Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4140382 Português
Leia o texto para responder a questão.

Entenda como Yakecan está causando o frio no Brasil.

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    A onda de frio extremo que atingiu para boa parte do Brasil tem uma culpada: a tempestade tropical Yakecan. O nome, que significa “som do céu”, é pertinente para descrevêla — vieram junto ruidosos ventos intensos, além de uma onda de frio bem mais longa do que o esperado. Mas o fenômeno todo da friaca repentina é mais inusitado do que suas partes separadas.
Esse frio é fruto de dois acontecimentos meteorológicos somados: essa tempestade Yakecan, que estava estacionada, e a influência da massa polar atlântica (mPa). Massas polares são frias e úmidas por definição, e sua intensidade é maior durante o inverno. A mPa é responsável pelas quedas de temperatura nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. No entanto, dessa vez, a pedra no sapato é a tempestade.
    Em condições normais, as frentes frias duram alguns dias; porém, com a tempestade barrando seu caminho, ela ficou, de certa forma, presa dentro do país.
    A nomenclatura pode variar, mas ciclones e tempestades tropicais obedecem à mesma definição básica: são sistemas de baixa pressão atmosférica, que se movimentam em sentido horário. O que muda de um para o outro é a intensidade dos ventos.
    A Yakecan, na verdade, não chega a estar parada, só está muito devagar - bem mais do que o normal. Essa demora permite que ela interaja mais com o oceano, então o vapor d’água sobe e se transforma em mais nuvens. No fim das contas, isso reflete em ventos intensos, ondas de frio acima da média e até geadas e chuvas de granizo.
    E tem mais: outro fenômeno também age no processo: a conhecida La Niña. Caracterizada pelo esfriamento anormal das águas do Pacífico, ela altera o padrão dos ventos e intensifica as frentes, adiantando os dias de frio.
    A previsão é de que essa onda gelada diminua. A Yakecan se afasta cada vez mais em direção ao oceano, e a frente fria presa vai ser aliviada. Com a chegada do inverno, os próximos meses ainda prometem ser frios - menos parecidos com essa Era do Gelo contemporânea, mas ainda assim frios.

Disponível em: https://www.instagram.com/p/CdyETo7KOvH/
Analise: “Esse frio é fruto de dois acontecimentos meteorológicos somados: essa tempestade Yakecan, que estava estacionada, e a influência da massa polar atlântica (mPa)” e assinale a alternativa correta sobre a função dos dois pontos. 
Alternativas
Q4140251 Português

Leia o texto para responder a questão.



PSYCHO KILLER


Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?


Por Revista Super no Instagram



    Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.

    Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.

    Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".

    Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").

    Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.

    Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".

    Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).

    Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").

    Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.

    Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.

    Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.

    Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.

    Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.



Disponível em https://www.instagram.com/p/Cdg_n3LKRNE/

Ted Bundy foi mencionado no texto, pois 
Alternativas
Q4140248 Português

Leia o texto para responder a questão.



PSYCHO KILLER


Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?


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    Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.

    Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.

    Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".

    Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").

    Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.

    Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".

    Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).

    Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").

    Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.

    Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.

    Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.

    Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.

    Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.



Disponível em https://www.instagram.com/p/Cdg_n3LKRNE/

Analise a descrição do penúltimo parágrafo e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4140246 Português

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PSYCHO KILLER


Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?


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    Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.

    Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.

    Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".

    Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").

    Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.

    Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".

    Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).

    Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").

    Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.

    Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.

    Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.

    Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.

    Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.



Disponível em https://www.instagram.com/p/Cdg_n3LKRNE/

Assinale a alternativa correta de acordo com o texto. 
Alternativas
Q4138935 Português

Instrução: Esta questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão.



Educador Nota 10


Por Paula Salas


                       


(Disponível em: Revista Nova Escola – 07/06/2022 –

https://novaescola.org.br/conteudo/21261/educador-nota-10-quando-o-entorno-dos-alunos-entra-em-

cena – texto adaptado especialmente para esta prova)  

Considerando o conteúdo do texto, analise as assertivas a seguir:


I. A partir da análise de sua estrutura, pode-se afirmar que o texto apresenta trechos de relato de experiências.


II. Nas linhas 08-10, verifica-se a presença de trecho argumentativo.


III. Nas linhas 22-28, tem-se um trecho ficcional, com a criação de um personagem e a descrição de suas ações.


Quais estão corretas?

Alternativas
Ano: 2022 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2022 - UEG - Técnico em Ensino |
Q4138458 Português

Observe a charge a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


De acordo com a mensagem transmitida pela charge, nota-se que:

Alternativas
Q4137900 Português

A busca da verdade está sempre ligada a uma decepção, a uma desilusão, a uma dúvida, a uma perplexidade, a uma insegurança, ou então, a um espanto e uma admiração diante de algo novo e insólito.


