Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1173238 Português
A autoria do segundo, o romance..... .
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Q1173237 Português
Sobre a Semana de Arte Moderna, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q1173235 Português

Assinale a alternativa inadequada para as afirmações abaixo :


A Jesus Cristo Nosso Senhor

Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,

Da vossa alta clemência me despido;

Antes, quanto mais tenho delinquido,

Vos tenho a perdoar mais empenhado.


Se basta a vos irar tanto pecado,

A abrandar-vos sobeja um só gemido:

Que a mesma culpa, que vos há ofendido,

Vos tem para o perdão lisonjeado.


Se uma ovelha perdida já cobrada,

Glória tal e prazer tão repentino

Vos deu, como afirmais na Sacra História:


Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,

Cobrai-a; e não queirais, Pastor Divino,

Perder na vossa ovelha a vossa glória.


Gregório de Matos Guerra

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Q1173234 Português

Segundo o texto é INCORRETO afirmar que:


“A enunciação é o produto da interação de dois indivíduos socialmente organizados e, mesmo que não haja um interlocutor real, este pode ser substituído pelo representante médio do grupo social ao qual pertence o locutor. A palavra dirige‐se a um interlocutor: ela é função da pessoa desse interlocutor: variará se se tratar de uma pessoa do mesmo grupo social ou não, se esta for inferior ou superior na hierarquia social, se estiver ligada a um interlocutor por laços sociais mais ou menos estreitos (pai, mãe, marido, etc.). Não pode haver um interlocutor abstrato; não teríamos linguagem comum com tal interlocutor, nem no sentido próprio nem no figurado.”


(BAKHTIN, 1997, p.116)

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Q1173229 Português

Agora eu era o herói

E o meu cavalo só falava inglês

A noiva do cowboy

Era você além das outras três

Eu enfrentava os batalhões

Os alemães e seus canhões

Guardava o meu bodoque

E ensaiava o rock para as matinês


João e Maria

Chico Buarque



 Em relação à letra da música, João e Maria, é correto afirmar que:


I- [...] “agora eu era herói ”.A letra da canção usa o tempo linguístico como uma construção da linguagem. Utiliza-se em lugar do presente o pretérito imperfeito.

II- O plural da palavra cidadão dá-se da mesma forma de alemão.

III- As palavras acentuadas “inglês, três e matinês”, no final dos versos, são acentuadas obedecendo a mesma regra.

IV- As palavras “cowboy e rock” são exemplos de estrangeirismo.

V- E o meu cavalo SÓ falava inglês . A palavra destacada é um advérbio

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Q1173126 Português
Leia o texto para responder a questão.

       A entrevista estava marcada na casa dele, numa das favelas mais pobres de Fortaleza. De manhã bem cedo, eu e o fotógrafo esperávamos, na porta de uma ONG ainda fechada, o educador que nos levaria até aquele emaranhado de endereços desencontrados, um território dividido por duas quadrilhas rivais do tráfico de drogas. O menino apareceu de repente, vestido com uma camiseta do Brasil. Sem olhar para mim, ele disse: “Na minha casa, não.” Não dizia o porquê. Apenas sacudia a cabeça em sinal de negativa explícita. Ele era pequeno para os seus 15 anos, mas o seu “não” era enorme.
       A porta da ONG abriu, e ele entrou. Sentou-se na cadeira da recepção e tentou ligar o computador. Passou-se muito tempo, talvez quase uma hora de silêncios entre nós, interrompidos por uma ou outra palavra que servia ao menino apenas como demarcação do território. O território que ele não queria que eu alcançasse, as palavras curtas marcando que não haveria palavras longas. Eu não sabia se tinha o direito de continuar ali, talvez nunca saiba. Mas ele também não ia embora.
    Então a cozinha da ONG abriu. E, de um salto, ele já estava lá. Como se eu fosse um vira-lata esquecido, me chamou com displicência. Mas ainda não me olhava. Sentei-me diante dele e o vi devorar um pão em menos de um minuto. No segundo pão, ele me enxergou pela primeira vez, oferecendo-me um pedaço. A certa altura, parecendo com pena de mim, disse:
   – Você entende só um pouco de português, né?
     O menino tinha razão. Eu não alcançava a riqueza da sua língua portuguesa, que dava conta de um Brasil diverso, com palavras nascidas ali mesmo. Expressões gestadas na necessidade de dar conta de uma realidade na qual era necessário, por exemplo, nomear o momento-limite em que o gatilho da arma é acionado, mas a bala não sai.
     Mas era mais do que isso. Eu demorei a lê-lo. Eu era analfabeta dele. O seu “não” da altura de um edifício, a postura do seu corpo, entre acuada e pronta para saltar no meu pescoço, o seu medo de mim, que às vezes beirava a raiva, era fome. Frequentemente me deparei com essa fome, a fome que é um substantivo sem adjetivo possível.
     O menino me leu muito antes de eu a ele. Percebeu que eu era estrangeira ao seu Brasil. Estranhou a cor da minha pele, a tonalidade do meu cabelo, a forma e o som das minhas palavras. Estranhou que eu precisasse de tradução para algumas de suas frases. Estranhou porque havia que estranhar.

