Questões de Concurso Sobre preposições em português

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Q2579476 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 5.


Timidez


Sou um tímido veterano e posso dar conselhos aos que estão recém descobrindo o martírio de enfrentar esse terror, os outros, e a obrigação de se fazer ouvir, ter amigos, namorar, procriar e, enfim, viver, quando preferia ficar quieto em casa. Ou, de preferência, no útero.

Algumas coisas não funcionam. Já tentei várias maneiras de conviver com minha timidez e nenhuma deu certo. Decorar frases, por exemplo. Já fui com uma frase pronta para impressionar a menina e na hora saiu “Teus verdes são como dois olhos, lagoa”. Também resista à tentação de assumir um ar superior e dar a impressão de que você não é tímido, é misterioso.

Eu sou do tempo em que se usava chaveiro com correntinha (além de tope e topete, tope de gravata enorme e topete duro de Gumex) e ficava girando a correntinha no dedo, enquanto examinava as garotas na saída das matinês (eu sou do tempo das saídas de matinês). Um dia uma garota veio falar comigo, ou ver de perto o que mantinha meu topete em pé, foi atingida pela hélice da correntinha e saiu furiosa. Melhor, porque eu não tinha nenhuma fala pronta, o que dirá misteriosa, que correspondesse à pose.

Evite manobras calhordas, como identificar alguém tão tímido quanto você no grupo e quando, por sacanagem, lhe passarem a palavra, passar a palavra imediatamente para ele. O mínimo que um tímido espera de outro é solidariedade. E não há momento mais temido na vida de um tímido do que quando lhe passam a palavra.

Tente se convencer de que você não é o alvo de todos os olhares e de todas as expectativas de vexame quando entra em qualquer recinto. Porque, no fundo, a timidez é uma forma extrema de vaidade, pois é a certeza de que, onde o tímido estiver, ele é o centro das atenções, o que torna quase inevitável que errará a cadeira e sentará no chão, ou no colo da anfitriã.

Convença-se, o mundo não está só esperando para ver qual é a próxima que você vai aprontar. E mire-se no meu exemplo. Depois que aposentei a correntinha e (suspiro) perdi o topete, namorei, casei, procriei, fiz amigos, vivi e hoje até faço palestras, ou coisas parecidas. Mesmo com o secreto e permanente desejo, é verdade, de não estar ali, mas quieto em casa.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Considere o excerto a seguir para responder às questões de 3 a 5:


Evite manobras calhordas, como identificar alguém tão tímido quanto você no grupo e quando, por sacanagem, lhe passarem a palavra, passar a palavra imediatamente para ele.


O sentido e a regência do verbo “passar”, empregado em “(..) passar a palavra imediatamente para ele.”, permitem, além do uso da preposição “para”, o emprego da preposição de valor equivalente:

Alternativas
Q2579035 Português

Considere a sentença:


“Camões conglobou _____ seus versos a cultura de Portugal.”


No contexto apresentado, o verbo “conglobar” requer para o objeto indireto a preposição:

Alternativas
Q2578737 Português

Considere a seguinte sentença: O objetivo da legislação é garantir o direito à saúde ___ os trabalhadores do campo. A preposição que preenche corretamente a lacuna da sentença apresentada é:

Alternativas
Q2578734 Português

Leia a tirinha a seguir para responder às questões de 11 a 16.



Watterson, B. Calvin e Haroldo, 1988.

A palavra “felizmente”, que ocorre no terceiro quadrinho, pertence à classe gramatical:

Alternativas
Q2578185 Português

Exercício físico como deleite?


