Questões de Concurso Sobre ortografia em português

Foram encontradas 18.136 questões

Q3887706 Português

Atente à imagem abaixo para responder a questão




Texto VI


QT06.png (291×211)

Fonte < https://www.soportugues.com.br/secoes/maltratando/. > Acesso em: 03 nov. 2025. : 


Texto VII



qt07.png (291×288)

Fonte Acesso em: 03 nov. 2025. : <https://www.soportugues.com.br/secoes/maltratando/. 


A transcrição CORRETA do aviso, observado no Texto VII, de acordo com a norma padrão da língua, está na alternativa: 
Alternativas
Q3887705 Português

Atente à imagem abaixo para responder a questão




Texto VI


QT06.png (291×211)

Fonte < https://www.soportugues.com.br/secoes/maltratando/. > Acesso em: 03 nov. 2025. : 


Texto VII



qt07.png (291×288)

Fonte Acesso em: 03 nov. 2025. : <https://www.soportugues.com.br/secoes/maltratando/. 


Atente às imagens acima e analise as afirmações que seguem.



I- A expressão “Sem Ti Deiz” (Texto VI), embora transgredindo quase que completamente o padrão culto da língua, dentro do contexto de uso e das pistas propostas na imagem, é satisfatoriamente compreensível e comunica.


II- O texto VI apresenta três desvios gramaticais, sendo um deles uma falha de acentuação gráfica.


III- A redação do texto VI é completamente ininteligível e, independentemente da classe social na qual seja produzida e/ou inserida, deve ser prontamente condenada, já que em nada comunica.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3887702 Português
Marque a alternativa na qual o conjunto de palavras estão grafadas CORRETAMENTE. 
Alternativas
Q3887700 Português

Atente às imagens a seguir para responder a questão


Texto III


QT03.png (481×323)

Fonte: < https://planejadordeaulas.org.br/plano/variacao-linguistica-e-diversidade-como-refletir-com-a-ajuda-de-meios-tecnologicos/>. Acesso em: 03 nov. 2025.




Texto IV


QT04.png (488×254)

Disponível em: < https://pt.slideshare.net/slideshow/aulao-variacao-linguistica-e-preconceitos-linguisticos-1-pdf/271665679>. Acesso em: 03 nov. 2025. 

Atente às afirmações a seguir e responda ao que se pede.



I- Na fala dos pais (Texto IV) temos a presença de três palavras oxítonas.


II- Na fala do gaúcho (Texto III) temos a presença de cinco palavras paroxítonas


III- A regra que justifica a acentuação gráfica da palavra “Música” é a mesma que justifica a da palavra “Belo”.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3887694 Português

Atente aos textos abaixo para responder a questão


Texto I

Maria da Vila Matilde (Elza Soares)


Cadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

Eu solto o cachorro

E, apontando pra você

Eu grito: péguix...

Eu quero ver

Você pular, você correr

Na frente dos vizinhos

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim

E quando o samango chegar

Eu mostro o roxo no meu braço

Entrego teu baralho

Teu bloco de pule

Teu dado chumbado

Ponho água no bule

Passo e ofereço um cafezim

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimCadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

E quando tua mãe ligar

Eu capricho no esculacho

Digo que é mimado

Que é cheio de dengo

Mal acostumado

Tem nada no quengo

Deita, vira e dorme rapidinho

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimMão, cheia de dedo

Dedo, cheio de unha suja

E pra cima de mim? Pra cima de moi? Jamais, mané!


Fonte: https://www.google.com/search?q=letra+de+Maria+da+Vila+Matilde&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR116 7&oq=letra++de+Maria+da+Vila+Matilde&gs_lcrp.. Acesso em: 03 nov. 2025.



Texto II


QT02.png (481×309)

Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-violencia-contra-a-mulher-2/.Acesso em: 03 nov. 2025.

