Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Leia a letra da música “Sweet Jardim”, da cantora brasileira Tiê, e responda:
Plantei num jardim um sonho bom,
Mostrei meus espinhos pra você.
Faz que desamarra o peso das botas e fica feliz.
Abre o guarda chuva que hoje o sol desistiu de sair.
Esse perfume de alecrim
Trouxe de volta um sonho bom.
Posso até olhar pela janela
E recitar "une petit chanson"
Cantei pra você meus velhos tons,
Perdi seu ouvido pro jornal.
Eu trago a dança que me inspirou o café sem açúcar e tal
Analise o fundo da xícara, a esperança é igual.
Eu confesso só me resta a vida inteira.
Só me resta vida em mi maior e lá
Sobre o trecho da música podemos afirmar que:
I) A figura de linguagem metáfora é usada diversas vezes na música.
II) “O sol desistiu de sair” representa um dia nublado, com possibilidade de chuva.
III) No trecho “perdi seu ouvido pro jornal”, o eu-lírico reclama da falta de atenção de alguém.
IV) “Mostrar os espinhos” é uma metáfora para mostrar os defeitos para outra pessoa.
Leia a tirinha abaixo e marque a alternativa incorreta:

Leia e analise as afirmações sobre a tirinha da questão anterior:
I) Ao reclamar da nota, Chico Bento acaba confessando que copiou as respostas da prova do amigo;
II) Pela expressão no rosto da professora, ela não sabia que Chico tinha colado na prova;
III) Chico Bento tirou nota menor que o Zé Lelé porque ele colou na prova.
I– O autor da matéria discorda da autoavaliação de Michael Simkin, pois considera que Simkin é um excelente jogador de xadrez.
II – Segundo o texto, o matemático Simkin não se interessa por análises combinatórias.
III – Segundo a matéria, a revista alemã propôs um desdobramento a partir do primeiro desafio sobre as “n-rainhas”.
São incorretas as afirmativas:





De maneira geral os documentos visuais são utilizados de forma marginal e secundária pelos estudos históricos. Pierre Sorlin, historiador francês, observava em meados da década de 1970: nenhum historiador cita um texto sem situá-lo ou comentá-lo: em contrapartida, alguns esclarecimentos puramente factuais são geralmente suficientes para a ilustração. Podemos ir mais longe e perguntar: a imagem é necessariamente uma ilustração? De toda forma, o que é importante registrar é que hoje se admite que a imagem não ilustra nem reproduz a realidade, ela a reconstrói a partir de uma linguagem própria que é produzida num dado contexto histórico.
Fonte: KORNIS, Mônica Almeida. História e cinema: um debate metodológico. Estudos históricos, Rio de Janeiro, vol. 5, n. 10, 1992, p. 37-38 (Adaptado)
De acordo com o texto, a melhor metodologia para a utilização do cinema e dos documentos visuais em pesquisas históricas em sala de aula é usá-los
Por classe, entendo um fenômeno histórico, que unifica uma série de acontecimentos díspares e aparentemente desconectados, tanto da matéria-prima da experiência como na consciência. Ressalto que é um fenômeno histórico que traz consigo a noção de relação histórica. Como qualquer outra relação, é algo fluido que escapa à análise ao tentarmos imobilizá-la num dado momento e dissecar sua estrutura.
THOMPSON, Edward Palmer. A formação da classe operária inglesa. Parte I – A árvore da liberdade. 3v. Coleção Oficinas da História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. (Adaptado)
De acordo com o texto, a categoria teórico-metodológica classe social é definida, principalmente, por
No seu uso mais recente, o “gênero” parece ter aparecido primeiro entre as feministas americanas que queriam insistir no caráter fundamentalmente social das distinções baseadas no sexo. O gênero sublinhava também o aspecto relacional das definições normativas das feminilidades. Segundo esta opinião, as mulheres e os homens eram definidos em termos recíprocos e nenhuma compreensão de qualquer um poderia existir por meio de estudo inteiramente separado.
SCOTT, Joan. Gênero. Uma categoria útil para a análise histórica. Educação e realidade, v. 15, n. 2, jul/dez, 1990. (Adaptado)
De acordo com o texto como deve ocorrer o emprego da categoria teórico-metodológica de gênero nos estudos históricos?
[…] definições existentes apresentam um quadro complexo para o objetivo geral da musicoterapia. Este em geral revela as fronteiras dadas ou não para a musicoterapia, assim como as crenças básicas sobre sua própria natureza. Algumas definições descrevem a prática dentro de um setting em particular ou com uma população específica, enquanto outras destinam-se à descrição de toda a prática musicoterápica”.
BRUSCIA, Kenneth E. Definindo Musicoterapia. 3. ed. Dallas: Barcelona Publishers, 2016.
De acordo com o texto,