Por Carlos Alberto Gianotti


  1. Dia desses, falei com um velho colega e amigo ultramaratonista para saber como ele havia
  2. se saído na recente Travessia Torres-Tramandaí. A resposta veio taxativa: "Simplesmente
  3. desisti, abandonei a prova na altura da Praia do Barco e fui tomar uma cerveja, porque cheguei
  4. ___ conclusão de que corria por obrigação, e não por prazer."
  5. Sei que meu amigo chegaria a Tramandaí entre os melhores, não só em sua categoria. Mas
  6. parou ao sentir ou a falta de prazer no que estava a fazer, ou o tormento da obrigação. Sim,
  7. concluir uma prova, como meta, é a obrigação. Disputá-la, o sacrifício. Ao término, e só então,
  8. há o prazer de haver cumprido o percurso. No caso, parece, houve, além de algo estranhável,
  9. ou um erro de avaliação ou de autoengano momentâneo (o mais provável), por alguém
  10. acostumado a treinos de longas distâncias, horas ___ fio. Corridas de fundo não se constituem
  11. em prazer, mas em disciplina, esforço, sacrifício. Logo, não há deleite.
  12. Há, entre os vídeos que se acumulam na internet, um essencialmente pedagógico relativo
  13. ___ prática do fundismo, com o doutor Dráuzio Varella, conhecido médico, escritor e
  14. maratonista, com cujo conteúdo concordo plenamente, depois de eu, hoje aos 71 anos, já ter
  15. corrido por mais de 36 anos cerca de 48 mil quilômetros. Diz Dráuzio que o exercício físico não
  16. é algo "natural" para o ser humano, sendo ele o único animal que o pratica. A tendência das
  17. pessoas é de permanecer quietinhas, gastando energia apenas para reprodução da espécie, para
  18. conseguir alimentos (no caso dos humanos, o tal trabalho) e para escapar de predadores da
  19. espécie (no Brasil, fugir da bandidagem). Diz o médico que nunca ninguém viu, em um zoológico,
  20. girafa fazendo alongamento ou leão correndo maratona.
  21. Ora, essa conversa bacana de que correr pelos parques ou pelas ruas é um momento
  22. edificante espiritual e físico pode ser faltar .... verdade para os ouvintes ou para si mesmo.
  23. Prática esportiva continuada requer disciplina, logo é sacrifício. Creio que não houve uma vez
  24. nesses meus anos de fundista em que me preparasse para sair a treinar e que não tenha, antes
  25. da partida, conjecturado comigo mesmo: "Por que estou fazendo isso?". Claro que há benefícios
  26. físicos e psíquicos notórios na prática periódica do exercício físico, mas daí a dizer que se trata
  27. de um prazer é um grande autoengano.


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/noticia/2018/02/carlos-alberto-gianotti-exercicio-fisico-como-deleite-cjddnqo9a07sj01kevloi0rqm.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna pontilhada da linha 22.

Alternativas
Q2578095 Português

Identifique a classe gramatical das palavras destacadas na frase abaixo:

O guarda patrimonial vigia o prédio da Câmara Municipal durante a noite.

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Q2575683 Português

Texto: O relógio


Eu tinha medo de dormir na casa do meu avô. Era um sobradão colonial enorme, longos corredores, escadarias, portas grossas e pesadas que rangiam, vidros coloridos nos caixilhos das janelas, pátios calçados com pedras antigas… De dia, tudo era luminoso. Mas quando vinha a noite e as luzes se apagavam, tudo mergulhava no sono: pessoas, paredes, espaços. Menos o relógio… De dia, ele estava lá também. Só que era diferente. Manso, tocando o carrilhão a cada quarto de hora, ignorado pelas pessoas, absorvidas por suas rotinas. Acho que era porque durante o dia ele dormia. Seu pêndulo regular era seu coração que batia, seu ressonar, e suas músicas eram seus sonhos, iguais aos de todos os outros relógios. De noite, ao contrário, quando todos dormiam, ele acordava, e começava a contar estórias. Só muito mais tarde vim a entender o que ele dizia: “Tempus fugit“. E eu ficava na cama, incapaz de dormir, ouvindo sua marcação sem pressa, esperando a música do próximo quarto de hora. Eu tinha medo. Hoje, acho que sei por quê: ele batia a Morte. Seu ritmo sem pressa não era coisa daquele tempo da minha insônia de menino. Vinha de muito longe. Tempo de musgos crescidos em paredes húmidas, de tábuas largas de assoalho que envelheciam, de ferrugem que aparecia nas chaves enormes e negras, da senzala abandonada, dos escravos que ensinaram para as crianças estórias de além-mar “dinguele-dingue que eu vou para Angola, dingueledingue que eu vou para Angola“ de grandes festas e grandes tristezas, nascimentos, casamentos, sepultamentos, de riqueza e decadência… O relógio batera aquelas horas – e se sofrera, não se podia dizer, porque ninguém jamais notara mudança alguma em sua indiferença pendular. Exceto quando a corda chegava ao fim e o seu carrilhão excessivamente lento se tomava num pedido de socorro: “Não quero morrer…“ Aí, aquele que tinha a missão de lhe dar corda – (pois este não era privilégio de qualquer um. Só podia tocar no coração do relógio aquele que já, por muito tempo, conhecesse os seus segredos) – subia numa cadeira e, de forma segura e contada, dava voltas na chave mágica. O tempo continuaria a fugir… Todas aquelas horas vividas e morridas estavam guardadas. De noite, quando todos dormiam, elas saíam. O passado só sai quando o silêncio é grande, memória do sobrado. E o meu medo era por isto: por sentir que o relógio, com seu pêndulo e carrilhão, me chamava para si e me incorporava naquela estória que eu não conhecia, mas só imaginava. Já havia visto alguns dos seus sinais imobilizados, fosse na própria magia do espaço da casa, fosse nos velhos álbuns de fotografia, homens solenes de colarinho engomado e bigode, famílias paradigmáticas, maridos assentados de pernas cruzadas, e fiéis esposas de pé, ao seu lado, mão docemente pousada no ombro do companheiro. Mas nada mais eram que fantasmas, desaparecidos no passado, deles, não se sabendo nem mesmo o nome. “Tempus fugit“. O relógio toca de novo. Mais um quarto de hora. Mais uma hora no quarto, sem dormir… Sentia que o relógio me chamava para o seu tempo, que era o tempo de todos aqueles fantasmas, o tempo da vida que passou. Depois o sobradão pegou fogo. Ficaram os gigantescos barrotes de pau-bálsamo fumegando por mais de uma semana, enchendo o ar com seu perfume de tristeza. Salvaram-se algumas coisas. Entre elas, o relógio. Dali saiu para uma casa pequena. Pelas noites adentro ele continuou a fazer a mesma coisa. E uma vizinha que não suportou a melodia do “Tempus fugit“ pediu que ele fosse reduzido ao silêncio. E a alma do relógio teve de ser desligada.