Atente ao verso a seguir e responda ao que se pede. “ Eu mostro o roxo no meu braço/Entrego teu baralho


Sobre as palavras sublinhadas, é CORRETO afirmar que: 

Alternativas
Ano: 2026 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Telebras Provas: CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Advogado | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista de Tecnologia da Informação | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Administrativo | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Auditoria | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Comercial | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Estatística | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Finanças | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Marketing | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Psicologia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Contador | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Aeroespacial | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Civil | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro de Rede | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Eletricista | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro de Telecomunicações |
Q3886719 Português
        O streaming hoje não é apenas um canal de distribuição. Ele se tornou um modelo de consumo cultural, baseado na personalização, na conveniência e na acessibilidade.

        Os algoritmos ajudam a moldar a experiência de cada usuário, enquanto o conteúdo pode ser acessado a qualquer hora e em qualquer dispositivo. Além disso, o streaming reduziu as barreiras entre criadores, marcas e audiência.

        Com a explosão das plataformas sob demanda, a lógica da programação linear perdeu força. Hoje, a audiência se dispersa por uma infinidade de opções, e o grande público foi substituído por múltiplas comunidades de interesse.

Internet:<https://midia.market>  (com adaptações).

Considerando a organização do texto precedente, seus sentidos e sua estrutura gramatical, julgue o item que se segue.


Os vocábulos “experiência”, “usuário”, “conteúdo” e “audiência” são acentuados de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.

Alternativas
Ano: 2026 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Telebras Provas: CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Advogado | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista de Tecnologia da Informação | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Administrativo | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Auditoria | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Comercial | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Estatística | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Finanças | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Marketing | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Psicologia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Contador | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Aeroespacial | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Civil | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro de Rede | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Eletricista | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro de Telecomunicações |
Q3886714 Português
        Considerando a informação como um conceito que coexiste com a comunicação, conseguimos visualizá-la em dois sentidos. O primeiro, estritamente técnico ou tecnológico, diz respeito à informação como quantidade mensurável (dados); o segundo sentido é qualitativo e vinculado ao papel da informação como controle e redundância nos sistemas de comunicação. Aqui, a informação está relacionada à organização, na estrutura e na regulação dentro de sistemas; trata-se da informação como um meio de organizar e estabilizar sistemas, de maneira que a repetição (redundância) assegure a integridade da informação na comunicação.

        Dito isto, vale destacar o que se tem consolidado ao longo das últimas décadas como tecnologias da informação e da comunicação, em que a captura, a “mineração” e o processamento de dados condensam os fluxos da experiência humana, transformados em capital informativo e vendidos diuturnamente nas e pelas estruturas tecnológicas plataformizadas que abduzem nossa atenção. Nesse percurso, comunicação e informação caminham juntas e compõem o sistema central das tecnologias que, a partir das plataformas, interagem com a humanidade e que são denominadas de “inteligência” artificial primitiva ou generativa. Para muitos, tais tecnologias situam-se em um estágio pós-humano ou anti-humano.

Ana Regina Rêgo. Comunicação em tempos de inteligência artificial:
ampliação ou redução das desigualdades? In: INTERCOM — Revista Brasileira de
Ciências da Comunicação, n.º 48, 2025 (com adaptações). 

A respeito dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir.


De acordo com as regras ortográficas vigentes, os vocábulos “pós-humano” e “anti-humano” podem ser corretamente grafados como duas palavras — pós humano e anti humano —, dada a autonomia dos prefixos e do vocábulo “humano”.

Alternativas
Q3885887 Português
Leia o texto para responder a questão.



Documentário “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia na
HBO Max

Por Rafael Saturnino - Colunista do UOL Play



           "Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” chega ao catálogo da HBO Max nesta quinta-feira, 6 de novembro, com os dois episódios já disponíveis também on demand no UOL Play. A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal mais falado do país naquela época. É a chance de conhecer um lado pouco explorado de Ayrton Senna e, principalmente, ouvir tudo da própria Adriane, 31 anos depois.


            Ayrton Senna sempre foi um grande ídolo nacional. Mas por trás do capacete, havia um homem que viveu uma história de amor intensa, e muitas vezes polêmica, com Adriane Galisteu. O tempo passou, muitas versões foram contadas, algumas pessoas se calaram, e agora é ela quem decide falar.

