Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q3100220 Português
Dentre as alternativas abaixo, assinale a única que demonstra uma violação das normas ortográficas vigentes.
Alternativas
Q3100143 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Com que frequência você deve lavar seus lençóis e travesseiros


Depois de um longo dia, nada como a sensação de afundar em uma cama quente, apoiar a cabeça sobre um travesseiro macio e se aninhar em um edredom aconchegante.

Mas não somos apenas nós, seres humanos, que nos deitamos felizes na nossa cama. Basta olhar um pouco mais a fundo e você irá se horrorizar ao saber que suas roupas de cama são o lar de milhões de bactérias, fungos, ácaros e vírus.

Eles também acham que a sua cama é um paraíso − um lugar quente para o seu desenvolvimento, coberto de suor, saliva, células mortas da pele e partículas de alimentos que servem de banquete.

Vejamos os ácaros, por exemplo. Nós liberamos 500 milhões de células da pele por dia. Para os minúsculos ácaros do pó, este é um bufê livre.

Em 2013, pesquisadores do Instituto Pasteur de Lille, na França, analisaram os lençóis de pacientes nos hospitais. Eles descobriram que os lençóis sujos estavam repletos de bactérias Staphylococcus, comumente encontradas na pele humana.

A maior parte das espécies de Staphylococcus é benigna, mas algumas, como S. aureus, podem causar infecções da pele, acne e até pneumonia em pacientes com sistemas imunológicos mais fracos.

"As pessoas carregam bactérias como parte do seu microbioma da pele e podem eliminá-las em grandes quantidades", explica a microbióloga Manal Mohammed, da Universidade de Westminster, no Reino Unido. Ela não participou do estudo feito na França.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/czrm10lkpveo trecho
"As pessoas carregam bactérias como parte do seu microbioma da pele."
A palavra 'microbioma' não tem hífen. De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, a palavra que está grafada corretamente sem hífen é:
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Q3099670 Português
Primeira impressão

Emoção e memória coordenadas influenciam encontro social.

        A primeira impressão é a que fica, já diz o jargão popular sobre o primeiro encontro entre duas pessoas desconhecidas. Buscar as razões pelas quais isso acontece foi o objetivo de cientistas da Universidade de Haifa, em Israel, a partir de um experimento com ratos de laboratório. Entre os achados, verificou-se que emoção social e memória social estão intimamente ligadas nesse processo, e trabalham de forma coordenada.
        Testando os ratos, os pesquisadores verificaram que a emoção do encontro social com um rato estranho criou um alto nível de atividade rítmica sincronizada no cérebro, fator que parece facilitar a formação de memória social. Uma vez que os ratos estavam familiarizados uns com os outros, a excitação diminuía, e as áreas distintas do cérebro passavam a trabalhar de forma menos coordenada.
        Os cientistas também procuraram investigar se outras emoções em particular geravam essa sincronização de atividades cerebrais, mas isso não aconteceu. Emoções negativas como medo e mesmo emoções positivas, mas relacionadas a um ser inanimado, não provocam as mesmas reações. Os especialistas sugerem que o experimento seja repetido em humanos para que se confirme ser essa atividade sincronizada no cérebro o fator que nos faz lembrar mais fortemente dos primeiros momentos que tivemos com alguém.
(Psique, Ciência e Vida. Número 117-Ano IX. Em: 2020.)
Há ERRO de grafia em:
Alternativas
Q3099668 Português
Primeira impressão

Emoção e memória coordenadas influenciam encontro social.

