Questões de Concurso Sobre pronomes pessoais retos em português

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Q1958474 Português

Texto para o item. 



Considerados os mecanismos de coesão no texto, julgue o item, no que diz respeito à correta correspondência entre o termo destacado e o respectivo elemento de referência.


“ela” (linha 11) — “prevenção primária” (linha 9)

Alternativas
Q1957309 Português
Brio das estrelas


   Quanto mais escuro o céu, maior a possibilidade de se ouvir estrelas. Ora, direis... Quantas vezes não conseguimos ver uma saída para os desafios da vida. Aos nossos olhos parece impossível. Mas talvez não aos nossos ouvidos.
     Ainda que o momento seja engolido pela escuridão do desespero, adentrando-se, cada vez mais, à treva da melancolia, há um insólito tinir que aguarda o ouvido atento. Quando estamos cabisbaixos, olhando só para o fundo do poço, talvez não escutemos o que retine no imo do escuro e tenebroso. Assim nos tornamos escravos do abismo e nos afundamos em nós mesmos.
     Todavia, somente a ousadia e o querer mudar nos permitirá olhar para cima e escutar a imensidão de estrelas que aguardam nossa atenção. E é nesse escuro que devemos fixar a mente para percebermos a sinfonia de possibilidades que ecoam. Basta armar-se da intrepidez e novamente crer no céu. Nenhuma nebulosidade será suficiente para demover quem percebe o brilho mais intenso: aquele que refulge no silêncio de nós mesmos.
     E o brio de novas estrelas se fará ouvir, engendrando noites mais serenas, trevas mais sonoras. Então perceberemos que todo dia precisa de uma noite e que toda noite tem estrelas, mesmo que não as enxerguemos, à espera apenas da vontade para apreciá-las.


(MENDONÇA, Tulius – Livro Entreatos – Páginas Editora – p.33)
“Todavia, somente a ousadia e o querer mudar nos permitirá olhar para cima e escutar a imensidão de estrelas que aguardam nossa atenção.” As palavras destacadas são respectivamente: 
Alternativas
Q1953448 Português
Assinale a alternativa que contenha um pronome pessoal em destaque.
Alternativas
Q1951196 Português
Texto 1

Fuçando o seu armário

Roupas podem ser rastreadas. Tem certeza de que não tem dessas peças na sua gaveta?

Você sabia que a roupa que está vestindo pode ser rastreada? Calma, não é nenhum tipo de espionagem. Muito menos teoria da conspiração. Trata-se do controle produtivo desde a matériaprima. O acompanhamento é feito pelo Programa Algodão Brasileiro Sustentável, ABR. Esta cadeia de moda carioca foi a primeira a se juntar ao projeto.

Esse cuidado é um dos trunfos dos empresários brasileiros para enfrentarem as desigualdades na concorrência com os estrangeiros. Produtores agrícolas nacionais lutam com entraves e desigualdade na competição em um mundo globalizado. Lidam com a alta carga tributária, questões cambiais, problemas de logística, protecionismos de países concorrentes, entre outros. Mesmo assim, o Brasil é o 4º maior produtor de algodão e o 2º exportador de fibra do mundo. A safra nacional se enquadra em um dos fatores mais sensíveis nas sociedades contemporâneas: a responsabilidade socioambiental.

Para fazer o dever de casa, os produtores se uniram em torno do Programa Algodão Brasileiro Sustentável (ABR) tendo como slogan “Sou de Algodão”. É uma espécie de cartilha enquadrada pela Agenda ESG que valida boas práticas sociais, econômicas e ambientais em todas as etapas da cadeia produtiva. Do total produzido no Brasil, cerca de 80% saem certificadas pela ABR. “Foi um esforço de 15 anos na busca e aplicação de melhores formas para garantir a qualidade e agregar práticas ambientais. Estamos num mundo cada vez mais consciente, o consumidor pode conhecer quem nós somos e como cultivamos o nosso algodão que ele veste” – justifica o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão, Júlio Busato.

