Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q3799555 Português
Assinale a alternativa em cuja frase todas as palavras atendem às normas vigentes de ortografia em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3799250 Português

As regras de acentuação gráfica da língua portuguesa relacionam-se diretamente à posição da sílaba tônica e às terminações das palavras, abrangendo oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas, além das alterações introduzidas pelo Acordo Ortográfico. Analise atentamente as afirmativas a seguir, todas contendo mais de uma palavra acentuada, e identifique aquelas em que a acentuação está correta em todas as ocorrências, conforme as normas vigentes.



I. O herói atravessou o mausoléu após a cerimônia e recebeu os parabéns dos fieis.


II. O fórum discutiu o caráter do réu, mas o voo atrasado causou tensão no júri.


III. A lâmpada elétrica caiu sobre o sofá antigo e quebrou o espelho do comodo.


IV. Os ideais europeus influenciaram a assembleia, que analisou o enjôo coletivo.



Assinale a alternativa que indica em qual afirmativa a acentuação está CORRETA em todas as ocorrências: 

Alternativas
Q3799249 Português
Considerando as regras de acentuação da norma padrão da Língua Portuguesa, analise atentamente as afirmativas a seguir e identifique aquela em que há erro no emprego do acento gráfico.
Alternativas
Q4259898 Português

Choro não é birra: como lidar com o estresse das crianças sem violência


Jéssica Andrade


Na porta da escola, Luísa, de 7 anos, chorava e se agarrava aos pais. O nascimento do irmão, Arthur, havia mexido com seu mundo interno. Ela temia perder espaço no coração da família. Ao perceber a delicadeza da situação, os educadores criaram uma estratégia lúdica. Todos os dias, uma "fada" deixava uma carta com atividades especiais para a menina. O encantamento transformou lágrimas em alegria. A resistência em entrar virou entusiasmo. O que poderia ser visto como "birra" era, na verdade, frustração diante de uma mudança emocional intensa.


Para a psicóloga Márcia Tosin, autora do best-seller Criação Neurocompatível, esse exemplo ilustra o equívoco de reduzir episódios complexos da infância à palavra birra. "Quando chamamos o comportamento de birra, escondemos toda a complexidade do que está acontecendo. Essa palavra carrega um peso cultural: sugere que a criança faz de propósito para incomodar o adulto. Mas o que chamamos de birra é, na verdade, um colapso de autorregulação, um cérebro ainda imaturo tentando dar conta de emoções intensas", explica.


Márcia defende que mudar a palavra é mudar o olhar e, consequentemente, mudar a forma de educar. "O choro não é drama, a raiva não é manha, a tristeza não é frescura. Quando o adulto deslegitima emoções, exige da criança uma maturidade que ela ainda não pode ter. Ao nomear de outra forma, como crise emocional, dificuldade de autorregulação, explosão de sentimentos, abrimos espaço para enxergar a criança como sujeito em crescimento, não como um pequeno rebelde", afirma a psicóloga. Na avaliação dela, usar o termo birra está diretamente ligado ao adultocentrismo — a visão de que o adulto é o centro e não deve ser incomodado. "Essa postura impede empatia, compreensão e respostas educativas mais saudáveis."


A neurociência explica por que as crianças apresentam esse comportamento diante das frustrações. O córtex pré-frontal, responsável por regular impulsos, ainda está em desenvolvimento. Já a amígdala cerebral, que dispara reações de luta, fuga ou congelamento, age de forma imediata. "Respeitar é reconhecer que esses colapsos não são ataques intencionais. A criança não consegue se regular sozinha justamente por essa imaturidade. Ela precisa do adulto como corregulador. Quando encontra calma no outro, vai, pouco a pouco, construindo trilhas neurais de autorregulação", detalha Márcia.


A terapeuta ocupacional Pabline Cavalcante complementa que, além de episódios como o da Luísa, a frustração pode se manifestar de formas emocionais, motoras, sociais e sensoriais. "Na prática, vemos gritos, choros, mordidas, tapas, jogar objetos ou até paralisação. O primeiro passo, em qualquer ambiente, é garantir que a criança se sinta segura." Pabline explica que a criança também pode apresentar o comportamento por causa do excesso de estímulos sensoriais como barulho, luz ou toques que ultrapassam a capacidade de processamento do cérebro. Além disso, o que parece birra pode ser ainda uma necessidade básica não atendida, como sono, fome, higiene ou contato e conexão com o adulto cuidador.