(Chauí, Marilena. Disponível em: htps://www.pensador.com/autor/marilena_chaui/)

A palavra insólito pode ser subsituída, sem prejuízo de senido, por:
Alternativas
Q4137896 Português
Assinale o item correto em relação ao texto.
Alternativas
Q4137603 Português
Considere o texto 3 seguinte para responder à questão


Texto 3 - O PORAQUÊ


   Poraquê era um valente guerreiro de uma tribo às margens do Rio Amazonas. Caçador por excelência, era sempre quem trazia o maior animal durante as festividades da tribo. Também ele era muito forte, destacando-se dos outros membros da aldeia.

    Mas Poraquê era ambicioso. Não lhe bastavam a destreza do arco e da flecha. Não lhe bastava a força de seus braços e nem mesmo sua supremacia em combate. Ele queria ser o maior guerreiro da face da terra.

   Foi assim que tentou dominar o fogo, mas sua força nada valeu contra as labaredas. O índio então, quis comandar os rios, mas Iara mandou contra ele a pororoca, que o derrotou. Vencido pela segunda vez, Poraquê subiu em um pé de vento e tomou um relâmpago emprestado ao deus trovão. Com ele fez uma borduna com a qual podia invocar os raios.

    Certa vez uma tribo indígena atacou a aldeia em uma guerra que durou vários dias. Poraquê, com sua borduna de raios, dizimou milhares de inimigos. Tendo vencido a batalha, notou que a arma estava manchada de sangue e foi lavá-la à beira do Rio Amazonas. Um dos raios caiu na água e o transformou em um peixe feio, que quando atacado dispara rajadas elétricas para se proteger.


Disponível em: https://sites.google.com/site/apfolclore/mitos-e-lendas
Pode­-se  afirmar  que  a  transformação  do  guerreiro “Poraquê” em peixe reflete uma relação simbólica de:
Alternativas
Q4137596 Português

Considere o texto 1 para responder a questão.




https://www.bing.com/images/search?.charges 

Ao responder à professora, o aluno evidencia que:
Alternativas
Q4137170 Português
Texto 4


Q9_10.png (332×176)

Disponível em: https://www.bing.com/images/search/tirinha
Sobre a tirinha, é possível afirmar que:
Alternativas
Q4137167 Português

Considere o texto 3 seguinte para responder à questão


Texto 3 - O PORAQUÊ


    Poraquê era um valente guerreiro de uma tribo às margens do Rio Amazonas. Caçador por excelência, era sempre quem trazia o maior animal durante as festividades da tribo. Também ele era muito forte, destacando-se dos outros membros da aldeia.


    Mas Poraquê era ambicioso. Não lhe bastavam a destreza do arco e da flecha. Não Ihe bastava a força de seus braços e nem mesmo sua supremacia em combate. Ele queria ser o maior guerreiro da face da terra.


    Foi assim que tentou dominar o fogo, mas sua força nada valeu contra as labaredas. O índio então, quis comandar os rios, mas Iara mandou contra ele a pororoca, que o derrotou. Vencido pela segunda vez, Poraquê subiu em um pé de vento e tomou um relâmpago emprestado ao deus trovão. Com ele fez uma borduna com a qual podia invocar os raios.


    Certa vez uma tribo indígena atacou a aldeia em uma guerra que durou vários dias. Poraquê, com sua borduna de raios, dizimou milhares de inimigos. Tendo vencido a batalha, notou que a arma estava manchada de sangue e foi lavá-la à beira do Rio Amazonas. Um dos raios caiu na água e o transformou em um peixe feio, que quando atacado dispara rajadas elétricas para se proteger.



Disponível em: https://sites.google.com/site/apfolclore/mitos-e-lendas

A expressão "Certa vez" na frase: "Certa vez uma tribo indígena atacou a aldeia" serve para:
Alternativas
Q4136399 Português


 (Fonte:Jornal O Estado de S. Paulo, 31 de dezembro de 2020 - 03h00)

No período: “Um vírus mal-intencionado surgiu não se sabe de onde decidido a acabar conosco e, mesmo se não conseguir, alterar a vida sobre a Terra e a relação entre as pessoas de maneira inédita, com efeitos imprevisíveis no futuro de cada um.” (l.12-14), marque a alternativa em que os sinônimos podem substituir as palavras sublinhadas, sem alterar o sentido do texto.  
Alternativas
Q4136397 Português


 (Fonte:Jornal O Estado de S. Paulo, 31 de dezembro de 2020 - 03h00)

Em sua crônica de 31 de dezembro de 2020, Veríssimo afirma que “No jornalismo, uma retrospectiva de fim de ano é obrigatória, e fácil de fazer. Basta juntar fatos e feitos que se destacaram durante o ano, e pronto.” (l.6-7). Analise as afirmativas de I a V e marque a alternativa que traz uma interpretação autorizada pelo texto, relativamente aos “fatos e feitos” que, segundo o autor, se destacaram em 2020, ou quanto à natureza da retrospectiva referente à esse ano.

