Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1794957 Português
De acordo com o texto Segura que lá vem enchente, na época das chuvas, é natural que
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Q1794830 Português

Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.


Prevenir ou remediar – envelhecimento e saúde

Envelhecimento e saúde são temas que atraem os pesquisadores. A população brasileira envelhece cada vez mais, mas traz preocupações para os sistemas de saúde. 



Segundo Varella, muitos portadores de diabetes não se tratam porque
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Q1794829 Português

Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.


Prevenir ou remediar – envelhecimento e saúde

Envelhecimento e saúde são temas que atraem os pesquisadores. A população brasileira envelhece cada vez mais, mas traz preocupações para os sistemas de saúde. 



Segundo o autor,
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Q1794828 Português

Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.


Prevenir ou remediar – envelhecimento e saúde

Envelhecimento e saúde são temas que atraem os pesquisadores. A população brasileira envelhece cada vez mais, mas traz preocupações para os sistemas de saúde. 



Para Dráuzio Varella, “envelhecemos mal” porque
Alternativas
Q1794827 Português

Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.


Prevenir ou remediar – envelhecimento e saúde

Envelhecimento e saúde são temas que atraem os pesquisadores. A população brasileira envelhece cada vez mais, mas traz preocupações para os sistemas de saúde. 



De acordo com o texto,
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Ano: 2020 Banca: FUNDATEC Órgão: CIGA-SC Prova: FUNDATEC - 2020 - CIGA-SC - Programador |
Q1794346 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 



Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/noticia/2020/10/09 (Texto adaptado especialmente para esta prova.)

Considere o que se afirma sobre o seguinte período do texto.


“Os experimentos foram realizados no escuro, já que a luz ultravioleta demonstrou matar o vírus.”


I. Não é comprovado que a luz ultravioleta mata o vírus.

II. Como a luz ultravioleta mata o vírus, os pesquisadores fizeram os experimentos no escuro.

III. É certo que a luz pode matar o vírus, o que justifica o fato de os pesquisadores fazerem os experimentos no escuro.


Quais estão corretas segundo o que se pode inferir do texto?

Alternativas
Q1792701 Português

De acordo com o texto, analise e responda à questão.



(Alexsandro M. Medeiros, Mestre em Filosofia e Professor, in Sabedoria Política, 2019, adaptado)

Está CORRETA a correlação verbo – referente destacados apenas em:
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Q1792700 Português

De acordo com o texto, analise e responda à questão.



(Alexsandro M. Medeiros, Mestre em Filosofia e Professor, in Sabedoria Política, 2019, adaptado)

A ideia central do texto defendida pelo autor é que:
Alternativas
Q1792699 Português

De acordo com o texto, analise e responda à questão.



(Alexsandro M. Medeiros, Mestre em Filosofia e Professor, in Sabedoria Política, 2019, adaptado)

Pelas ideias expostas no texto, o autor só NÃO pode ser classificado como:
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Q1791608 Português
Sobre os componentes linguísticos do texto seguinte, marque a alternativa INCORRETA.
"Sonho meu, sonho meu, / Vai buscar quem mora longe, sonho meu! / Vai mostrar essa saudade, sonho meu, / Com a sua liberdade, sonho meu / No meu céu a estrela guia se perdeu / A madrugada fria / Só me traz melancolia, sonho meu! / Sinto o conto da noite na boca do vento / a dança das flores no meu pensamento! / Traz a pureza de um samba / Sentindo, marcado de mágoas de amor, / Um samba que mexe o corpo da gente, / O vento vadio embalando a flor! (Ivone Lara e Delcio Carvalho)
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Q1791605 Português
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