Estratégias eficazes incluem compreensão dos pais, da família, da escola e da sociedade sobre o processo de desenvolvimento humano. Pabline também destaca a importância de ambientes que permitam à criança correr, pular ou dançar para se reorganizar, além de rotinas visuais que antecipam atividades cotidianas ou mudanças.


Para os pais, lidar com frustrações exige prática, paciência e muito autocontrole. A jornalista Luciane Improta, mãe da Olívia, de 2 anos, diz que o maior desafio é se manter calma diante do choro intenso. "Para nós, adultos, parece desproporcional. Mas, para a criança, é muito importante. Nosso esforço é justamente esse: estar calmos para conseguir acalmá-la, validar o sentimento e explicar com palavras o que está acontecendo para que a criança aprenda a identificar as emoções."


A vivência em ambiente escolar também ensina a família que não se trata de violência intencional. "A escola nos orientou que nem sempre é fazer o que a criança quer, é que reforçar o limite por meio das palavras ajuda até mesmo a criança a se sentir segura. Hoje, vemos mudanças: choros mais curtos, pausas para refletir e até o uso de palavras no lugar de gestos impulsivos."


Já a família de Luísa e Arthur viu a parceria da escola transformar um momento de insegurança em encantamento. "Sentimos que não estavam acolhendo só a criança, mas toda a família. Esse olhar individualizado fez com que a Luísa se sentisse vista, amada e respeitada, mesmo em meio ao turbilhão emocional que vivia em casa", afirma a mãe, Cristiane Teixeira.



Disponível em:

<https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/educacao-basica/2025/09/7239945-choro-nao-e-birra-como-lidarcom-o-estresse-das-criancas.html>

 No período abaixo, há o uso correto do “porquê”.


“A neurociência explica por que as crianças apresentam esse comportamento diante das frustrações”.


O uso do “porquê” também está corretamente grafada em:

Alternativas
Q4259890 Português

Choro não é birra: como lidar com o estresse das crianças sem violência


Jéssica Andrade


Na porta da escola, Luísa, de 7 anos, chorava e se agarrava aos pais. O nascimento do irmão, Arthur, havia mexido com seu mundo interno. Ela temia perder espaço no coração da família. Ao perceber a delicadeza da situação, os educadores criaram uma estratégia lúdica. Todos os dias, uma "fada" deixava uma carta com atividades especiais para a menina. O encantamento transformou lágrimas em alegria. A resistência em entrar virou entusiasmo. O que poderia ser visto como "birra" era, na verdade, frustração diante de uma mudança emocional intensa.


Para a psicóloga Márcia Tosin, autora do best-seller Criação Neurocompatível, esse exemplo ilustra o equívoco de reduzir episódios complexos da infância à palavra birra. "Quando chamamos o comportamento de birra, escondemos toda a complexidade do que está acontecendo. Essa palavra carrega um peso cultural: sugere que a criança faz de propósito para incomodar o adulto. Mas o que chamamos de birra é, na verdade, um colapso de autorregulação, um cérebro ainda imaturo tentando dar conta de emoções intensas", explica.


Márcia defende que mudar a palavra é mudar o olhar e, consequentemente, mudar a forma de educar. "O choro não é drama, a raiva não é manha, a tristeza não é frescura. Quando o adulto deslegitima emoções, exige da criança uma maturidade que ela ainda não pode ter. Ao nomear de outra forma, como crise emocional, dificuldade de autorregulação, explosão de sentimentos, abrimos espaço para enxergar a criança como sujeito em crescimento, não como um pequeno rebelde", afirma a psicóloga. Na avaliação dela, usar o termo birra está diretamente ligado ao adultocentrismo — a visão de que o adulto é o centro e não deve ser incomodado. "Essa postura impede empatia, compreensão e respostas educativas mais saudáveis."