Tenho saudades dele. Por sua tranquila honestidade, repetindo sempre, incansável, “Tempus fugit“. Ainda comprarei um outro que diga a mesma coisa. Relógio que não se pareça com este meu, no meu pulso, que marca a hora sem dizer nada, que não tem estórias para contar. Meu relógio só me diz uma coisa: o quanto eu devo correr, para não me atrasar. Com ele, sinto-me tolo como o Coelho da estória da Alice, que olhava para seu relógio, corria esbaforido, e dizia: “Estou atrasado, estou atrasado…“


Não é curioso que o grande evento que marca a passagem do ano seja uma corrida, corrida de São Silvestre?


Correr para chegar, aonde?


Passagem de ano é o velho relógio que toca o seu carrilhão.


O sol e as estrelas entoam a melodia eterna: “Tempus fugit“.


E porque temos medo da verdade que só aparece no silêncio solitário da noite, reunimo-nos para espantar o tenor, e abafamos o ruído tranquilo do pêndulo com enormes gritarias. Contra a música suave da nossa verdade, o barulho dos rojões…


Pela manhã, seremos, de novo, o tolo Coelho da Alice: “Estou atrasado, estou atrasado…“ 


Mas o relógio não desiste. Continuará a nos chamar à sabedoria:


Quem sabe que o tempo está fugindo descobre, subitamente, a beleza única do momento que nunca mais será…


Rubem Alves

Leia o fragmento extraído do texto para responder a questão que se refere a compreensão de Morfologia (Classe de Palavras): 
“ Eu tinha medo de dormir na casa do meu avô. Era um sobradão colonial enorme, longos corredores, escadarias, portas grossas e pesadas que rangiam, vidros coloridos nos caixilhos das janelas, pátios calçados com pedras antigas…”.
O vocábulo em destaque, com, sublinhado no fragmento está CORRETAMENTE classificado na alternativa:
Alternativas
Q2569737 Português

Como surgiu o Carnaval?



    O Carnaval surgiu a partir de várias comemorações que aconteciam na Antiguidade entre egípcios, gregos, romanos e outros povos. Essas festas celebravam a colheita e homenageavam deuses. Um exemplo eram as saturnálias, na Roma antiga, para Saturno, deus da agricultura, quando o povo dançava pelas ruas.

     Durante a Idade Média, a época das festas antigas foi adotada pela Igreja Católica para marcar o período antes da Quaresma (antes da Páscoa), quando o consumo de carne era proibido. Estaria aí a explicação para o termo Carnaval: viria do latim carnem levare (retirar ou ficar livre da carne).

        Ao longo do tempo, uma das mais famosas festas inspiradas nas celebrações da Antiguidade foram os bailes de máscaras europeus. Na Itália, por volta do século 13, só os nobres participavam. No século 19, máscaras e fantasias se tornaram populares.

     A folia se modificou de acordo com a região. No Brasil, por exemplo, a influência foi o entrudo, a partir do século 17: festa portuguesa em que eram comuns brincadeiras com água. Com o tempo, ganhou outros elementos, como as marchinhas no final do século 19.

        O primeiro bloco brasileiro de Carnaval de que se _____ notícia saiu pelas ruas do Rio de Janeiro em 1846 sob o comando do português José Nogueira de Azevedo Prates, conhecido como Zé Pereira: ele começou a tocar bumbo e atraiu outros foliões. A brincadeira não parou mais!

