Questões de Concurso
Sobre problemas da língua culta em português
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A função social da escola é garantir a todas(os) que passam pelos seus portões o acesso ao conhecimento científico poderoso que nos conecta com o que a humanidade foi construindo como saber, como experiência, como conhecimento, como marco civilizatório, ao longo do seu processo evolutivo. Falar de uma educação que se comprometa em olhar para todas as dimensões que constituem as(os) estudantes, falar de uma educação que se ocupe de educá-las(los) para que construam o pensamento crítico e incidam na sociedade buscando transformá-la é, portanto, falar de uma educação que as(os) olhe por inteiro, as(os) perceba em sua inteireza, como sujeitos sócio-históricos que são.
A opção de reescrita que converge para os critérios da norma-padrão e mantém o sentido original do excerto é
A forma correta de flexionar alguns verbos costuma trazer dúvidas. Sabendo disso, assinale abaixo a única alternativa em que a flexão do verbo em destaque está correta tanto do ponto de vista do sentido quanto da grafia recomendada pela norma culta da língua portuguesa.
Texto para a questão:
Advogado chama juiz de "Sua Alteza" e polícia de "calça frouxa"
Revoltado, causídico ainda disse que oficial de Justiça não cumpriu seu papel: "mostrou-se imprestável".
Um advogado do Rio de Janeiro depositou sua revolta em uma petição direcionada ao juízo da 35ª vara do Trabalho do TRT da 1ª região. No documento, disse que o Estado é incompetente; chamou a polícia de "calça frouxa"; o oficial de Justiça de "imprestável", e, ao final, pediu a "Sua Alteza Real", o juízo, a revisão da decisão.
Disponível em: https://www.migalhas.com.br/quentes/391052/advogado-chama-juiz-de-sua-alteza-e-policia-decalca-frouxa
Uma simples caminhada de outono
Por Marco Matos

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2025/05/havia-me-esquecidode-como-faz-bem-uma-simples-caminhada-de-outono-cmazunxsd00dv013blx00mke2.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
"Gostaria de entender (I) _____ o projeto foi alterado tão abruptamente, (II) _____ as justificativas apresentadas não foram convincentes o suficiente. Além disso, ninguém soube explicar o (III) _____ da alteração."
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta para as lacunas (I), (II) e (III).
Vale lembrar que, como a obesidade é uma doença crônica, esses remédios precisam ser tomados de modo contínuo, sem interrupção."
Com base na ortografia e no uso de expressões de acordo com a norma culta da língua, assinale a alternativa incorreta.
Auto Riso
Conheci Vitor no trabalho e logo se tornou um conselheiro para mim. Ele tinha mais experiência e equilibrava suas ações com bom senso. Sempre aprendi muito com ele, tanto pela vivência quanto pela forma descontraída de encarar a vida.
Vitor era português e, ao invés de se incomodar com piadas sobre sua nacionalidade, as usava a seu favor. Durante discussões sobre textos no trabalho, propunha:
— Se eu, que sou português, entender, qualquer um entenderá!
Todos riam, e sua frase se tornou uma marca. Ele acabou se tornando referência para textos bem escritos.
Outro episódio memorável foi uma confraternização da sua turma de faculdade. Empolgado, ele reencontrou os amigos e, no dia seguinte, comentou:
Descobri que sou antiquado. Fui o único que não trocou de carro... nem de mulher!
Rimos muito. Mas o mais valioso era sua capacidade de rir de si mesmo, sem arrogância. Ele me ensinou que a verdadeira autoconfiança permite ver graça em si, sem medo do julgamento.
"Aquele que não consegue rir de si mesmo, deixa esse trabalho para os outros."
Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado
https://cronicaseagudas.com/2022/03/20/auto-riso/
Leia o trecho do texto a seguir:
"Se eu, que sou português, entender, qualquer um entenderá!"
Considerando os vícios de linguagem, analise a construção da frase dita por Vitor e assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Auto Riso
Conheci Vitor no trabalho e logo se tornou um conselheiro para mim. Ele tinha mais experiência e equilibrava suas ações com bom senso. Sempre aprendi muito com ele, tanto pela vivência quanto pela forma descontraída de encarar a vida.
Vitor era português e, ao invés de se incomodar com piadas sobre sua nacionalidade, as usava a seu favor. Durante discussões sobre textos no trabalho, propunha:
— Se eu, que sou português, entender, qualquer um entenderá!
Todos riam, e sua frase se tornou uma marca. Ele acabou se tornando referência para textos bem escritos.
Outro episódio memorável foi uma confraternização da sua turma de faculdade. Empolgado, ele reencontrou os amigos e, no dia seguinte, comentou:
— Descobri que sou antiquado. Fui o único que não trocou de carro... nem de mulher!
Rimos muito. Mas o mais valioso era sua capacidade de rir de si mesmo, sem arrogância. Ele me ensinou que a verdadeira autoconfiança permite ver graça em si, sem medo do julgamento.
"Aquele que não consegue rir de si mesmo, deixa esse trabalho para os outros."
Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado
https://cronicaseagudas.com/2022/03/20/auto-riso/
"Se eu, que sou português, entender, qualquer um entenderá!"
Considerando os vícios de linguagem, analise a construção da frase dita por Vitor e assinale a alternativa correta.
INSTRUÇÃO: Leia os textos IV e V para responder à questão.

Disponível em: https://portuguesemplacas.blogspot.com. Acesso em: 10 abr. 2025
( ) No texto IV, há uma oração construída na voz passiva sintética. A forma verbal “aluga-se” deve ser flexionada no plural para estabelecer concordância com a expressão “salas comerciais” que, nessa oração, funciona como sujeito.
( ) No texto IV, há uma oração construída na voz passiva analítica. A forma verbal “aluga-se” deve permanecer flexionada no singular para estabelecer concordância com a expressão “salas comerciais” que, nessa oração, funciona como agente da passiva.
( ) No texto V, o verbo “haver” é intransitivo e a oração “como se não houvessem eleições” apresenta sujeito indeterminado. No que diz respeito à concordância verbal, a flexão adequada do verbo “haver”, nessa oração, é “houvessem”, no plural.
( ) No texto V, o verbo “haver” é impessoal e a oração “como se não houvessem eleições” não apresenta sujeito. No que diz respeito à concordância verbal, a flexão adequada do verbo “haver”, nessa oração, é “houvesse”, no singular.
A alternativa que apresenta a sequência correta é