Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q3831660 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A casa denuncia o morador


    Vamos começar pela cozinha. Nada define melhor uma pessoa do que a pia da cozinha. Principalmente aquele paninho usado para secar a própria pia. Quer saber se uma pessoa é caprichosa veja se esse paninho está limpo, cheiroso e guardado de uma maneira que possa secar.


    Aliás, nem pretendo entrar no mérito sobre deixar ou não louça suja de um dia pro outro. Quem dorme com pia suja normalmente tem mais tempo pra fofocar do que pra cuidar da própria vida — é um caso perdido.


    O fogão também não revela apenas se a pessoa gosta ou não de cozinhar. Quanto mais usado o fogão, mais probabilidade do morador ser alguém que gosta de receber visita e de estar entre amigos.


    A sala dá muitas pistas de personalidade. Fotos evidenciam o que é importante para aquela pessoa. Artigos de decoração simples como algo artesanal, uma flor, um mimo recebido de alguém que foi viajar demonstram pessoas afetuosas. Mas, cuidado: se livros estiverem intactos, com cara de que nunca foram folhados, já queimam o filme de qualquer um. Aqueles livros falsos criados apenas para decoração destroem qualquer construção de intelectualidade e bom gosto.


    Crochê pode até entrar e sair de moda. Aliás essa técnica que mistura costura e artesanato é muito mais uma lembrança nostálgica boa do que um item bonito ou feio. Eu quando vejo algo de crochê penso logo: “essa pessoa gostava e amava muito a avó dela”. Isso, pra mim, é bom.


    O brilho das folhagens também revela se o dono da casa é alguém que sabe cumprir as suas responsabilidades. Planta não pede água e nem sabe latir ou miar. Se o morador não for atento ao que acontece ao seu redor, a folhagem seca e morre. Quem não é bom para ser pai/mãe de planta deve repensar se, por acaso, não está deixando algo escapar do controle em outras situações da vida.


    Sobre quarto e banheiro (o que usado pelo morador tomar banho, não lavabo) não vou estabelecer parâmetros para avaliação, já que entrar nesses cômodos pressupõe que você já conheça bem a pessoa que mora ali.


    Já a pintura e o embelezamento externo até podem trazer pistas, mas o que é visto de fora nem sempre é o mesmo que a gente encontra quando entra na casa ou na vida de alguém.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado). 

Considerando sua acentuação, pode-se afirmar que, quanto à sílaba tônica, a palavra mérito é classificada como: 
Alternativas
Q3831659 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A casa denuncia o morador


    Vamos começar pela cozinha. Nada define melhor uma pessoa do que a pia da cozinha. Principalmente aquele paninho usado para secar a própria pia. Quer saber se uma pessoa é caprichosa veja se esse paninho está limpo, cheiroso e guardado de uma maneira que possa secar.


    Aliás, nem pretendo entrar no mérito sobre deixar ou não louça suja de um dia pro outro. Quem dorme com pia suja normalmente tem mais tempo pra fofocar do que pra cuidar da própria vida — é um caso perdido.


    O fogão também não revela apenas se a pessoa gosta ou não de cozinhar. Quanto mais usado o fogão, mais probabilidade do morador ser alguém que gosta de receber visita e de estar entre amigos.


    A sala dá muitas pistas de personalidade. Fotos evidenciam o que é importante para aquela pessoa. Artigos de decoração simples como algo artesanal, uma flor, um mimo recebido de alguém que foi viajar demonstram pessoas afetuosas. Mas, cuidado: se livros estiverem intactos, com cara de que nunca foram folhados, já queimam o filme de qualquer um. Aqueles livros falsos criados apenas para decoração destroem qualquer construção de intelectualidade e bom gosto.


    Crochê pode até entrar e sair de moda. Aliás essa técnica que mistura costura e artesanato é muito mais uma lembrança nostálgica boa do que um item bonito ou feio. Eu quando vejo algo de crochê penso logo: “essa pessoa gostava e amava muito a avó dela”. Isso, pra mim, é bom.