             Se você quer entender melhor a relação entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna, ou está só curioso com os bastidores de Meu Ayrton, siga aqui com a gente. Vamos te contar o que esperar dessa produção e por que ela vale o play!

             O que é Meu Ayrton Por Adriane Galisteu?

          Meu Ayrton Por Adriane Galisteu é uma série documental dividida em dois episódios de 45 minutos, sobre a história de amor vivida por Adriane e Ayrton entre 1993 e 1994. Tudo é contado por ela mesma, com depoimentos sinceros, registros pessoais e visitas a lugares marcantes. É um convite para enxergar o ídolo fora das pistas, pelos olhos de quem o amou longe dos holofotes.


           O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história, com maturidade e liberdade para dizer o que nunca foi dito.

        Além da apresentadora, a produção traz depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação. É um retrato intimo e emocional, sem pretensão de ser definitivo, mas com o compromisso de ser verdadeiro para quem viveu cada detalhe.

             O amor interrompido: o conto de fadas e a tragédia

         Adriane tinha só 19 anos quando conheceu Ayrton Senna. Ele já era um dos maiores nomes do esporte mundial. Ela, uma modelo em ascensão. O encontro virou noticia, o namoro virou uma obsessão nacional. E, como a própria Galisteu define, foi um conto de fadas as avessas: intenso, inesperado e, infelizmente, com um fim trágico.

         Durante pouco mais de um ano, o casal viveu sob os flashes. Para o publico, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real, feita de afeto, admiração e companheirismo. Em Meu Ayrton, esse lado da relação vem a tona com detalhes inéditos, sem romantizações, mas com sentimentos genuínos.


         O fim chegou no dia 1° de maio de 1994, com o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália. Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida. Em vez de reencontro, veio o luto, e a jovem precisou lidar, sozinha, com a dor e com a reação publica. É essa virada brutal que marca o tom da primeira parte da série. Prepare-se para se emocionar.

           Depois da chuva: o luto, as criticas e o isolamento

          A morte de Ayrton Senna abalou o mundo, mas para Adriane Galisteu, aos 21 anos, trouxe também um turbilhão de julgamentos, boatos e exclusões. Em vez de acolhimento, ela enfrentou desconfiança da imprensa, da opinião publica e até da família do piloto.


            Nos episódios de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu, ela relembra esse período com coragem. Fala da solidão, das portas que se fecharam, da dificuldade de voltar a trabalhar, e de como viveu “de favor” por um ano na casa de amigos, depois de ser rejeitada até pelo mercado da moda.


            A produção traz depoimentos inéditos de pessoas que ajudaram Adriane a atravessar esse momento. Gente que nunca apareceu em outras versões da história, mas que foi fundamental nos bastidores. O documentário da espago para essas vozes, e mostra que, mesmo longe das câmeras, ela teve quem segurasse sua mão.

            Só quem viveu pode contar: o que esperar de inédito?

            O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente ai: o que ainda não foi contado. São memórias guardadas por mais de 30 anos, bastidores que nunca vieram a tona e sentimentos que, segundo Adriane, ela mesma só conseguiu entender com o tempo. Agora, com mais maturidade e distanciada da dor mais crua, ela se sente pronta para abrir essas gavetas.


            Não espere uma série sobre Formula 1. Aqui, Adriane revela o Ayrton que poucos conheceram, com suas fragilidades, generosidade, conflitos e inseguranças. Ela também compartilha momentos simples que viveram juntos, como viagens, conversas e planos que nunca se realizaram. Tudo isso costurado por cenas emocionantes, que misturam reconstituições com registros reais.

            E tem mais: depoimentos de pessoas próximas ao casal, como amigos, empresários e figuras que conviveram com Senna fora dos circuitos, ajudam a montar um quebra-cabeça afetivo. Alguns nomes nunca haviam falado publicamente sobre essa fase da vida do piloto.

