Questões de Concurso
Sobre pontuação em português
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Sobre o uso da vírgula, podemos dizer que se o adjunto adverbial for curto, o uso da vírgula é facultativo após esse termo.
Sobre o uso da vírgula, podemos dizer que se o adjunto adverbial for curto, o uso da vírgula é facultativo após esse termo.
Em relação ao emprego da vírgula, ela deve ser usada em intercalações, por cortarem o que está sintaticamente ligado, como em: O processo, creio eu, deverá ir logo a julgamento.


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Acerca das estruturas linguístico-gramaticais do texto, julgue o item.
Na linha 53, a vírgula empregada antes da
expressão “bem como” é de uso obrigatório, razão
por que não poderia ser suprimida sem que
prejudicasse a correção gramatical do texto.

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Na linha 36, a inserção de vírgula logo após
“descarte” manteria a correção gramatical do
texto.

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Na linha 3, a inserção de vírgula antes de “quanto”
mantém a correção gramatical.
Rio Pesquisa, ano 9, no 39, junho de 2017. Disponível em: https://siteantigo.faperj.br/downloads/revista/Rio_Pesquisa_39/
Rio Pesquisa, ano 9, no 39, junho de 2017. Disponível em: https://siteantigo.faperj.br/downloads/revista/Rio_Pesquisa_39/
Observe o trecho a seguir, retirado de uma redação de aluno do Ensino Médio:
A democracia é um sistema que permite a cada cidadão expressar suas opiniões sem medo de represálias e escolher quem representará nossos ideais. Tornando-a um dos melhores meios de organização governamental.
O trecho destacado apresenta problemas em sua estrutura, que
dizem respeito
I. Atualmente, a vida está muito agitada nas cidades. II. O motorista novo errou o caminho. III. Ronaldinho, o jogador de futebol, foi homenageado. IV. Algumas pessoas, descobrem tarde o prazer pela vida.
A pontuação está plenamente CORRETA em:
A questão deverá ser respondida de acordo com o texto a seguir:
O Analfabeto
Sabendo que o vigário da paróquia estava precisando de um sacristão, o Nicola o procurou para candidatar-se ao lugar. Mas, por ser analfabeto, não foi aceito.
Tendo já, por esse mesmo motivo, perdido outros empregos, resolveu finalmente ganhar a vida trabalhando por conta própria, comprando aqui tudo quanto lhe aparecia: frutas, ferro velho, garrafas vazias, etc.
Trabalhador, ativo e extremamente econômico, não lhe foi difícil acumular, em pouco tempo, um bom capital.
Certo dia, foi ao Banco, com o qual mantinha grandes transações, para retirar alguns conhecimentos de embarque de café, que havia caucionado. Depois de preparar o recibo para a devolução daqueles documentos, o funcionário pediu-lhe que o datasse e assinasse, sobre as respectivas estampilhas. E, enquanto desenhava com dificuldade a assinatura, o Nicola ia dizendo:
− Eu assino e depois o senhor completa o resto, porque só sei escrever o meu nome.
Admirado, o funcionário comentou, delicadamente:
− Mas, como é isso, seu Nicola? Então o senhor, um homem rico com o é, não sabe escrever?
− Felizmente! Pois se eu soubesse ler e escrever, até hoje ainda seria
sacristão...
Ao contrário do que estamos acostumados, os especialistas em Economia deveriam usar uma linguagem mais clara e menos complexas ao falar para um público leigo, ou seja, esclarecer conceitos numa linguagem menos técnica e fechada.