Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 55.052 questões
Leia com atenção os dois textos a seguir para responder à questão.
[Texto 1]
Trecho do artigo Trabalho e Existência produzido pelo Sesc São Paulo.
As atividades humanas designadas como trabalho, para além de seu caráter utilitário, também são responsáveis por construir identidades. Uma vez que organizam o tempo, determinam as relações entre os indivíduos e configuram sua autorrepresentação, torna-se compreensível que nos entendamos em função das atividades laborais que exercemos.
Catálogo impresso Publicação Sesc SP - Nós, criação, trabalho e cidadania. Novembro de 2019.
[Texto 2]




I. Compreende-se que as duas crianças, personagens da tirinha, são oriundas de uma escola particular devido ao uso da palavra freguês no último quadrinho. II. No pensamento de Manolito, um freguês é aquele que frequenta cotidianamente algum espaço, mesmo que esse seja a escola. III. Na lógica de Manolito, aluno e freguês podem ser sinônimos. IV. Manolito não se conforma com a avaliação de "péssimo" por deixar claro o quanto foi aplicado e estudioso na escola.
Assinale a alternativa correta.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Segurança
O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as mais belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança.Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados. Mas os assaltos começaram assim mesmo. Os ladrões pulavam os muros. Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. [...] Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês. Mas os assaltos continuaram. Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar. Mas os assaltos continuaram.
Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, [...] não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas. Mas os assaltos continuaram. Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca.Assaltaram acasa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. [...]
Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira
cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para
serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de
segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema.
Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só
num local predeterminado pela guarda, sob sua severa
vigilância e por curtos períodos. E ninguém pode sair. Agora,
a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos.
Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que
passam pela calçada só conseguem espiar através do
grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro
condômino agarrado às grades da sua casa, olhando
melancolicamente para a rua. [...]
( ) O texto possui narrador onisciente em 1ª pessoa. ( ) “Toda a área era cercada por um muro alto.” O enunciado anterior está escrito na voz passiva. ( ) O título do texto sugere proteção e isto é refutado ao longo da obra.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Segurança
O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as mais belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança.Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados. Mas os assaltos começaram assim mesmo. Os ladrões pulavam os muros. Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. [...] Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês. Mas os assaltos continuaram. Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar. Mas os assaltos continuaram.
Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, [...] não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas. Mas os assaltos continuaram. Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca.Assaltaram acasa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. [...]
Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira
cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para
serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de
segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema.
Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só
num local predeterminado pela guarda, sob sua severa
vigilância e por curtos períodos. E ninguém pode sair. Agora,
a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos.
Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que
passam pela calçada só conseguem espiar através do
grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro
condômino agarrado às grades da sua casa, olhando
melancolicamente para a rua. [...]
O Brasil está tentando superar dificuldades; torçamos para que o maior país da América do Sul tenha sucesso.
Nesse caso substituiu-se o primeiro termo, para evitar-se a repetição de palavras, por uma qualificação; ocorre o mesmo processo na seguinte frase:
O sargento foi atropelado; depois de alguns minutos, chegou uma ambulância que levou o militar para o hospital.
Assinale os vocábulos abaixo que mostram, respectivamente, esse mesmo tipo de relação:
Nesse caso, o candidato adotou a seguinte estratégia:
“O Brasil vem tentando de tudo. Toda vez que aparece uma potência emergente no mundo, tentamos nos repensar e refazer à sua imagem. Será a China do século XXI? Ou será que já não fomos longe demais nessa bizarra e infrutífera empreitada? Por que não fazer do Brasil o próprio Brasil?” (Eduardo Giannetti, O elogio do vira-lata)
Nesse texto, o argumentador:
“Todas as formas estão diluídas. Cinco horas da manhã. A carroça do padeiro passa estrondando, fazendo a quietude da cidade afundada, mas um instante depois o seu vulto e o seu ruído se dissolvem de novo na cerração. O silêncio torna a cair”.
Nesse texto o observador não pode descrever perfeitamente as formas; nesse caso, o que provoca essa limitação do observador é:
Acima está uma frase inicial, com uma ideia principal. A seguir colocamos cinco opções de frases, que podem ou não estar relacionadas semanticamente com a ideia principal.
A única frase que tem relação de sentido com a frase inicial é:
“Dada a causa, a natureza produz o efeito do modo mais breve em que pode ser produzido”.
Segundo essa frase, a natureza:
