inteligentes que podem até ficar entediados.

Não é segredo o que torna isso possível: os cefalópodes têm o cérebro mais complexo de todos os invertebrados do planeta. O que permanece misterioso, no entanto, é o processo de desenvolvimento. Basicamente, os cientistas há muito se perguntam como os cefalópodes obtêm seus grandes cérebros. Um laboratório da Universidade Harvard (EUA) que estuda o sistema visual dessas criaturas de corpo mole - que é onde dois terços de seu tecido de processamento central estão focados - acredita ter chegado perto de descobrir isso. O processo, dizem eles, parece surpreendentemente familiar.

Como lulas e polvos ganham seus grandes cérebros (msn.com). Adaptado.
Não é segredo o que torna isso possível: os cefalópodes têm o cérebro mais complexo de todos os invertebrados do planeta.

O número de pronomes presentes na frase é de: 
Alternativas
Q2408180 Português

Texto 1


Clonar para biodiversidade


Em dezembro de 2020, o Centro de Conservação de Vida Selvagem do Colorado, nos EUA, foi palco de um nascimento histórico. Elizabeth Ann é o primeiro clone de uma espécie de furão ameaçada de extinção: o furão-de-patas-pretas. Ela é cópia de um ancestral que morreu na década de 1980 e teve suas células congeladas, uma fêmea chamada Willa. À primeira vista, o fato não impressiona. Afinal, quem não se lembra da ovelha Dolly, em 1996? Nas últimas décadas, a clonagem de mamíferos tornou-se lugar comum, utilizada constantemente para clonar animais de criação, esporte e domésticos. O que tem de tão especial neste novo clone?

A novidade não está na técnica, mas no uso. Elizabeth Ann foi criada com uma técnica muito similar à da ovelha Dolly. Óvulos de uma fêmea doméstica doadora foram coletados e tiveram seus núcleos removidos. O material genético de Willa foi então inserido neles, e um estímulo elétrico fez com que começassem a se dividir. O embrião foi implantado em uma fêmea doméstica, dentro de um esquema "barriga de aluguel”. Mas Elizabeth Ann não é um animal de criação ou de corrida, nem um pet. Ela é o primeiro mamífero clonado para um programa de conservação ambiental.

A espécie — furão-de-patas-pretas (Mustela nigripes) — já foi considerada extinta nos EUA na década de 1970, provavelmente devido à caça desenfreada do cão-da-pradaria, que era seu prato preferido. Na década de 1980, no entanto, foi descoberta uma pequena colônia destes animais, e teve início um programa de conservação. Não foi fácil, porque apenas sete animais conseguiram se reproduzir, o que diminui muito a diversidade genética dos descendentes, aumentando inclusive a suscetibilidade a doenças.

Uma estratégia para aumentar a diversidade é introduzir genes de populações diferentes, mas como fazer isso em uma espécie em extinção, onde todos os indivíduos são geneticamente muito próximos? Elizabeth Ann vem para resolver este problema. Ela traz genes de um animal que morreu há 35 anos, com uma diversidade genética três vezes maior do que a encontrada na população existente. É como se todos os furões-de-patas-pretas fossem primos de primeiro grau, e ela, uma estrangeira de um país distante.

Elizabeth Ann, agora sexualmente madura, após seu primeiro aniversário, aguarda a escolha do parceiro, que está sendo cuidadosamente selecionado entre os machos da espécie. E preciso, segundo os tratadores, escolher o macho mais “cavalheiro”, porque não se pode correr o risco de um namorado mais brutamontes machucar a única fonte de genes diferentes. Se ela conseguir se reproduzir e ter descendentes saudáveis, seu caso pode marcar o início de novos programas de conservação e reintrodução de genes para outras espécies em extinção.

O sucesso do programa em furões pode beneficiar muito mais do que os furões em si. Pode ser uma prova de conceito e atrair interesse e financiamento para repetir o processo com outras espécies. Clonar animais selvagens sempre foi um desafio muito maior do que animais domésticos, até porque as técnicas de criação e reprodução em cativeiro não são tão bem estabelecidas para espécies com as quais a Humanidade não convive tanto. O Zoológica de San Diego, por exemplo, está nos primeiros estágios para tentar o mesmo processo com o rinoceronte-branco-do-Norte, espécie da qual existem hoje só dois indivíduos. O sucesso de Elizabeth Ann pode servir para impulsionar programas como esse.