        A primeira impressão é a que fica, já diz o jargão popular sobre o primeiro encontro entre duas pessoas desconhecidas. Buscar as razões pelas quais isso acontece foi o objetivo de cientistas da Universidade de Haifa, em Israel, a partir de um experimento com ratos de laboratório. Entre os achados, verificou-se que emoção social e memória social estão intimamente ligadas nesse processo, e trabalham de forma coordenada.
        Testando os ratos, os pesquisadores verificaram que a emoção do encontro social com um rato estranho criou um alto nível de atividade rítmica sincronizada no cérebro, fator que parece facilitar a formação de memória social. Uma vez que os ratos estavam familiarizados uns com os outros, a excitação diminuía, e as áreas distintas do cérebro passavam a trabalhar de forma menos coordenada.
        Os cientistas também procuraram investigar se outras emoções em particular geravam essa sincronização de atividades cerebrais, mas isso não aconteceu. Emoções negativas como medo e mesmo emoções positivas, mas relacionadas a um ser inanimado, não provocam as mesmas reações. Os especialistas sugerem que o experimento seja repetido em humanos para que se confirme ser essa atividade sincronizada no cérebro o fator que nos faz lembrar mais fortemente dos primeiros momentos que tivemos com alguém.
(Psique, Ciência e Vida. Número 117-Ano IX. Em: 2020.)
“[...] e as áreas distintas do cérebro passavam a trabalhar de forma menos coordenada.” (2º§) A palavra “cérebro” transcrita do texto é acentuada pelo mesmo motivo que a seguinte expressão:
Alternativas
Q3099530 Português

(Disponível em: https://app.estuda.com/. Acesso em: novembro de 2024.) 

As palavras a seguir foram acentuadas pelo mesmo motivo que “agrotóxico” (terceiro quadrinho), EXCETO:
Alternativas
Q3099523 Português
Feliz por nada

        Geralmente, quando uma pessoa exclama Estou tão feliz!, é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo. Há sempre um porquê. Eu costumo torcer para que essa felicidade dure um bom tempo, mas sei que as novidades envelhecem e que não é seguro se sentir feliz apenas por atingimento de metas. Muito melhor é ser feliz por nada.
        Digamos: feliz porque maio recém começou e temos longos oito meses para fazer de 2010 um ano memorável. Feliz por estar com as dívidas pagas. Feliz porque alguém o elogiou.
        Feliz porque existe uma perspectiva de viagem daqui a alguns meses. Feliz porque você não magoou ninguém hoje. Feliz porque daqui a pouco será hora de dormir e não há lugar no mundo mais acolhedor do que sua cama.
         Esquece. Mesmo sendo motivos prosaicos, isso ainda é ser feliz por muito.
         Feliz por nada, nada mesmo?
       Talvez passe pela total despreocupação com essa busca. Essa tal de felicidade inferniza.
        “Faça isso, faça aquilo”. A troco? Quem garante que todos chegam lá pelo mesmo caminho?
      Particularmente, gosto de quem tem compromisso com a alegria, que procura relativizar as chatices diárias e se concentrar no que importa pra valer, e assim alivia o seu cotidiano e não atormenta o dos outros. Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. Não estando “realizado”, também. Estando triste, felicíssimo igual. Porque felicidade é calma.
     Consciência. É ter talento para aturar o inevitável, é tirar algum proveito do imprevisto, é ficar debochadamente assombrado consigo próprio: como é que eu me meti nessa, como é que foi acontecer comigo? Pois é, são os efeitos colaterais de se estar vivo.
        Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem.
        Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à sociedade e ao mesmo tempo ser livre.
        Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto?
        A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa.
        Ser feliz por nada talvez seja isso.
(MEDEIROS, Martha. Feliz por nada, 2011. Ediora L&PM., 216 p.)
A palavra “bem-intencionado” (13º§) é grafada com hífen, assim como: 
Alternativas
Q3099440 Português

