Questões de Concurso Sobre preposições em português

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Q167238 Português


André Santos Pereira. Mudança climática e energias renováveis.

Julgue os seguintes itens, a respeito do texto acima.

A presença da preposição no termo “em aumentar” (L.22) é gramaticalmente opcional, mas tem a função de evitar ambigüidade por marcar a relação de paralelismo entre as idéias introduzidas por “descarbonizar” (L.21) e “aumentar” (L.22).
Alternativas
Q164954 Português
Julgue os itens a seguir, relativos ao emprego das estruturas lingüísticas do texto.
I    Na linha 2, o pronome “sua” está na terceira pessoa do singular para concordar com “ser humano”; e o  pronome “seus” (L.9) está no plural para concordar com“filósofos” (L.8). II   Na expressão verbal “levou a reconhecer” (L.4), o emprego da preposição justifica-se pelo verbo levar. III  A forma verbal “têm” (L.7) é acentuada porque concorda com“Estas indagações” (L.6). IV A preposição a, que compõe o termo “ao campo ético-moral”(L.13), é exigida pelo substantivo “conduta” (L.12).



Estão certos apenas os itens
Alternativas
Q162859 Português
Assinale a opção em que a preposição com exprime a mesma idéia que possui em “surge a tecnologia para trabalhar com os cientistas”:
Alternativas
Q149167 Português
A partir do texto acima, julgue os itens.

Preservam-se a correção gramatical do texto e as relações semânticas entre as expressões “sentido” (L.3) e “superfície perceptual” (L.5), ao se retirar a preposição do termo “de onde” (L.7).
Alternativas
Q141581 Português

Ciência e moralidade


      A percepção pública da ciência é, com razão, repleta de conflitos. Alguns acreditam que a ciência seja a chave para a liberdade do homem, para a melhora das condições de vida de todos, para a cura dos tantos males que afligem pobres e ricos, desde a fome até as mais variadas doenças. Já outros veem a ciência com grande desconfiança e até com desprezo, como sendo a responsável pela criação de várias armas de destruição inventadas através da história, da espada à bomba atômica. Para esse grupo, os homens não são maduros o suficiente para lidar com o grande poder que resulta de nossas descobertas científicas.
      No início do século 21, a clonagem e a possibilidade de construirmos máquinas inteligentes prometem até mesmo uma redefinição do que significa ser humano. Na medida em que será possível desenhar geneticamente um indivíduo ou modificar a sua capacidade mental por meio de implantes eletrônicos, onde ficará a linha divisória entre homem e máquina, entre o vivo e o robotizado? Entre os vários cenários que vemos discutidos na mídia, o mais aterrorizador é aquele em que nós nos tornaremos forçosamente obsoletos, uma vez que clones bioeletrônicos serão muito mais inteligentes e resistentes do que nós. Ou seja, quando (e se) essas tecnologias estiverem disponíveis, a ciência passará a controlar o processo evolutivo: a nossa missão final é criar seres “melhores” do que nós, tomando a seleção natural em nossas próprias mãos. O resultado, claro, é que terminaremos por causar a nossa própria extinção, sendo apenas mais um elo na longa cadeia evolutiva. O filme“Inteligência Artificial”, de Steven Spielberg, relata precisamente esse cenário lúgubre para o nosso futuro, a inventividade humana causando a sua destruição final.
      É difícil saber como lidar com essa possibilidade. Se tomarmos o caso da tecnologia nuclear como exemplo, vemos que a sua história começou com o assassinato de centenas de milhares de cidadãos japoneses, justamente pela potência que se rotula o “lado bom”. Esse rótulo, por mais ridículo que seja, é levado a sério por grande parte da população norte-americana. É o velho argumento maquiavélico de que os fins justificam os meios: “Se não jogássemos as bombas em Hiroshima e Nagasaki, os japoneses jamais teriam se rendido e muito mais gente teria morrido em uma invasão por terra”, dizem as autoridades militares e políticas norte-americanas. Isso não só não é verdade como mostra que são os fins político-econômicos que definem os usos e abusos da ciência: os americanos queriam manter o seu domínio no Pacífico, tentando amedrontar os soviéticos que desciam pela Manchúria. As bombas não só detiveram os soviéticos como redefiniram o equilíbrio de poder no mundo. Ao menos até os soviéticos desenvolverem a sua bomba, o que deu início à Guerra Fria.
      As consequências de um conflito nuclear global são tão horrendas que até mesmo os líderes das potências nucleares conseguiram resistir à tentação de abusar de seu poder: criamos uma guerra sem vencedores e, portanto, inútil. Porém, as tecnologias nucleares não são propriedade exclusiva das potências nucleares. A possibilidade de que um grupo terrorista obtenha ou construa uma pequena bomba é remota, mas não inexistente. Em casos de extremismo religioso, escolhas morais são redefinidas de acordo com os preceitos (distorcidos) da religião: isso foi verdade tanto nas Cruzadas como hoje, nas mãos de suicidas muçulmanos. Eles não hesitariam em usar uma arma atômica, caso ativessem. E sentiriam suas ações perfeitamente justificadas.
      Essa discussão mostra que a ciência não tem uma dimensão moral: somos nós os seres morais, os que optamos por usar as nossas invenções de modo criativo ou destrutivo. Somos nós que descobrimos curas para doenças e gases venenosos. Daí que o futuro da sociedade está em nossas mãos e será definido pelas escolhas que fizermos daqui para a frente. (...) Não é da ciência que devemos ter medo, mas de nós mesmos e da nossa imaturidade moral. 