    O brilho das folhagens também revela se o dono da casa é alguém que sabe cumprir as suas responsabilidades. Planta não pede água e nem sabe latir ou miar. Se o morador não for atento ao que acontece ao seu redor, a folhagem seca e morre. Quem não é bom para ser pai/mãe de planta deve repensar se, por acaso, não está deixando algo escapar do controle em outras situações da vida.


    Sobre quarto e banheiro (o que usado pelo morador tomar banho, não lavabo) não vou estabelecer parâmetros para avaliação, já que entrar nesses cômodos pressupõe que você já conheça bem a pessoa que mora ali.


    Já a pintura e o embelezamento externo até podem trazer pistas, mas o que é visto de fora nem sempre é o mesmo que a gente encontra quando entra na casa ou na vida de alguém.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado). 

Na acentuação da palavra crochê, o acento gráfico utilizado denomina-se:  
Alternativas
Q3831272 Português
Comunicar ainda é um ato humano


Vivemos um tempo paradoxal: nunca foi tão fácil produzir conteúdo, mas nunca foi tão difícil produzir sentido. Em meio a textos automatizados e narrativas guiadas por algoritmos, surge uma questão essencial: o que acontece quando delegamos às máquinas não apenas a forma, mas a intenção do que comunicamos? O risco central não é a substituição do humano, mas o esvaziamento do significado.

Sem intenção consciente, a comunicação se transforma em mero estímulo eficiente, porém vazio. Quando sistemas decidem o que deve emocionar ou convencer, perde-se a responsabilidade sobre o porquê da mensagem. Onde não há intenção humana, há o perigo da manipulação disfarçada de inovação.

Nesse cenário, comunicar exige ética. Não basta dominar ferramentas tecnológicas; é preciso usá-las para ampliar a consciência, não para anestesiá-la. A inteligência artificial reflete valores e visões de mundo de quem a cria, mas carece de um elemento insubstituível: a consciência ética humana.

A IA pode ampliar e organizar vozes, mas não cria intenção. A intenção é o núcleo da comunicação. Criar e comunicar continuam sendo atos humanos profundos, encontros entre consciência e linguagem. A tecnologia pode amplificar, mas apenas o humano decide o que merece ser dito.

Texto Adaptado


MCSILL, James. Comunicar ainda é um ato humano. Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/comunicar-ainda-e-um-at o-humano-1.1097630 . Acesso em: 16 dez. 2025.
A palavra "conteúdo", presente no trecho "nunca foi tão fácil produzir conteúdo", está acentuada segundo as regras de acentuação gráfica da norma-padrão. Sobre esse caso específico, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3830844 Português

Leia com atenção o texto abaixo:


Comissão aprova projeto que transforma guardas municipais em polícia municipal


Proposta segue em análise na Câmara


A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que transforma as guardas municipais em polícias municipais. Pelo texto, a nova polícia terá autonomia e competência para atuar na segurança pública local, cooperando com órgãos de segurança estaduais e federais.


Segundo a proposta, entre as competências estão:


- proteger a população e o patrimônio municipal (escolas, praças, prédios);


- fiscalizar e oferecer apoio em ocorrências de perturbação da ordem pública;


- realizar policiamento preventivo e comunitário em bairros e locais de circulação;


- atuar contra a criminalidade de baixa e média complexidade, cooperando com as polícias militar e civil;


- apoiar operações conjuntas com forças estaduais e federais;


- atender ocorrências de violência doméstica, tráfico e depredação; e


- utilizar tecnologia de vigilância e monitoramento na prevenção e repressão de delitos.


Os servidores das guardas municipais atuais passarão automaticamente para as polícias municipais e receberão treinamento para suas novas funções.


Arma de fogo


A proposta estabelece ainda que as polícias municipais poderão usar armas de fogo, conforme regras específicas, e que seus membros devem fazer cursos de formação e atualização seguindo as normas de segurança pública.


Por fim, municípios com polícia municipal poderão firmar acordos com os governos estadual e federal para obter recursos, armas, veículos e treinamento especializado.