O objetivo do programa é oferecer ao consumidor a transparência da cadeia fornecedora e rastreabilidade certificada da origem da matéria-prima. O ABR é composto por 178 itens divididos em 8 critérios e recomendações. Ele incentiva a utilização de matériaprima orgânica, o comprometimento com as preservações dos cursos de água – nascentes, corredeiras e reservas – e cuidados com o solo, entre outras. Para fazer parte desse grupo responsável, precisa se comprometer também com questões sociais, como: banimento de traços na cadeia de trabalho infantil e análogo ao escravo, além de estarem perfeitamente alinhados com as legislações nacionais e internacionais.

Os produtores começam a colher os bons frutos plantados em 2012 quando foi criado um protocolo único de certificação para as fazendas. Segundo levantamento daAssociação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa), 40 delas já foram certificadas: 32 na Bahia e oito em Goiás. São as primeiras propriedades que receberam a chancela na safra 2021/22. “É uma jornada longa conseguir levar essa certificação até a palma da mão do consumidor, que está mais exigente. Com o programa SouABR, entregamos o que ele pede: responsabilidade socioambiental e rastreabilidade”, explica Busato.


[Adaptado]


Luiz André Ferreira
O Dia, 04 de junho de 2022.

Disponível em https://odia.ig.com.br/colunas/luiz-andre
ferreira/2022/06/6416023-fucando-o-seu-armario.html
“Ele incentiva a utilização de matéria-prima orgânica, o comprometimento com as preservações dos cursos de água – nascentes, corredeiras e reservas – e cuidados com o solo, entre outras” (4º parágrafo).
No texto, o pronome “ele”, em destaque, faz referência a:
Alternativas
Q1944588 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Em relação ao fragmento “Claro que há momentos em que a turma toda te ouve e te consola, mas aí já é outro departamento” (l. 20–21), analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) O termo “te”, nas duas ocorrências em que aparece, é classificado como um pronome pessoal reto.

( ) O vocábulo “há” é um verbo.

( ) A palavra “outro” é um pronome relativo.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 

Alternativas
Q1939743 Português
No terceiro parágrafo do texto, o(a) 
Alternativas
Q1935008 Português
Num texto há termos que se referem a outros termos do mesmo texto, mas há outros que ganham significado em função da situação comunicativa. A frase abaixo em que o termo destacado está neste último caso é:
Alternativas
Q1909362 Português

No que tange aos aspectos linguísticos e ao sentido do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.


O pronome pessoal “eles” (linha 5) relaciona-se ao seu antecedente “os homens” (linha 2). 

Alternativas
Q1908755 Português

Texto CG1A1-I


    Em 721, um concílio romano presidido pelo papa Gregório II proibiu o casamento com uma commater, isto é, a madrinha de um filho, ou a mãe de um filho de quem se fosse padrinho. Isso levou o papado a se alinhar com a legislação promulgada, algumas décadas antes, em Bizâncio. A adoção marcadamente rápida desses princípios sugere que o clero franco já sustentava concepções similares. Isso é ilustrado por um caso curioso contado por um clérigo franco anônimo, em 727. Ele censurava a maneira traiçoeira pela qual a infame concubina Fredegunda havia conseguido se tornar a esposa legal do rei Quilpérico. Durante uma longa ausência do rei, ela persuadira sua rival, a rainha Audovera, a tornar-se madrinha da própria filha recém-nascida. Assim, a ingênua Audovera foi subitamente transformada na commater de seu próprio marido, impossibilitando qualquer relação conjugal posterior e deixando o caminho livre para Fredegunda. 

    Essa artimanha mostra que, poucos anos após o concílio romano de 721, o autor anônimo e seu público estavam bem familiarizados com os impedimentos derivados do parentesco espiritual. Não fosse o caso, seria impossível acusar Fredegunda de seu ardiloso truque. As cartas do missionário Bonifácio conferem testemunho adicional a esse fato. Em 735, ele perguntou ao bispo escocês Pethlem se era permitido que alguém se casasse com uma viúva que era mãe de seu afilhado. “Todos os padres da Gália e na terra dos francos afirmavam que isso era um pecado grave”, escreveu ele. Soava-lhe estranho, já que ele nunca ouvira falar nisso antes. A questão devia preocupá-lo porque, no mesmo ano, escreveu a respeito para dois outros clérigos anglo-saxões. Evidentemente, o missionário até então não estava familiarizado com esse impedimento ao casamento, embora o clero continental, a quem ele se dirigia, considerasse a questão muito grave. 