(Eliane Brum. Limites da linguagem. https://brasil.elpais.com, 04.08.2014. Adaptado)
Segundo o contexto em que se encontra, assinale a alternativa que apresenta, em destaque, vocábulo empregado em sentido figurado.
Alternativas
Q1173124 Português
Leia o texto para responder a questão.

       A entrevista estava marcada na casa dele, numa das favelas mais pobres de Fortaleza. De manhã bem cedo, eu e o fotógrafo esperávamos, na porta de uma ONG ainda fechada, o educador que nos levaria até aquele emaranhado de endereços desencontrados, um território dividido por duas quadrilhas rivais do tráfico de drogas. O menino apareceu de repente, vestido com uma camiseta do Brasil. Sem olhar para mim, ele disse: “Na minha casa, não.” Não dizia o porquê. Apenas sacudia a cabeça em sinal de negativa explícita. Ele era pequeno para os seus 15 anos, mas o seu “não” era enorme.
       A porta da ONG abriu, e ele entrou. Sentou-se na cadeira da recepção e tentou ligar o computador. Passou-se muito tempo, talvez quase uma hora de silêncios entre nós, interrompidos por uma ou outra palavra que servia ao menino apenas como demarcação do território. O território que ele não queria que eu alcançasse, as palavras curtas marcando que não haveria palavras longas. Eu não sabia se tinha o direito de continuar ali, talvez nunca saiba. Mas ele também não ia embora.
    Então a cozinha da ONG abriu. E, de um salto, ele já estava lá. Como se eu fosse um vira-lata esquecido, me chamou com displicência. Mas ainda não me olhava. Sentei-me diante dele e o vi devorar um pão em menos de um minuto. No segundo pão, ele me enxergou pela primeira vez, oferecendo-me um pedaço. A certa altura, parecendo com pena de mim, disse:
   – Você entende só um pouco de português, né?
     O menino tinha razão. Eu não alcançava a riqueza da sua língua portuguesa, que dava conta de um Brasil diverso, com palavras nascidas ali mesmo. Expressões gestadas na necessidade de dar conta de uma realidade na qual era necessário, por exemplo, nomear o momento-limite em que o gatilho da arma é acionado, mas a bala não sai.
     Mas era mais do que isso. Eu demorei a lê-lo. Eu era analfabeta dele. O seu “não” da altura de um edifício, a postura do seu corpo, entre acuada e pronta para saltar no meu pescoço, o seu medo de mim, que às vezes beirava a raiva, era fome. Frequentemente me deparei com essa fome, a fome que é um substantivo sem adjetivo possível.
     O menino me leu muito antes de eu a ele. Percebeu que eu era estrangeira ao seu Brasil. Estranhou a cor da minha pele, a tonalidade do meu cabelo, a forma e o som das minhas palavras. Estranhou que eu precisasse de tradução para algumas de suas frases. Estranhou porque havia que estranhar.

(Eliane Brum. Limites da linguagem. https://brasil.elpais.com, 04.08.2014. Adaptado)
Segundo o texto, pode-se afirmar que
Alternativas
Q1173123 Português
Leia o texto para responder a questão.