Foi aprovado o texto do relator, Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP). O substitutivo engloba os projetos de lei 667/25, do deputado Capitão Alden (PL-BA), e 1102/25, do deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA), que tramita apensado.


“Ao contrário do PL 667/25, que condiciona a adoção da nomenclatura ao cumprimento de determinados requisitos, o apensado oferece solução mais uniforme e abrangente, garantindo segurança jurídica à atuação das corporações em todo o território nacional”, observou o relator.


“Além disso, o apensado também define expressamente as atribuições das polícias municipais, reforça a sua integração com as demais forças de segurança e assegura instrumentos necessários à sua efetividade, como porte de armas, treinamento e cooperação federativa”, acrescentou.


Próximas etapas


A proposta será agora analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.


Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei.


Reportagem – Murilo Souza


Edição – Ana Chalub


Fonte: https://www.camara.leg.br/noticias/1213706-comissaoaprova-projeto-que-transforma-guardas-municipais-em-policiamunicipal

A palavra polícia é acentuada graficamente por ser uma paroxítona terminada em ditongo crescente.


Assinale a alternativa em que todas as palavras seguem estritamente essa mesma regra de acentuação:

Alternativas
Q3830515 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que segue a mesma regra de acentuação de pólen.
Alternativas
Q3830513 Português

Relacione as palavras da Coluna 1 com seus respectivos significados na Coluna 2.



Coluna 1 Palavras


1. conserto


2. concerto


3. sessão


4. seção



Coluna 2 Significado


( ) apresentação musical


( ) reparo


( ) parte de um jornal ou revista


( ) período de uma reunião ou evento



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q3829607 Português
O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros.


Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente.

"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."

As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões.

Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças.

As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise.

Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda.

"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie

A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.

Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor.

"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor."

Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.

Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.

Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos.

Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022.

Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos.

Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro?


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia."
O vocábulo 'hipertermia' está grafado corretamente sem hífen. Analise as palavras compostas, com ou sem hífen, nos enunciados a seguir, e identifique aquela cuja grafia está INCORRETA.
Alternativas
Q3829450 Português
"Valorizar o magistério é investir no futuro do país. Esta emenda amplia direitos, corrige uma distorção jurídica e fortalece a educação brasileira ."
(Fonte: Agência Senado)
Considerando as regras de acentuação referentes aos vocábulos presentes no trecho, bem como a outros vocábulos fora desse contexto, analise as proposições a seguir.

I.O vocábulo 'país' recebe acento gráfico pela regra que determina a acentuação das vogais 'i' e 'u' quando são tônicas em hiato, desde que não formem sílaba com 'r', 'l', 'm', 'n' ou 'z' nem estejam seguidas de 'nh', como ocorre também nos vocábulos 'raízes' e 'feiíssimo'.
II.O vocábulo 'magistério' é uma palavra proparoxítona, acentuada corretamente.
III.O vocábulo 'jurídica' recebe acento por ser uma palavra proparoxítona. Pela mesma razão, os vocábulos 'cátedra' e 'tépido', também recebem acento, estando, corretamente acentuados .
IV.Não levam acento gráfico as palavras paroxítonas que, tendo respectivamente vogal tônica aberta ou fechada, são homógrafas de artigos, contrações, preposições e conjunções átonas. Assim, não se acentuam 'pelo' (é) flexão de 'pelar' e 'pelo'(ê) substantivo.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3829446 Português
Consciência Negra: entenda o papel da escola na luta antirracista e como trabalhar o tema em sala de aula.


Professores apresentam ideias para uma educação antirracista e 5 livros que podem ser utilizados para introduzir o debate acerca do tema.

O Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, foi instituído em 2011, mas somente se tornou feriado nacional em 2023. A data surgiu ainda na década de 1970, como homenagem ao líder quilombola, Zumbi dos Palmares, e busca celebrar e relembrar a luta contra opressão racial no Brasil.