Uma breve história da expectativa de vida


    No início do século 20, quando a expectativa de vida era de 47 anos nos países industrializados e de 33 no nosso, o que mais matava eram as doenças infecciosas: pneumonia, tuberculose, gastroenterite.
A pandemia, ao tirar 5,5 milhões de vidas nos últimos dois anos, trouxe as infecções de volta aos holofotes. O caminho natural, porém, é a ciência vencer essa luta novamente, como fez antes. O desenvolvimento de vacinas e antibióticos, além de condições mais humanas de saneamento básico, foi diminuindo as doenças infecciosas ao longo do século passado. E em 1960 a expectativa de vida tinha saltado para 52 anos por aqui (e 69 anos nos países ricos).
    Foi aí que as doenças cardiovasculares e os vários tipos de câncer passaram a ser os grandes desafios de longo prazo da medicina. Mas essa é outra guerra que está sendo vencida.
    Nos EUA, que mantêm dados históricos precisos, o número de mortes por doenças cardiovasculares caiu de 800 para cada 100 mil habitantes na década de 1960 para 200 hoje.
    As batalhas contra o câncer são mais complexas, contudo, não faltam vitórias. Uma das principais é o sucesso das imunoterapias no combate ao melanoma (o mais agressivo dos cânceres de pele). Desde o boom na criação de novos medicamentos, a mortalidade por melanoma passou a cair 5% ao ano.
    Tudo isso levou a mais avanços na expectativa de vida. Hoje ela está próxima dos 80 anos, seja no Brasil, seja nos países do topo da pirâmide. Por aqui, sempre vale lembrar, boa parte disso se deve a um fato central: sermos o único país com mais de 200 milhões de habitantes a contar com um sistema universal de assistência médica gratuita, o SUS.
    E hoje há 22 milhões de pessoas com 65 anos ou mais no país. Uma vitória. Mas o aumento na longevidade traz outro desafio para a medicina: as enfermidades mentais que surgem nas fases mais avançadas da vida – principalmente o Alzheimer, que atinge 1,2 milhão de brasileiros.

(Disponível em: uper.abril.com.br/coluna/. Acesso em: 10/07/2024. Adaptado.) 

Assinale a afirmativa INCORRETA sobre o seguinte trecho: “Uma das principais é o sucesso das imunoterapias no combate ao melanoma […]” (5º§) 
Alternativas
Q3099418 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa — e por que o atual é chamado Milton


Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a comunicação entre meteorologistas e o público.

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita a comunicação marítima sobre tempestades.

"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais) começou anos atrás para ajudar na rápida identificação de tempestades em mensagens de alerta porque nomes são muito mais fáceis de lembrar do que números e termos técnicos", afirma a OMM em seu site.

"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o interesse em alertas e aumenta a preparação da comunidade."

Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.

Regiões diferentes adotam padrões diferentes.

Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de pessoas são usadas.

Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano Índico, a maioria dos nomes usados não são de pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou adjetivos.

Para a região do Caribe e da América do Norte, a Organização Meteorológica Mundial possui seis listas diferentes de nomes, que vão de A a Z.

Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que começa com a letra "A". O segundo foi chamado de Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.

Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais perigosos até agora foram o Helene — que provocou 255 mortes há duas semanas — e o Milton.

As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em 2019.

Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde então, há tanto nomes masculinos como femininos.

Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut (Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan (Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA, 2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974). 

Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é quando eles costumam acontecer.

No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de junho a 30 de novembro, período em que os nomes da lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada vai de 15 de maio a 30 de novembro. 

Por que 'Milton'?

Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina? 

Antigamente, as tempestades recebiam nomes arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em 1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje. Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de Antje.

Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.

Eles são selecionados por serem familiares às pessoas em cada região. A principal função do nome é que ele seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se preparar para lidar com as tempestades.

Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby, Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk, Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony, Valerie e William.

Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental este ano nessa mesma ordem cronológica receberam outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
Leia as afirmações abaixo e assinale V (verdadeiro) ou F (falso), conforme as regras de acentuação e a classificação das palavras de acordo com a posição da sílaba tônica.