    Do lado de fora, nada de extraordinário: apenas mais um prédio residencial envelhecido no bairro Kung Tong, em Hong Kong. Muitos deles têm lojas e restaurantes no primeiro e no segundo piso, placas penduradas na fachada.
  Por dentro, os apartamentos não são iguais. Alguns deles foram subdivididos nos ilegais “apartamentos-gaveta”: compartimentos minúsculos, onde é difícil conceber que uma pessoa possa viver.
     Kung Tong é o bairro mais densamente povoado do território chinês. São mais de 57 mil pessoas por quilômetro quadrado, uma das taxas mais altas do mundo. Espaço é um luxo que muita gente não tem como pagar. A miséria é vertical. É preciso entrar para entender.
     Um dos apartamentos tem 58 metros quadrados e nele moram 19 pessoas. Um banheiro minúsculo e imundo, assim como a cozinha, são de uso compartilhado.
    O espaço foi divido em dois “andares”. Os cubículos de cima têm 1,4 metro quadrado, enquanto os de baixo têm menos de 3 metros quadrados. Nesses, é possível ficar de pé, mas, nos outros, só sentar ou deitar. A “gaveta” nada mais é que um caixão para vivos.
     Esses moradores pagam cerca de R$ 700 por mês, o valor mais baixo possível por um teto, e sofrem ainda com o calor e a falta de higiene. Não há controle dos preços do aluguel ou do tamanho dos espaços habitáveis, e faltam moradias sociais. Idosos e famílias têm prioridade nas mais de 750 mil habitações subvencionadas da cidade, mas a espera é longa — leva em média mais de quatro anos.
     No bairro de Happy Valley, onde apartamentos são facilmente alugados por mais de 10 mil dólares por mês, ao menos 20 pessoas vivem em uma passagem subterrânea para pedestres.
    Imigrantes indianos, chineses e quatro idosos locais são alguns dos sem-teto morando ao lado do prestigioso Jóquei Clube de Hong Kong.

(Luiza Duarte. Pequim elege crise da moradia como raiz da mobilização civil em Hong Kong. www.folha.uol.com.br, 25.09.2019. Adaptado)
Encontra-se em conformidade com as ideias presentes no texto e com a norma-padrão a frase:
Alternativas
Q1173119 Português
Leia o texto para responder a questão.

    Do lado de fora, nada de extraordinário: apenas mais um prédio residencial envelhecido no bairro Kung Tong, em Hong Kong. Muitos deles têm lojas e restaurantes no primeiro e no segundo piso, placas penduradas na fachada.
  Por dentro, os apartamentos não são iguais. Alguns deles foram subdivididos nos ilegais “apartamentos-gaveta”: compartimentos minúsculos, onde é difícil conceber que uma pessoa possa viver.
     Kung Tong é o bairro mais densamente povoado do território chinês. São mais de 57 mil pessoas por quilômetro quadrado, uma das taxas mais altas do mundo. Espaço é um luxo que muita gente não tem como pagar. A miséria é vertical. É preciso entrar para entender.
     Um dos apartamentos tem 58 metros quadrados e nele moram 19 pessoas. Um banheiro minúsculo e imundo, assim como a cozinha, são de uso compartilhado.
    O espaço foi divido em dois “andares”. Os cubículos de cima têm 1,4 metro quadrado, enquanto os de baixo têm menos de 3 metros quadrados. Nesses, é possível ficar de pé, mas, nos outros, só sentar ou deitar. A “gaveta” nada mais é que um caixão para vivos.
     Esses moradores pagam cerca de R$ 700 por mês, o valor mais baixo possível por um teto, e sofrem ainda com o calor e a falta de higiene. Não há controle dos preços do aluguel ou do tamanho dos espaços habitáveis, e faltam moradias sociais. Idosos e famílias têm prioridade nas mais de 750 mil habitações subvencionadas da cidade, mas a espera é longa — leva em média mais de quatro anos.
     No bairro de Happy Valley, onde apartamentos são facilmente alugados por mais de 10 mil dólares por mês, ao menos 20 pessoas vivem em uma passagem subterrânea para pedestres.
    Imigrantes indianos, chineses e quatro idosos locais são alguns dos sem-teto morando ao lado do prestigioso Jóquei Clube de Hong Kong.

(Luiza Duarte. Pequim elege crise da moradia como raiz da mobilização civil em Hong Kong. www.folha.uol.com.br, 25.09.2019. Adaptado)
Segundo o que se afirma no texto,
Alternativas
Q1172980 Português




Internet: <www.endocrino.org.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos,  julgue o item.



De acordo com o texto, deve‐se evitar o uso de antibióticos, dada a ineficácia dos tratamentos médicos  no combate aos microrganismos. 

Alternativas
Q1172979 Português




Internet: <www.endocrino.org.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos,  julgue o item.



O objetivo do texto, estruturado em forma dissertativa, é alertar o público leitor dos riscos do uso indevido de  medicamentos. 

