Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1787366 Português
Leia o texto para responder à questão.

São Paulo revive mesmas enchentes há 91 anos
  Em uma de suas principais obras, Benedito Calixto retratou, em 1892, a inundação da área do atual Mercadão, no centro de São Paulo. A região foi atingida também em 1929, numa das primeiras grandes enchentes da capital e submergiu novamente, quase 130 anos depois do quadro histórico.
  Urbanistas afirmam que uma das principais explicações para as repetidas inundações foi a decisão de expandir a cidade para as áreas próximas às várzeas dos rios Tietê e Tamanduateí, a partir de meados de 1890. O quadro de Benedito Calixto capta o início dessa expansão da cidade. A cheia histórica de 1929 também foi registrada em uma série de fotografias que viraram sinônimo das inundações paulistanas, por ter deixado a cidade debaixo da água por sete dias.
  Há suspeita de que os efeitos da forte chuva que atingiu São Paulo naquele fevereiro de 1929 tenham sido potencializados por ações da então onipresente Light. O acordo com o poder público previa que a Light poderia desapropriar áreas atingidas por enchentes naquele ano.
  Pesquisa da professora da USP Odette Seabra indica que a Light abriu suas represas para aumentar a área inundada pelos rios Pinheiros, Tietê e Tamanduateí. Essas áreas inundadas passaram para as mãos da Light, que depois as comercializou.
  Os fatos recentes mostram que a história se repete: 63% dos alagamentos neste ano de 2020 estão na mesma região atingida pela cheia de 1929, que corresponde à da subprefeitura da Sé. Mas desta vez, os locais inundados não se restringem à área do Mercadão. Áreas das subprefeituras da Lapa e de Pinheiros também foram atingidas.
  As obras e intervenções para conter as cheias dos rios nessas áreas não foram suficientes. Um outro agravante é que o solo da cidade tem ficado cada vez mais impermeável, com aumento das áreas construídas e ocupadas.
(Folha de S. Paulo.15.02.2020. Adaptado)
A pesquisa de Odette Seabra permite concluir que a Light
Alternativas
Q1787365 Português
Leia o texto para responder à questão.

São Paulo revive mesmas enchentes há 91 anos
  Em uma de suas principais obras, Benedito Calixto retratou, em 1892, a inundação da área do atual Mercadão, no centro de São Paulo. A região foi atingida também em 1929, numa das primeiras grandes enchentes da capital e submergiu novamente, quase 130 anos depois do quadro histórico.
  Urbanistas afirmam que uma das principais explicações para as repetidas inundações foi a decisão de expandir a cidade para as áreas próximas às várzeas dos rios Tietê e Tamanduateí, a partir de meados de 1890. O quadro de Benedito Calixto capta o início dessa expansão da cidade. A cheia histórica de 1929 também foi registrada em uma série de fotografias que viraram sinônimo das inundações paulistanas, por ter deixado a cidade debaixo da água por sete dias.
  Há suspeita de que os efeitos da forte chuva que atingiu São Paulo naquele fevereiro de 1929 tenham sido potencializados por ações da então onipresente Light. O acordo com o poder público previa que a Light poderia desapropriar áreas atingidas por enchentes naquele ano.
  Pesquisa da professora da USP Odette Seabra indica que a Light abriu suas represas para aumentar a área inundada pelos rios Pinheiros, Tietê e Tamanduateí. Essas áreas inundadas passaram para as mãos da Light, que depois as comercializou.
  Os fatos recentes mostram que a história se repete: 63% dos alagamentos neste ano de 2020 estão na mesma região atingida pela cheia de 1929, que corresponde à da subprefeitura da Sé. Mas desta vez, os locais inundados não se restringem à área do Mercadão. Áreas das subprefeituras da Lapa e de Pinheiros também foram atingidas.
  As obras e intervenções para conter as cheias dos rios nessas áreas não foram suficientes. Um outro agravante é que o solo da cidade tem ficado cada vez mais impermeável, com aumento das áreas construídas e ocupadas.
(Folha de S. Paulo.15.02.2020. Adaptado)
De acordo com o texto, pode-se afirmar que as inundações na cidade de São Paulo
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Q1787364 Português

Observe o quadro de Benedito Calixto e leia o texto para responder à questão.

   O artista descreve minuciosamente a época de cheia da Várzea do Carmo, em 1892, indicando o cotidiano do rio na cidade de São Paulo. O formato panorâmico evidencia a amplitude da cidade, demonstrando detalhes de seu horizonte paisagístico. Calixto faz com que o rio, um motivo cotidiano, frequentemente representado em pequenos suportes, aqui adquira a importância de personagem histórico em diálogo com a cidade.