(__) 'Meteorologistas' e 'ciclones' possuem a mesma classificação quanto à acentuação tônica.
(__) O vocábulo 'história', se tiver o acento suprido, mudará de classe gramatical, passando de substantivo para verbo.
(__) Quanto à posição da sílaba tônica, 'fáceis' é uma paroxítona, assim como 'pegada'.
(__) 'Furacões' é acentuada pela mesma regra de 'órgãos', pois formam ditongos crescentes.
(__) O vocábulo 'têm' possui acento diferencial, ao contrário da forma verbal 'creem', que, após o Novo Acordo Ortográfico, não é mais acentuada.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3099416 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa — e por que o atual é chamado Milton


Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a comunicação entre meteorologistas e o público.

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita a comunicação marítima sobre tempestades.

"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais) começou anos atrás para ajudar na rápida identificação de tempestades em mensagens de alerta porque nomes são muito mais fáceis de lembrar do que números e termos técnicos", afirma a OMM em seu site.

"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o interesse em alertas e aumenta a preparação da comunidade."

Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.

Regiões diferentes adotam padrões diferentes.

Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de pessoas são usadas.

Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano Índico, a maioria dos nomes usados não são de pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou adjetivos.

Para a região do Caribe e da América do Norte, a Organização Meteorológica Mundial possui seis listas diferentes de nomes, que vão de A a Z.

Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que começa com a letra "A". O segundo foi chamado de Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.

Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais perigosos até agora foram o Helene — que provocou 255 mortes há duas semanas — e o Milton.

As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em 2019.

Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde então, há tanto nomes masculinos como femininos.

Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut (Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan (Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA, 2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974). 

Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é quando eles costumam acontecer.

No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de junho a 30 de novembro, período em que os nomes da lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada vai de 15 de maio a 30 de novembro. 

Por que 'Milton'?

Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina? 

Antigamente, as tempestades recebiam nomes arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em 1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje. Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de Antje.

Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.

Eles são selecionados por serem familiares às pessoas em cada região. A principal função do nome é que ele seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se preparar para lidar com as tempestades.

Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby, Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk, Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony, Valerie e William.

Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental este ano nessa mesma ordem cronológica receberam outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
"Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de pessoas são usadas..."
A justificativa para o hífen na palavra destacada é que:
Alternativas
Q3099348 Português


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/tulio-milman/noticia/2024/10/conexaocm2md3q1y008y012dwg0qnzn7.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas nas linhas 01, 09 e 19. 
Alternativas
Q3099217 Português
As camadas

        Quando você nasceu, havia um nome e um sobrenome esperando-o. O que eram? Uma decisão aleatória que fala muito dos desejos e projeções dos pais sobre cada um de nós. Nosso nome nos antecede e não aguardou nenhum traço de personalidade para ser colocado. Por mais fraco que seja, o menino Gabriel recebe o indicativo de que é “o homem forte de Deus” pela raiz hebraica. Por mais limitada que seja no futuro, a menina assinará Sofia, o nome que aponta sua densa sabedoria. Nem toda Letícia é feliz. Conheci um Adamastor que pouca similitude guardava com o gigante de Camões. Eu sou Leandro, homem-leão, como se nota pela juba vistosa. O nome é, como todo signo, arbitrário. Primeira camada sobre nós.
        A segunda camada constará nos documentos: brasileiro nato. O que é ser brasileiro? Fronteiras traçadas ao longo da história com linhas imaginárias, respeitando ou não o terreno que as recebe. Uma entidade nacional que, supostamente, será sua pátria, sua identidade, sua marca quase sempre permanente. “Meu coração é brasileiro” eu já o declarei; todavia, um exame do meu cadáver pouco revelará ao anatomista quaisquer distinções dos meus ventrículos em relação a um vizinho argentino ou a um longínquo japonês. As metáforas são bonitas, poéticas até: meu coração é apátrida, biologicamente. Pátria é uma convenção celebrada diariamente, já foi dito. Sem dúvida, é a segunda camada que nos foi dada, quase sempre, ao ver a luz do mundo.
(Leandro Karnal. O Estado de São Paulo. Em: 2021. Fragmento.)
No trecho “Nem toda Letícia é feliz.” (1º§), a palavra “Letícia” é acentuada pela mesma razão que a expressão:
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Q3099043 Português
Rotas literárias no Rio oferecem viagem pela vida de Machado de Assis
    
