Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1834160 Português
“No Brasil, contudo, nossa história de contradições, nossas heranças coloniais ainda embaraçam a democratização da norma culta/comum/standard, em especial da norma escrita. Estamos longe de torná-la um fenômeno de amplo uso social. Primeiro, porque ainda não universalizamos a educação básica de 11 anos. Segundo, porque a educação linguística que oferecemos a nossos estudantes é ainda de baixíssima qualidade. E, por fim, não conseguimos ainda aceitar com clareza a nossa norma cult/comum/standard efetiva e nos aproveitamos, no jogo dos poderes simbólicos, da tradição que se consolidou na norma curta.” (FARACO, Carlos Alberto. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008; grifos do autor.). O jogo de palavras que faz o autor, entre norma culta e norma curta, se justifica em razão de ainda ser comum, no Brasil, uma(um)
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Q1834157 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Que é língua?


    Esta é uma questão que prefiro discutir partindo das noções de trabalho, de atividade. Assim, ao pensar a questão da linguagem e da língua, vejo a linguagem como uma atividade, como um trabalho. Um trabalho de homens, ou seja, de sujeitos que são histórica, social e culturalmente situados e que, através desse trabalho, dessa atividade, organizam, interpretam e dão forma a suas experiências e à realidade em que vivem. Começo, então, a refletir sobre a questão colocada a partir de uma definição de linguagem construída nesses termos, porque foi na relação com atividades de uma linguagem assim concebida – que se manifesta sempre em situações sociais de interlocução – que, por hipótese, se constituíram as chamadas línguas naturais, cada uma com suas características estruturais próprias, manifestas nos seus vários níveis de organização (fonológico, morfológico, sintático, semântico). Quero com isso dizer que é a linguagem, portanto, o lugar natural para se iniciarem os estudos sobre qualquer aspecto das línguas naturais, ainda que o recorte que se venha a fazer incida apenas sobre algum aspecto estrutural desses sistemas linguísticos. O fato de esses estudos se terem voltado – particularmente no momento em que a linguística, durante o movimento estruturalista, buscava se constituir como ciência – quase que exclusivamente para aquilo que parecia mais estruturado – o sistema linguístico – fez com que se desse ênfase a uma definição de língua como código, o que hoje se passou a questionar, por ser uma definição excessivamente redutora. Vejo a língua, portanto, como um sistema estruturado que, por situar-se no âmbito da linguagem, apresenta constante instabilidade e mutabilidade, características de quaisquer atividades do homem, tomado enquanto sujeito historicamente situado.

(Entrevista de Bernadete Abaurre na obra Conversas com lingüistas: virtudes e controvérsias da lingüística, organizada por Antonio Carlos Xavier e Suzana Cortez, 2005).

 A definição de linguagem apresentada pela linguista implica considerar
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Q1834156 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Que é língua?


    Esta é uma questão que prefiro discutir partindo das noções de trabalho, de atividade. Assim, ao pensar a questão da linguagem e da língua, vejo a linguagem como uma atividade, como um trabalho. Um trabalho de homens, ou seja, de sujeitos que são histórica, social e culturalmente situados e que, através desse trabalho, dessa atividade, organizam, interpretam e dão forma a suas experiências e à realidade em que vivem. Começo, então, a refletir sobre a questão colocada a partir de uma definição de linguagem construída nesses termos, porque foi na relação com atividades de uma linguagem assim concebida – que se manifesta sempre em situações sociais de interlocução – que, por hipótese, se constituíram as chamadas línguas naturais, cada uma com suas características estruturais próprias, manifestas nos seus vários níveis de organização (fonológico, morfológico, sintático, semântico). Quero com isso dizer que é a linguagem, portanto, o lugar natural para se iniciarem os estudos sobre qualquer aspecto das línguas naturais, ainda que o recorte que se venha a fazer incida apenas sobre algum aspecto estrutural desses sistemas linguísticos. O fato de esses estudos se terem voltado – particularmente no momento em que a linguística, durante o movimento estruturalista, buscava se constituir como ciência – quase que exclusivamente para aquilo que parecia mais estruturado – o sistema linguístico – fez com que se desse ênfase a uma definição de língua como código, o que hoje se passou a questionar, por ser uma definição excessivamente redutora. Vejo a língua, portanto, como um sistema estruturado que, por situar-se no âmbito da linguagem, apresenta constante instabilidade e mutabilidade, características de quaisquer atividades do homem, tomado enquanto sujeito historicamente situado.

(Entrevista de Bernadete Abaurre na obra Conversas com lingüistas: virtudes e controvérsias da lingüística, organizada por Antonio Carlos Xavier e Suzana Cortez, 2005).