(OLIVEIRA, Helder Manuel Silva. In: Castagneto e o contexto artístico

paulista do século XIX. (institutopoimenica.com/acesso em 15.02.20)

Considerando o quadro e o texto, conclui-se que o pintor retrata o rio como um
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Ano: 2020 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ilhabela - SP Provas: VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Administração de Empresas - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Engenheiro Sanitarista | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Especialista Ambiental | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Farmacêutico | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Administração Pública - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Biblioteconomia - Documental | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Arquivologia - Documental | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Ciências Sociais - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Direito - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Economia - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Estatística - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Gestão de Políticas Públicas - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Jornalismo - Comunicação | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Publicidade e Propaganda - Comunicação | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Recursos Humanos | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Relações Públicas - Comunicação | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Transporte e Trânsito | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Arquiteto e Urbanista | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Biólogo | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Engenheiro Civil | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Engenheiro Elétrico | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Tecnologia da Informação e Comunicação |
Q1787185 Português

Leia o texto de Ruy Castro para responder à questão.


Beijos proibidos 


    Manier Sael, um imigrante haitiano em São Paulo, por meio de tocante entrevista ao jornal, contou que, ao chegar ao Brasil, e ao começar a namorar a brasileira que se tornaria sua mulher e mãe de sua filha, disse-lhe que tinha um desejo: beijá-la em público, na rua. “No Haiti, isso não existe”, ele explicou. “É uma coisa que eu nunca tinha visto na vida real, só na televisão. Ela falou que tudo bem. Como eu me senti nessa hora [ao beijá-la]? Me senti brasileiro”.
    É interessante como, às vezes, precisamos de que alguém de fora venha nos revelar quem somos ou como somos. Haverá coisa mais corriqueira no Brasil do que beijar em público? Pelo menos, é o que pensamos e – considerando quantas vezes fizemos isso sem o menor problema – será preciso um exercício intelectual para nos lembrar de que pode ter havido exceções à regra.
    Duas cidades do interior de São Paulo já tiveram juízes que proibiram beijos em praça pública. E isso não foi no século 19, mas nos anos loucos de 1980 e 1981. Até a proibição ser revogada por ridícula, vários casais foram parar na cadeia.
    Um dos restaurantes mais antigos do Rio, a Adega Flor de Coimbra, até hoje ostenta na parede um quadro dos velhos tempos: “Proibido beijos ousados”. O quadro continua lá pelo folclore, claro – mesmo porque, tendo pedido sua farta e deliciosa feijoada à Souza Pinto, quem pensará em dar beijos, mesmo ousados?
    E uma querida senhora que conheci, ao ver um casal se beijando na novela da TV, deu um profundo suspiro e, do alto de seus 90 anos, exclamou, talvez sem se dar conta de que todos na sala podiam escutá-la: “Eu nunca fui beijada!”. Ali, naquele momento, todos nos conscientizamos da nossa tremenda fragilidade.

(www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/10/beijos-proibidos.shtml
Publicado em 28.10.2019. Adaptado)

De acordo com o conteúdo do texto, é correto afirmar que
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Ano: 2020 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ilhabela - SP Provas: VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Administração de Empresas - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Engenheiro Sanitarista | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Especialista Ambiental | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Farmacêutico | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Administração Pública - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Biblioteconomia - Documental | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Arquivologia - Documental | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Ciências Sociais - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Direito - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Economia - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Estatística - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Gestão de Políticas Públicas - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Jornalismo - Comunicação | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Publicidade e Propaganda - Comunicação | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Recursos Humanos | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Relações Públicas - Comunicação | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Transporte e Trânsito | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Arquiteto e Urbanista | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Biólogo | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Engenheiro Civil | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Engenheiro Elétrico | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Tecnologia da Informação e Comunicação |
Q1787184 Português

Leia o texto de Ruy Castro para responder à questão.