O povo negro faz parte da história do Brasil e da identidade brasileira, uma vez que 55,65% da população se declara parda ou preta, de acordo com o Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Diante dessa realidade, Thalita Matos Lins, pedagoga e orientadora pedagógica do Ensino Médio do Colégio Oficina do Estudante, acredita que resgatar a trajetória de povos africanos, sem reduzi-los, é a melhor forma de desenvolver uma educação antirracista.

Buscar apresentar a história para além da violência, opressão e escravidão traz ao holofote vozes que foram silenciadas durantes longos séculos, especialmente de mulheres negras. "Uma das estratégias para isso é justamente trabalhar com arte e também literatura com os estudantes" diz Thalita.

Educação antirracista em sala de aula

Falar sobre o Dia da Consciência Negra é uma forma de reconhecimento do racismo estrutural que ainda acomete a sociedade brasileira. A escola tem o dever legal, garantido pela Lei 10.639/03, de assegurar que os estudantes estudem a história e cultura afro-brasileira.

Para a autora de História, Filosofia e Sociologia do Sistema de Ensino pH, Ana Paula Aguiar, através de ações afirmativas aplicadas pelas escolas são formas silenciosas de romper com o racismo estrutural e combater estereótipos. "Trabalhar o tema é promover cidadania, respeito e consciência crítica sobre a desigualdade racial no Brasil", conta Ana Paula.

Thalita acredita na importância de trabalhar a conscientização de forma interdisciplinar, uma vez que é um assunto que pode aparecer em diferentes ambientes e ser abordado em várias matérias.


https://educador.brasilescola.uol.com.br/noticias/consciencia-negra-ent enda-papel-escola-luta-antirracista/33431.html
"A escola tem o dever legal, garantido pela Lei 10.639/03, de assegurar que os estudantes estudem a história e cultura afro-brasileira."

O hífen em palavras compostas, como no vocábulo "afro-brasileira", corresponde a uma das mudanças promovidas pelo Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Considerando as alterações ortográficas, assinale a alternativa FALSA:
Alternativas
Q3829104 Português
Fábula do professor Gato e a Onça

Em “a senhora concluiu o curso com nota máxima” (l. 10), a palavra sublinhada recebe o acento gráfico, em razão de ela ser proparoxítona real, conforme o AOLP 1990. Qual alternativa traz uma palavra cuja acentuação gráfica se baseia na mesma regra da palavra sublinhada?
Alternativas
Q3829103 Português
Fábula do professor Gato e a Onça

Tomando-se como exemplo a prefixação do adjetivo “hiperambiciosa” (l. 1), em qual opção se observa a INCORREÇÃO no emprego desse prefixo?
Alternativas
Q3828935 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente acentuadas, de acordo com as regras da acentuação gráfica da Língua Portuguesa:
Alternativas
Q3828640 Português

Instituto Butantan 
Por Vanessa Sardinha dos Santos

 (Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/instituto-butantan.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).

 Sobre tonicidade de sílabas e regras de acentuação, analise as assertivas abaixo:


I. A palavra “responsável” é acentuada por ser uma proparoxítona.

II. A palavra “além” é acentuada por ser oxítona terminada em “em”.

III. A palavra “instituto” é paroxítona.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q3828639 Português

Instituto Butantan 
Por Vanessa Sardinha dos Santos

 (Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/instituto-butantan.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
Todas as alternativas abaixo contêm palavras com dígrafo vocálico ou consonantal, EXCETO: 
Alternativas
Q3828635 Português

Instituto Butantan 
Por Vanessa Sardinha dos Santos

 (Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/instituto-butantan.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
 De acordo com a norma ortográfica vigente, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas nas linhas 01, 02 e 05.
Alternativas
Q3828488 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026


A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo.

No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025.

O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.

Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal.

Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença.

Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde.

O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo.

Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.

A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo.

No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno.

A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis.

Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões.

Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go
"Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal."

O vocábulo 'subclado' não possui hífen. Identifique a alternativa que apresenta um vocábulo grafado sem hífen de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3828484 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026


A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo.

No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025.

O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.

Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal.

Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença.

Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde.

O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo.

Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.

A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo.

No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno.

A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis.

Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões.

Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go
"A Organização Mundial da Saúde emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo." Analise as afirmativas considerando as regras de acentuação e marque com V, as afirmativas verdadeiras, ou com F, as falsas.

(__) A palavra 'saúde' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'e', podendo ser seguida ou não de 's'.
(__) A palavra 'próxima' obedece a uma regra de acentuação distinta da palavra 'período', que segue outra regra específica.
(__) No trecho, há uma palavra que embora seja paroxítona, recebe acento conforme uma regra que não se aplica exclusivamente a palavras dessa classificação.
(__) A palavra 'vírus' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'us'.

A sequência que preenche CORRETAMENTE os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3828143 Português
Por que estudo citado por 25 anos para defender agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado


Um estudo publicado há 25 anos que concluía que o agrotóxico glifosato não apresentava risco à saúde humana ou causava câncer foi excluído em dezembro da revista científica que o publicou, a Regulatory Toxicology and Pharmacology.

O glifosato é um agrotóxico popular em todo o mundo, incluindo Brasil e Estados Unidos. Associado especialmente à produção de soja transgênica, o herbicida contribuiu para que o Brasil se tornasse o maior produtor do grão no mundo, superando os Estados Unidos.

Em um comunicado, o atual editor-chefe da publicação, Martin van den Berg, explicou que a exclusão "baseia-se em vários problemas críticos considerados suficientes para comprometer a integridade acadêmica deste artigo e de suas conclusões".

Entre os problemas encontrados, está a participação de funcionários da empresa Monsanto, hoje comprada pela Bayer, na elaboração do artigo, além de se basear em único estudo da empresa. A Monsanto foi a principal produtora histórica do glifosato, comercializado sob a marca Roundup.

O artigo excluído, feito em 1999 e publicado em 2000, teve impacto significativo nas decisões regulatórias relacionadas ao glifosato e ao Roundup por décadas, segundo a própria revista científica.

" As preocupações tornam necessária esta retratação para preservar a integridade científica da revista", escreveu o editor van den Berg.

"A falta de clareza sobre quais partes do artigo foram redigidas por funcionários da Monsanto gera incerteza quanto à integridade das conclusões. Especificamente, o artigo afirma a ausência de carcinogenicidade associada ao glifosato ou à sua formulação técnica, o Roundup", continua.

O comunicado afirma ainda que processos na Justiça mostraram que os autores podem ter recebido compensação financeira da Monsanto pelo trabalho no artigo, o que não foi declarado.

O editor disse que entrou em contato com o único autor do artigo vivo, Gary M. Williams, para questioná-lo sobre as acusações, mas não obteve resposta.

Ao jornal New York Times, um porta-voz da Bayer afirmou que o envolvimento da Monsanto no artigo de 2000 "não chegou ao nível de autoria e foi devidamente divulgado na seção de agradecimentos".

No Brasil, em 2019, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou resultado da sua reavaliação toxicológica do glifosato. O parecer da área técnica foi de que ele podia continuar sendo permitido no país, já que não havia evidências científicas de que ele cause câncer, mutações ou má formação em fetos.

Nos EUA, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) ainda considera o herbicida seguro. Haverá uma reavaliação em 2026, após uma ação judicial movida por organizações ambientalistas, de segurança alimentar e de defesa de trabalhadores rurais.

A União Europeia renovou a aprovação do glifosato por mais 10 anos em novembro de 2023.

As renovações contrastam com o que concluiu a Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (Iarc), parte da Organização Mundial de Saúde, em 2015. Com base em centenas de pesquisas, a agência apontou que o glifosato era "provavelmente cancerígeno" para humanos.

Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça americana a pagar US$ 289 milhões ao jardineiro Dewayne Johnson, que afirma que o câncer que teve em 2014 foi causado pelo uso de um dos agrotóxicos que contêm glifosato da empresa.

O processo foi o primeiro alegando que agrotóxicos com glifosato causam câncer a ir a julgamento.