Mayke De Jong, Nos limites do parentesco: legislação anti-incesto

na Alta Idade Média ocidental (500-900). In: Jan Bremmer (Org.).

De Safo a Sade. Momentos na história da sexualidade.

Campinas: Papirus, 1995, p. 56-7 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, acerca dos mecanismos de coesão do texto CG1A1-I.


No quarto período do segundo parágrafo, o pronome “ele” remete ao termo “bispo escocês Pethlem”.

Alternativas
Q1908389 Português

Texto para a questão. 


A cidade 






O pronome “Esse” (linha 42) classifica-se como pronome 
Alternativas
Q1906892 Português
Assinale a opção que apresenta a frase em que o termo sublinhado se refere a um termo seguinte na frase, e não a um termo anterior.
Alternativas
Q1906682 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Como a integridade pode te ajudar a realizar teus sonhos.

Por Danilo España




(Disponível em: https://exame.com/colunistas/o-que-te-motiva/ − texto adaptado especialmente
para esta prova).
Considerando o emprego dos recursos coesivos ao longo do texto, analise as assertivas a seguir:
I. Na linha 07, o pronome “esse” tem como referente o trecho de abertura do texto. II. Na linha 28, o uso do pronome pessoal “nos” tem como referente a palavra “objetivos” (l. 26). III. Na linha 44, o pronome relativo “que” refere-se à palavra “bússola” (l. 43).
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1906083 Português
Considere o fragmento de texto a seguir para a questão: 

   A periodização da história jamais é um ato neutro ou inocente: a evolução da imagem da Idade Média na época moderna e contemporânea comprova isso. Por meio da periodização, expressa-se uma apreciação das sequências assim definidas, um julgamento de valor, mesmo que seja coletivo. Aliás, a imagem de um período histórico pode mudar com o tempo.
   A periodização, obra do homem, é portanto ao mesmo tempo artificial e provisória. Ela evolui com a própria história. Em relação a isso, ela tem uma dupla utilidade: permite melhor controlar o tempo passado, mas também sublinha a fragilidade desse instrumento do saber humano que é a história.
   O termo “Idade Média”, que expressa a ideia de que a humanidade sai de um período brilhante esperando, sem dúvida, entrar num período tão radioso quanto, é difundido, diz-se, no século XV, principalmente em Florença: aí está a razão pela qual essa cidade se torna o centro do humanismo. O próprio termo “humanismo” não existe antes do século XIX: em torno de 1840, ele designa a doutrina que coloca o homem no centro do pensamento e da sociedade. Parece que ele é primeiramente encontrado na Alemanha, e depois em Pierre Joseph Proudhon, em 1846. Vemos que o termo “Renascimento” levou tempo para impor-se diante do termo “Idade Média”. [...]
   Se agora nos voltarmos para trás, a cronologia não é mais clara, nem mais precoce. Na Idade Média, a noção de “Antiguidade” é reservada a Grécia e Roma pelos eruditos. A ideia de uma Antiguidade da qual, de alguma forma, sairia a Idade Média – dado que esse período dito antigo parece ter sido o modelo e a nostalgia da maior parte dos clérigos medievais – não aparece antes do século XVI, e ainda assim de maneira fluida. [...]
   Durante muito tempo se fez corresponder o fim da Antiguidade com a conversão do imperador Constantino ao cristianismo (Édito de Milão, 313) ou com a remissão ao imperador de Bizâncio das insígnias imperiais ocidentais (476). Porém, vários historiadores enfatizaram que a transformação de uma época a outra foi longa, progressiva, cheia de sobreposições.

Fonte: LE GOFF, J. A história deve ser dividida em pedaços?. Trad. Nícia Adan Bonatti. São Paulo: Editora Unesp, 2015, p. 29-31.
Assinale a alternativa INCORRETA com relação ao seguinte trecho: “A periodização, obra do homem, é portanto ao mesmo tempo artificial e provisória. Ela evolui com a própria história. Em relação a isso, ela tem uma dupla utilidade: permite melhor controlar o tempo passado, mas também sublinha a fragilidade desse instrumento do saber humano que é a história.” 
Alternativas
Q1904994 Português

Texto para o item.