Clones normalmente nos levam a pensar em cópias e redução de diversidade. Elizabeth Ann vem para nos lembrar que clonagem e modificação genética são apenas ferramentas. O que fazemos com elas depende de nossa criatividade, ética e recursos. Clones podem ser usados para promover biodiversidade, e quem sabe, resgatar mais espécies em extinção.


Natália Pastenak

(O Globo, 31 de janeiro de 2022)

“Elizabeth Ann vem para resolver este problema” (4º parágrafo).


A substituição de “ este problema” por pronome pessoal encontra-se corretamente empregada no seguinte exemplo:

Alternativas
Q2408120 Português

Texto I


À natureza nos ensina a agir coletivamente

Clarice Cudischevitch


Por que peixes nadam em cardumes? Como pássaros voam em bando tão harmonicamente? O que motivou pessoas a não usarem máscara em uma pandemia? Um dos fenômenos mais fascinantes das ciências da vida é, justamente, o conflito entre o comportamento individual e o coletivo. Mas ele não é exclusivo do mundo biológico. O ecólogo Simon Levin o extrapola para as ciências sociais buscando entender condutas de uma espécie em particular: a humana.

Isso porque, embora a seleção natural atue nas diferenças entre indivíduos, a cooperação existe na natureza desde o nível celular até em diferentes animais. Diretor do Centro de BioComplexidade e professor de ecologia e biologia evolutiva da Universidade de Princeton (EUA), Levin aplica a matemática, sua formação original, para estudar essas duas tendências conflitantes.

Na biologia, elas já são relativamente conhecidas. Pela seleção natural, os organismos mais aptos a sobreviver têm mais chances de passar suas características para os descendentes e, assim, perpetuar seus genes. Em “O Gene Egoista”, o biólogo Richard Dawkins afirma que um comportamento coletivo, como voar em bando, é adotado por conferir maior probabilidade de sobrevivência a uma linhagem genética.

Quando falamos de interações humanas, no entanto, a conversa é mais complexa. Se peixes nadam em cardumes para benefício mútuo — lutar contra predadores, por exemplo —, adotar um comportamento coletivo que gere benefícios em maior escala para a sociedade geralmente implica restringir ações individuais. “Precisamos aprender com a natureza como alcançar a cooperação”, diz Levin.

Na matemática, é a teoria dos jogos, técnica que modula o comportamento estratégico de agentes em diferentes situações, que dá conta de entender essas relações. Um exemplo clássico: se as pessoas priorizassem o transporte público ao carro, o congestionamento diminuiria, beneficiando a todos. Nesse cenário, no entanto, indivíduos acabariam saindo de carro para aproveitar o fluxo do trânsito, voltando a sobrecarregar as vias. Para a coletividade, seria melhor a cooperação do que ações individuais egoístas.

Essa mistura de matemática com sociologia e toques de biologia é útil para entender a pandemia da Covid-19. Levin, que passou mais de 40 anos estudando a dinâmica de doenças infecciosas, explica que, no caso do coronavirus, aplicamos modelos que predizem a disseminação do vírus, as diferenças entre pacientes com e sem sintomas e outros aspectos que ajudam a pensar em estratégias. Mas falta o componente social.

“Vemos grupos que hesitaram em se vacinar. Por quê?”, questiona Levin. “Há os que se recusaram a usar máscaras. China, Japão e Ásia em geral são países mais abertos a esse tipo de proteção, enquanto outros, como a Suécia, resistiram. Entender isso é um problema das ciências sociais.”

Levin vai além: como decisões coletivas são tomadas? Como normas sociais são criadas e mantidas? Como indivíduos interagem? Um de seus estudos do momento quer entender a dinâmica das polarizações políticas. “Pessoas fazem parte de grupos diferentes, que às vezes se sobrepõem. Desenvolvemos modelos em que os indivíduos mudam suas opiniões ou migram de grupo baseados em interações com outras pessoas.”

Modelos desse tipo também são aplicados em contextos internacionais. Analisam, por exemplo, não apenas as relações entre nações, mas também as influências de organizações como ONU e OMS nas decisões e mudanças de posicionamento dos países.