    O Rio de Janeiro não tem só uma paisagem exuberante, vários restaurantes excelentes, praias magníficas e uma das sete maravilhas do mundo: o Cristo Redentor. Por lá, o público também pode fazer passeios que misturam turismo, história e muita literatura com as rotas literárias.
    Com audioguias disponíveis on-line, a iniciativa da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), em parceria com as startups Glocal Audio Guide e Que mais tem lá? (QMTL), oferece dois roteiros pela cidade maravilhosa: a rota Rio Literário, com foco na história da literatura fluminense, e a Rota Machado de Assis, sobre os cenários fluminenses que fizeram parte da vida do autor. Esses passeios passam por locais onde autores icônicos para a cultura brasileira, como Lima Barreto, Clarice Lispector, Cartola, Noel Rosa e Rachel De Queiroz, viveram.
    O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, contou à CNN Viagem&Gastronomia que o projeto uniu tecnologia e informação para olhar o Rio de Janeiro de outra maneira. “Com o celular na mão, as pessoas vão poder caminhar nas duas rotas literárias e descobrir o que há de nossa literatura pelas ruas da nossa cidade, entender a riqueza cultural, histórica e literária que está por trás de cada ponto. É um atrativo que, claramente, contribui para a busca por livros e pela história”, afirmou ele.
    Além de aprimorar a experiência de leitores e incentivar o consumo de cultura, a iniciativa impulsiona o desenvolvimento econômico nas regiões turísticas, segundo Freixo. “Com isso, geramos novos produtos, que ajudam a ampliar a permanência do turista no destino e contribuem para impulsionar o desenvolvimento econômico em regiões turísticas. Quanto mais tempo o turista fica na cidade, mais ele consome e movimenta a economia local”, completou.
    Freixo ainda afirmou que criará outras rotas literárias pelo país. “O turismo cultural é muito forte mundo afora e o Brasil tem um potencial enorme nessa área para ser colocado como produto nas prateleiras internacionais. É isso que estamos fazendo nesse projeto, que começa no Rio de Janeiro, mas será replicado em outras cidades do Brasil”, completou.
    A rota Rio Literário se aprofunda nas narrativas dos autores atemporais, poetas e músicos do Rio de Janeiro, que marcaram as profundezas da nossa cultura. O público explora pontos como a biblioteca Real Gabinete Português de Leitura, frequentada por grandes nomes da literatura brasileira, e a Confeitaria Colombo, onde intelectuais cariocas se reuniam.
    Já a Rota Machado de Assis passa por locais que faziam parte do cotidiano do escritor, começando pela Academia Brasileira de Letras, onde há uma estátua do autor. Em seguida, passa por pontos como o Tribunal de Contas do Rio, onde morou Machado de Assis e a sua esposa Carolina, a antiga Rua dos Barbonos, cenário do famoso conto “A Cartomante”, que explora o amor e a tragédia da vida, e finaliza o passeio no Capitu Bar.
    Com o nome da personagem mais famosa de Machado de Assis, a casa é uma homenagem à antiga vida boêmia carioca e um centro cultural no Rio. No site oficial da agência Que Mais Tem Lá? (QMTL), a recomendação é pedir a feijoada ou o arroz de bacalhau e uma caipirinha do estabelecimento.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/rotas-literarias-no-rio-oferecemviagem-pela-vida-de-machado-de-assis/
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO seja proparoxítona: 
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Q3098968 Português
Torre de Belém, em Portugal: um guia prático para a sua visita