ESCOLHA O SEU SONHO

(1º§) Devíamos poder preparar os nossos sonhos como os artistas, as suas composições. Com a matéria sutil da noite e da nossa alma, devíamos poder construir essas pequenas obras-primas incomunicáveis, que, ainda menos que a rosa, duram apenas o instante em que vão sendo sonhadas, e logo se apagam sem outro vestígio que a nossa memória.
(2º§) Assim, tudo seria como quem resolve uma viagem. Portanto, devíamos poder escolher essas excursões sem veículos nem companhia - por mares, grutas, neves, montanhas, e até pelos astros, onde moram desde sempre heróis e deuses de todas as mitologias, e os fabulosos animais do Zodíaco. E estaríamos abstraindo de um mundo de problemas, contemplando sempre a nossa imaginação.
(3º§) Devíamos, à vontade, passear pelas margens do Paraíba, lá onde suas espumas crespas correm com o luar por entre as pedras, ao mesmo tempo cantando e chorando. - Ou habitar uma tarde prateada de Florença, e ir sorrindo para cada estátua dos palácios e das ruas, como quem saúda muitas famílias de mármore... - Ou contemplar nos Açores hortênsias da altura de uma casa, lago de duas cores, e cestos de vime nascendo entre fontes, com águas frias de um lado e, do outro, quentes... - Ou chegar a Ouro Preto e continuar a ouvir aquela menina que estuda piano há duzentos anos, hesitante e invisível - enquanto o cavalo branco escolhe, de olhos baixos, o trevo de quatro folhas que vai comer...
(4º§) Quantos lugares, meu Deus, para essas excursões! Lugares recordados ou apenas imaginados. Campos orientais atravessados por nuvens de pavões. Ruas amarelas de pó, amarelas de sol, onde os camelos de perfil de gôndola estacionam, com seus carros. Avenidas cor-de-rosa, por onde cavalinhos emplumados, de rosa na testa e colar ao pescoço, conduzem leves e elegantes coches policromos... E lugares inventados, feitos ao nosso gosto; jardins no meio do mar; pianos brancos que tocam sozinhos; livros que se desarmam, transformados em música... Rios que vão subindo por cima das ilhas... meninos transparentes, que deixam ver a luz do sol do outro lado do corpo... gente com cabeça de pássaro... flechas voando atrás de sombras velozes... moças que se transformam em guaribas... canoas... serras... bando de beija-flores e borboletas que trazem mel para a criança que tem fome e a levantam em suas asas...
(5º§) Devíamos poder sonhar com as criaturas que nunca vimos e gostaríamos de ter visto: Alexandre, o Grande; São João Batista; o Rei Davi, a cantar; o Príncipe Gautama. Este vultos foram notáveis para toda a humanidade, logo, merecem ser lembrados em nossos sonhos!!!
(6º§) E sonhar com os que amamos e conhecemos, e estão perto ou longe, vivos ou mortos... Sonhar com eles no seu melhor momento, quando foram mais merecedores de amor imortal. Você pode e dever ser sonhador, assim sendo, deve merecer bons sonhos.
(7º§) Ah! Sabemos que sonhar faz parte da vida, portanto sonhe, sonhe e sonhe sempre. Valorize o que aparece no seu sonho. A propósito, você gostaria de sonhar o que esta noite?

(Cecília Meireles)
Analise as enunciações seguintes com V (Verdadeiro) ou F (Falso).
(__) Coesão textual é a conexão, a ligação, a harmonia que existe entre os elementos de um texto. A coesão é percebida quando, num texto, comprovamos que as palavras, as frases e os parágrafos estão entrelaçados, um dando continuidade ao outro, portanto, harmonizando as ideias. (__) Os elementos de coesão determinam uma transição de ideias entre as frases e os parágrafos, tornando-os compreensíveis e elegantes. (__) Na frase: "Cursei Faculdade de Letras Vernáculas, sou formada, mas aprendi alguma coisa".- não temos coesão, porque a conjunção "mas" está mal usada, não cabe neste contexto, uma vez que o Curso de Letras Vernáculas prepara uma pessoa profissionalmente para ensinar, portanto para ser Professor de Língua Portuguesa. A conjunção correta seria coordenativa aditiva "e". (__) Na frase: "Fui ao Rio de Janeiro, , encontrei amigos de infância". - o advérbio "" harmoniza a ideia tornando-a mais elegante.
Em seguida, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1791594 Português
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