A neurociência explica por que as crianças apresentam esse comportamento diante das frustrações. O córtex pré-frontal, responsável por regular impulsos, ainda está em desenvolvimento. Já a amígdala cerebral, que dispara reações de luta, fuga ou congelamento, age de forma imediata. "Respeitar é reconhecer que esses colapsos não são ataques intencionais. A criança não consegue se regular sozinha justamente por essa imaturidade. Ela precisa do adulto como corregulador. Quando encontra calma no outro, vai, pouco a pouco, construindo trilhas neurais de autorregulação", detalha Márcia.


A terapeuta ocupacional Pabline Cavalcante complementa que, além de episódios como o da Luísa, a frustração pode se manifestar de formas emocionais, motoras, sociais e sensoriais. "Na prática, vemos gritos, choros, mordidas, tapas, jogar objetos ou até paralisação. O primeiro passo, em qualquer ambiente, é garantir que a criança se sinta segura." Pabline explica que a criança também pode apresentar o comportamento por causa do excesso de estímulos sensoriais como barulho, luz ou toques que ultrapassam a capacidade de processamento do cérebro. Além disso, o que parece birra pode ser ainda uma necessidade básica não atendida, como sono, fome, higiene ou contato e conexão com o adulto cuidador.


Estratégias eficazes incluem compreensão dos pais, da família, da escola e da sociedade sobre o processo de desenvolvimento humano. Pabline também destaca a importância de ambientes que permitam à criança correr, pular ou dançar para se reorganizar, além de rotinas visuais que antecipam atividades cotidianas ou mudanças.


Para os pais, lidar com frustrações exige prática, paciência e muito autocontrole. A jornalista Luciane Improta, mãe da Olívia, de 2 anos, diz que o maior desafio é se manter calma diante do choro intenso. "Para nós, adultos, parece desproporcional. Mas, para a criança, é muito importante. Nosso esforço é justamente esse: estar calmos para conseguir acalmá-la, validar o sentimento e explicar com palavras o que está acontecendo para que a criança aprenda a identificar as emoções."


A vivência em ambiente escolar também ensina a família que não se trata de violência intencional. "A escola nos orientou que nem sempre é fazer o que a criança quer, é que reforçar o limite por meio das palavras ajuda até mesmo a criança a se sentir segura. Hoje, vemos mudanças: choros mais curtos, pausas para refletir e até o uso de palavras no lugar de gestos impulsivos."


Já a família de Luísa e Arthur viu a parceria da escola transformar um momento de insegurança em encantamento. "Sentimos que não estavam acolhendo só a criança, mas toda a família. Esse olhar individualizado fez com que a Luísa se sentisse vista, amada e respeitada, mesmo em meio ao turbilhão emocional que vivia em casa", afirma a mãe, Cristiane Teixeira.



Disponível em:

<https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/educacao-basica/2025/09/7239945-choro-nao-e-birra-como-lidarcom-o-estresse-das-criancas.html>

São palavras acentuadas pelas regras das proparoxítonas: 
Alternativas
Q4256728 Português
Sobre os objetos de conhecimento da Análise linguística/semiótica (Ortografização) para os alunos do 3º ano do Ensino Fundamental, de acordo com o Currículo da Rede Estadual Paranaense, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. Leitura e escrita de palavras com dígrafos lh, nh, ch.
II. Identificação do caráter polissêmico das palavras em diferentes contextos de uso.
III. Uso de acento gráfico em monossílabos tônicos e palavras oxítonas terminadas em a, e, o.
IV. Identificação da sílaba tônica para classificar palavras em oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas.
V. Diferenciação de substantivos e verbos em textos, reconhecendo suas funções na oração.  
Alternativas
Q4256058 Português

A questão refere-se ao texto.

Trauma para a vida toda

Cida Barbosa


Neste mundo cruel com crianças e adolescentes, o advento da internet ampliou as formas de agredi-los, de oprimi-los. E as plataformas digitais, sem nenhuma regulamentação, propiciam meios de turbinar essa perversidade. O terreno é fértil, especialmente para predadores sexuais.


