Questões de Concurso Sobre preposições em português

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Q322848 Português
Com relação ao texto XI, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q322836 Português
Com relação ao texto VIII, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q319509 Português
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(Sérgio Besserman, Jornal 0 Globo, 15/08/2010, com adaptações)
A preposição para tem valor semântico de conseqüência no trecho:

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Q235801 Português
“A grande mudança a que assistimos...”; a presença da preposição A antes do pronome relativo QUE se deve à regência do verbo assistir. A frase em que o emprego de preposição semelhante está equivocado é:
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Q216357 Português
Assinale a alternativa em que a preposição “por” NÃO encadeia, do ponto de vista semântico, uma construção sintática passiva:
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Q216341 Português
Entende-se como conexão o processo de sequenciação das diferentes partes de um texto, oral ou escrito, que se opera pelo uso de conectores. Assinale a alternativa em que TODAS as classes gramaticais apresentadas servem a esse propósito:
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Q215235 Português
                                        Medidas preventivas
       As vítimas de ciberbullying têm o direito de prestar queixa e de pedir sanções penais. Caso o autor das ofensas tenha menos de 16 anos, os pais serão processados por injúria, calúnia e difamação. Se tiver entre 16 e 18 anos, responderá com os pais. E se tiver mais de 18 anos, assumirá a responsabilidade pelos crimes.
       Para garantias legais, salve e imprima as páginas da internet onde foram divulgadas as mensagens de difamação ou ofensa sofrida e procure testemunhas. Não hesite em prestar queixa em delegacia comum ou naquela especializada em crimes virtuais, se houver uma em sua cidade.
       Outras dicas pedagógicas são fundamentais e podem ajudar na conscientização dos alunos: dialogue com eles sobre o ciberbullying, para que não vejam esse ato como brincadeira.
      Mostre a repercussão e a responsabilidade jurídica que esses atos podem levar. Converse também com os pais, realize palestras com toda a comunidade escolar. Verifique se o regimento interno da escola prevê sanções a quem pratica atos agressivos. Em caso negativo, discuta com colegas gestores a possibilidade de incluir o tema.
       Participe mais das redes sociais na internet, expresse suas opiniões, combata as agressões com diálogo; é preciso assumir os espaços das redes sociais como espaço de aprendizagens, cooperação e formação. Conheça as representações que os alunos possuem sobre sua prática pedagógica e reflita sobre elas. Assim, poderemos começar a trilhar um caminho mais eficaz em relação ao combate ao ciberbullying.

ROCHA, Telma B. Na mira dos alunos.
Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/carta-na-escola/na-mira-dos-alunos.htm
Acesso em: 11 out. 2010
Na sentença “Os pais serão processados por injúria, calúnia e difamação” (1º§), é possível afirmar que a preposição sublinhada estabelece relação semântica de:
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Q212419 Português
Para fugir à armadilha da simplificação 
Os crimes bárbaros abalam nossa confiança no futuro. Para controlar a angústia, somos tentados a formular hipóteses simplificadoras sobre a insegurança pública e as causas da criminalidade. As explicações reducionistas ajudam a exorcizar o medo, mas não contribuem para esclarecer a complexidade da violência, em nossa sociedade. No repertório das especulações, as campeãs são: “mais polícia na rua”, “pobreza”, “desigualdade” e “vontade política”. 
  Mais polícia? Pesquisas internacionais mostram que mais do mesmo não resolve. Se a presença não se orientar por diagnósticos precisos e por novas metodologias, não adianta. Por falar em policiamento ostensivo, nós todos ficamos chocados quando policiais escolhem os pobres e, entre eles, os negros para revistar, numa blitz. Afinal, esse procedimento fere nossas convicções humanistas e igualitárias. Entretanto, achamos perfeitamente natural e até edificante que políticos bem intencionados digam que o crime é consequência da pobreza. Alguém já parou para pensar nesse paradoxo? 
  Outro argumento que logo ocorre a quem é sensível aos dramas sociais aponta para a desigualdade como a causa do crime. Mas essa hipótese tampouco se sustenta. Há muitos exemplos de nações desiguais, inclusive sociedades de castas e monarquias profundamente hierarquizadas, com poucos crimes. O fato é que nossos comportamentos sociais são aprendidos, assimilados no processo espontâneo da educação. Nenhum fator social age sozinho ou diretamente sobre nós. Entre o fator social e nossos atos, há os valores que introjetamos desde a infância, há nossas emoções e a cultura, ou seja, o modo pelo qual nosso grupo decifra a realidade em que vive e autoriza ou inibe reações violentas. Se é assim, a violência e o crime que praticamos são comportamentos nos quais somos educados. Pelas mesmas razões, pode haver uma educação para a paz. 
  Outra tese que faz sucesso, talvez porque permita farta manipulação política, é aquela que atribui a insegurança à falta de “vontade política” das autoridades. Como se os gestores públicos soubessem muito bem como resolver os problemas e deixassem de fazê-lo por inapetência ou desapreço pelo cumprimento do dever. Essa acusação traz consigo a suposição mistificadora de que os críticos, se estivessem no poder, saberiam exatamente o que fazer. E, dado que têm vontade, resolveriam os problemas. 
  Para evitar esses equívocos, é preciso pensar toda essa problemática com mais espírito crítico e humildade intelectual. As explicações para a violência e o crime não são fáceis. Sobretudo, é necessário evitar a armadilha da generalização. Não existe o crime, no singular. Há uma diversidade imensa de práticas criminosas, associadas a dinâmicas sociais muito diferentes. Por isso, não faz sentido imaginar que seria possível identificar apenas uma causa para o universo heterogêneo da criminalidade. Os roubos praticados nas esquinas por meninos pobres, que vivem nas ruas cheirando cola, abandonados à própria sorte, sem acesso à educação e ao amor de uma família que os respeite, evidentemente expressam esse contexto cruel. É claro que esses crimes são indissociáveis desse quadro social. 
  O mesmo vale para o varejo das drogas, nas periferias: juventude ociosa e sem esperança é presa fácil para os agenciadores do comércio clandestino de drogas. Não é difícil recrutar um verdadeiro exército de jovens, quando se oferecem vantagens econômicas muito superiores às alternativas proporcionadas pelo mercado de trabalho e benefícios simbólicos que valorizam a autoestima, atribuindo poder aos excluídos. Por outro lado, os operadores do tráfico de armas, que atuam no atacado, lavando dinheiro no mercado financeiro internacional, não são filhos da pobreza ou da desigualdade. Suas práticas são estimuladas pela impunidade. 
  Em outras palavras, pobreza e desigualdade são e não são condicionantes da criminalidade, dependendo do tipo de crime, do contexto intersubjetivo e do horizonte cultural a que nos referirmos. Esse quadro complexo exige políticas sensíveis às várias dimensões que o compõem. É tempo de aposentar as visões unilaterais e o voluntarismo.
(Luiz Eduardo Soares, Revista Veja. São Paulo, Abril, 30 de janeiro de 2002) 