Segundo o New York Times, desde então, a Bayer pagou mais de US$ 10 bilhões (R$ 54 bilhões) para encerrar cerca de 100 mil processos relacionados ao Roundup e enfrenta a possibilidade de novos processos.

Os acordos não incluíram admissão de responsabilidade ou irregularidade, e a Bayer continuou a vender o produto.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko
"A União Europeia renovou a aprovação do glifosato por mais 10 anos em novembro de 2023."
O vocábulo 'Europeia', de acordo com o Novo Acordo Ortográfico, não recebe acento. Analise os vocábulos presentes nas alternativas a seguir e identifique aquela cujo acento está INCORRETO, seja por ausência ou presença indevida.
Alternativas
Q3827464 Português
O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros.


Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente.

"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."

As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões.

Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças.

As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise.

Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda.

"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie

A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.

Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor.

"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor."

Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.

Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.

Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos.

Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022.

Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos.

Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro?


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
"Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis."
Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto, analise as afirmativas:
I. O vocábulo 'também' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'em'.
II. O vocábulo 'climáticas e 'cérebro' recebem acento de acordo com a mesma regra.
III. O vocábulo 'visível' recebe acento por ser uma palavra proparoxítona.
IV. O vocábulo 'após' não sofreu alteração. Já o 'por', quando usado como preposição, e o 'por', quando usado como forma verbal, não recebem acento, pois palavras homógrafas deixaram de usar o acento diferencial com o novo acordo ortográfico.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3827081 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que primeiro registro de sauá albino na Mata Atlântica representa para o meio ambiente

Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram pela primeira vez um sauá albino no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais, a maior área contínua de Mata Atlântica do estado. O achado, feito com drones equipados com câmeras termal e colorida durante um levantamento populacional, surpreendeu a equipe ao revelar um indivíduo completamente branco, algo tão improvável quanto encontrar uma agulha no palheiro. Casos de albinismo em primatas neotropicais são extremamente raros, e não havia registros anteriores para a família do sauá.

O registro ocorreu em área de floresta densa do parque, criado em 1944, que protege cerca de trinta e seis mil hectares e abriga centenas de espécies, entre elas cinco primatas, três ameaçados de extinção. O projeto Primatas Perdidos monitora essas populações. A tecnologia dos drones possibilita alcançar áreas inacessíveis a pé e reduzir o impacto sobre a fauna. O sauá albino foi visto integrado a dois indivíduos de coloração normal, algo incomum, já que animais albinos muitas vezes sofrem rejeição.

O aparecimento do animal é simbólico e preocupante. Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento populacional e da degradação ambiental no entorno do parque, uma ilha verde cercada por áreas deterioradas por expansão urbana, monocultura e atividades agroindustriais. Essas pressões reduzem o fluxo genético e ampliam a endogamia, favorecendo mutações como o albinismo. Fatores externos, como poluição atmosférica e uso intensivo de agrotóxicos, também afetam a expressão genética. Estudos mostram que gases como dióxido de nitrogênio e de enxofre alteram a pigmentação.

O sauá é um primata endêmico da Mata Atlântica, encontrado em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Monogâmico e de hábitos diurnos, vive em pequenos grupos familiares e é reconhecido pela cauda avermelhada contrastando com o corpo acinzentado. Suas vocalizações em dueto são marcantes. Como frugívoros, contribuem para a dispersão de sementes e regeneração da floresta. A espécie está classificada como quase ameaçada de extinção, devido à perda e fragmentação do habitat, que reduzem populações, isolam grupos e ampliam riscos genéticos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c205dg7v4yeo.adaptado.
Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram pela primeira vez um "sauá" albino no Parque Estadual do Rio Doce.
O vocábulo destacado é acentuado por ser: 
Alternativas
Respostas
1221: A
1222: A
1223: C
1224: B
1225: A
1226: B
1227: B
1228: E
1229: C
1230: C
1231: D
1232: A
1233: D
1234: A
1235: E
1236: B
1237: C
1238: D
1239: B
1240: D