Os criminosos estupram crianças — inclusive bebês — e adolescentes e filmam ou fotografam a violência para abastecer o mercado da pornografia infantil. Na imensa maioria dos casos, os molestadores são do núcleo familiar das vítimas: pais, mães, irmãos, tios, avós, primos. As redes sociais também são usadas para induzir meninos e meninas, geralmente com ameaças, a produzir conteúdos sexuais.


No Paraná, duas irmãs, de 14 e 16 anos, eram obrigadas pelo pai e pela madrasta de uma delas a produzir pelo menos 10 vídeos diários de conteúdo pornográfico. Os atos sexuais tinham de ser praticados entre as adolescentes e delas com outras pessoas. A polícia investiga se o material era comercializado em redes sociais.


É inimaginável o trauma causado às duas irmãs, os danos emocionais que as afligem e que, possivelmente, marcarão suas existências para sempre. Segundo a mãe das adolescentes, responsável pela denúncia, o que os criminosos fizeram "acabou com a vida delas". Assim como esse episódio tenebroso do Paraná, ocorre rotineiramente um sem-número de outros por todo o país.


É preciso ter em mente que cada foto, cada vídeo corresponde a uma criança ou um adolescente violentado. Os que produzem, oferecem, compartilham ou armazenam pornografia infantil cometem crime. Quem tem posse ou compartilha o material, ainda que não machuque as vítimas diretamente, contribui para que essa engrenagem nefasta continue a ser movimentada pelo sofrimento delas. 


Forças de segurança pública têm combatido a pornografia infantil — vemos operações serem deflagradas pelo país. E é missão hercúlea localizar os abusadores, porque eles usam todo tipo de artimanha no subterrâneo da internet para não serem rastreados. Mas está sendo feito. Em conjunto com o trabalho da polícia, porém, urge disciplinar as redes sociais. As plataformas digitais têm, sim, de se responsabilizar pelos conteúdos postados por usuários. Regular as mídias digitais é, também, proteger, sob vários aspectos, a infância.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. [Acesso em: set. de 2025]. 

Leia o período a seguir.
As plataformas digitais têm, sim, de se responsabilizar pelos conteúdos postados por usuários.
Em relação às regras de acentuação, o verbo “ter” 
Alternativas
Q4256057 Português

A questão refere-se ao texto.

Trauma para a vida toda

Cida Barbosa


Neste mundo cruel com crianças e adolescentes, o advento da internet ampliou as formas de agredi-los, de oprimi-los. E as plataformas digitais, sem nenhuma regulamentação, propiciam meios de turbinar essa perversidade. O terreno é fértil, especialmente para predadores sexuais.


Os criminosos estupram crianças — inclusive bebês — e adolescentes e filmam ou fotografam a violência para abastecer o mercado da pornografia infantil. Na imensa maioria dos casos, os molestadores são do núcleo familiar das vítimas: pais, mães, irmãos, tios, avós, primos. As redes sociais também são usadas para induzir meninos e meninas, geralmente com ameaças, a produzir conteúdos sexuais.


No Paraná, duas irmãs, de 14 e 16 anos, eram obrigadas pelo pai e pela madrasta de uma delas a produzir pelo menos 10 vídeos diários de conteúdo pornográfico. Os atos sexuais tinham de ser praticados entre as adolescentes e delas com outras pessoas. A polícia investiga se o material era comercializado em redes sociais.


É inimaginável o trauma causado às duas irmãs, os danos emocionais que as afligem e que, possivelmente, marcarão suas existências para sempre. Segundo a mãe das adolescentes, responsável pela denúncia, o que os criminosos fizeram "acabou com a vida delas". Assim como esse episódio tenebroso do Paraná, ocorre rotineiramente um sem-número de outros por todo o país.


É preciso ter em mente que cada foto, cada vídeo corresponde a uma criança ou um adolescente violentado. Os que produzem, oferecem, compartilham ou armazenam pornografia infantil cometem crime. Quem tem posse ou compartilha o material, ainda que não machuque as vítimas diretamente, contribui para que essa engrenagem nefasta continue a ser movimentada pelo sofrimento delas. 