Disponível em https://cienciafundamental.blogfolha.uol.com.br/ 2021/02/27/a-natureza-nos-ensina-a-agir-coletivamente/ (Adaptado)

No trecho "Mas ele não é exclusivo do mundo biológico. O ecólogo Simon Levin o extrapola para as ciências sociais buscando entender condutas..." (1º parágrafo), os pronomes ELE e O, em destaque, retomam o seguinte termo do parágrafo:

Alternativas
Q2238306 Português




E . Z https:/gauchazh.clcrbs.com.bridonnainoticia/2010/01/moacyr-soliar-os-tempos-da-vida-cipmingso0009 icngzfpênib.htmi> (adaptado)

Em “eu amei”, linha 23, o termo sublinhado, morfologicamente, é
Alternativas
Q2212527 Português

Leia a tira, para responder à questão.


(André Dahmer@malvados) 

Assinale a alternativa que apresenta a afirmação correta acerca de elementos extraídos do texto.
Alternativas
Q2121384 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Os donos da língua Por

Alexandre Carvalho


(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-bem-e-o-mal-do-estrangeirismo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica o número do termo sublinhado que é classificado como pronome pessoal no trecho a seguir. O número correspondente ao termo está colocado imediatamente após a palavra sublinhada: “Ou seja, quem (1) mandou e desmandou na região que (2) hoje abriga Portugal, em diferentes períodos, trouxe consigo (3) seus modos e sua (4) língua – que os (5) avós dos avós dos avós… dos nossos colonizadores adotaram”. 
Alternativas
Q2105360 Português
"Il faut cultiver notre jardin." (Voltaire)



Adaptado de GONÇALVES, Carolina de Almeida. In https://administradores.com.br/artigos/como-est%C3%A1-o-cultivo-do-seujardim; acesso em 28/01/2022.
Com relação aos pronomes empregados neste fragmento textual “Eu me pego pensando como seria diferente se cada um cuidasse do seu jardim com a mesma intensidade e capacidade de cuidar do jardim do vizinho” (l. 10 e 11), marque a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q2066955 Português
São exemplo de pronomes:
I. Pessoais; II. Possessivos; III. Demonstrativos; IV. Interrogativos; V. Relativos; VI. Indefinidos.
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2060166 Português
O jabuti e a onça

Uma vez a onça ouviu o jabuti tocar a sua gaita debicando outra onça e veio ter com o jabuti e perguntoulhe:
— Como tocas tão bem a tua gaita?
O jabuti respondeu: “Eu toco assim a minha gaita: o osso do veado é a minha gaita, ih! Ih!”
A onça tornou: “A modo que não foi assim que eu te ouvi tocar!”
O jabuti respondeu: “Arreda-te mais para lá́ um pouco, de longe te há de parecer mais bonito.”
O jabuti procurou um buraco, pôs-se na soleira da porta, e tocou na gaita: “o osso da onça é a minha gaita, ih! Ih!”
Quando a onça ouviu, correu para pegá-lo. O jabuti meteu-se pelo buraco adentro.
A onça meteu as mãos pelo buraco, e apenas lhe agarrou a perna.
O jabuti deu uma risada, e disse: “Pensavas que agarravas a minha perna e agarraste a raiz de pau!”
A onça disse-lhe: “Deixa-te estar!” Largou, então, a perna do jabuti.
O jabuti riu-se uma segunda vez, e disse:
— De fato era a minha própria perna.
A grande tola da onça esperou ali, tanto esperou, até que morreu.

(Disponível em: www.essaseoutras.com.br. Acesso em: 30/09/22.)
Os pronomes pessoais designam as pessoas do discurso, substituindo-as. Em qual trecho o pronome sublinhado NÃO se refere ao jabuti? 
Alternativas
Q2057861 Português
Assim como muitos inventos, a televisão não é boa e nem é má; ela apenas reflete o nível e o perfil mental da sociedade que lhe é contemporânea. As pessoas que a programam são as responsáveis pela deturpação da sua finalidade original: cultura, entretenimento saudável e utilidade pública.

Imensos interesses comerciais, egoísticos e narcisistas se escondem por trás da televisão. Comerciantes, publicitários, os “donos” das Emissoras e suas famílias usurpam essa “nossa” concessão pública. Atores, diretores e outros que a usam quase sempre estão divorciados da saúde e do bem-estar da população que lhe deu a permissão (ou, permissividade) para nos “entreter”, nos dar Cultura e ser-nos úteis. Para essas pessoas (todos os que fazem a Televisão), pouco importam os resultados do condicionamento que impõem à Sociedade.

A Televisão e tantos outros inventos e descobertas foram idealizadas para fins positivos e úteis para a Humanidade. Entretanto, sabemos do que são capazes tais criações nas mãos de indivíduos inescrupulosos e insanos.