A definição de língua como código, segundo a linguista, é redutora porque
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Q1834155 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Que é língua?


    Esta é uma questão que prefiro discutir partindo das noções de trabalho, de atividade. Assim, ao pensar a questão da linguagem e da língua, vejo a linguagem como uma atividade, como um trabalho. Um trabalho de homens, ou seja, de sujeitos que são histórica, social e culturalmente situados e que, através desse trabalho, dessa atividade, organizam, interpretam e dão forma a suas experiências e à realidade em que vivem. Começo, então, a refletir sobre a questão colocada a partir de uma definição de linguagem construída nesses termos, porque foi na relação com atividades de uma linguagem assim concebida – que se manifesta sempre em situações sociais de interlocução – que, por hipótese, se constituíram as chamadas línguas naturais, cada uma com suas características estruturais próprias, manifestas nos seus vários níveis de organização (fonológico, morfológico, sintático, semântico). Quero com isso dizer que é a linguagem, portanto, o lugar natural para se iniciarem os estudos sobre qualquer aspecto das línguas naturais, ainda que o recorte que se venha a fazer incida apenas sobre algum aspecto estrutural desses sistemas linguísticos. O fato de esses estudos se terem voltado – particularmente no momento em que a linguística, durante o movimento estruturalista, buscava se constituir como ciência – quase que exclusivamente para aquilo que parecia mais estruturado – o sistema linguístico – fez com que se desse ênfase a uma definição de língua como código, o que hoje se passou a questionar, por ser uma definição excessivamente redutora. Vejo a língua, portanto, como um sistema estruturado que, por situar-se no âmbito da linguagem, apresenta constante instabilidade e mutabilidade, características de quaisquer atividades do homem, tomado enquanto sujeito historicamente situado.

(Entrevista de Bernadete Abaurre na obra Conversas com lingüistas: virtudes e controvérsias da lingüística, organizada por Antonio Carlos Xavier e Suzana Cortez, 2005).

A linguista Bernadete Abaurre defende que as línguas naturais são sistemas linguísticos 
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Q1823176 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão


 https://glaucocortez.wordpress.com/2012/08/05/hum
or-a-experiencia-do-mundo-e-a-midia-nos-quadrinhos
de-charles-schulz/
Na mesma oração: “Eu acho que o mundo é muito melhor hoje do que era, por exemplo, cinco anos atrás...” as reticências são empregadas para:
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Q1823167 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão

Mudança

Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala.
Arrastaram-se para lá , devagar, sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aio a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cintura o, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás. 
Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se. O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão.
- Anda, condenado do diabo, gritou-lhe o pai. Na o obtendo resultado, fustigou-o com a bainha da faca de ponta. Mas o pequeno esperneou acuado, depois sossegou, deitou-se, fechou os olhos. Fabiano ainda lhe deu algumas pancadas e esperou que ele se levantasse. Como isto não acontecesse, espiou os quatro cantos, zangado, praguejando baixo. A catinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas. O voo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos. 
- Anda, excomungado.
O pirralho não se mexeu, e Fabiano desejou mata-lo. Tinha o coração grosso, queria responsabilizar alguém pela sua desgraça. A seca aparecia-lhe como um fato necessário - e a obstinação da criança irritava-o. Certamente esse obstáculo miúdo não era culpado, mas dificultava a marcha, e o vaqueiro precisava chegar, não sabia onde.
Tinham deixado os caminhos, cheios de espinho e seixos, fazia horas que pisavam a margem do rio, a lama seca e rachada que escaldava os pés.
Pelo espírito atribulado do sertanejo passou a ideia de abandonar o filho naquele descampado. Pensou nos urubus, nas ossadas, coçou a barba ruiva e suja, irresoluto, examinou os arredores. 
(In: Vidas Secas – Capítulo I, Graciliano Ramos)
Do texto “Mudança” pode-se inferir que:
1. Ele aborda algumas passagens descritivas. 2. Fabiano queria desculpar alguém pela sua desgraça e assim, maltratava o filho pois aos olhos de pai, o filho irritava e atrapalhava sua caminhada. 3. Com o espírito perturbado, Fabiano chegou a ter um pensamento perverso: abandonar o filho naquele lugar.
Esta (ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): 
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Q1823073 Português
Analise a tirinha abaixo e assinale a alternativa correta:
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Q1822994 Português
Meus Oito Anos
Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais! Como são belos os dias De despontar da existência! – Respira a alma inocência Como perfumes a flor; O mar é – lago sereno, O céu – um manto azulado, O mundo – um sonho dourado, A vida – um hino d’amor! (Casimiro de Abreu)
1. Para o autor, a época de sua infância foi repleta de dias belos e por isso sente saudades do começo de sua vida. 2. No segmento: Que amor, que sonhos, que flores, o uso das vírgulas deu por ter que separar elementos de uma enumeração. 3. Na segunda estrofe há quatro figuras de linguagem denominadas comparação: O mar e – lago sereno,/O céu – um manto azulado, /O mundo – um sonho dourado, /A vida – um hino d’amor!
Esta (a o) correta (s) a (s) afirmativa (s):
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Ano: 2019 Banca: IBADE Órgão: IABAS Prova: IBADE - 2019 - IABAS - Dentista |
Q1820978 Português

