Questões de Concurso
Sobre ortografia em português
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É facultativo o acento diferencial da palavra “fôrma” (substantivo), distinta de “forma” (conjugação do verbo formar), sendo indicado principalmente quando houver possibilidade de ambiguidade.
O substantivo próprio “Luís” deve ser acentuado, enquanto “Luiz” não pode receber acento gráfico, pois o “i” hiato tônico só se acentua quando estiver só na sílaba ou seguido de “s”.
Na sentença “Se se fizer uma análise do problema, ver-se-ão causas diversas e interconectadas”, foram respeitadas todas as normas gramaticais de concordância, colocação pronominal e ortografia.
Os termos “previlégio”, “duqueza", “fraqueza” e “exceção” estão grafados adequadamente segundo as normas ortográficas da Língua Portuguesa.
Os termos “míope”, “míngua” e “supérfluo” são acentuados pelo mesmo motivo gramatical de “nódoa”.
O vocábulo “chapéu” é acentuado por ser uma oxítona terminada no ditongo aberto “-éu”.
Com o Novo Acordo Ortográfico, deixou-se de usar o acento diferencial na forma pode (com a pronúncia pôde), conjugação no pretérito perfeito do indicativo, ficando a cargo do contexto a diferenciação da forma no presente pode (com pronúncia aberta).
Leia a tirinha abaixo, de Calvin e Haroldo, para responder à questão.

A palavra “ar-condicionado” está hifenizada corretamente, o que NÃO se verifica na escrita da palavra:
As palavras ‘lá’ e ‘também’, empregadas no último parágrafo, são acentuadas graficamente em razão de regras de acentuação distintas.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
O alerta da OMS sobre riscos de adoçante artificial à saúde
A diretriz publicada pela Organização Mundial da Saúde, divulgada na terça-feira, afirma que o consumo destes produtos não oferece benefícios significativos a longo prazo para reduzir a gordura corporal em adultos ou crianças.
Os adoçantes que substituem o açúcar tampouco ajudariam a reduzir o risco de doenças não transmissíveis (DNTs), como câncer ou diabetes, segundo o relatório.
A OMS alerta que, na verdade, o uso prolongado de adoçantes aumenta o risco de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e morte prematura em adultos.
Isso se aplica a todos os adoçantes sem açúcar, da sacarina e sucralose à stevia, incluindo aqueles usados em alimentos e bebidas, como os refrigerantes light ou zero.
Os adoçantes sem açúcar não são fatores dietéticos essenciais e carecem de valor nutricional, disse Francesco Branca, diretor de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, em comunicado.
A organização recomenda, em vez de substituir o açúcar por outros produtos, eliminar totalmente e desde cedo o consumo de bebidas e alimentos com sabores doces, com exceção de frutas. Essas recomendações são dirigidas a todas as pessoas, exceto aquelas com diabetes pré-existente, segundo a OMS.
Não se aplicam, no entanto, aos adoçantes contidos em alguns medicamentos e produtos de cuidado e higiene pessoal, como pastas de dente e cremes para a pele, nem aos açúcares de baixo teor calórico e aos álcoois de açúcar, conhecidos como polióis.
A OMS incluiu essa recomendação em um conjunto de diretrizes para estabelecer hábitos alimentares saudáveis ao longo da vida, melhorar a qualidade da dieta e diminuir o risco de doenças não transmissíveis em todo o mundo, afirma o comunicado.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd1g55ppng9o. Adaptado.





