Questões de Concurso
Sobre pontuação em português
Foram encontradas 16.126 questões

Elas discutiram a seguinte questão básica: “Entre problemas infraestruturais, discriminações não reconhecidas, condições de trabalho e sistemáticas questões curriculares, urge que o tema dê o salto e abandone males educacionais seculares”.
De acordo com a norma padrão, pode-se afirmar que nesse caso:
Leia o texto para responder a esta questão.
Faculdade nega emissão de diploma de técnica que assinou laudos de órgãos com HIV
Laboratório afirma que ela entregou diploma de biomedicina, mas a funcionária nega e diz ter sido usada como "laranja"
Redação Terra
15 out 2024- 12h40
(atualizado às 13h33)
A Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera afirmou, nesta terça-feira, 15, que não emitiu o certificado de biomedicina de Jacqueline Iris Bacellar de Assis, auxiliar administrativa que trabalhava no PCS Lab Saleme. De acordo com a Folha de S. Paulo, a assinatura da funcionária aparece em um dos laudos que atestam falso negativo para HIV dos órgãos de doadores que provocaram a infecção de 6 pacientes no Rio de Janeiro. (...)
De acordo com a Folha de S. Paulo, a defesa da funcionária disse que ela "jamais trabalhou como biomédica", que "não tem capacidade técnica e nunca teve interesse na função". A mulher, conforme seu advogado, também alegou que não reconhece o diploma citado pelo laboratório, pois "jamais cursou ou tem a faculdade de biomedicina".
REDAÇÃO TERRA. Faculdade nega emissão de diploma de técnica que assinou laudos de órgãos com HIV, 15 de outubro de 2024. Adaptado de: <https://www.terra.com.br/noticias/brasil/cidades/faculdade-nega-emissao-dediploma-de-tecnica-que-assinou-laudos-de-orgaos-com-hiv,ce03b741b807f668cd7e0e9a09b7dbf62p3j4lie.html> Acesso em: 17 out. 2024.
Da análise do texto, é adequado afirmar que o uso das aspas no fragmento destacado consiste em:
Leia o texto para responder a esta questão.
Enfermeiros pedem jornada de 30 horas e recebem apoio na Câmara
Debatedores criticam decisão do STF de vincular piso salarial à jornada de 44 horas semanais
Enfermeiros e parlamentares defenderam, na Câmara dos Deputados, a jornada de 30 horas semanais para a categoria e a implantação do piso salarial nacional de R$ 4.750, definido pela Lei 13.434/22.
Os participantes de audiência na Comissão de Administração e Serviço Público, nesta terça-feira (21), criticaram decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que o piso se refere a uma jornada de trabalho de 8 horas diárias ou 44 horas semanais. Também pediram a aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC 19/24) do Senado que estabelece jornada de 30 horas para enfermeiros. (...)
Apesar de entender que o Supremo “está querendo legislar onde não pode”, o deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE), autor da PEC que deu origem à Emenda Constitucional 127, ressaltou a importância de, em uma nova proposta, se prever origem de recursos para pagar os enfermeiros.
“Qual é o valor do superávit? É R$ 1 bilhão, R$ 900 milhões? Isso pra carga horária de quanto? Podemos brigar por uma carga de 30 e encontrar outro volume de recursos? Tem que ver quanto significa isso baixando de 44 horas para 30”, ponderou Benevides. (...)
AGÊNCIA CÂMARA DE NOTÍCIAS. Enfermeiros pedem jornada de 30 horas e recebem apoio na Câmara, 21 de maio de 2024. Adaptado de: <https://www.camara.leg.br/noticias/1064816-enfermeiros-pedem-jornada-de-30-horase-recebem-apoio-na-camara> Acesso em: 01 out. 2024.
Da análise do texto, é adequado afirmar que o uso das aspas, no fragmento destacado, consiste em:
Leia atentamente o fragmento seguinte:
Nossa voz é formada nas pregas vocais, que vibram com a passagem do ar vindo dos pulmões. O som formado ali nas pregas, entretanto, é baixo. Ele ganha volume conforme ricocheteia pelas paredes da cavidade oral: garganta, faringe, boca e cavidades nasais.