Forças de segurança pública têm combatido a pornografia infantil — vemos operações serem deflagradas pelo país. E é missão hercúlea localizar os abusadores, porque eles usam todo tipo de artimanha no subterrâneo da internet para não serem rastreados. Mas está sendo feito. Em conjunto com o trabalho da polícia, porém, urge disciplinar as redes sociais. As plataformas digitais têm, sim, de se responsabilizar pelos conteúdos postados por usuários. Regular as mídias digitais é, também, proteger, sob vários aspectos, a infância.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. [Acesso em: set. de 2025]. 

Considere o período.
O terreno é fértil, especialmente para predadores sexuais.
O substantivo relacionado ao adjetivo fértil escreve-se, ortograficamente, como 
Alternativas
Q4256053 Português

A questão refere-se ao texto.

Trauma para a vida toda

Cida Barbosa


Neste mundo cruel com crianças e adolescentes, o advento da internet ampliou as formas de agredi-los, de oprimi-los. E as plataformas digitais, sem nenhuma regulamentação, propiciam meios de turbinar essa perversidade. O terreno é fértil, especialmente para predadores sexuais.


Os criminosos estupram crianças — inclusive bebês — e adolescentes e filmam ou fotografam a violência para abastecer o mercado da pornografia infantil. Na imensa maioria dos casos, os molestadores são do núcleo familiar das vítimas: pais, mães, irmãos, tios, avós, primos. As redes sociais também são usadas para induzir meninos e meninas, geralmente com ameaças, a produzir conteúdos sexuais.


No Paraná, duas irmãs, de 14 e 16 anos, eram obrigadas pelo pai e pela madrasta de uma delas a produzir pelo menos 10 vídeos diários de conteúdo pornográfico. Os atos sexuais tinham de ser praticados entre as adolescentes e delas com outras pessoas. A polícia investiga se o material era comercializado em redes sociais.


É inimaginável o trauma causado às duas irmãs, os danos emocionais que as afligem e que, possivelmente, marcarão suas existências para sempre. Segundo a mãe das adolescentes, responsável pela denúncia, o que os criminosos fizeram "acabou com a vida delas". Assim como esse episódio tenebroso do Paraná, ocorre rotineiramente um sem-número de outros por todo o país.


É preciso ter em mente que cada foto, cada vídeo corresponde a uma criança ou um adolescente violentado. Os que produzem, oferecem, compartilham ou armazenam pornografia infantil cometem crime. Quem tem posse ou compartilha o material, ainda que não machuque as vítimas diretamente, contribui para que essa engrenagem nefasta continue a ser movimentada pelo sofrimento delas. 


Forças de segurança pública têm combatido a pornografia infantil — vemos operações serem deflagradas pelo país. E é missão hercúlea localizar os abusadores, porque eles usam todo tipo de artimanha no subterrâneo da internet para não serem rastreados. Mas está sendo feito. Em conjunto com o trabalho da polícia, porém, urge disciplinar as redes sociais. As plataformas digitais têm, sim, de se responsabilizar pelos conteúdos postados por usuários. Regular as mídias digitais é, também, proteger, sob vários aspectos, a infância.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. [Acesso em: set. de 2025]. 

São palavras acentuadas pela regra das paroxítonas:
Alternativas
Q4233148 Português
O emprego do hífen está incorreto em:
Alternativas
Q4233143 Português

A lua semeava crisântemos


    Recordo, sem nenhuma saudade, o tempo que passei redigindo anúncios. O leitor comum não pode imaginar que um pequeno anúncio é tão trabalhoso como um soneto.


    Foram os americanos que fixaram as normas do anúncio comercial. E essas normas funcionam. O redator tem de respeitar estes e aqueles princípios, tocar nestes e naqueles pontos. São regras fáceis de decorar e difíceis de aplicar. Claro que vale muito "bolar" alguma novidade para atrair ou prender o leitor, mas isto dentro de certos limites. O publicitário tem de examinar a frase depois de escrita, pesar sua força, limpá-la de todo o supérfluo, imaginar o efeito psicológico que ela poderá ter. Deve estudar todos os elementos de que pode lançar mão para convencer o leitor, pensar em tudo que lhe vai sugerir, despertar nele a vontade de comprar, apelando para o seu senso de economia, ou de conforto, ou sua vaidade, ou seu desejo de êxito social ou amoroso. E para isso, de acordo com o produto ou serviço que pretende vender, deve atender a mil pequenas circunstâncias, meditar sobre o estado psicológico do tipo de pessoa a que se dirige, nível social, sexo, idade, situação financeira, problemas, enfim uma interminável chateação.