(Marcelo Gleiser, in Folha de São Paulo, 7 de julho de 2002)

Indique a opção que apresenta correta e respectivamente as classes gramaticais a que pertencem as palavras grifadas no trecho abaixo.

Se tomarmos o caso da tecnologia nuclear como exemplo, vemos que a sua história começou com o assassinato de centenas de milhares de cidadãos japoneses, justamente pela potência que se rotula o 'lado bom'.”

Alternativas
Q141133 Português
No título do poema “Canção do exílio”, a preposição tem o mesmo valor semântico que a destacada na frase:
Alternativas
Q137576 Português
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Julgue os itens seguintes quanto às estruturas linguísticas e aos
sentidos do texto acima.

No último período do texto, a reiteração da preposição “de” marca a subordinação dos termos por ela introduzidos à palavra “poder” (L.17). Caso fosse mantida a primeira ocorrência dessa preposição e suprimidas as demais, haveria prejuízo para a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q135770 Português
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Com base nas ideias apresentadas no texto e com relação à
argumentação e às formas de raciocínio nele utilizadas, julgue os
itens de 71 a 75.

Por ser opcional a presença da preposição “de” nas comparações, a palavra destacada pode ser retirada, sem prejuízo da correção gramatical e sem alterar o sentido do texto, do seguinte período: “Temem que se repita com a indústria do livro o que aconteceu com a da música” (L.20-21).
Alternativas
Q131537 Português

Suzanne Daveau. Os tipos de tempo em Coimbra (dez. 1663 – set. 1665), nas cartas de Padre Antônio Vieira. In: Revista Finisterra, v. 32, n.º 64, Lisboa, 1997, p. 109-15.
Internet: www.ceg.ul.pt(com adaptações).

Acerca das ideias expressas no texto e da tipologia que o caracteriza, julgue os itens a seguir.


A respeito do vocabulário e da estrutura linguística do texto, julgue os próximos itens.

Seria mantida a correção gramatical do texto, se a preposição “de”, em sua primeira ocorrência, no trecho “de 17 de dezembro de 1663 a 28 de setembro de 1665” (L.6), fosse substituída por entre.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FDC Órgão: FUNASA Prova: FDC - 2010 - FUNASA - Técnico de Contabilidade |
Q120393 Português
“Não se trata nesse caso de exercício como aliado para manter a saúde do corpo. Estamos falando de bem-estar psicológico”; a preposição para, nesse segmento do texto, apresenta o mesmo sentido em:
Alternativas
Q115932 Português

Quando é verdadeira, quando nasce da necessidade de dizer, a voz humana não encontra quem a detenha. Se lhe negam a boca, ela fala pelas mãos, ou pelos olhos, ou pelos poros, ou por onde for. Porque todos, todos, temos algo a dizer aos outros, alguma coisa, alguma palavra que merece ser celebrada ou perdoada pelos demais.

Galeano, E. Celebração da voz humana/2. In: ___. O livro dos abraços. L & PM, 1991. p. 23 (fragmento) 

Em “quem a obtenha” e “temos algo a dizer”, a palavra “a” presente nos dois fragmentos classifica-se, respectivamente, como
Alternativas
Q110853 Português
Em: “...as seguradoras obrigam o cliente a fazer um check-up médico que pode detectar, entre outros males, o tabagismo. ” , as palavras grifadas pertencem, respectivamente, às seguintes classes gramaticais:
Alternativas
Q104540 Português
...... pessoas de fora, estranhas ...... cidade, a vida urbana exerce uma constante atração, apesar dos congestionamentos e dos altos índices de violência, inevitáveis sob ...... condições urbanas de alta densidade demográfica.

Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
Alternativas
Q104285 Português
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Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue
os itens a seguir.

Em “de que estão dominando o mercado” (L.17), o emprego da preposição “de” justifica-se pela presença do termo “sensação”, que exige complemento regido por essa preposição.
Alternativas
Q103027 Português
Julgue os itens que se seguem, relativos ao texto acima.
Na linha 5, a presença de preposição em “ao primado” justifica-se pela regência de "situado".
Alternativas
Q103015 Português
Tendo por base o texto acima, julgue os itens que se seguem.

A preposição empregada em "a quem" Imagem 012.jpg justifica-se pela regência do verbo "recorrer" Imagem 011.jpg
Alternativas
Q101258 Português
Assinale a opção correta no que se refere às estruturas lingüísticas empregadas no texto III.
Alternativas
Q101138 Português
No primeiro quadrinho, tem-se a seguinte frase: “Não abra a porta para ninguém”. A preposição em destaque poderia ser substituída, sem alterar o sentido do texto, por:
Alternativas
Respostas
2841: C
2842: C
2843: D
2844: E
2845: C
2846: C
2847: B
2848: E
2849: E
2850: E
2851: E
2852: A
2853: B
2854: C
2855: A
2856: C
2857: E
2858: C
2859: A
2860: B