    Um dos pontos turísticos mais emblemáticos de Portugal, a Torre de Belém é um dos monumentos que não podem faltar na listinha de quem faz sua primeira visita a Lisboa. Com mais de 500 anos e estrutura imponente com cerca de 30 metros de altura, ela foi construída entre 1514 e 1519 e carrega muitas histórias por trás de tanto tempo.
    Localizada na freguesia de Belém (equivalente a um bairro de Lisboa) e às margens do Rio Tejo, ela recebe milhares de visitantes todos os anos. Segundo a Associação do Turismo de Lisboa, 356.769 pessoas passaram por lá em 2023. Em um tópico da pesquisa chamado “Inquérito de atividades e informações”, 68% dos turistas estrangeiros ouvidos na cidade afirmaram já ter estado na Torre. No caso específico dos brasileiros, esta porcentagem subiu para 86%.
    Em uma área bem turística, rica em história e ligada a descobrimentos portugueses, qualquer visitante consegue ter fácil acesso à região em que ela está localizada a partir do centro da cidade, seja de carro, elétrico (bonde), ônibus ou trem.
    A poucos metros dela, que fica especificamente da Avenida Brasília, estão monumentos tão famosos quanto, como o Mosteiro dos Jerônimos – que foi construído na mesma época -, o Padrão dos Descobrimentos, além da famosa confeitaria “Pastéis de Belém”, onde os mundialmente conhecidos “Pastéis de Belém” são encontrados originalmente e exclusivamente com este nome.
    Incluída na lista de Patrimônio Mundial da Unesco em 1983, o que significa que é reconhecida mundialmente como algo muito valioso e que precisa ser preservado, a Torre é um dos símbolos do país, especialmente por sua ligação com a época dos Descobrimentos, quando os portugueses navegavam para explorar o mundo.
    Ela foi construída originalmente com fins militares e defensivos, com objetivo principal de proteger a entrada do porto de Lisboa. O monumento desempenhou um papel essencial na proteção da cidade. Além disso, funcionava como um posto de controle para as embarcações que entravam por lá.
    A ideia de construir uma fortaleza para proteger a entrada do rio Tejo já existia desde o reinado de D. João II, mas foi no tempo de D. Manuel I que a torre foi finalmente construída, sob a direção do arquiteto Francisco de Arruda. A torre foi dedicada a São Vicente Saragoça, padroeiro de Lisboa, mas logo ficou conhecida como Torre de Belém.
    Durante o século 16, ela era cercada pelo rio, mas o curso dele mudou, tornando-a mais próxima da margem. Ao longo do tempo, a Torre teve diferentes funções, como servir de farol e de centro alfandegário, além de ter sido usada até como prisão política durante o século 19. Sua arquitetura é composta por dois estilos diferentes: uma torre alta, que parece com torres de castelos medievais, e uma base larga, feita para defesa, mais moderna para a época.
    Além da construção em si, a Torre de Belém é famosa pelas suas muitas decorações, que pertencem ao estilo “manuelino”, típico do tempo do rei D. Manuel I. Ela tem muitos detalhes como cordas, nós e figuras de animais, que também mostram influências mouriscas. Na parte sul da torre, há uma varanda especial, chamada de loggia, que era usada para cerimônias importantes, como a chegada e partida de navios.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/torre-de-belem-em-portugal-umguia-pratico-para-a-sua-visita/
Assinale a alternativa cuja palavra seja paroxítona:
Alternativas
Q3098781 Português
Senhor do Tempo


Uma suave noite em que ele sentia sua mente pesada como um paiol repleto de fagulhas e arrependimentos. Teria caminhado além, mas o zumbido lhe impunha passos oblíquos e metas incertas. E incerto, parou, estático diante da visão turva e túrbida.

Neste instante se perguntou: então era só isso? Tarde demais para nobres arrependimentos. Teria sido o primeiro a atirar uma pedra, mas agora usava uma coroa de vergonha sentado em seu trono de mentiras.

Como solução, cobriu-se com o manto de uma falsa autossuficiência. E com uma autoridade cínica que só existia em seu mundo imaginário, autoproclamou-se Senhor do Tempo.

