Questões de Concurso
Sobre preposições em português
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“As pessoas vão derreter feito lesma na calçada”


I. Em todas as ocorrências, pode-se afirmar que o vocábulo “a” é artigo definido.
II. Na ocorrência da linha 14, caso fosse flexionado no plural o termo que acompanha o vocábulo “a”, esse deveria obrigatoriamente ser também passado para o plural, a fim de atender a regras de concordância.
III. Nas linhas 03 e 08, o vocábulo “a” é invariável, visto tratar-se, em ambas as ocorrências, de preposições.
Quais estão corretas?



No período acima há
Hoje, acredita-se que a polenta seja o alimento básico mais popular da Itália, depois das massas e da pizza. Na sua essência, continua a ser um humilde prato comunitário, mas durante os anos da Segunda Guerra Mundial foi consumido, principalmente, por necessidade. No final de um árduo dia de trabalho, alguns familiares reuniam-se à volta da mesa e partilhavam a polenta. Usando as mãos como colheres, esfregavam cada mordida em um arenque seco pendurado por um barbante no teto da cozinha para dar mais sabor à polenta simples e, ao mesmo tempo, conservar o peixe.
Segundo o chef e o historiador alimentar Amedeo Sandri, o milho foi posteriormente importado para a Itália por missionários que voltavam das Américas para a região de Friuli. O cultivo em grande escala se espalhou nos anos 1600 para Veneto e Lombardia, substituindo as culturas tradicionais e desencadeando uma revolução agrária. Hoje, existem cerca de uma dúzia de tipos de milho italiano cultivados no país. “Os agricultores perceberam que o milho tinha maior rendimento e ciclo de cultivo mais curto em comparação ao milheto, centeio e trigo, e que dava força suficiente para trabalhar na lavoura”, diz Sandri. “Mas houve alguns efeitos colaterais graves nesta dieta à base de polenta.”
Fonte: Polenta: história secreta de uma das comidas favoritas da Itália | CNN Brasil


Internet:<www.periodicos.set.edu.br>
Acerca das ideias, da estrutura linguística e da seleção vocabular do texto, julgue o item.
A correção gramatical e o sentido do texto seriam
mantidos caso a palavra “sobre” (linha 27) fosse
substituída por sob.
Não estou falando de abelhas
Por Pedro Guerra

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estoufalando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).
O golpe quase perfeito da avó em seus netos
Por Fabrício Carpinejar

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/02/o-golpe-quase-perfeitoda-avo-em-seus-netos-clsw7zw4c000201ewxgmo1gam.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
“As versões mais antigas das histórias populares nem sempre agradam _________ que gostam _____ contos de fadas”.

Em relação ao quadrinho acima, julgue o item.
No início da fala do juiz, a preposição “ante” tem
sentido equivalente ao de “diante”.
Estudo aponta aumento de 13,5% em mortes no trânsito
A taxa de mortalidade por 100 mil habitantes cresceu 2,3% em uma década

Disponível em https://www.ipea.gov.br/portal/categorias/45-todas-as-noticias/noticias/13899-estudoaponta-aumento-de-13-5-em-mortes-no-transito. Acesso em 15.jan.2023. Adaptado.



Coluna 1
1. Pronome.
2. Conjunção.
3. Preposição.
Coluna 2
( ) “nem” (l. 07).
( ) “meu” (l. 08).
( ) “com” (l. 11).
( ) “outros” (l. 13).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Aquele carro que invadiu um supermercado arrastando até a esposa do motorista me lembrou a minha, cada vez mais distante, infância. Morei naquela área quando era menino. Na época chamávamos o Largo do Marrão, em Niterói, de “Largo do Marrom”. Nunca conheci um sujeito marrom que fosse dono do largo, mas era assim que as crianças chamavam o largo. Bem no lugar daquele mercado tinha um cinema decadente chamado Mandaro. Para atrair fregueses, passava dois filmes de segunda a quarta e mais dois de quinta a domingo. O sujeito entrava às duas e só saía às seis da tarde. Eu e meus irmãos vivíamos lá. Bastava economizar no lanche e voltar a pé da escola pra juntar o suficiente pro ingresso. Tinha semana em que assistíamos a quatro filmes. Tudo lixo. O mais trash de todos foi “A volta do espadachim de um braço só”. Juro que alguém filmou isso. E eu assisti!
(PAIVA, Cláudio. Revista O Globo, 15/06/2008. Fragmento.)