Alternativas
Q1172744 Português

(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/23/economia/1550946892_712943.html - Texto adaptado para esta prova)

Analise as seguintes assertivas a respeito de expressões temporais do texto:

I. A expressão ‘Uma vez’ (l.14) veicula uma ideia de que algo ocorreu somente uma única vez no passado.
II. Se a palavra ‘atrás’ (l.16) fosse retirada, acarretaria mudanças de sentido na frase em que se insere.
III. A expressão ‘Desde então’ (l.33) sinaliza que algo acontece ou vem acontecendo desde uma determinada época ou momento.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q1172742 Português

(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/23/economia/1550946892_712943.html - Texto adaptado para esta prova)

Analise as seguintes assertivas sobre as ideias presentes no texto:

I. De acordo com o texto, a economia de plataformas não é um simples setor pequeno ou sem importância, já que a sua influência e o impacto da sua regulamentação irradia para todo o sistema econômico.
II. Segundo o texto, a mudança tecnológica se iniciou há basicamente 10 anos, e as consequências dessas transformações, além de outros aspectos, para o mercado trabalhista, parecem difíceis, até hoje, de mensurar.
III. As plataformas digitais necessitam, segundo o texto, de regras pensadas especificamente para elas, e não tentar adequar o modelo atual a esse novo capitalismo digital.


Quais estão corretas?
Alternativas
Q1171193 Português
Leia o texto para responder à questão:

Imagem associada para resolução da questão

É correto afirmar sobre o texto:
Alternativas
Q1171189 Português

Como comecei a escrever


      Aí por volta de 1910 não havia rádio nem televisão, e o cinema chegava ao interior do Brasil uma vez por semana aos domingos. As notícias do mundo vinham pelo jornal, três dias depois de publicadas no Rio de Janeiro. Se chovia a potes, a mala do correio aparecia ensopada, uns sete dias mais tarde. Não dava para ler o papel transformado em mingau. Papai era assinante da Gazeta de Notícias, e antes de aprender a ler eu me sentia fascinado pelas gravuras coloridas do suplemento de Domingo. Tentava decifrar o mistério das letras em redor das figuras, e mamãe me ajudava nisso. Quando fui para a escola pública, já tinha a noção vaga de um universo de palavras que era preciso conquistar.

      Durante o curso, minhas professoras costumavam passar exercícios de redação. Cada um de nós tinha de escrever uma carta, narrar um passeio, coisas assim. Criei gosto por esse dever, que me permitia aplicar para determinado fim o conhecimento que ia adquirindo do poder de expressão contido nos sinais reunidos em palavras.

      Daí por diante as experiências foram se acumulando, sem que eu percebesse que estava descobrindo a leitura. Alguns elogios da professora me animavam a continuar. Ninguém falava em conto ou poesia, mas a semente dessas coisas estavam germinando. Meu irmão, estudante na Capital, mandava-me revistas e livros, e me habituei a viver entre eles. Depois, já rapaz, tive sorte de conhecer outros rapazes que também gostavam de ler e escrever.

      Então começou uma fase muito boa de troca de experiências e impressões. Na mesa do café-sentado (pois tomava-se café sentado nos bares, e podia-se conversar horas e horas sem incomodar nem ser incomodado) eu tirava do bolso o que escrevera durante o dia, e meus colegas criticavam. Eles também sacavam seus escritos, e eu tomava parte nos comentários. Tudo com naturalidade e franqueza. Aprendi muito com os amigos, e tenho pena dos jovens de hoje que não desfrutam desse tipo de amizade crítica.

Fonte: “Para Gostar de Ler – Volume 4 – Crônicas”, Editora Ática – São Paulo, 1980, pág. 6

Analise as informações sobre o texto e marque a opção correta: 
Alternativas
Q1171081 Português

 A questão refere-se ao texto abaixo.



Assinale a alternativa que melhor interpreta – de acordo com o contexto estabelecido – o seguinte trecho retirado do texto: “A separação de gênero dos brinquedos parece não acompanhar discussões de força na sociedade, que buscam a equidade como parâmetro para o futuro”.
Alternativas
Q1171040 Português

Texto 1


Turma da Mônica – Laços

A partir de 6 anos


Floquinho, o cachorro do Cebolinha (Kevin Vechiatto), desapareceu. O menino desenvolve então um plano infalível para resgatar o cãozinho, mas para isso vai precisar da ajuda de seus fiéis amigos Mônica (Giulia Benite), Magali (Laura Rauseo) e Cascão (Gabriel Moreira). Juntos, eles irão enfrentar grandes desafios e viver grandes aventuras para levar o cão de volta para casa.


Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-248374/.




Texto 2



Escolha do Elenco


As seletivas para o filme foram abertas em meados de 2016. De lá para cá, foram avaliadas mais de 7.000 crianças de todo o Brasil. Laura Rauseo foi escolhida para ser Magali em seu primeiro teste, porém nada foi dito à atriz. No dia 29 de setembro de 2016, foi liberado um vídeo no canal de Mauricio de Souza onde ele, juntamente com o diretor do longa Daniel Rezende, anunciam o elenco principal. Giulia Benite foi escolhida para viver Mônica, Kevin Vechiatto foi escolhido para viver Cebolinha, Gabriel Moreira foi escolhido para viver Cascão e Laura Rauseo foi escolhida para viver Magali. As gravações do longa aconteceram entre junho e julho de 2018, em Limeira, Paulínia e Poços de Caldas, Minas Gerais. Mais tarde, foi anunciado que Rodrigo Santoro, Monica Iozzi e Paulo Vilhena fariam parte do elenco adulto do longa.


Fonte: https://www.wikizero.com/pt/Turma_da_M%C3%B4nica:_La%C3%A7os_(filme).

Respeitante ao texto 2, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1170990 Português

A articulação das informações em um texto se faz por meio de recursos linguísticos diversos. Faça a leitura do excerto da entrevista abaixo transcrito com a historiadora Mary Del Priore, cujo foco é a gratuidade ou não do ensino, atentando para a conexão textual.


A explicação CORRETA está expressa na(s) proposição(ões) citada(s) na alternativa:

Alternativas
Q1170988 Português

Na charge ilustrada abaixo, o diálogo entre os personagens centra-se na comparação do poder de destruição de um instrumento tecnológico que fora idealizado para facilitar a vida das pessoas (seja em relação ao processo comunicativo ou facilidade da realização de múltiplas atividades em menor tempo) ao de uma arma de fogo.

A alternativa que traz a CORRETA interpretação é:

Alternativas
Q1170985 Português

Após a leitura do texto abaixo (recorte de reportagem sobre o YouTube), responda à questão, que explora o comportamento de algumas marcas linguísticas ou gramaticais recorrentes no texto.


MEXEU NO BOLSO

Para não afugentar seus anunciantes com vídeos inadequados, o YouTube aumenta o rigor de seus critérios de remuneração mas incomoda aqueles que lhe dão vida e alma – os produtores de vídeo.


AS REGRAS DA CASA: Alguns dos casos nos quais o site corta propagandas – e as três principais razões que levam à exclusão total de canais.


SE FIZER ISSO, PODERÁ PERDER OS ANÚNCIOS

COMENTAR TEMAS POLÊMICOS

Falar a respeito de atividades criminosas, ações de governos ou boatos sobre celebridades

ABUSAR DE PALAVRAS CHULAS

Marcas pedem para não se associar a youtubers que dizem palavrões ou usam linguajar ofensivo

COLOCAR-SE EM SITUAÇÕES PERIGOSAS

Encaixam-se aqui os vídeos nos quais se propõem desafios físicos que podem causar lesões se repetidos em casa


OS PRINCIPAIS MOTIVOS PARA A EXCLUSÃO DE CANAIS EM 2018

Penalizam-se conteúdos tidos pelo You Tube como preconceituosos, depreciativos ou que incitam agressões contra grupos minoritários

TÍTULOS CAÇA-NÍQUEIS

São aqueles que prometem algo que não é abordado nos vídeos (como, por exemplo, revelações bombásticas sobre alguém famoso)

EXIBIÇÃO DE NUDEZ

Nenhum tipo de ato sexual nem imagens de pessoas nuas são permitidos. Nesses casos, o site não autoriza nem a publicação do vídeo

ASSÉDIO A MENORES DE IDADE

Gravações com conteúdo adulto porém com sinalização etária inadequada ou que expõem crianças e adolescentes a situações constrangedoras ou criminosas

O emprego do item gramatical SE na condição de PARTÍCULA APASSIVADORA é registrado na ocorrência citada em:
Alternativas
Respostas
29941: C
29942: D
29943: E
29944: B
29945: D
29946: D
29947: C
29948: D
29949: C
29950: E
29951: C
29952: C
29953: E
29954: B
29955: A
29956: B
29957: A
29958: E
29959: A
29960: C