    Bons escritores brasileiros fizeram publicidade: basta citar Bilac e Alvaro Moreyra; mas não viviam disso. O primeiro verdadeiro profissional que eu conheci foi Orígenes Lessa, lá por 1933. Ele acabara de publicar Não há de ser nada, crônicas sobre o movimento de 1932, de que participara: trabalhava, se não me engano, na Thompson, e era casado com a mulher mais bonita de S. Paulo e provavelmente da América do Sul, chamada Elsie (Pinheiro) Lessa, essa mesma que ainda hoje escreve de vez em quando no O Globo. Vem daí, talvez, o prestígio que aos meus olhos sempre tiveram os homens de publicidade; além do mais, Orígenes falava inglês, coisa rara naquele tempo.


    Hoje os grandes homens da publicidade nada têm com a literatura, e talvez mesmo a olhem com um certo desprezo condescendente. São figuras de alta prosa, que em geral nem usam nomes, mas apenas iniciais de misteriosos triunviratos — este é o P da GMP, aquele é o J da NRJ, assim por diante. Cavalheiros eminentes e ricos, jorges amados sem literatura, profetas de nosso capitalismo frenético.


    Mas voltemos ao escritor comum que faz publicidade. Valerá de alguma coisa o treino publicitário com toda a sua minuciosa disciplina? Não lhe será esse “serviço militar” útil para desenvolver o senso de economia verbal, precisão, clareza? “Não”, me diz um deles, “emburra”. A menos que na hora de folga ele jogue tudo aquilo fora e se entregue à literatura mais solta, escrevendo coisas assim: “A lua de agosto semeava crisântemos e bicicletas verdes no abril de teu sonho de mariposa tonta…”


BRAGA, R. A lua semeava crisântemos. In: FILHO, D. P (Org.) Um cartão de Paris. Record, 1997, pp. 57-59. Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16246/a-lua-semeava-crisantemos>.

A palavra “psicológico”, que ocorre no texto, recebe o acento gráfico pela mesma razão que a palavra:
Alternativas
Q4232153 Português
Há desvio ortográfico apenas em:
Alternativas
Q4227112 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


Fiu-fiu


(Luis Fernando Veríssimo)


Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha?


Lançaram agora um celular à prova d’água, que você pode usar no chuveiro. Ou em qualquer outro lugar embaixo d’água. No mar, por exemplo.


— Bem, não me espere para o jantar...


— Onde você está?


— Sabe a nossa pesca submarina?


— O que houve?


— Pensei que fosse uma garoupa e era um tubarão. E ele está vindo na minha direção.


— Você ainda está embaixo d’água?!


— Estou.


— E o seu arpão?


— O tubarão engoliu!


— Ligue para a Guarda Costeira!


São cada vez mais raros os lugares em que você pode se ver livre de celulares, e agora nem as piscinas estão seguras.


Os celulares são práticos e se tornaram indispensáveis, eu sei, mas empobreceram a vida social. Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha? Ou um casal em outra mesa, os dois mergulhados nos respectivos celulares sem nem se olharem, o que dirá se falarem — a não ser que estejam trocando mensagens silenciosas entre si, o que é ainda mais triste? 


Os celulares podem ser perigosos de várias maneiras, mesmo que não derretam o cérebro, como se andou espalhando há algum tempo. Imagino uma velhinha que ganhou um celular dos netos sem que estes se dessem ao trabalho de explicar seu funcionamento para a vovó. Não contaram, por exemplo, que o celular dado assobia quando recebe uma mensagem. É um assovio humano, um nítido fiu-fiu avisando que alguém ligou, e que pode soar a qualquer hora do dia ou da noite. E imagino a vovó, que mora sozinha, dormindo e, de repente, acordando com o assovio. Um fiu-fiu no meio da noite! A vovó, se não morrer imediatamente do coração, pode ficar apavorada. Quem está lá? Um ladrão ou um fantasma assoviador? E o assovio tem algo de galante. A vovó pode muito bem sair da cama, sem saber se está acordada ou sonhando, e caminhar na direção do fiu-fiu sedutor, como se tivessem vindo buscá-la. Alguém pensou nas vovós solitárias quando inventou o assovio?