Beijos proibidos 


    Manier Sael, um imigrante haitiano em São Paulo, por meio de tocante entrevista ao jornal, contou que, ao chegar ao Brasil, e ao começar a namorar a brasileira que se tornaria sua mulher e mãe de sua filha, disse-lhe que tinha um desejo: beijá-la em público, na rua. “No Haiti, isso não existe”, ele explicou. “É uma coisa que eu nunca tinha visto na vida real, só na televisão. Ela falou que tudo bem. Como eu me senti nessa hora [ao beijá-la]? Me senti brasileiro”.
    É interessante como, às vezes, precisamos de que alguém de fora venha nos revelar quem somos ou como somos. Haverá coisa mais corriqueira no Brasil do que beijar em público? Pelo menos, é o que pensamos e – considerando quantas vezes fizemos isso sem o menor problema – será preciso um exercício intelectual para nos lembrar de que pode ter havido exceções à regra.
    Duas cidades do interior de São Paulo já tiveram juízes que proibiram beijos em praça pública. E isso não foi no século 19, mas nos anos loucos de 1980 e 1981. Até a proibição ser revogada por ridícula, vários casais foram parar na cadeia.
    Um dos restaurantes mais antigos do Rio, a Adega Flor de Coimbra, até hoje ostenta na parede um quadro dos velhos tempos: “Proibido beijos ousados”. O quadro continua lá pelo folclore, claro – mesmo porque, tendo pedido sua farta e deliciosa feijoada à Souza Pinto, quem pensará em dar beijos, mesmo ousados?
    E uma querida senhora que conheci, ao ver um casal se beijando na novela da TV, deu um profundo suspiro e, do alto de seus 90 anos, exclamou, talvez sem se dar conta de que todos na sala podiam escutá-la: “Eu nunca fui beijada!”. Ali, naquele momento, todos nos conscientizamos da nossa tremenda fragilidade.

(www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/10/beijos-proibidos.shtml
Publicado em 28.10.2019. Adaptado)

Leia o texto de Luis Fernando Verissimo para responder à questão.
2020
E lá fomos nós para o ano vinte-vinte, na esperança de que a repetição dos números significasse alguma coisa... Vivemos sempre com a expectativa que uma anomalia ou qualquer ruptura com o normal – como um ano com números reincidentes – seja um sinal. E há pessoas que procuram nos astros esse sinal de que algo guia seus passos e orienta sua vida.
Quando comecei a trabalhar na imprensa, há 200 anos, fazia de tudo na redação, depois de passar o dia no meu outro emprego de redator de publicidade. Um dia me pediram para fazer o horóscopo, já que o astrólogo profissional insistia em ganhar um aumento, uma reivindicação irrealista, dadas as condições do jornal. Como eu já fazia de tudo na redação, comecei a fazer o horóscopo também. Todos os dias inventava o destino das pessoas e distribuía as previsões e os conselhos pelos 12 signos do zodíaco.
O horóscopo era a última coisa que eu fazia no jornal antes de ir me encontrar com a Lucia e, se tivéssemos sorte, ir a um cinema, de modo que meu horóscopo era sempre feito às pressas, e com a escassa energia que sobrava depois de um dia fazendo de tudo. E então bolei uma solução genial para liquidar o horóscopo em pouco tempo e ir embora. Como era óbvio que as pessoas só querem saber o texto do seu próprio signo, comecei a fazer um rodízio: mudava os textos de signo e de lugar. O que um dia era o texto para libra no dia seguinte era para sagitário, etc. Ninguém iria notar a trapaça sideral, os deuses me perdoariam.
Não demorou para que o editor do jornal me chamasse. Tinha muita gente reclamando do horóscopo. O que eu pensava que era óbvio não era. Minha pseudoesperteza tinha sido descoberta, aparentemente todo o mundo lê todo o horóscopo todos os dias. Minha breve carreira de astrólogo terminou ali. Mas eu só queria dizer que, mesmo quando era eu que escrevia os textos, nunca deixava de ler o que libra reservava para meu futuro. Fazer o quê? Precisamos de uma direção na vida, venha ela de onde vier.
(O Estado de São Paulo, 05.01.2020. Adaptado)

Uma semelhança entre os dois textos da prova, 2020 e Beijos proibidos, está no fato de os autores
Alternativas
Ano: 2020 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ilhabela - SP Provas: VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Administração de Empresas - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Engenheiro Sanitarista | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Especialista Ambiental | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Farmacêutico | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Administração Pública - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Biblioteconomia - Documental | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Arquivologia - Documental | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Ciências Sociais - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Direito - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Economia - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Estatística - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Gestão de Políticas Públicas - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Jornalismo - Comunicação | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Publicidade e Propaganda - Comunicação | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Recursos Humanos | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Relações Públicas - Comunicação | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Transporte e Trânsito | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Arquiteto e Urbanista | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Biólogo | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Engenheiro Civil | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Engenheiro Elétrico | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Tecnologia da Informação e Comunicação |
Q1787179 Português

Leia o texto de Luis Fernando Verissimo para responder à questão.