       Em 1929, uma turma de foliões carioca resolveu se organizar sob o nome de “Deixa Falar”. Na época, parecido com blocos de rua, o grupo se tornou a primeira escola de samba brasileira (dela surgiria a atual Estácio de Sá).

        Os trios elétricos já _____ quase 70 anos! Apareceram quando os músicos baianos Dodô e Osmar colocaram alto-falantes num carro e saíram pelas ruas de Salvador. No ano seguinte, o veículo ficou maior até chegar aos grandes trios de hoje em dia.

      Também é comum ver na Bahia os grupos de afoxé, como os Filhos de Gandhy. Eles _____ origem no período da escravidão, quando os negros usavam trajes africanos para cantar e dançar. Além disso, há Carnaval de rua em outras cidades, como nas pernambucanas Recife e Olinda, com muito frevo e bonecos gigantes — chegam perto dos 4 metros de altura!



(Fonte: Recreio — adaptado.)

Os termos sublinhados no 3º parágrafo do texto compõem um(a): 
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Q2569060 Português
Ministério da Saúde lança nova campanha de vacinação contra covid-19


   Após receber a primeira remessa de doses atualizadas contra a covid-19, o Ministério da Saúde lançou uma nova campanha de vacinação contra a doença. A proposta é imunizar pelo menos 70 milhões de pessoas.

   Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu 9,5 milhões de doses atualizadas com a variante XBB.1.5. Em nota, o ministério informou que as vacinas estão em processo de distribuição aos estados, de acordo com o agendamento junto à operadora logística.

   “Muitos estados já começaram a aplicar as vacinas monovalentes XBB. O primeiro lote começou a ser entregue no dia 9 de maio aos estados, que têm autonomia para começar a aplicação imediatamente.”

  O quantitativo de doses, segundo a pasta, configura uma espécie de aquisição emergencial, suficiente para abastecer estados e municípios até que as próximas aquisições sejam concluídas.

   “As primeiras doses possuem data de validade para os meses de junho e julho de 2024, inscrita nos frascos, mas estendida pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] para setembro e outubro de 2024, conforme recomendado por órgãos de avalição internacional.”

    De acordo com a pasta, o perfil de segurança da vacina covid-19 monovalente XBB é conhecido em razão do amplo uso em outros países e semelhante ao das versões bivalentes, “com a vantagem adicional de ser adaptada para a variante XBB.1.5”.

    “As vacinas ofertadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) são eficazes, efetivas, seguras e passam por um rigoroso processo de controle de qualidade antes de chegarem aos braços da população.”

    “O Ministério da Saúde enfatiza que as vacinas disponíveis nos postos de vacinação continuam efetivas contra as variantes em circulação no país. O esquema vacinal completo, incluindo as doses de reforço, quando recomendado, é essencial para evitar formas graves e óbitos pela doença”, destaca a pasta.


Disponível em: https://www.clickpb.com.br.Acesso em: 28/05/2024 (Adaptado)
Em “com a vantagem adicional de ser adaptada para a variante XBB.1.5”, as palavras destacadas são RESPECTIVAMENTE
Alternativas
Q2561203 Português
Saúde mental depende de bem-estar físico e social, diz OMS em dia mundial



(Disponível em: www.brasil.un.org/pt-br/74566-sa%C3%BAde-mental-depende-de-bem-estar-f%C3%ADsicoe-social-diz-oms-em-dia-mundial – texto adaptado especialmente para esta prova).
Levando em consideração a classe gramatical das seguintes palavras no texto, assinale a que NÃO é uma preposição. 
Alternativas
Q2560808 Português
Analise as preposições, assinalando (V) se verdadeira ou (F) se falsa e marque a alternativa correta.

I. A literatura infantil é um campo da linguagem construída apenas pela palavra escrita.
II. Literatura é a arte de compor escritos em prosa e verso.
III. A literatura é reconhecida pelo seu revelador potencial de promoção do conhecimento e encantamento.
Alternativas
Q2554652 Português
Complete as lacunas das frases abaixo com a preposição correta, de acordo com as regras de regência verbal e nominal e assinale a alternativa com a sequência exata. 

I. Ele sempre ____ seus pais com muito respeito. II. O aluno ____ o professor sobre o tema da pesquisa. III. A população ____ necessidade de mais hospitais. IV. O diretor ____ aos funcionários novos benefícios. 
Alternativas
Q2552441 Português
A mente de Deus é como a internet: ela pode ser acessada por qualquer um, no mundo todo.