(I) “O ano de 2020, que termina hoje, por exemplo, esteve cheio de notícias destacáveis, como todos os anos.” (l.7-8).
(II) “Nenhum outro ano na nossa história foi tão diferente dos outros quanto 2020.” ( l.10-11)
(III) “Um vírus mal-intencionado surgiu não se sabe de onde decidido a acabar conosco alterar a vida sobre a Terra e a relação entre as pessoas de maneira inédita, com efeitos imprevisíveis no futuro de cada um.” (l. 12-14)
(IV) “Elas podem muito bem ser sobre a guerra da vacina que fatalmente acontecerá em poucos anos, ricos contra pobres lutando pela sobrevivência.” (l.15-17)
(V) “(...) jovens, em 2020 e depois, que desafiaram as recomendações de como enfrentar o vírus assassino e continuaram fazendo festas sem qualquer proteção, sugerindo que o vírus, além de todos os seus crimes, criara uma geração de desinformados, de alienados ou de suicidas. (l. 18-20).” 
Alternativas
Q4135006 Português

Leia os textos a seguir para responder à questão.



Texto 1


Aprovada PEC da Economia Solidária; texto vai à Câmara.



Disponível em: www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/05/03. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado).



Texto 2


O que é economia solidária?





Disponível em: https://aventuradeconstruir.org.br/o-que-e-economia-solidaria/. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado)

Na frase “Basicamente, Economia Solidária é o nome dado ao conjunto de atividades econômicas, seja de produção, distribuição, consumo, poupança e crédito organizadas sob a forma de autogestão” (linhas 1-2 , texto 2), o termo “basicamente” indica, para o trecho que introduz, uma 
Alternativas
Q4135004 Português

Leia os textos a seguir para responder à questão.



Texto 1


Aprovada PEC da Economia Solidária; texto vai à Câmara.



Disponível em: www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/05/03. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado).



Texto 2


O que é economia solidária?





Disponível em: https://aventuradeconstruir.org.br/o-que-e-economia-solidaria/. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado)

No trecho “O senador explicou que a proposta tem caráter declaratório, ao incluir a economia solidária na Constituição, no sentido de que seja reconhecida como parte da economia brasileira, como ocorre em todos os países do mundo” (linhas 29-31, texto 1), a expressão “seja reconhecida” aciona o seguinte pressuposto linguístico à frase em que ocorre:
Alternativas
Q4135003 Português

Leia os textos a seguir para responder à questão.



Texto 1


Aprovada PEC da Economia Solidária; texto vai à Câmara.



Disponível em: www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/05/03. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado).



Texto 2


O que é economia solidária?





Disponível em: https://aventuradeconstruir.org.br/o-que-e-economia-solidaria/. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado)

Observe os quadrinhos a seguir.



Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: http://www.malvados.com.br/index1706.html. Acesso em: 31 ago. 2022.



Considerando-se as ideias apresentadas nos textos 1 e 2, verifica-se que os conteúdos veiculados pelos quadrinhos 

Alternativas
Q4135002 Português

Leia os textos a seguir para responder à questão.



Texto 1


Aprovada PEC da Economia Solidária; texto vai à Câmara.



Disponível em: www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/05/03. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado).



Texto 2


O que é economia solidária?





Disponível em: https://aventuradeconstruir.org.br/o-que-e-economia-solidaria/. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado)

No trecho “A Economia Solidária, por definição, tem a pretensão de diminuir a desigualdade na sociedade” (linha 13, texto 2), a expressão “a pretensão” indica, no contexto:
Alternativas
Q4134998 Português

Leia os textos a seguir para responder à questão.



Texto 1


Aprovada PEC da Economia Solidária; texto vai à Câmara.



Disponível em: www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/05/03. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado).



Texto 2


O que é economia solidária?





Disponível em: https://aventuradeconstruir.org.br/o-que-e-economia-solidaria/. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado)

Observe o trecho a seguir, presente no texto 1.

“Jaques Wagner observa que a economia solidária é incipiente na ordem econômica real” (linhas 15-16).

A palavra “incipiente” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
Alternativas
Q4134994 Português

Leia os textos a seguir para responder à questão.



Texto 1


Aprovada PEC da Economia Solidária; texto vai à Câmara.



Disponível em: www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/05/03. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado).



Texto 2


O que é economia solidária?





Disponível em: https://aventuradeconstruir.org.br/o-que-e-economia-solidaria/. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado)

É ideia presente no texto 1:
Alternativas
Respostas
18221: B
18222: D
18223: A
18224: B
18225: D
18226: A
18227: A
18228: D
18229: B
18230: C
18231: A
18232: A
18233: A
18234: C
18235: E
18236: C
18237: A
18238: B
18239: E
18240: E