2020


    E lá fomos nós para o ano vinte-vinte, na esperança de que a repetição dos números significasse alguma coisa...
    Vivemos sempre com a expectativa que uma anomalia ou qualquer ruptura com o normal – como um ano com números reincidentes – seja um sinal. E há pessoas que procuram nos astros esse sinal de que algo guia seus passos e orienta sua vida.
    Quando comecei a trabalhar na imprensa, há 200 anos, fazia de tudo na redação, depois de passar o dia no meu outro emprego de redator de publicidade. Um dia me pediram para fazer o horóscopo, já que o astrólogo profissional insistia em ganhar um aumento, uma reivindicação irrealista, dadas as condições do jornal. Como eu já fazia de tudo na redação, comecei a fazer o horóscopo também. Todos os dias inventava o destino das pessoas e distribuía as previsões e os conselhos pelos 12 signos do zodíaco.
    O horóscopo era a última coisa que eu fazia no jornal antes de ir me encontrar com a Lucia e, se tivéssemos sorte, ir a um cinema, de modo que meu horóscopo era sempre feito às pressas, e com a escassa energia que sobrava depois de um dia fazendo de tudo. E então bolei uma solução genial para liquidar o horóscopo em pouco tempo e ir embora. Como era óbvio que as pessoas só querem saber o texto do seu próprio signo, comecei a fazer um rodízio: mudava os textos de signo e de lugar. O que um dia era o texto para libra no dia seguinte era para sagitário, etc. Ninguém iria notar a trapaça sideral, os deuses me perdoariam.
    Não demorou para que o editor do jornal me chamasse. Tinha muita gente reclamando do horóscopo. O que eu pensava que era óbvio não era. Minha pseudoesperteza tinha sido descoberta, aparentemente todo o mundo lê todo o horóscopo todos os dias. Minha breve carreira de astrólogo terminou ali. Mas eu só queria dizer que, mesmo quando era eu que escrevia os textos, nunca deixava de ler o que libra reservava para meu futuro. Fazer o quê? Precisamos de uma direção na vida, venha ela de onde vier. 

(O Estado de São Paulo, 05.01.2020. Adaptado) 

Com base nas informações do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1786764 Português
Leia o texto para responder a questão.


Um ano após ataque em escola em Suzano, túmulo de
assassino recebe visitas de admiradores
Um ano após o ataque que matou dez pessoas na Escola
Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo, o
túmulo de um dos jovens responsáveis pelo massacre volta
e meia recebe admiradores que até velas acendem em sua
homenagem
André Vargas De Suzano para a BBC News Brasil
  Os funcionários do cemitério São João Batista, a quase 10 quilômetros da escola, desconversam, mas admitem que ficam de olho nos visitantes.
  O túmulo abriga Guilherme Taucci Monteiro, o idealizador do ataque, conforme revelaram as conversas por aplicativo de celular e e-mails encontrados pela Polícia Civil.
  Ele tinha 17 anos quando, junto de Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, invadiu a escola numa manhã do dia 13 de março de 2019, uma quarta-feira. Eles tentavam imitar o massacre na escola de Columbine, no Estado americano do Colorado, em 1999, quando dois alunos assassinaram 13 pessoas e feriram 24.
  Dias antes, Taucci agradeceu pelas dicas que obteve no fórum da deep web Dogolachan: "Nascemos falhos, mas partiremos como heróis".
  Virtualmente impossível de ser rastreado, é no Dogolachan que os autoproclamados incels fermentam seu ódio contra mulheres e figuras de autoridade, como professores e parentes.
  Incel é a contração em inglês para "celibatários involuntários", termo com o qual homens jovens, solitários, misóginos e rancorosos costumam se apresentar. Castro também escreveu no mesmo fórum: "Depois estaremos diante de Deus com nossas 7 virgens".
  Armados com um revólver, uma machadinha, uma besta com dardos, coquetéis molotov e bombas falsas, os brasileiros estudaram o ataque em Columbine.
  Depois de cerca de 15 minutos, prestes a serem cercados pela polícia, os jovens executaram a segunda parte do plano. Após atirar contra um policial militar à paisana que mora nas proximidades e ouviu os disparos, Taucci matou Castro e cometeu suicídio.
  Foi o segundo maior ataque em escolas brasileiras. O maior ocorreu em 2011, quando 12 crianças foram mortas e 13 ficaram feridas na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro. O assassino, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, cometeu suicídio após ser baleado por um policial.
  [...]
Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51880555
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
Alternativas
Q1786734 Português

