Questões de Concurso
Sobre pronomes pessoais retos em português
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Texto para o item.


Considerados os mecanismos de coesão no texto, julgue o item, no que diz respeito à correta correspondência entre o termo destacado e o respectivo elemento de referência.
“ela” (linha 11) — “prevenção primária” (linha 9)
No texto, o pronome “ele”, em destaque, faz referência a:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Em relação ao fragmento “Claro que há momentos em que a turma toda te ouve e te consola, mas aí já é outro departamento” (l. 20–21), analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O termo “te”, nas duas ocorrências em que aparece, é classificado como um pronome pessoal reto.
( ) O vocábulo “há” é um verbo.
( ) A palavra “outro” é um pronome relativo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Texto 1

No que tange aos aspectos linguísticos e ao sentido do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O pronome pessoal “eles” (linha 5) relaciona-se ao seu
antecedente “os homens” (linha 2).
Texto CG1A1-I
Em 721, um concílio romano presidido pelo papa Gregório II proibiu o casamento com uma commater, isto é, a madrinha de um filho, ou a mãe de um filho de quem se fosse padrinho. Isso levou o papado a se alinhar com a legislação promulgada, algumas décadas antes, em Bizâncio. A adoção marcadamente rápida desses princípios sugere que o clero franco já sustentava concepções similares. Isso é ilustrado por um caso curioso contado por um clérigo franco anônimo, em 727. Ele censurava a maneira traiçoeira pela qual a infame concubina Fredegunda havia conseguido se tornar a esposa legal do rei Quilpérico. Durante uma longa ausência do rei, ela persuadira sua rival, a rainha Audovera, a tornar-se madrinha da própria filha recém-nascida. Assim, a ingênua Audovera foi subitamente transformada na commater de seu próprio marido, impossibilitando qualquer relação conjugal posterior e deixando o caminho livre para Fredegunda.
Essa artimanha mostra que, poucos anos após o concílio romano de 721, o autor anônimo e seu público estavam bem familiarizados com os impedimentos derivados do parentesco espiritual. Não fosse o caso, seria impossível acusar Fredegunda de seu ardiloso truque. As cartas do missionário Bonifácio conferem testemunho adicional a esse fato. Em 735, ele perguntou ao bispo escocês Pethlem se era permitido que alguém se casasse com uma viúva que era mãe de seu afilhado. “Todos os padres da Gália e na terra dos francos afirmavam que isso era um pecado grave”, escreveu ele. Soava-lhe estranho, já que ele nunca ouvira falar nisso antes. A questão devia preocupá-lo porque, no mesmo ano, escreveu a respeito para dois outros clérigos anglo-saxões. Evidentemente, o missionário até então não estava familiarizado com esse impedimento ao casamento, embora o clero continental, a quem ele se dirigia, considerasse a questão muito grave.
Mayke De Jong, Nos limites do parentesco: legislação anti-incesto
na Alta Idade Média ocidental (500-900). In: Jan Bremmer (Org.).
De Safo a Sade. Momentos na história da sexualidade.
Campinas: Papirus, 1995, p. 56-7 (com adaptações).
Julgue o seguinte item, acerca dos mecanismos de coesão do texto CG1A1-I.
No quarto período do segundo parágrafo, o pronome “ele”
remete ao termo “bispo escocês Pethlem”.
Texto para a questão.
A cidade


I. Na linha 07, o pronome “esse” tem como referente o trecho de abertura do texto. II. Na linha 28, o uso do pronome pessoal “nos” tem como referente a palavra “objetivos” (l. 26). III. Na linha 44, o pronome relativo “que” refere-se à palavra “bússola” (l. 43).
Quais estão corretas?
Texto para o item.

Carlos Drummond de Andrade. Assalto. In: 70 historinhas.
Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).
Acerca dos aspectos gramaticais do texto, julgue o item.
No texto, não há referente explícito para o pronome
“eles” (linha 25).
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao
longo do texto está citado na questão.


Não haveria prejuízo para as relações coesivas do texto caso o pronome pessoal “ele” (linha 2) fosse empregado no gênero feminino.

“Ela” (linha 19) por Ele
“Saber interpretar um texto, a partir do contexto de produção em que ele está inserido, é fundamental para a experiência cotidiana do leitor”.
“Ele” é considerado na morfologia (01) . Na sintaxe, “Ele” se refere ao (02) Já na linguística textual “Ele” se refere a (03) :
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
No período ‘Posso ajudá-lo, cavalheiro?’ (segundo parágrafo), o personagem emprega uma forma pronominal de terceira pessoa para se dirigir diretamente ao seu interlocutor.