Os termos destacados em “Para controlar...” (1º§), “>mas não contribuem” (1º§) e “Por isso, não faz sentido...” (5º§) expressam, respectivamente, ideia de:
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Q185159 Português
Dentre os trechos abaixo, aquele em que a preposição destacada NÃO expressa a ideia apresentada entre parênteses é

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Ano: 2010 Banca: FDC Órgão: FUNASA Prova: FDC - 2010 - FUNASA - Técnico de Contabilidade |
Q120393 Português
“Não se trata nesse caso de exercício como aliado para manter a saúde do corpo. Estamos falando de bem-estar psicológico”; a preposição para, nesse segmento do texto, apresenta o mesmo sentido em:
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Q115932 Português

Quando é verdadeira, quando nasce da necessidade de dizer, a voz humana não encontra quem a detenha. Se lhe negam a boca, ela fala pelas mãos, ou pelos olhos, ou pelos poros, ou por onde for. Porque todos, todos, temos algo a dizer aos outros, alguma coisa, alguma palavra que merece ser celebrada ou perdoada pelos demais.

Galeano, E. Celebração da voz humana/2. In: ___. O livro dos abraços. L & PM, 1991. p. 23 (fragmento) 

Em “quem a obtenha” e “temos algo a dizer”, a palavra “a” presente nos dois fragmentos classifica-se, respectivamente, como
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Q110853 Português
Em: “...as seguradoras obrigam o cliente a fazer um check-up médico que pode detectar, entre outros males, o tabagismo. ” , as palavras grifadas pertencem, respectivamente, às seguintes classes gramaticais:
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Q94214 Português
A economia sul-africana varia da agricultura de subsistência até a moderna atividade industrial e mineral, tornando-a a mais forte economia do continente, com Produto Interno Bruto na ordem de US$ 255 bilhões. (L.6-10) No período acima, há
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Q92652 Português
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Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item subsequente.
No trecho “A que deu origem a O Dedo na Ferida foi realizada no ano passado” (L.7-8), o elemento a recebe a mesma classificação na primeira e na segunda ocorrências.
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Ano: 2010 Banca: CESGRANRIO Órgão: IBGE Prova: CESGRANRIO - 2010 - IBGE - Recenseador |
Q68162 Português
A palavra destacada NÃO corresponde a uma preposição em
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Q63772 Português
No que se refere a aspectos linguísticos do texto, assinale a opção correta.
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Q63771 Português
Seriam mantidos o sentido original do texto e sua correção gramatical caso fosse
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Q61480 Português
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No que se refere à organização das ideias e à estrutura do texto
acima, julgue os itens de 1 a 6.

O uso da preposição De em lugar de "Sob" (L.8) alteraria as relações de significação entre os termos da oração e, por isso, prejudicaria a coerência entre os argumentos do texto.
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Q30722 Português
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A partir da organização das estruturas linguísticas e das ideias do
texto, julgue os itens de 8 a 14.
A ausência da preposição de antes de "analfabetismo" (L.5) mostra que esse termo complementa "corre" (L.4), em paralelo com "um sério risco" (L.4); para que complemente "risco" (L.4), em paralelo com "obsolescência intelectual" (L.4-5), faz-se obrigatório o emprego explícito da preposição.
Alternativas
Q30716 Português
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Julgue os itens de 1 a 7 a respeito da organização das estruturas
linguísticas no desenvolvimento do texto.
No texto, o emprego do substantivo "substituição" (L.7) exige as preposições presentes nos trechos "da noção" (L.8) e "por uma percepção" (L.8), para indicar os dois termos envolvidos na ideia de troca.
Alternativas
Respostas
2841: B
2842: E
2843: D
2844: E
2845: B
2846: A
2847: C
2848: A
2849: D
2850: A
2851: B
2852: C
2853: D
2854: E
2855: D
2856: E
2857: B
2858: E
2859: E
2860: C