            Meu Ayrton Por Adriane Galisteu estreia nesta quinta-feira, 6 de novembro, com exclusividade na HBO Max. São dois episódios de 45 minutos, lançados de uma vez só. Ou seja, dá para maratonar tudo em uma noite.


Disponível em https://www.uol.com.br/play/colunas/uol- play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play.htm

A palavra “ídolo”, que aparece no texto referindo-se a Ayrton Senna, é acentuada seguindo a regra geral das proparoxítonas. Qual outra palavra do texto segue a mesma regra de acentuação gráfica?


Alternativas
Q3885847 Português

Leia o texto para responder a questão.


É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

    são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini 


            O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?  


            Estimula a criatividade


            Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.


            É um exercício de paciência


            Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.


            Estimula a responsabilidade


            Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.


            Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia


           A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).


           Ensina a lidar com frustrações


        Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento. 


            Até que idade é saudável acreditar?


           Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.


Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette 


A palavra “saudável “, presente no texto, segue a regra geral de acentuação gráfica. De acordo com a posição da sílaba tônica, ela é classificada como:  
Alternativas
Q3884951 Português
Assinale a frase em que a palavra sublinhada está grafada corretamente.
Alternativas
Q3884507 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos?



As vastas planícies desérticas da região de Ica, no Peru, deram lugar, nas últimas décadas, a extensas plantações de mirtilos e outras frutas.


Até a década de 1990, era difícil imaginar que essa área do deserto costeiro peruano, onde à primeira vista se vê pouco mais do que poeira e mar, pudesse se transformar em um grande centro de produção agrícola.


Mas foi exatamente isso que aconteceu não só ali, mas na maior parte do litoral desértico peruano, onde cresceram grandes plantações de frutas não tradicionais da região, como manga, mirtilos e abacates.


A enorme faixa que atravessa o país paralela às ondas do Pacífico e às elevações andinas converteu-se em um imenso pomar e no epicentro de uma pujante indústria agroexportadora.


Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Irrigação do Peru, as exportações agrícolas peruanas cresceram, entre 2010 e 2024, a uma média anual de 11%, alcançando em 2024 o recorde de US$ 9,185 milhões.


O Peru se transformou, nesses anos, no maior exportador mundial de uvas e de mirtilos — uma fruta que quase não era produzida no país antes de 2008.


E sua capacidade para produzir em grande escala durante as estações em que isso é mais difícil no hemisfério norte, fez com que o país se consolidasse como uma das grandes potências agroexportadoras, e um dos principais fornecedores dos Estados Unidos, Europa, China e outros mercados.


Mas quais são as consequências disso? Quem se beneficia? E esse boom de exportação agrícola peruano é sustentável?


O processo que levaria ao desenvolvimento da indústria agroexportadora peruana começou na década de 1990, quando o governo do então presidente Alberto Fujimori promoveu profundas reformas para reanimar um país — atingido por anos de crise econômica e hiperinflação.


"O trabalho de base foi realizado para reduzir as barreiras tarifárias, promover o investimento estrangeiro no Peru e reduzir os custos administrativos para as empresas. Buscava-se impulsionar os setores que tivessem potencial exportador", disse à BBC Mundo — serviço em espanhol da BBC — César Huaroto, economista da Universidade Peruana de Ciências Aplicadas.


"No início, o foco era o setor de mineração, mas, no fim do século já surge uma elite empresarial que vê o potencial do setor de exportação agrícola."


Mas não bastavam apenas leis mais favoráveis e nem boas intenções.


A agricultura em grande escala no Peru enfrentava tradicionalmente obstáculos como a baixa fertilidade dos solos da selva amazônica e a acidentada geografia da serra andina.


Ana Sabogal, especialista em ecologia vegetal e em mudanças antrópicas nos ecossistemas da Pontífica Universidade Católica do Peru, explicou que "o investimento privado de grandes agricultores, que são menos avessos ao risco do que os pequenos, facilitou inovações técnicas como a irrigação por gotejamento e o desenvolvimento de projetos de irrigação".


A solução para o problema da escassez de água no deserto permitiu que se começasse a cultivar em uma área onde tradicionalmente não se achava possível fazer agricultura, e a explorar suas condições climáticas únicas, que especialistas descrevem como uma "estufa natural".