Desde então, nunca mais olhou para o passado, mesmo sabendo que ele estava logo ali, bem atrás, ruidoso e salivante, sempre pronto a lhe dar uma chicotada.

Juliano Martinz

https://corrosiva.com.br/cronicas/senhor-do-tempo/
A palavra "autossuficiência", presente no texto, segue as normas do Novo Acordo Ortográfico. Com base nas regras do uso do hífen, qual alternativa abaixo apresenta a forma correta conforme as novas regras?
Alternativas
Q3098777 Português
Senhor do Tempo


Uma suave noite em que ele sentia sua mente pesada como um paiol repleto de fagulhas e arrependimentos. Teria caminhado além, mas o zumbido lhe impunha passos oblíquos e metas incertas. E incerto, parou, estático diante da visão turva e túrbida.

Neste instante se perguntou: então era só isso? Tarde demais para nobres arrependimentos. Teria sido o primeiro a atirar uma pedra, mas agora usava uma coroa de vergonha sentado em seu trono de mentiras.

Como solução, cobriu-se com o manto de uma falsa autossuficiência. E com uma autoridade cínica que só existia em seu mundo imaginário, autoproclamou-se Senhor do Tempo.

Desde então, nunca mais olhou para o passado, mesmo sabendo que ele estava logo ali, bem atrás, ruidoso e salivante, sempre pronto a lhe dar uma chicotada.

Juliano Martinz

https://corrosiva.com.br/cronicas/senhor-do-tempo/
De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, o uso do acento diferencial foi mantido apenas em algumas palavras para evitar ambiguidades. No excerto "nunca mais olhou para o passado", a palavra "para" é escrita sem acento. Qual alternativa a seguir apresenta uma palavra que, conforme as novas normas, deve manter o acento diferencial?
Alternativas
Q3098725 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma palavra que é grafada com hífen em razão da mesma regra que justifica o seu uso em “custo-benefício” (linha 24).
Alternativas
Q3098718 Português
Considerando a ortografia oficial em vigor, assinale a opção que apresenta o verbo no infinitivo registrado corretamente. 
Alternativas
Q3097731 Português
Senhor do Tempo


Uma suave noite em que ele sentia sua mente pesada como um paiol repleto de fagulhas e arrependimentos. Teria caminhado além, mas o zumbido lhe impunha passos oblíquos e metas incertas. E incerto, parou, estático diante da visão turva e túrbida.

Neste instante se perguntou: então era só isso? Tarde demais para nobres arrependimentos. Teria sido o primeiro a atirar uma pedra, mas agora usava uma coroa de vergonha sentado em seu trono de mentiras.

Como solução, cobriu-se com o manto de uma falsa autossuficiência. E com uma autoridade cínica que só existia em seu mundo imaginário, autoproclamou-se Senhor do Tempo.

Desde então, nunca mais olhou para o passado, mesmo sabendo que ele estava logo ali, bem atrás, ruidoso e salivante, sempre pronto a lhe dar uma chicotada.

Juliano Martinz

https://corrosiva.com.br/cronicas/senhor-do-tempo/
O Novo Acordo Ortográfico padronizou algumas regras de acentuação. No trecho "incerto, parou, estático diante da visão turva e túrbida", a palavra "estático" está correta segundo essas regras. Qual das alternativas abaixo está corretamente acentuada de acordo com as novas normas ortográficas?
Alternativas
Q3097658 Português
Os estagiários

O estagiário é a alma profissional em formação, a adolescência da carreira, caracterizada pela acne no rosto e pela vontade de ser útil e notado.

Ele sequer possui crachá, sequer é visto como um colega. Encontra-se no purgatório entre o presente de estudante e o futuro do mundo adulto das obrigações.

Seu sonho é agradar e ser efetivado. Seu pesadelo é viver com tarefas secundárias e acabar abandonado num canto qualquer do escritório. Isso, quando não é usado indevidamente para mordomias da privacidade, como servir café e água.