(https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/psicologia/televisao-formacao-personalidade.htm. Acesso em: 01/07/2022)
Sobre os recursos linguísticos responsáveis pela conexão entre as partes do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Se, no trecho a televisão não é boa e nem é má; ela apenas reflete o nível e o perfil mental da sociedade que lhe é contemporânea, o pronome lhe fosse substituído pelo pronome possessivo sua, não comprometeria o sentido do texto.
( ) No trecho pouco importam os resultados do condicionamento que impõem à Sociedade., o pronome relativo que retoma resultados do condicionamento.
( ) A conjunção entretanto estabelece relação de adversidade entre os períodos que compõem o último parágrafo.
( ) Em Atores, diretores e outros que a usam quase sempre estão divorciados da saúde e do bemestar da população que lhe deu a permissão, os pronomes pessoais oblíquos a e lhe são elementos referenciais usados para retomar o elemento televisão.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2056839 Português
Leia a letra da música abaixo
Olha só você Depois de me perder Veja só você Que pena Você não quis me ouvir Você não quis saber Desfez do meu amor Que pena, que pena Hoje é você quem está sofrendo, amor Hoje sou eu quem não te quer O meu coração já tem um novo amor Você pode fazer o que quiser Você jogou fora o amor que eu te dei O sonho que sonhei, isso não se faz Você jogou fora a minha ilusão, a louca paixão É tarde demais Que pena, amor Que pena Hoje é você quem está sofrendo, amor Hoje sou eu quem não te quer O meu coração já tem um novo amor Você pode fazer o que quiser Você jogou fora o amor que eu te dei O sonho que sonhei, isso não se faz Você jogou fora a minha ilusão, a louca paixão É tarde demais Que pena

No trecho “Você jogou fora o amor que eu te dei”, quanto ao uso do pronome, marque a opção correta. 
Alternativas
Q2021580 Português


Brasil passa a Rússia e vira 3º país com mais mulheres presas no mundo


Com o aumento desproporcional, o Brasil bateu a marca das 42 mil presas, ultrapassou a Rússia - 37 mil - e assumiu a terceira posição no ranking dos países com mais mulheres atrás das grades. A lista é encabeçada por EUA - 211 mil - e China - 145 mil.

Os dados são da quinta edição do World Female Imprisonment List, levantamento global sobre mulheres presas realizado pelo ICPR - sigla em inglês para Instituto de Pesquisa em Políticas Criminal e de Justiça de Birkbeck College, Universidade de Londres, no Reino Unido.

Para comparação, considerando homens presos, o Brasil ocupa, desde 2017, a mesma terceira posição no ranking global, também atrás de EUA e China. Desde 2000, essa população aumentou 22% no globo, quase um terço do crescimento entre mulheres.

A taxa de encarceramento feminino no Brasil, que em 2000 era de 6 presas para cada 100 mil mulheres, agora é de 20, o que coloca o país em 15º lugar no ranking proporcional liderado por EUA (64), Tailândia (47), El Salvador (42), Turcomenistão (38), Brunei (36), Macau, na China, (32), Belarus (30), Uruguai (29), Ruanda (28) e Rússia (27).


Brasil passa a Rússia e vira 3º país com mais mulheres presas no mundo (msn.com). Adaptado.

As evidências mostram que a prisão é, particularmente, prejudicial 'a elas'.
O elemento destacado trata-se de: 
Alternativas
Q2021388 Português


Brasil passa a Rússia e vira 3º país com mais mulheres presas no mundo


Com o aumento desproporcional, o Brasil bateu a marca das 42 mil presas, ultrapassou a Rússia - 37 mil - e assumiu a terceira posição no ranking dos países com mais mulheres atrás das grades. A lista é encabeçada por EUA - 211 mil - e China - 145 mil.

Os dados são da quinta edição do World Female Imprisonment List, levantamento global sobre mulheres presas realizado pelo ICPR - sigla em inglês para Instituto de Pesquisa em Políticas Criminal e de Justiça de Birkbeck College, Universidade de Londres, no Reino Unido.

Para comparação, considerando homens presos, o Brasil ocupa, desde 2017, a mesma terceira posição no ranking global, também atrás de EUA e China. Desde 2000, essa população aumentou 22% no globo, quase um terço do crescimento entre mulheres

A taxa de encarceramento feminino no Brasil, que em 2000 era de 6 presas para cada 100 mil mulheres, agora é de 20, o que coloca o país em 15º lugar no ranking proporcional liderado por EUA (64), Tailândia (47), El Salvador (42), Turcomenistão (38), Brunei (36), Macau, na China, (32), Belarus (30), Uruguai (29), Ruanda (28) e Rússia (27).