"A região não tinha água, mas com água tornou-se uma terra muito fértil", afirma Huaroto.


Tudo isso, somado a inovações genéticas, como a que permitiu o cultivo local do mirtilo, possibilitou que o Peru incorporasse grandes extensões de seu deserto costeiro à superfície cultivável, que se expandiram em cerca de 30%, segundo estima Sabogal.


"Foi um aumento surpreendente e enorme da agroindústria", diz a especialista.


Hoje, regiões como Ica e Piura, no norte do país, tornaram-se importantes centros de produção agrícola, e a agroexportação é um dos motores da economia peruana.


"As vastas planícies desérticas da região de Ica, no Peru, deram lugar, nas últimas décadas, a extensas plantações de mirtilos e outras frutas.

Até a década de 1990, era difícil imaginar que essa área do deserto costeiro peruano, onde à primeira vista se vê pouco mais do que poeira e mar, pudesse se transformar em um grande centro de produção agrícola."

Com base nas regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir.

I.O vocábulo "desérticas" recebe acento por ser uma palavra proparoxítona, já o vocábulo "auréola" segue outra regra de acentuação.

II.A forma verbal "vê" recebe acento por ser um monossílabo tônico terminado em "ê". Entretanto, a forma correspondente desse verbo na terceira pessoa do plural do presente do indicativo sofreu alteração e não recebe acento.

III.O vocábulo "poeira" não teve alteração na acentuação, ao passo que "alauita", antes do Novo Acordo Ortográfico, recebia acento gráfico no "i" tônico, na forma "alauíta".

IV.O vocábulo "difícil" está corretamente acentuado. A acentuação também é correta nos termos "ônus" e "baiúca".

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3884499 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cobogó é solução 'caseira' para viver no Brasil que bate recorde de calor?



No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor.


Mas o que faria esse prisma retangular de concreto entrar na história da arquitetura brasileira está apenas em dois dos lados de sua fachada.


Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó.


Era a primeira vez que um edifício de expressão aparecia "vazado" - um estilo que seria replicado nas décadas seguintes em dezenas de prédios do Rio de Janeiro, de Brasília e de São Paulo, além de casas Brasil afora.


Depois de cair em certo esquecimento, a peça tem sido redescoberta por arquitetos nos últimos anos e é vista com potencial de refrescar ambientes em tempos de calor extremo.


É que o cobogó faz uma barreira contra o Sol, ao mesmo tempo que deixa passar alguma luminosidade. Também oferece alguma privacidade para quem está dentro, que consegue ver quem está fora.


E, o mais importante, permite que o vento circule.


Essa peça, que surgiu na indústria da construção pernambucana, acabou fazendo parte de estratégias usadas pelos arquitetos modernistas do século 20 para amenizar o calor em épocas em que o ar-condicionado não havia se popularizado ou sequer sido introduzido no Brasil.


Ele pode criar uma zona de proteção ou de transição num edifício, funcionando como 'colchão' de ar", explica a arquiteta Guilah Naslavsky, especialista em modernismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).


"O cobogó é uma solução bioclimática, um ícone que combina a sustentabilidade com a poética da arquitetura brasileira", afirma Marcella Arruda, co-curadora da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.


Na caixa-d'água de Olinda, por exemplo, a fachada de cobogós, ao ser barreira de Sol e permitir a passagem de vento, auxiliava para amenizar o calor incidente nas tubulações, preservando e resfriando a temperatura das águas no tanque.


É uma "climatização passiva" que ocorre no edifício por si só. 


Hoje, os prédios construídos no quente Recife, como em tantas cidades brasileiras, pouco utilizam dessas estratégias que fizeram na história ali.


Em endereços mais nobres, fachadas são completamente fechadas em vidros verdes e azuis, um material conhecido por absorver e irradiar calor. Muitas vezes, sem varandas.




"Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó."