Ou agimos agora ou será tarde demais

O clima não espera: cientistas do IPCC alertam que combater

o aquecimento global exige mudanças sem precedentes,

mas ainda é possível se não perdermos tempo;

e nossas florestas são motivo para ter esperança

por Rodrigo Gerhardt


    O time mais robusto de cientistas do mundo, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), divulgou nesta segunda-feira, na Coreia do Sul, um novo relatório sobre o caminho para limitar o aquecimento global a 1.5 grau e assim cumprir o histórico Acordo de Paris. É uma tarefa que envolve escolhas difíceis e urgentes, e só poderá ser alcançada se não perdermos mais tempo. Para líderes politicos e corporativos, a mensagem é clara: “Ajam agora!”.

    Atualmente, já enfrentamos 1 grau Celsius de aquecimento. Para os cientistas da ONU, que revisaram mais de 6 mil estudos, estamos muito próximos de atingir 1.5º C e até mesmo chegar a 2º C de aquecimento já na primeira metade do século, ou seja, logo daqui trinta anos. Este é o nível mínimo seguro para a forma como vivemos no planeta. A única solução possível, diz o relatório, é reduzir pela metade até 2030 a emissão de gases que esquentam o planeta, para então zerá-las em 2050, além de absorver parte do carbono que já está na atmosfera. Neste caminho não bastam só novas tecnologias e energia limpa – as florestas também terão papel fundamental.

    “No cenário traçado pelo IPCC, o futuro da humanidade depende não apenas de eliminarmos os combustíveis fósseis, como carvão e petróleo, e zerar o desmatamento em escala mundial para reduzir as emissões, mas também proteger florestas, savanas e outras formas de vegetação natural para capturar o excesso de CO2 que já está na atmosfera e o que ainda será emitido na fase de transição para uma economia neutra em carbono”, diz o estrategista internacional de Florestas do Greenpeace, Paulo Adário.

    Para ele, a melhor e mais aceitável forma de fazer isso é adotar um ambicioso programa de restauração das florestas degradadas em escala global. “Afinal, as árvores são ‘usinas’ naturais de captação de carbono desenvolvidas e testadas há milhões de anos”, afirma.

    No Brasil, líderes políticos e empresariais têm o dever de ampliar os compromissos já assumidos com a comunidade global e adotar as medidas necessárias para nos proteger dos impactos que já estão sendo sentidos, como secas severas prolongadas e tempestades com força recorde. “Além de acelerar a transição para uma matriz energética 100% limpa e renovável, o país tem o desafio de revolucionar o setor agropecuário – que responde por cerca de 70% das emissões brasileiras, incluído ao ‘pum’ dos rebanhos, o uso de fertilizantes e o desmatamento de novas áreas – e trazê-lo para um patamar sustentável”, afirma.


Disponível em https://www.greenpeace.org/brasil/blog/ou-agimos-agora-ou-sera-tarde-demais/?gclid=EAIaIQobChMI3tOxh57c6AIVRwmRCh00vQZTEAAYASAAEgI WhvD_BwE

Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
Alternativas
Q1783901 Português
Leia com atenção a notícia publicada no dia 17 de janeiro de 2020 pela Revista Superinteressante e assinale a alternativa que apresenta uma informação EQUIVOCADA segundo o expresso no texto:
Quem foi Joseph Goebbels, líder nazista citado por Secretário da Cultura
Considerado o braço direito de Adolf Hitler, Joseph Goebbels se tornou uma das figuras de maior destaque no governo nazista da Alemanha, que durou entre 1933 e 1945. Ele foi nomeado Ministro da Propaganda e era o principal articulador do setor de informação do regime, fomentando ideias antissemitas e de apoio ao partido. Na madrugada de hoje (17), Goebbels voltou ao noticiário após um vídeo publicado pela Secretaria Especial da Cultura do governo brasileiro, em que o secretário Roberto Alvim faz um discurso com alusões a um pronunciamento do nazista.
No vídeo, Alvim anuncia os planos de financiamento à cultura de sua gestão e diz que “a arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional. Será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional e igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada a aspirações urgentes de nosso povo, ou então não será nada”.
A frase é bastante parecida com uma dita pelo lacaio de Hitler na década de 1930: “a arte alemã da próxima década será heroica, romântica, objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grandes padrões e imperativa e vinculante, ou então não será nada”.
Mais tarde, o secretário negou que havia copiado Goebbels e disse que tudo não passava de uma “infeliz coincidência”, mas que a frase usada era “perfeita”. Outros elementos do vídeo, como a retórica, a estética e a música de fundo — uma ópera de Richard Wagner, considerada a favorita de Hitler — levaram internautas, políticos e ativistas a ampliar a comparação com o regime nazista. A repercussão foi tanta que o Secretário da Cultura foi demitido pelo presidente Jair Bolsonaro no início da tarde de hoje. No Twitter, Bolsonaro classificou o pronunciamento como “infeliz”.
Fonte: https://super.abril.com.br/historia/quem-foi-joseph-goebbels-lider-nazista-citado-por-secretario-da-cultura/ Acesso em 24 de fev. 2020.
Alternativas
Q1781729 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Maria Firmina dos Reis, a abolicionista negra que se tornou a primeira romancista do Brasil 


(Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/10/11/politica/1570793304_499201.htm
– texto adaptado especialmente para esta prova). 
Assinale a alternativa INCORRETA sobre elementos de coesão no texto.
Alternativas
Q1781728 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Maria Firmina dos Reis, a abolicionista negra que se tornou a primeira romancista do Brasil 


(Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/10/11/politica/1570793304_499201.htm
– texto adaptado especialmente para esta prova). 
Assinale a alternativa cuja informação NÃO encontra respaldo no texto.
Alternativas
Q1775782 Português

Leia atentamente o Texto para responder a questão.


(Texto)


Com relação à interpretação do Texto, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1775483 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Essa é a hora de alinhar os relacionamentos profissionais

Por Fernando Mantovani

(Disponível em: https://exame.com/blog/sua-carreira-sua-gestao/essa-e-a-hora-de-alinhar-osrelacionamentos-profissionais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que NÃO indica uma sugestão do autor para melhoria no ambiente de trabalho.
Alternativas
Q1775482 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Essa é a hora de alinhar os relacionamentos profissionais

Por Fernando Mantovani

(Disponível em: https://exame.com/blog/sua-carreira-sua-gestao/essa-e-a-hora-de-alinhar-osrelacionamentos-profissionais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. O autor usa o exemplo de uma atividade esportiva a fim de ilustrar seus sentimentos durante o período de isolamento social. II. O assunto principal do texto é o relacionamento com o cliente. III. De acordo com o texto, a responsabilidade pela busca por feedback é do colaborador e cabe ao gestor estar disponível para tanto.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q1774582 Português

Leia o texto para responder a questão.


  E se a 2ª Guerra Mundial não tivesse acontecido?

Sem a fundação da ONU e a invenção da bomba atômica para

evitar a eclosão de um conflito entre potências, o mundo seria

um lugar mais violento

Por Fábio Marton

    Para que a 2ª Guerra não tivesse acontecido, bastaria uma traição. E nem seria a primeira: embora França e Reino Unido fossem aliados da Tchecoslováquia no papel, não reagiram quando Hitler começou a ocupação do país, em 1938. O estopim do conflito veio só em setembro de 1939, quando as duas potências fizeram valer sua aliança com a Polônia e declararam guerra à Alemanha – mas não à União Soviética, que fechou com o Führer para invadir seu quinhão de território polonês pelo outro lado.

   Hitler não tinha muito interesse em avançar rumo ao Oeste: considerava os britânicos colegas arianos, possíveis aliados. E não faltavam fãs de Hitler entre os anglo-saxões: o parlamentar Edward Mosley, na Inglaterra, criou a União Nacional dos Fascistas, e o herói nacional Charles Lindenberg, nos EUA, usou sua fama como primeiro aviador a cruzar o Atlântico para defender pautas de extrema direita.

   Ficaríamos, então, com uma guerra entre alemães e soviéticos em 1941, quando Hitler rasgou o acordo MolotovRibbentrop, de 1939, que permitiu a divisão da Polônia. Quem venceria? Na vida real, a URSS aniquilou a Alemanha pelo front leste e foi a principal responsável pela vitória aliada.

   A questão é que os soviéticos não teriam conseguido sozinhos. Eles tiveram acesso a material bélico americano e britânico, e os nazistas perderam força quando foram obrigados a lutar em frentes múltiplas após a invasão da Itália, em 1943, e o Dia D, em 1944. Além disso, os japoneses deixaram os alemães em desvantagem sem querer quando dedicaram todas as suas atenções ao conflito contra os EUA no Pacífico em vez de invadir a URSS pela Sibéria.