O fato é que não há mais refúgio. Nem castelos antismartphones com um fosso em volta. Eles agora podem atravessar o fosso. 


Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/fiu-fiu-13464128

Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente?
Alternativas
Q4209026 Português

A NATUREZA



    Ao contrário do que muitos pensam, a natureza não se resume apenas aos espaços com animais e plantas. Na verdade, ela engloba tudo o que existe fisicamente no mundo e que não depende da ação humana para se desenvolver.


    Ou seja, vai além das áreas onde há fauna e flora, abrangendo todos os seres vivos, os diferentes ecossistemas, como florestas, desertos, campos e savanas, as diversas paisagens e os fenômenos naturais.


     A natureza é importante por diversos motivos, que vão desde a manutenção do equilíbrio ecológico do planeta Terra até o fornecimento de recursos essenciais para a sobrevivência dos seres vivos.


    Para os seres humanos, ela é fonte de elementos básicos à vida, como água, ar, energia e alimentos. Além disso, também atende a necessidades secundárias, proporcionando lazer, inspiração e benefícios físicos, psicológicos e até espirituais.


     Para a sociedade, a natureza fornece as matérias-primas necessárias para o funcionamento da indústria, do comércio e das demais atividades econômicas.


     Por essas razões, ela é de extrema importância para a sobrevivência de todos os seres vivos na Terra. Além disso, a natureza contribui para a proteção contra desastres naturais, para a regulação do clima, para a preservação do meio ambiente e para a garantia da qualidade de vida das espécies.


Fonte: Terra. Adaptado.

De acordo com as regras de acentuação gráfica, assinalar a alternativa em que as palavras são acentuadas devido à mesma regra. 
Alternativas
Q4209024 Português

A NATUREZA



    Ao contrário do que muitos pensam, a natureza não se resume apenas aos espaços com animais e plantas. Na verdade, ela engloba tudo o que existe fisicamente no mundo e que não depende da ação humana para se desenvolver.


    Ou seja, vai além das áreas onde há fauna e flora, abrangendo todos os seres vivos, os diferentes ecossistemas, como florestas, desertos, campos e savanas, as diversas paisagens e os fenômenos naturais.


     A natureza é importante por diversos motivos, que vão desde a manutenção do equilíbrio ecológico do planeta Terra até o fornecimento de recursos essenciais para a sobrevivência dos seres vivos.


    Para os seres humanos, ela é fonte de elementos básicos à vida, como água, ar, energia e alimentos. Além disso, também atende a necessidades secundárias, proporcionando lazer, inspiração e benefícios físicos, psicológicos e até espirituais.


     Para a sociedade, a natureza fornece as matérias-primas necessárias para o funcionamento da indústria, do comércio e das demais atividades econômicas.


     Por essas razões, ela é de extrema importância para a sobrevivência de todos os seres vivos na Terra. Além disso, a natureza contribui para a proteção contra desastres naturais, para a regulação do clima, para a preservação do meio ambiente e para a garantia da qualidade de vida das espécies.


Fonte: Terra. Adaptado.

A respeito do trabalho dos porquês, assinale uma alternativa que preencha as lacunas abaixo CORRETAMENTE.

Não compareci à reunião ________ estava doente e não entendi o _______ questionamento. 
Alternativas
Q4208320 Português
A Grécia é azul!

(Roma, 12/08/2007 — 19h20) Um dos momentos mais difíceis quando escrevo para o blog é a escolha do título. Procuro palavras que sintetizem as minhas emoções e percepções. O título deve ser curto e conter o nome do país (ou da cidade em algumas situações). No caso da Grécia, estava em dúvida entre explorar a riqueza arqueológica ou explicitar a liberalidade nas praias.

Uma última revisão das fotos me chamou a atenção para a predominância da cor azul. Seja no céu, no mar, na decoração das inúmeras igrejas ou nas portas e janelas contrastantes com o branco das casas, o fato é que o azul aparece com destaque em mais de 80% das minhas fotos. A própria bandeira da Grécia, com faixas azuis e brancas, ajuda a comprovar a minha tese.