Eu passei maus bocados na minha experiência como estagiário de jornalismo da Secretaria de Educação. Ninguém me explicou como mexer nos programas do computador. Acumulei gafes. A mais inesquecível aconteceu logo no segundo dia.

Cheguei ao serviço e percebi uma fila de cumprimentos dos colegas ao diretor, Antonio.

Entrei quietinho na fila, o último do setor a reforçar o cortejo. As pessoas abraçavam o chefe, comovidas. Concluí que ele estava de aniversário. Não conhecia os rituais, mas, preocupado em me enturmar, não desejava permanecer de fora. Ainda me chamariam de "azeite", alegando que fui o único a não o saudar na data festiva.

Quando fiquei frente a frente com Antonio, enchi o pulmão e gritei, com uma alegria um tanto forçada:

— Parabéns! Você merece ser feliz.

Ele me devolveu um olhar estranho, espantado. Achei que apenas não se lembrava de mim e não havia identificado quem eu era no meio da sala.

De modo lacônico, respondeu:

— Obrigado!

Depois descobri que o povo estava dando os pêsames pela morte da sogra.

Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado.

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/5/31/os-estagiarios
Em relação ao termo "frente a frente" em "Quando fiquei frente a frente com Antonio, enchi o pulmão e gritei, com uma alegria um tanto forçada", analise as afirmações que seguem:

I.A expressão frente a frente, que significa "cara a cara", "face a face", "um diante do outro", deve ser escrita sem hífen e sem crase.
II.Passou a ser escrita sem hífen a partir do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 2009.
III.O "a" não tem o acento grave, pois não se usa crase em expressões com palavras repetidas.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3097653 Português
Os estagiários

O estagiário é a alma profissional em formação, a adolescência da carreira, caracterizada pela acne no rosto e pela vontade de ser útil e notado.

Ele sequer possui crachá, sequer é visto como um colega. Encontra-se no purgatório entre o presente de estudante e o futuro do mundo adulto das obrigações.

Seu sonho é agradar e ser efetivado. Seu pesadelo é viver com tarefas secundárias e acabar abandonado num canto qualquer do escritório. Isso, quando não é usado indevidamente para mordomias da privacidade, como servir café e água.

Eu passei maus bocados na minha experiência como estagiário de jornalismo da Secretaria de Educação. Ninguém me explicou como mexer nos programas do computador. Acumulei gafes. A mais inesquecível aconteceu logo no segundo dia.

Cheguei ao serviço e percebi uma fila de cumprimentos dos colegas ao diretor, Antonio.

Entrei quietinho na fila, o último do setor a reforçar o cortejo. As pessoas abraçavam o chefe, comovidas. Concluí que ele estava de aniversário. Não conhecia os rituais, mas, preocupado em me enturmar, não desejava permanecer de fora. Ainda me chamariam de "azeite", alegando que fui o único a não o saudar na data festiva.

Quando fiquei frente a frente com Antonio, enchi o pulmão e gritei, com uma alegria um tanto forçada:

— Parabéns! Você merece ser feliz.

Ele me devolveu um olhar estranho, espantado. Achei que apenas não se lembrava de mim e não havia identificado quem eu era no meio da sala.

De modo lacônico, respondeu:

— Obrigado!

Depois descobri que o povo estava dando os pêsames pela morte da sogra.

Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado.

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/5/31/os-estagiarios
No trecho "A mais inesquecível aconteceu logo no segundo dia", observe a palavra "inesquecível". Considerando as regras de acentuação gráfica, assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o uso do acento em "inesquecível"
Alternativas
Respostas
4161: C
4162: A
4163: C
4164: A
4165: A
4166: B
4167: B
4168: A
4169: D
4170: C
4171: D
4172: E
4173: D
4174: A
4175: B
4176: A
4177: A
4178: B
4179: A
4180: A