   O ataque a Pearl Harbor é considerado pela maioria dos historiadores um erro estratégico crasso – ao contrário do que os líderes japoneses cogitaram, os EUA não pretendiam atacar o Japão. A opinião pública americana se opunha à guerra, e se oporia ainda mais caso França e Reino Unido tivessem permanecido neutros. 

   Outro erro estratégico foi a Alemanha apoiar o Japão contra os EUA. Ela não era obrigada a fazê-lo, porque sua aliança com o Japão era defensiva – se os japoneses começassem a briga, era problema deles. Assim, a guerra no Pacífico poderia ter se limitado a Japão vs. China e URSS.

   Vamos supor, então, que esse conflito terminasse com a Alemanha dominando o Leste Europeu, e o Japão no comando de um amplo império na costa leste da Ásia (mas sem tomar colônias britânicas, francesas, americanas e holandesas, como fez na vida real). A URSS sobreviveria – pequena e abalada, mas de pé.

[...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/e-se-a-2a-guerra-mundial-naotivesse-acontecido-2/ 

Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
Alternativas
Q1774579 Português

Leia o texto para responder a questão.


  E se a 2ª Guerra Mundial não tivesse acontecido?

Sem a fundação da ONU e a invenção da bomba atômica para

evitar a eclosão de um conflito entre potências, o mundo seria

um lugar mais violento

Por Fábio Marton

    Para que a 2ª Guerra não tivesse acontecido, bastaria uma traição. E nem seria a primeira: embora França e Reino Unido fossem aliados da Tchecoslováquia no papel, não reagiram quando Hitler começou a ocupação do país, em 1938. O estopim do conflito veio só em setembro de 1939, quando as duas potências fizeram valer sua aliança com a Polônia e declararam guerra à Alemanha – mas não à União Soviética, que fechou com o Führer para invadir seu quinhão de território polonês pelo outro lado.

   Hitler não tinha muito interesse em avançar rumo ao Oeste: considerava os britânicos colegas arianos, possíveis aliados. E não faltavam fãs de Hitler entre os anglo-saxões: o parlamentar Edward Mosley, na Inglaterra, criou a União Nacional dos Fascistas, e o herói nacional Charles Lindenberg, nos EUA, usou sua fama como primeiro aviador a cruzar o Atlântico para defender pautas de extrema direita.

   Ficaríamos, então, com uma guerra entre alemães e soviéticos em 1941, quando Hitler rasgou o acordo MolotovRibbentrop, de 1939, que permitiu a divisão da Polônia. Quem venceria? Na vida real, a URSS aniquilou a Alemanha pelo front leste e foi a principal responsável pela vitória aliada.

   A questão é que os soviéticos não teriam conseguido sozinhos. Eles tiveram acesso a material bélico americano e britânico, e os nazistas perderam força quando foram obrigados a lutar em frentes múltiplas após a invasão da Itália, em 1943, e o Dia D, em 1944. Além disso, os japoneses deixaram os alemães em desvantagem sem querer quando dedicaram todas as suas atenções ao conflito contra os EUA no Pacífico em vez de invadir a URSS pela Sibéria.

   O ataque a Pearl Harbor é considerado pela maioria dos historiadores um erro estratégico crasso – ao contrário do que os líderes japoneses cogitaram, os EUA não pretendiam atacar o Japão. A opinião pública americana se opunha à guerra, e se oporia ainda mais caso França e Reino Unido tivessem permanecido neutros. 

   Outro erro estratégico foi a Alemanha apoiar o Japão contra os EUA. Ela não era obrigada a fazê-lo, porque sua aliança com o Japão era defensiva – se os japoneses começassem a briga, era problema deles. Assim, a guerra no Pacífico poderia ter se limitado a Japão vs. China e URSS.

   Vamos supor, então, que esse conflito terminasse com a Alemanha dominando o Leste Europeu, e o Japão no comando de um amplo império na costa leste da Ásia (mas sem tomar colônias britânicas, francesas, americanas e holandesas, como fez na vida real). A URSS sobreviveria – pequena e abalada, mas de pé.