Comecei a viagem por Atenas, onde reencontrei a Mônica e a Carmen. Embora a cidade tenha milhares de anos de história, ela é moderna e não tem o mesmo charme de Istambul. As principais ruínas ficam no complexo de Acrópoles, incluindo o Partenon, construção imponente que ocupa o alto de uma colina há 2.500 anos. Gostei do bairro de Plaka, cujos bares, restaurantes e lojas ficam cheios de turistas.

A melhor forma para se conhecer as praias em Mikonos é de carro. A ilha é montanhosa, e as estradas sinuosas são uma diversão à parte para quem dirige. Em alguns pontos, só um carro consegue passar. A paisagem é árida, pedregosa. Pequenas igrejas brancas estão espalhadas pela ilha e contrastam com a paisagem seca. Praticamente todas as casas têm um curioso formato cúbico. Mais uma curva e... Somos presenteados com a visão panorâmica de uma nova praia. Também fizemos um passeio de meio período pelas ruínas e vistas panorâmicas da ilha de Delos.

A última ilha a ser visitada é Santorini. Esculpida por erupções vulcânicas e terremotos, ela tem o formato de uma lua crescente. O lado de dentro da lua fica no alto da cratera, dezenas de metros acima do mar, enquanto o lado de fora tem praias cobertas por pedras pretas de variados tamanhos.

Ficamos frustrados com as praias de Santorini, que não têm a beleza das que encontramos em Mikonos. Por outro lado, caminhar pela borda da cratera permite um panorama único, maravilhoso. E é claro, tomar vinho e ver o pôr do sol bem acompanhado não tem preço...

Fonte: Edu Feijó. Adaptado. 
Na língua portuguesa, as palavras “dilatar” e “delatar” são exemplos de:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: OBJETIVA Órgão: TERMASA - RS Prova: OBJETIVA - 2025 - TERMASA - RS - Caixa |
Q4207158 Português

A NATUREZA



    Ao contrário do que muitos pensam, a natureza não se resume apenas aos espaços com animais e plantas. Na verdade, ela engloba tudo o que existe fisicamente no mundo e que não depende da ação humana para se desenvolver.



    Ou seja, vai além das áreas onde há fauna e flora, abrangendo todos os seres vivos, os diferentes ecossistemas, como florestas, desertos, campos e savanas, as diversas paisagens e os fenômenos naturais.



     A natureza é importante por diversos motivos, que vão desde a manutenção do equilíbrio ecológico do planeta Terra até o fornecimento de recursos essenciais para a sobrevivência dos seres vivos.



    Para os seres humanos, ela é fonte de elementos básicos à vida, como água, ar, energia e alimentos. Além disso, também atende a necessidades secundárias, proporcionando lazer, inspiração e benefícios físicos, psicológicos e até espirituais.



     Para a sociedade, a natureza fornece as matérias-primas necessárias para o funcionamento da indústria, do comércio e das demais atividades econômicas.



     Por essas razões, ela é de extrema importância para a sobrevivência de todos os seres vivos na Terra. Além disso, a natureza contribui para a proteção contra desastres naturais, para a regulação do clima, para a preservação do meio ambiente e para a garantia da qualidade de vida das espécies.


Fonte: Terra. Adaptado.

De acordo com as regras de acentuação gráfica, assinalar a alternativa em que as palavras são acentuadas devido à mesma regra. 
Alternativas
Q4206213 Português
Qual das palavras abaixo está escrita INCORRETAMENTE?
Alternativas
Q4184528 Português

Leia o texto a seguir:


A gratificação de Natal é uma tradição originada em países de maioria cristã, onde alguns patrões tinham o costume de presentear seus funcionários com cestas de alimentos na época das festas de fim de ano.


De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
1261: E
1262: B
1263: B
1264: C
1265: C
1266: C
1267: A
1268: A
1269: D
1270: C
1271: D
1272: A
1273: C
1274: A
1275: C
1276: D
1277: B
1278: C
1279: C
1280: B