O vocábulo "caixa-d'água" está grafado corretamente com hífen. Assinale a alternativa que apresenta um vocábulo grafado, com ou sem hífen, de forma incorreta.
Alternativas
Q3884462 Português
Leia o texto para responder à questão.


Algumas pessoas são naturalmente ruins em matemática?


Um fazendeiro tem três tipos de animais em sua fazenda. Seus animais são todos ovelhas, exceto três. Todos cabras, exceto quatro. E todos cavalos, exceto cinco. Quantos animais de cada tipo o fazendeiro tem? Se esse enigma te deixou confuso, você não está sozinho. A resposta é um cavalo, duas cabras e três ovelhas. Mas por que a matemática parece vir com tanta facilidade para algumas pessoas, enquanto outras parecem ter dificuldade?


Embora a genética possa desempenhar um papel, ela é apenas uma peça de um quebra-cabeça muito maior, que envolve uma combinação complexa de biologia, psicologia e ambiente.


Estudos com irmãos gêmeos


A professora Yulia Kovas, do Goldsmiths, uma Universidade de Londres, no Reino Unido, é geneticista e psicóloga e estuda porque as pessoas têm diferentes habilidades matemáticas. Ela trabalhou em um estudo de grande escala com gêmeos, acompanhando cerca de 10 mil pares de gêmeos idênticos e não idênticos desde o nascimento, para investigar como fatores genéticos e ambientais moldam as capacidades de aprendizagem. “Gêmeos idênticos são mais semelhantes do que gêmeos não idênticos em todas as características psicológicas que estudamos. Portanto, eles são mais parecidos em habilidade matemática, e isso sugere que os ambientes domésticos não explicam toda a variabilidade. Parece que os genes, sim, contribuem”, explica.


Segundo a professora Kovas, no Ensino Médio e na vida adulta, o componente genético da aprendizagem e da habilidade matemática parece ficar em torno de 50% a 60%. “Isso reforça a ideia de que genes e ambientes são ambos importantes”, afirma. O ambiente a que somos expostos também é um fator importante a ser considerado. E isso não se limita apenas à qualidade da escola ou à quantidade de ajuda que recebemos com a lição de casa. Pode ser algo “aleatório”, como algo ouvido no rádio que mudou o rumo dos nossos interesses, sugere a professora Kovas. Mas ela observa que predisposições genéticas podem levar uma pessoa a se expor mais a determinados estímulos.


Embora nem todos se tornem matemáticos especialistas, a boa notícia é que todos podem melhorar sua capacidade, segundo a doutora Iro Xenidou-Dervou, que pesquisa cognição matemática na Universidade de Loughborough, no Reino Unido. Há evidências de que, para desenvolver nossa numeracia e nossas habilidades matemáticas, nossos pensamentos, crenças, atitudes e emoções desempenham um papel importante, explica ela. A doutora Xenidou-Dervou afirma que a “ansiedade em relação à matemática” pode influenciar o desempenho, e que é importante que as pessoas que querem melhorar acreditem que são capazes.


'Ansiedade matemática'


Experiências negativas, como ouvir que você é ruim em matemática ou tirar uma nota mais baixa em uma prova em comparação com os colegas, podem levar a um “ciclo vicioso” de pensamentos ansiosos, afirma ela. “A ansiedade em relação à matemática leva à evitação da matemática, o que por sua vez leva a um desempenho ruim, o que então aumenta ainda mais a ansiedade matemática.” E isso sobrecarrega a nossa memória de trabalho, onde o pensamento acontece. “O que ocorre com a ansiedade é que esses pensamentos negativos e ansiosos ocupam muito desse espaço precioso na nossa memória de trabalho, e sobra muito pouco para que você realmente use para resolver o problema em questão”, explica Xenidou-Dervou.


Ela cita um estudo da Universidade de Loughborough com crianças de nove e dez anos que investigou a relação entre memória de trabalho e ansiedade em matemática. As crianças receberam uma tarefa de cálculo mental com números de dois dígitos, mas também passaram por uma condição em que ouviam palavras antes da tarefa, que precisavam reter e depois recordar verbalmente. O desempenho das crianças que apresentavam “alta ansiedade em matemática” foi particularmente afetado, observa ela.