[...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/e-se-a-2a-guerra-mundial-naotivesse-acontecido-2/ 

No quarto parágrafo, o pronome sublinhado retoma
Alternativas
Q1773658 Português
Uma das características que distinguem os seres humanos das demais espécies é o humor, a capacidade de rir e de provocar o riso. O texto a seguir confirma esse fato:
A professora mandou o Joãozinho colocar uma caixa vazia na lixeira, mas ele a botou em cima. Ela reclamou: - Por que não colocou a caixa dentro da lixeira, Joãozinho? - Porque não cabeu, professora. - Não coube, ela retrucou. - Agora você vai escrever 100 vezes nesta folha “não coube”, sentenciou a professora. Passou algum tempo, Joãozinho estava parado olhando para o caderno. - Escreveu cem vezes as palavras que lhe mandei? - Escrevi só 99, professora. Respondeu. - Por quê? Quis saber ela. -Porque não cabeu tudo, professora! (In: estacaoda palavra.blogspot.com/2011/07/piadas-gramaticais).
Analise as proposições abaixo:
I- O texto promove uma reflexão acerca da função reguladora da gramática, sem considerar o léxico que expressa, magistralmente, a função da língua que confere às pessoas identidade. II- A piada revela o modelo de exercício, tradicionalmente utilizado nas salas de aula, como forma de avaliação punitiva, destituída de qualquer valor interacional. III- O texto mostra uma prática de avaliação relevante, exercitando, por meio da repetição, aspectos importantes do processo de apreensão da escrita.
A alternativa que responde CORRETAMENTE é apenas:
Alternativas
Q1773657 Português
As charges são poderosos veículos de comunicação, constituindo um gênero multimodal que alia a força das palavras a imagens e bom humor.
Da leitura da charge a seguir,
Imagem associada para resolução da questão -In: google.com/search?=charges+sobre linguaportuguesa.
é CORRETO afirmar que
I- as imagens aliadas ao texto verbal sinalizam o receio da mãe, em relação à violência na escola. II- a construção discursiva do texto multimodal explicita uma crítica em relação ao valor e às condições em que se encontra a escola atualmente. III- a violência na escola afeta apenas o aluno, sendo o professor preservado, em razão de sua imagem como profissional da educação.
A alternativa que responde CORRETAMENTE é apenas:
Alternativas
Q1773653 Português
Influências que vieram de muitas direções, principalmente do campo da pragmática, das perspectivas interacionais da linguagem, conduziram a linguística até o âmbito mais amplo da língua como forma de atuação social e prática de interação dialógica, e, a partir daí, até a textualidade (ANTUNES, Irandé. Língua, Texto e Ensino: Outra Escola Possível. São Paulo: Parábola, 2009, p. 49).
Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q1772993 Português

O livro didático como professor


    A ideia de substituir os livros didáticos escolares por material retirado diretamente da internet suscitou reações variadas. Editores de livros escolares e livrarias veem no projeto uma ameaça mortal para uma indústria que dá trabalho a milhares de pessoas. Por mais solidário que me sinta em relação a editores e livrarias, é possível dizer que, pelas mesmas razões, muitas outras classes de trabalhadores poderiam protestar. Se a história avançar inelutavelmente nessa direção, esta força de trabalho teria de reciclar-se de alguma forma.

    Outra objeção é que a iniciativa prevê um computador para cada aluno e é duvidoso que o Estado possa arcar com essa despesa, e, se os pais tivessem que arcar com ela, gastariam mais do que gastam com livros didáticos. Por outro lado, se cada turma tivesse somente um computador para todos, cairia o aspecto de pesquisa pessoal que poderia constituir o fascínio dessa solução.

    Mas o problema é outro. É que a internet não se destina a substituir os livros, mas é apenas um formidável complemento a eles e um incentivo para ler mais. O livro continua a ser o instrumento príncipe da transmissão e disponibilidade do saber e os textos escolares representam a primeira e insubstituível ocasião de educar as crianças ao uso do livro. Além disso, a internet oferece um repertório fantástico de informações, mas não os meios para selecioná-las, e a educação não consiste apenas em transmitir informações, mas também em ensinar critérios de seleção.

    Esta é a função do professor, mas é também a função do texto escolar, que oferece exatamente um exemplo de seleção realizada no grande mar de toda informação possível. Se as crianças não aprendem isso, ou seja, que cultura não é acúmulo, mas seleção e discriminação, não há educação, apenas desordem mental.

(Humberto Eco. Pape Satàn Aleppe: crônicas de uma sociedade líquida.

Rio de Janeiro: Record, 2017. Adaptado)

Está empregado em sentido figurado o termo destacado em:
Alternativas
Respostas
27681: D
27682: C
27683: E
27684: E
27685: A
27686: C
27687: D
27688: B
27689: E
27690: C
27691: E
27692: C
27693: C
27694: A
27695: C
27696: A
27697: D
27698: E
27699: B
27700: E