Infestação de escorpiões no Brasil pode ser imparável


A infestação de escorpião no Brasil é o exemplo perfeito de como a vida moderna se tornou imprevisível. É uma característica do que, no complexo campo de problemas, chamamos de um mundo “VUCA” (Volatility, uncertainty, complexity and ambiguity em inglês) - um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo.

Escorpiões, como as baratas que eles comem, são um a espécie incrivelmente adaptável. O número de pessoas picadas em todo o Brasil aumentou de 12 mil em 2000 para 140 mil no ano passado, de acordo com o Ministério da Saúde. A espécie que aterroriza os brasileiros é o perigoso escorpião amarelo, ou Tityus serrulatus. Ele se reproduz por meio do milagre da partenogênese, significando que um escorpião feminino simplesmente gera cópias de si mesma duas vezes por ano - nenhuma participação masculina é necessária.

A infestação do escorpião urbano no Brasil é um clássico "problema perverso". Este termo, usado pela primeira vez em 1973, refere-se a enormes problemas sociais ou culturais como pobreza e guerra - sem solução simples ou definitiva, e que surgem na interseção de outros problemas. Nesse caso, a infestação do escorpião urbano no Brasil é o resultado de uma gestão inadequada do lixo, saneamento inapropriado, urbanização rápida e mudanças climáticas.

No VUCA, quanto mais recursos você der para os problemas, melhor. Isso pode significar tudo, desde campanhas de conscientização pública que educam brasileiros sobre escorpiões até forças-tarefa exterminadoras que trabalham para controlar sua população em áreas urbanas. Os cientistas devem estar envolvidos. O sistema nacional de saúde pública do Brasil precisará se adaptar a essa nova ameaça.

Apesar da obstinada cobertura da imprensa, as autoridades federais de saúde mal falaram publicamente sobre o problema do escorpião urbano no Brasil. E, além de alguns esforços mornos em nível nacional e estadual para treinar profissionais de saúde sobre o risco de escorpião, as autoridades parecem não ter nenhum plano para combater a infestação no nível epidêmico para o qual ela está se dirigindo.

Temo que os escorpiões amarelos venenosos tenham reivindicado seu lugar ao lado de crimes violentos, tráfico brutal e outros problemas crônicos com os quais os urbanitas no Brasil precisam lidar diariamente.


* Hamilton Coimbra Carvalho é pesquisador em Problemas Sociais Complexos, na Universidade de São Paulo (USP). 


Texto adaptado de Revista Galileu

(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2019/02/infestacao-de-escorpioes-no-brasil-pode-ser-imparavel-diz-pesquisador.html)

Observe:
“Escorpiões, como as baratas que eles comem, são uma espécie incrivelmente adaptável.”
A oração subordinada tem função e valor semântico iguais à do período em destaque em:
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Q1819657 Português

TEXTO II 

FILOSOFIA DOS EPITÁFIOS



A construção textual “E, aliás, gosto dos epitáfios; eles são, entre a gente civilizada, uma expressão daquele pio e secreto egoísmo (...)”(linhas 2 e 3) constrói-se por meio de recurso de ironia, o que gera, no contexto apresentado, uma crítica
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Q1819649 Português

TEXTO I 

CIDADANIA NO BRASIL  



(http://www.do.ufgd.edu.br/mariojunior/arquivos/cidadania_brasil.pdf)


O TEXTO I acima aborda aspectos sociológicos, ligados à formação do povo brasileiro. Sobre os aspectos linguísticos presentes no TEXTO I, responda à próxima questão. 

No trecho “Tudo isso mostra a complexidade do problema.” (linha 12), o elemento textual “isso” possui natureza de coesão
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Q1819647 Português

TEXTO I 

CIDADANIA NO BRASIL  



(http://www.do.ufgd.edu.br/mariojunior/arquivos/cidadania_brasil.pdf)


O TEXTO I acima aborda aspectos sociológicos, ligados à formação do povo brasileiro. Sobre os aspectos linguísticos presentes no TEXTO I, responda à próxima questão. 