Adaptado de: <https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2024/09/29/por-que-o-gas-helio-deixa-a-voz-fina-qual-gasdeixaria-grave.htm?cmpid>. Acesso em: 30 set. 2024.
Em relação ao uso de pontuação no texto, é adequado afirmar que:
Atente-se ao fragmento a seguir:
Quanto à proteína, que está em alta, tenha uma atenção redobrada. Nem todos os produtos “ricos em proteína” são saudáveis, como alertei nesta edição da cerveja “proteica”.
Adaptado de: <https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/guia-do-supermercado/2024/09/30/como-identificarpropagandas-enganosas-nos-rotulos-de-alimentos.htm>. Acesso em: 30 set. 2024.
Quanto ao uso de vírgulas, é adequado afirmar que:

Leia o texto a seguir:
Estudo encontra agrotóxicos em biscoito maisena, macarrão
instantâneo, empanado e hambúrguer à base de plantas
Estudo 'Tem Veneno Nesse Pacote' analisou 24
ultraprocessados e identificou resíduos de agrotóxicos em
metade das amostras
De 24 alimentos ultraprocessados produzidos no Brasil, com destaque para aqueles com apelo ao público infantil, foram encontrados resíduos de agrotóxicos em metade das amostras.
O número alarmante está no terceiro volume da pesquisa "Tem Veneno Nesse Pacote", realizada pelo Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) e que identifica a presença de resíduos de agrotóxicos em produtos alimentícios ultraprocessados comuns na rotina dos brasileiros.
O estudo está disponível gratuitamente na página idec.org. br/veneno-no-pacote, juntamente com os dois primeiros volumes, lançados em 2021 e 2022.
Na terceira edição, foram analisados 24 ultraprocessados de oito categorias: macarrão instantâneo, biscoito maisena, presunto cozido, bolo pronto sabor chocolate, sobremesa petit suisse sabor morango, bebida láctea sabor chocolate, hambúrguer à base de plantas e empanado à base de plantas com sabor de frango.
Em cada categoria, foram selecionados os três produtos mais vendidos do mercado. Os testes foram realizados por um laboratório certificado pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), credenciado junto ao Ministério da Pecuária e Abastecimento (MAPA) e utilizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em testes de resíduos de agrotóxicos.
O teste escolhido é um dos mais abrangentes, com capacidade de detectar resíduos de até 563 agrotóxicos diferentes.
A coordenadora do Programa de Alimentação Saudável e Sustentável do Idec, Laís Amaral, explica que as categorias com produtos à base de plantas foram incluídas no estudo mais recente em razão do avanço da indústria, que se apropria de uma fatia do mercado considerada "novidade", apresentada como alternativa ao consumo de carne, enquanto vende uma variação dos mesmos ultraprocessados de sempre, e ainda utilizando matérias-primas produzidas com o uso de agrotóxicos.
"Precisamos alertar para o perigo duplo do consumo de ultraprocessados. Eles são produtos com excesso de nutrientes críticos, relacionados ao desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, doenças do coração e hipertensão, além da presença de aditivos alimentares. E também temos consistentemente encontrado traços de contaminação com agrotóxicos nesses produtos, ou seja, são venenos tão potentes que continuam ali mesmo depois dos processos de produção nas indústrias", explica Amaral.
Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2024/05/1050118-estudo-encontraagrotoxicos-em-biscoito-maisena-macarrao-instantaneo-empanado-ehamburguer-a-base-de-plantas.html. Acesso em: 01 jun. 2024.
Releia o sétimo parágrafo do texto:
A coordenadora do Programa de Alimentação Saudável e Sustentável do Idec, Laís Amaral, explica que as categorias com produtos à base de plantas foram incluídas no estudo mais recente em razão do avanço da indústria, que se apropria de uma fatia do mercado considerada "novidade", apresentada como alternativa ao consumo de carne, enquanto vende uma variação dos mesmos ultraprocessados de sempre, e ainda utilizando matérias-primas produzidas com o uso de agrotóxicos.
Nesse trecho, a palavra “novidade” está entre aspas porque:

Leia o texto a seguir:
Indústria recua 0,5% em abril, mas acumula alta em 2024
A produção da indústria brasileira recuou 0,5% em abril na comparação com março, interrompendo dois meses de resultados positivos. Apesar da queda, o setor apresenta crescimento de 3,5% no ano e de 1,5% em 12 meses.
Em relação a abril do ano passado, houve alta de 8,4%, sendo notado que abril de 2024 teve quatro dias úteis a mais que o mesmo mês do ano passado, o que influencia a comparação.
Com esses resultados, a indústria brasileira se encontra 0,1% abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 16,8% abaixo do nível recorde, alcançado em maio de 2011. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação de abril com março de 2024, apesar da queda de 0,5%, a produção industrial apresentou predominância de resultados positivos. Três das quatro grandes categorias apuradas tiveram expansão, o mesmo vale para 18 das 25 atividades pesquisadas.
Entre os segmentos que mostram recuo na produção, há alguns com pesos importantes, como o setor extrativo, que recuou 3,4% nesse mês, devido à queda na produção tanto do minério de ferro como do petróleo; além do setor de alimentos, que também teve queda de 0,6% em abril.
"Esses dois setores representam cerca de 30% da estrutura industrial", explica o gerente da pesquisa, André Macedo.
"Há quedas em alguns produtos importantes, como carne bovina, mas é tão somente um movimento específico para o mês de abril. No campo positivo, por exemplo, há crescimento em carnes de aves e de suínos e no açúcar", completa Macedo.
Para o analista, o resultado negativo foi provocado por questões pontuais, e em uma maneira geral, os dados sobre o panorama industrial são positivos.
Um dos fatores que apontam a visão otimista é o comportamento da indústria de transformação (segmento que transforma matéria-prima em um produto final ou intermediário, que vai ser novamente modificado por outra indústria).
"A indústria de transformação teve o quinto mês seguido com resultado positivo. Em abril, o crescimento foi de 0,3%. Em sete meses, a alta é 2,6%", detalha, acrescentando que esse ramo está no mesmo nível pré-pandemia.
Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2024/06/1050339-industria-recua-05- em-abril-mas-acumula-alta-em-2024.html. Excerto. Acesso em 06/06/2024
Leia o trecho a seguir, extraído do 6º parágrafo:
“Esses dois setores representam cerca de 30% da estrutura industrial”, explica o gerente da pesquisa, André Macedo.
Nesse trecho do texto, as aspas foram empregadas para indicar:
Ciência cidadã no combate à dengue
O combate ao mosquito transmissor é capaz de controlar a proliferação da doença
Soraya Smaili, Pedro Arantes e Maria Angélica Minhoto | 1º mar 2024
A ciência nos trouxe evidências, há mais de cem anos, sobre o vírus que causa a dengue. É inacreditável que o conheçamos há tanto tempo, assim como sua forma de transmissão, e ainda estejamos tão longe de controlá-lo. Ao contrário, a informação que temos é de que, ano após ano, o número de casos vem aumentando. Em 2024, a doença se disseminou mais cedo no Brasil e já se espalhou por vários países da América do Sul.
Mudanças climáticas, falta de políticas de combate e baixo apoio ao SUS marcaram fortemente esse cenário nos últimos anos. Já vão longe os dias em que a cidade de São Paulo e outros municípios contavam com os agentes de saúde caçadores de mosquitos, que tinham como papel fundamental orientar a população e mostrar como combater o vetor da doença. Hoje temos fortes mudanças climáticas, quatro variantes conhecidas, um sistema de saúde sobrecarregado e pouca disposição dos diversos governos municipais em se engajar neste combate. Sabemos como é causada a dengue e também como tratá-la (graças ao conhecimento científico), mas, apesar disso, há um alastramento da doença.