(Américo Barbosa – Folha de São Paulo). 
Na frase: “É a  hora do protesto geral...” A que classe pertencem as palavras grifadas?  
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDATEC Órgão: CRF-RS Prova: FUNDATEC - 2024 - CRF-RS - Copeira |
Q2551677 Português
Qual preposição preenche corretamente a lacuna da frase abaixo?

“Helena gosta ___ música clássica”.
Alternativas
Q2551493 Português
Assinale a frase em que a preposição A tem seu valor semântico corretamente indicado.
Alternativas
Q2547820 Português

Imagem associada para resolução da questão






Considerando os sentidos e os aspectos gramaticais do texto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2547409 Português
Brasil passa de mil mortes por dengue em
2024 e se aproxima de recorde histórico.


    O Brasil passou de mil óbitos por dengue em 2024. Segundo dados do Painel de Arboviroses do Ministério da Saúde atualizados nesta quarta-feira (03), o país registrou 1.020 mortes nas primeiras treze semanas deste ano.

    Este é o terceiro maior número desde o início da série histórica, em 2000. O recorde de óbitos ocorreu em 2023, com 1.094. Já o segundo ano com maior número foi 2022 com 1.053. No mesmo período do ano passado, em 3 meses, o Brasil tinha 388 mortes. Além disso, até o momento, 2.671.332 casos foram registrados nas primeiras treze semanas deste ano, uma taxa inédita. Em 2023, foram 589.294 casos entre as semanas 01 e 13.

    Em fevereiro, a secretária de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, afirmou que a estimativa do Ministério da Saúde é que o país registre, neste ano, 4,2 milhões de casos. Apesar disso, nesta semana, o governo afirmou que a maioria dos estados brasileiros já superou o pico de casos de dengue. Das 27 unidades da federação, oito estão em "tendência de queda consolidada" e 12 estão em "tendência de estabilidade".

     "Temos uma queda nos casos prováveis de dengue. Isso está se consolidando. É um pouco diferente a epidemia nos estados agora", pontuou a secretária. Ao todo, 11 unidades da federação decretaram emergência por causa da dengue: Acre, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Amapá, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.

       A partir dos dados referentes a exames laboratoriais realizados para identificar a dengue, o ministério também mapeou quais são os sorotipos do vírus com maior circulação no país. A dengue do sorotipo 1 é a mais presente no Brasil, sendo registrada em todos os estados. Na sequência, é observado o sorotipo 2, em 24 estados e no Distrito Federal. Há a circulação simultânea dos quatro sorotipos de dengue no território nacional, mas somente Minas Gerais registrou, até o momento, a presença de todos os sorotipos atuando simultaneamente.

    O vírus possui quatro sorotipos diferentes: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4 — todos podem causar as diferentes formas da doença. Uma pessoa pode ter dengue até quatro vezes ao longo de sua vida. Isso ocorre porque ela pode ser infectada com os quatro diferentes sorotipos do vírus. Uma vez exposta a um determinado sorotipo, após a remissão da doença, ela passa a ter imunidade para aquele sorotipo específico.

Fonte: Brasil passa de mil mortes por dengue em 2024 e se aproxima de recorde histórico | Dengue | G1 (globo.com)

Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica do termo em destaque no período: “O Brasil passou de mil óbitos por dengue em 2024”. 
Alternativas
Q2547133 Português



(Disponível em: www.unicorpjundiai.com.br/alongamento-para-motoristas-uma-otima-forma-de-prevenir

dores/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “um alongamento excelente que pode ser feito inclusive dentro do veículo”, a palavra sublinhada é:
Alternativas
Q2543574 Português

Leia as orações a seguir.


Ela veio de Pernambuco para a festa.

Após alguns dias de festa, ela foi embora.


As preposições destacadas possuem respectivamente sentido de:

Alternativas
Q2542223 Português
Jamais desista das pessoas que ama. Jamais desista de ser feliz. Lute sempre pelos seus sonhos. Seja profundamente apaixonado pela vida. Pois a vida é um espetáculo imperdível.


Disponível em: Augusto Cury https://www.pensador.com/mensagens_de_animo_e_coragem/2/

Observe o trecho abaixo:

“Jamais desista DAS PESSOAS que ama. Jamais desista de ser feliz. Lute sempre PELOS SEUS SONHOS.”

Sobre os termos destacados em maiúscula, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Respostas
421: B
422: D
423: E
424: E
425: E
426: A
427: B
428: C
429: B
430: E
431: B
432: D
433: C
434: E
435: B
436: C
437: B
438: E
439: D
440: E