Em "(...) o que acaba afetando o emprego e os gastos do governo, (...)" (linha 9), percebe-se, do ponto de vista dos fatores de textualidade, que
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Q1819150 Português
As charges exercem um importante papel nas aulas de português. Aliando a linguagem verbal e a não-verbal, possibilitam verificar o nível de proficiência em leitura dos alunos, além de proporcionar importantes debates sobre a realidade brasileira. Leia o exemplo abaixo do chargista Ivan Cabral.
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em www.ivancabral.com, acesso em 10/01/2019.


Qual das afirmações abaixo traduz o objetivo desta charge em relação aos seus leitores?
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Q1819143 Português
A piada abaixo foi retirada do blog “Língua Portuguesa: truques e táticas”. (Disponível em http://mundoletras2009.blogspot.com/2008/11/piada-para-trabalhar-variaes-lingsticas.html]):
Um certo homem que morava na cidade sentiu vontade de sentir o cheiro do mato. Ao chegar no interiorzinho onde vivia seu compadre Bastião, foi encontrá-lo na roça. Depois de muitas conversas resolveu brincar de antônimo com o compadre Bastião:
_ Compadre sabe o que é antônimo? _ num sê não. _ É o oposto, vou dar uns exemplos. O antônimo de gordo é magro, de fraco é forte, de rico é pobre. Entendeste? _ Agora eu já sê cumpade! E vou lhe preguntar: _ Ocê sabe o antônimo de fumo? _ mas... fumo não tem antônimo, fumo é o que você planta. _ É não sô... o contrário de FUMO é VORTEMO.
A leitura da piada nos apresenta exemplos da variedade linguística existente no Brasil. Suponha que um aluno seu chegue à escola utilizando, na fala, expressões típicas de uma oralidade regional, como o “Bastião”. Qual das alternativas abaixo caracteriza um procedimento metodológico correto como professor de Língua Portuguesa.
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Q1819136 Português
O uso de alguns pronomes, palavras repetidas e sinônimos podem ocasionar frases com ambiguidade, ou seja, a possibilidade de dupla interpretação. Apenas em uma das alternativas isso não ocorre. Identifique-a.
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Q1818196 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O mundo 'pós-likes' pode colocar o fact-checking em xeque
(Cristina Tardáguila – Revista Época – 16/09/2019 – Disponível em: https://epoca.globo.com – adaptação)
Considerando a construção da argumentação no texto, analise as assertivas a seguir:
I. O texto apresenta somente aspectos positivos da omissão dos números referentes ao engajamento em postagens em redes sociais. II. O autor do texto não deixa transparecer, em nenhum momento, seu posicionamento em relação ao assunto debatido. III. O autor emprega um fato da atualidade brasileira para construir um exemplo de como a omissão dos likes afeta o trabalho de checagem em postagens.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1818195 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O mundo 'pós-likes' pode colocar o fact-checking em xeque
(Cristina Tardáguila – Revista Época – 16/09/2019 – Disponível em: https://epoca.globo.com – adaptação)
Considerando o exposto no texto, analise as assertivas a seguir:
I. Uma das consequências da omissão dos números referentes ao engajamento em uma postagem em rede social é o aumento da propagação de informações falsas. II. Está implícito no texto que a qualidade das postagens não será, de maneira alguma, afetada pela omissão dos likes. III. As curtidas em uma postagem não geram retornos financeiros, portanto, sua omissão afeta somente questões psicológicas dos que se integram ás redes sociais.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1818194 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O mundo 'pós-likes' pode colocar o fact-checking em xeque
(Cristina Tardáguila – Revista Época – 16/09/2019 – Disponível em: https://epoca.globo.com – adaptação)
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma rede social que passou a omitir recentemente o número de respostas de seguidores.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IDECAN Órgão: IF-AM Prova: IDECAN - 2019 - IF-AM - Professor - Biologia |
Q1817228 Português
A respeito do texto, analise as afirmativas a seguir:
I. A imagem recorrente do branco da paz sofre uma releitura diante da natureza do Amazonas. II. Há uma identidade da bravura do povo com a força da natureza. III. Com a alvorada que vem das matas, dissipa-se o mistério.
Assinale
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IDECAN Órgão: IF-AM Prova: IDECAN - 2019 - IF-AM - Professor - Biologia |
Q1817225 Português
Pela leitura do texto, não é possível inferir que
Alternativas
Respostas
29621: D
29622: B
29623: C
29624: D
29625: D
29626: C
29627: A
29628: B
29629: B
29630: C
29631: E
29632: D
29633: A
29634: D
29635: D
29636: C
29637: A
29638: D
29639: B
29640: E