O vírus da dengue chegou ao Brasil no século 19. Poucas pessoas sabem que, naquela época, o Brasil já tinha pesquisadores sobre o tema. E, sob responsabilidade do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), anterior à Fundação Oswaldo Cruz, o trabalho pioneiro do virologista Hermann Schatzmayr mostrou um enorme resultado: o isolamento do vírus transmissor da dengue. Mais tarde, três variantes foram detectadas: DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A ciência também descobriu a forma de transmissão do vírus por meio de um mosquito, o Aedes aegypti. Do momento do seu isolamento até agora, o Brasil passou por algumas epidemias, apesar da primeira ter sido documentada em 1982. Está mais do que claro que o vírus está entre nós há bastante tempo e que as mudanças climáticas, o aquecimento global e as chuvas constantes têm favorecido a proliferação do vírus.
As vacinas contra a dengue ainda não estão disponíveis para todos e todas, pois foram produzidas recentemente. Somente depois dos estudos clínicos de eficácia e de segurança, foi possível aprovar o seu uso de forma generalizada. Porém, o laboratório que a produz não tem capacidade para distribuir o volume necessário para atender às demandas brasileiras. Por outro lado, a tarefa está voltada para nós mesmos, pois, mesmo que tivéssemos vacinas suficientes para toda a população, o benefício talvez não gerasse a imunização a tempo.
Diante disso, só nos restam duas opções: 1) combater o mosquito e 2) reconhecer e tratar as pessoas acometidas pela doença. O combate ao mosquito transmissor é efetivo, já que ele é o responsável pela transmissão do vírus e, ao combatê-lo, é possível controlar a proliferação. Essa medida é urgente, pois, nesta semana, ultrapassamos a marca de mais de um milhão de casos de dengue registrados. Certamente esse número é maior, pois muitos deles não foram contabilizados e ficarão de fora dos dados oficiais.
Contar com políticas públicas efetivas, governantes engajados, fortalecimento e apoio ao SUS para o atendimento do alto número de casos, bem como realizar as campanhas de conscientização e envolver toda a população fazem parte do conjunto de ações que permitirá solucionar o problema.
Por isso, é tão importante e necessária a campanha que está sendo lançada pelo Ministério da Saúde e que se inicia no dia 2 de março. A campanha deste ano envolverá diversas iniciativas, inclusive em escolas e em setores diversos ao da Educação. É preciso agir para eliminar o vetor, já que 75% dos focos dos mosquitos estão nos domicílios. Portanto, todos podem agir, espalhando e trabalhando em prol da ciência cidadã. Com a participação da população e seguindo as diretrizes das campanhas de conscientização, é possível atuar para minimizar os danos e para salvar vidas.
Essas são medidas fundamentais para encaminhar soluções imediatas para resolver o problema. Enquanto não contamos com as medidas de controle do aquecimento global e das fortes chuvas, teremos que buscar alternativas através da participação e da conscientização para a ciência - e o que de melhor pode vir dela - para esclarecer e transformar a realidade.
SMAILI, Soraya; ARANTES, Pedro; MINHOTO, Maria Angélica. Ciência cidadã no combate à dengue. Folha de São Paulo, 1º de março de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/sou-ciencia/2024/03/ciencia-cidada-no-combate-adengue.shtml. Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.
“Pensamento crítico, resolução de problemas complexos, criatividade, assertividade na comunicação e inteligência emocional serão imprescindíveis.”
No trecho destacado do TEXTO I, as vírgulas estão empregadas, fundamentalmente, para

“A Torre Eiffel não é o ponto turístico mais visitado de Paris: essa pode ser um pouco chocante.”
Observe o quadrinho a seguir.

(Jim Davis. Peanuts. Adaptado)
Assinale a alternativa que pode preencher, com a frase corretamente pontuada, a fala da personagem no balão vazio.
"Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia - fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis е embusteiros profissionais." (6°§)
Em qual das opções a vírgula foi empregada pelo mesmo motivo do trecho acima?