O documento britânico compila dados prisionais de fontes oficiais e destaca tanto o fornecimento incompleto de dados pelo governo da China quanto a indisponibilidade total de informações de outros cinco países: Cuba, Etiópia, Coreia do Norte, Somália e Uzbequistão.

Os dados consideram tanto presas provisórias, aquelas que ainda não foram julgadas, quanto condenadas. No Brasil, 45% das mulheres encarceradas são presas provisórias.

Para Catherine Heard, diretora do projeto no ICPR, é preocupante o aumento de mulheres presas porque as evidências mostram que a prisão é, particularmente, prejudicial a elas. "Seus impactos adversos continuam por muito mais tempo e podem causar danos irreparáveis, não apenas às mulheres, individualmente, mas também a seus filhos."


Brasil passa a Rússia e vira 3º país com mais mulheres presas no mundo (msn.com). Adaptado. 

As evidências mostram que a prisão é, particularmente, prejudicial 'a elas'.

O elemento destacado trata-se de:

Alternativas
Q2020769 Português
Texto CG1A1-I

    Na Índia do século XX, Gandhi usou a roca de fiar para valorizar as práticas e os costumes tradicionais como instrumentos de inclusão social do seu povo, ao proporcionar-lhe realizar um ofício de forma sustentável.

     Esse uso faz que a roca seja considerada a primeira “tecnologia apropriada” do mundo. No Brasil, o movimento da “tecnologia apropriada” é conhecido como “tecnologia social”. Tecnologia social é entendida como um conjunto de técnicas e metodologias transformadoras, desenvolvidas e(ou) aplicadas na interação com a população e apropriadas por ela, que representam soluções para a inclusão social e para a melhoria das condições de vida.

     O conceito de tecnologia social remete a uma proposta inovadora de desenvolvimento, considerando uma abordagem ativista de participação coletiva no processo de implantação, organização e desenvolvimento, aliando saber popular, cooperação social e conhecimento técnico-científico.
    
         Ela tem como base a disseminação de soluções para problemas voltados a demandas de renda, trabalho, educação, conhecimento, cultura, alimentação, saúde, habitação, recursos hídricos, saneamento básico, energia, ambiente, igualdade de raça e gênero, por exemplo, sendo importante, essencialmente, que essas soluções sejam efetivas, reaplicáveis e que promovam a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida das populações em situação de vulnerabilidade social. Por fim, o conceito de tecnologia social (TS) estabelece quatro dimensões: 1) conhecimento, ciência, tecnologia; 2) participação, cidadania e democracia; 3) educação; 4) relevância social.

Internet: <www.antigo.mctic.gov.br>(com alterações)

No que se refere aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto CG1A1-I, julgue o item que se segue.


No contexto em que aparece, o pronome “Ela” (quarto parágrafo) poderia ser substituído por A abordagem ativista, sem prejuízo dos sentidos originais do texto.

Alternativas
Q2001899 Português
     Ora, graças a Deus, lá se foi mais um. Um ano, quero dizer. Menos um na conta, mais uma prestação paga. E tem quem fique melancólico. Tem quem deteste ver à porta a cara do mascate em cada primeiro do mês, cobrando o vencido. Quando compram fiado, têm a sensação de que o homem deu de presente, e se esquecem das prestações, que serão, cada uma, uma facada. Nem se lembram dessa outra prestação que se paga a toda hora, tabela Price insaciável comendo juros de vida, todo dia um pouquinho mais; um cabelo que fica branco, mais um milímetro de pele que enruga, uma camada infinitesimal acrescentada à artéria que endurece, um pouco mais de fadiga no coração, que também é carne e se cansa com aquele bater sem folga. E o olho que enxerga menos, e o dente que caria e trata de abrir lugar primeiro para o pivô, depois para a dentadura completa.
     O engraçado é que muito poucos reconhecem isso. Convencem-se de que a morte chega de repente, que não houve desgaste preparatório, e nos apanha em plena flor da juventude, ou em plena frutificação da maturidade; se imaginam uma rosa que foi colhida em plena beleza desabrochada. Mas a rosa, se a não apanha o jardineiro, que será ela no dia seguinte, após o mormaço do sol e a friagem do sereno? A hora da colheita não interessa ― de qualquer modo, o destino dela era murchar, perder as pétalas, secar, sumir-se.
     A gente, porém, não pode pensar muito nessas coisas. Tem que pensar em alegrias, sugestionar-se, sugestionar os outros. Vamos dar festas, vamos aguardar o ano novo com esperanças e risadas e beijos congratulatórios. Desejar uns aos outros saúde, riqueza e venturas. Fazer de conta que não se sabe; sim, como se a gente nem desconfiasse. Tudo que nos espera: dentro do corpo o que vai sangrar, doer, inflamar, envelhecer. As cólicas de fígado, as dores de cabeça, as azias, os reumatismos, as gripes com febre, quem sabe o tifo, o atropelamento. Tudo escondido, esperando. Sem falar nos que vão ficar tuberculosos, nas mulheres que vão fazer cesariana. Os que vão perder o emprego, os que se verão doidos com as dívidas, os que hão de esperar nas filas ― que seremos quase todos. E os que, não morrendo, hão de ver a morte lhes entrando de casa adentro, carregando o filho, pai, amor, amizade. As missas de sétimo dia, as cartas de rompimento, os bilhetes de despedida. E até guerra, quem sabe? Desgostos, desgostos de toda espécie. Qual de nós passa um dia, dois dias, sem um desgosto? Quanto mais um ano!