Carlos Drummond de Andrade. Assalto. In: 70 historinhas.

Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).

Acerca dos aspectos gramaticais do texto, julgue o item.


No texto, não há referente explícito para o pronome “eles” (linha 25).

Alternativas
Q1904946 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão.


Assinale a alternativa na qual o pronome pessoal NÃO tenha sido empregado com sentido reflexivo.
Alternativas
Q1897541 Português
Texto para o item.


Internet: <www.paho.org> (com adaptações).
Em relação à tipologia do texto, às ideias nele expressas e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Não haveria prejuízo para as relações coesivas do texto caso o pronome pessoal “ele” (linha 2) fosse empregado no gênero feminino. 
Alternativas
Q1897401 Português
Texto para o item.



Internet: <www.saudemental.blogfolha.uol.com.br> (com adaptações).
Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“Ela” (linha 19) por Ele 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: MPE-GO Órgão: MPE-GO Prova: MPE-GO - 2022 - MPE-GO - Secretário Auxiliar |
Q1879839 Português
De acordo com a norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa correta quanto ao emprego do pronome:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: IBFC Órgão: MS Prova: IBFC - 2022 - MS - Tutor Médico |
Q1879725 Português
Leia o texto abaixo, para responder a questão:


Diferenciação entre os gêneros textuais: notícia e artigo de opinião.


Saber interpretar um texto, a partir do contexto de produção em que ele está inserido, é fundamental para a experiência cotidiana do leitor. A interpretação permite que saibamos diferenciar o conteúdo de uma notícia de jornal do de um artigo de opinião. Eles são gêneros textuais que nos propiciam a ter posturas diferentes quanto a suas leituras. Nesse ínterim, em teoria, no gênero textual notícia, não procuramos ler nas entrelinhas, pois as informações são factuais, não há linguagem subjetiva, não há duplo sentido. Já no gênero textual artigo de opinião é necessário saber ler nas entrelinhas, entender a linguagem subjetiva, entre outras estratégias de leitura que exigem posicionamento ativo na interpretação do que está escrito. Não podemos admitir que o teor de textos desse gênero seja formado de verdades absolutas. Devemos estar atentos para o contexto em que o artigo de opinião foi produzido, a fonte, as imagens (se houver), o autor e a data de publicação são, inicialmente, dados importantes para começarmos a leitura consciente de um artigo de opinião. (Texto desenvolvido especificamente para esta prova) 
Analise o trecho abaixo extraído do texto:

“Saber interpretar um texto, a partir do contexto de produção em que ele está inserido, é fundamental para a experiência cotidiana do leitor”.
“Ele” é considerado na morfologia (01)            . Na sintaxe, “Ele” se refere ao (02)             Já na linguística textual “Ele” se refere a (03)              :

Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q1877590 Português
   É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando numa loja para comprar um... um... como é mesmo o nome?
    “Posso ajudá-lo, cavalheiro?”
    “Pode. Eu quero um daqueles, daqueles...”
    “Pois não?”
    “Um... como é mesmo o nome?”
    “Sim?”
    “Pomba! Um... um... Que cabeça a minha! A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples, conhecidíssima.”
    “Sim, senhor.”
    “O senhor vai dar risada quando souber.”
    “Sim, senhor.”
    “Olha, é pontuda, certo?”
    “O quê, cavalheiro?”
   “Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um... Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta; a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa pontuda que fecha. Entende?”
    “Infelizmente, cavalheiro...”
    “Ora, você sabe do que eu estou falando.”
    “Estou me esforçando, mas...”
    “Escuta. Acho que não podia ser mais claro. Pontudo numa ponta, certo?”
    “Se o senhor diz, cavalheiro.”

Luís Fernando Veríssimo. Comunicação.
Acerca das ideias, dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.

No período ‘Posso ajudá-lo, cavalheiro?’ (segundo parágrafo), o personagem emprega uma forma pronominal de terceira pessoa para se dirigir diretamente ao seu interlocutor.
Alternativas
Respostas
341: C
342: B
343: A
344: A
345: D
346: B
347: B
348: E
349: E
350: A
351: D
352: E
353: D
354: C
355: D
356: C
357: C
358: D
359: B
360: C