[...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly0p23d3yvo  

Sobre a acentuação de “genética” e “matemática”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3884167 Português

Amizades enraizadas se tornaram raras


        A fragilidade é uma das características do nosso tempo. Por qualquer coisa desistimos, rompemos vínculos e bloqueamos. A paciência deveria ser a companheira de cada dia, acompanhada da persistência. Acontece que vivemos cercados de conexões rápidas, contatos frequentes e relações que se dissolvem com a mesma velocidade com que surgem. A facilidade de se aproximar não garantiu profundidade. Por isso, amizades enraizadas se tornaram raras. Elas não nascem do acaso nem se sustentam apenas de afinidades momentâneas.


      Criam raízes porque atravessam fases, suportam silêncios, respeitam distâncias e permanecem mesmo quando não há troca imediata. Uma amizade com raízes conhece nossas estações. Esteve presente quando florescemos e quando perdemos folhas. Não exige performance nem presença constante para existir. Ela se reconhece no essencial. Essas amizades não competem, não disputam espaço, não pedem explicações excessivas. Elas confiam. A raiz cresce no subterrâneo, longe dos olhares, mas é ela que sustenta a árvore diante dos ventos. Assim também são os vínculos profundos. Eles se fortalecem na lealdade, na escuta, no cuidado silencioso.


        Não dependem de exposição, mas de verdade. Em tempos de fragilidade relacional, valorizar quem permanece é um gesto de sabedoria. Nem toda ausência é abandono, mas toda permanência verdadeira é escolha. Amizades com raízes não se ofendem com o tempo, não se perdem com a rotina, não se desfazem com mudanças. Elas entendem que a vida exige presença possível, não ideal. Essas relações oferecem abrigo emocional. São lugares onde podemos pousar sem defesas, falar sem medo, calar sem culpa.


     O valor delas não está na quantidade de encontros, mas na qualidade do vínculo. Reconhecer essas amizades é honrar a própria história. É compreender que profundidade exige tempo, cuidado e compromisso afetivo. Em um mundo de vínculos frágeis, cultivar relações enraizadas é escolher qualidade em vez de volume. Essas amizades não fazem barulho, mas sustentam. Não aparecem o tempo todo, mas estão quando importa. E quando o mundo oscila, são elas que mantêm o coração firme, lembrando quem somos e onde pertencemos.


Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra do texto acentuada por ser proparoxítona. 
Alternativas
Q3883172 Português
Assinale a opção em que todas as palavras devem receber acento gráfico.
Alternativas
Q3883158 Português
Assinale a frase em que houve erro na grafia da palavra sublinhada.
Alternativas
Q3883157 Português
Assinale a frase em que houve troca indevida entre acento/assento.
Alternativas
Q3883150 Português
A frase abaixo em que houve troca indevida entre parônimos ou homônimos, com relação às palavras sublinhadas, é:
Alternativas
Q3882943 Português
A grafia correta das palavras é um requisito essencial para a produção de documentos oficiais no ambiente escolar. Assinale a alternativa em que TODAS as palavras estão escritas corretamente, segundo a normapadrão da Língua Portuguesa:
Alternativas
Q3882940 Português
Considerando as regras de acentuação impostas pelo Acordo Ortográfico vigente, analise o grupo de palavras abaixo:

I. SAÚDE e EGOÍSTA são acentuadas devido à regra do hiato tônico (I e U).
II. As palavras VÔO, CRÊEM e ENJÔO mantêm o acento circunflexo para marcar o hiato de vogais dobradas.
III. O acento diferencial permanece obrigatório em PÔDE (pretérito perfeito) para distinguir de PODE (presente).

Assinale a alternativa que apresenta apenas a(s) assertiva(s) CORRETA(S)
Alternativas
Respostas
1181: A
1182: A
1183: D
1184: D
1185: E
1186: E
1187: E
1188: C
1189: B
1190: C
1191: D
1192: A
1193: D
1194: A
1195: A
1196: A
1197: D
1198: D
1199: A
1200: C