Rachel de Queiroz. Um ano de menos.
In: O Cruzeiro, Rio de Janeiro, dez./1951 (com adaptações). 

Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se seguem. 
Da leitura do segundo parágrafo, entende-se que o pronome “ela”, em “dela” (último período), refere-se a “rosa” (penúltimo período).
Alternativas
Q2000508 Português
Os dois parágrafos jurídicos a seguir foram escritos pelo professor Vicente Greco Filho. Considere-os para responder às questões.

Texto IV

     Definida a competência de um juiz, a qual se determina no momento em que a ação é proposta, permanece ela até o julgamento definitivo da causa. Este princípio é chamado da ‘perpetuação da jurisdição’ – ‘perpetuatiojurisdictionis’, e tem por finalidade impedir modificações, que sempre é possível que ocorram, depois de proposta a demanda, interfiram no juízo competente para sua decisão. (sic)
     A disposição legal que consagra essa ideia tem por fim evitar que uma causa iniciada numa comarca e num juízo seja deslocada para outro por razões de fato ou de direito ocorridas posteriormente. Uma vez proposta a demanda, a situação de fato e de direito a ser examinada para a determinação da competência é a desse momento, sendo irrelevantes as alterações do estado de fato ou de direito que ocorrem posteriormente. 

(VIANA, Joseval Martins. Manual de Redação Forense e Prática Jurídica. São Paulo: Método, 2010, p.144)
Na passagem “permanece ela até o julgamento definitivo da causa” (1º§), o emprego do pronome pessoal do caso reto deve ser entendido, de acordo com a gramática, como: 
Alternativas
Q1983287 Português
       Se eu morrer antes de você, faça-me um favor. Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado. Se não quiser chorar, não chore. Se não conseguir chorar, não se preocupe. Se tiver vontade de rir, ria. Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão. Se me elogiarem demais, corrija o exagero. Se me criticarem demais, defenda-me. Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam. Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo. Se falarem mais de mim do que de Jesus Cristo, chame a atenção deles. Se sentir saudade e quiser falar comigo, fale com Jesus e eu ouvirei. Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver. E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase: “Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus!” Aí, então, derrame uma lágrima. Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar. E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu. Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus. Você não me verá, mas eu ficarei muito feliz vendo você olhar para Ele. E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele.
        Você acredita nessas coisas? Sim? Então ore para que nós dois vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito. Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo. Eu não vou estranhar o céu... Sabe por que? Porque... ser seu amigo já é um pedaço dele!

(Vinicius de Moraes. Editora Itatiaia: 08/11/2016. Adaptado.)
Considerando o trecho “Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver.” (1º§), é possível afirmar que a expressão destacada se refere a: 
Alternativas
Q1982026 Português
Texto para o item. 



Internet: <https://laerte.art.br> (com adaptações). 

Julgue o item, referentes ao texto apresentado. 

O emprego do pronome “Elas”, no terceiro quadrinho, evidencia que os personagens ilustrados são meninas.
Alternativas
Respostas
281: A
282: B
283: E
284: A
285: B
286: A
287: A
288: C
289: A
290: E
291: A
292: B
293: A
294: D
295: A
296: E
297: C
298: B
299: C
300: E