ESCOLHA O SEU SONHO

(1º§) Devíamos poder preparar os nossos sonhos como os artistas, as suas composições. Com a matéria sutil da noite e da nossa alma, devíamos poder construir essas pequenas obras-primas incomunicáveis, que, ainda menos que a rosa, duram apenas o instante em que vão sendo sonhadas, e logo se apagam sem outro vestígio que a nossa memória.
(2º§) Assim, tudo seria como quem resolve uma viagem. Portanto, devíamos poder escolher essas excursões sem veículos nem companhia - por mares, grutas, neves, montanhas, e até pelos astros, onde moram desde sempre heróis e deuses de todas as mitologias, e os fabulosos animais do Zodíaco. E estaríamos abstraindo de um mundo de problemas, contemplando sempre a nossa imaginação.
(3º§) Devíamos, à vontade, passear pelas margens do Paraíba, lá onde suas espumas crespas correm com o luar por entre as pedras, ao mesmo tempo cantando e chorando. - Ou habitar uma tarde prateada de Florença, e ir sorrindo para cada estátua dos palácios e das ruas, como quem saúda muitas famílias de mármore... - Ou contemplar nos Açores hortênsias da altura de uma casa, lago de duas cores, e cestos de vime nascendo entre fontes, com águas frias de um lado e, do outro, quentes... - Ou chegar a Ouro Preto e continuar a ouvir aquela menina que estuda piano há duzentos anos, hesitante e invisível - enquanto o cavalo branco escolhe, de olhos baixos, o trevo de quatro folhas que vai comer...
(4º§) Quantos lugares, meu Deus, para essas excursões! Lugares recordados ou apenas imaginados. Campos orientais atravessados por nuvens de pavões. Ruas amarelas de pó, amarelas de sol, onde os camelos de perfil de gôndola estacionam, com seus carros. Avenidas cor-de-rosa, por onde cavalinhos emplumados, de rosa na testa e colar ao pescoço, conduzem leves e elegantes coches policromos... E lugares inventados, feitos ao nosso gosto; jardins no meio do mar; pianos brancos que tocam sozinhos; livros que se desarmam, transformados em música... Rios que vão subindo por cima das ilhas... meninos transparentes, que deixam ver a luz do sol do outro lado do corpo... gente com cabeça de pássaro... flechas voando atrás de sombras velozes... moças que se transformam em guaribas... canoas... serras... bando de beija-flores e borboletas que trazem mel para a criança que tem fome e a levantam em suas asas...
(5º§) Devíamos poder sonhar com as criaturas que nunca vimos e gostaríamos de ter visto: Alexandre, o Grande; São João Batista; o Rei Davi, a cantar; o Príncipe Gautama. Este vultos foram notáveis para toda a humanidade, logo, merecem ser lembrados em nossos sonhos!!!
(6º§) E sonhar com os que amamos e conhecemos, e estão perto ou longe, vivos ou mortos... Sonhar com eles no seu melhor momento, quando foram mais merecedores de amor imortal. Você pode e dever ser sonhador, assim sendo, deve merecer bons sonhos.
(7º§) Ah! Sabemos que sonhar faz parte da vida, portanto sonhe, sonhe e sonhe sempre. Valorize o que aparece no seu sonho. A propósito, você gostaria de sonhar o que esta noite?

(Cecília Meireles)
Sobre a frase que dá título ao texto, marque a alternativa INCORRETA.
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Q1791097 Português
Leia o texto para responder à questão.

Queixo duplo

   Psicólogos, pedagogos e linguistas advertem: o smartphone é antissocial - ao mesmo tempo em que parece conectar as pessoas, na verdade as afasta e faz com que se confinem individualmente na mediocridade de uma telinha de três polegadas. Pode-se estar num restaurante, teatro, praia ou até passeando em Paris - se o sujeito estiver empalmando um smartphone, nada e ninguém mais existirá. A badalhoca abole a vida ao redor.
   Apesar disso, raros se habilitam a tentar equilibrar essa servidão com a riqueza da vida real, onde as coisas têm forma, volume, peso, cheiros e cores. Neste momento, já há dezenas de milhões de crianças que não conheceram o mundo antes do smartphone. Mais um pouco e não acreditarão que esse mundo um dia existiu.
  Se as pessoas insistem em ignorar as conclusões de tais estudiosos e não se importam de reduzir suas mentes à condição de apêndice de um aparelho, talvez se assustem ao saber que o smartphone também as atinge em algo que ainda devem valorizar: o corpo.
  Cidadãos habituados a usar o smartphone enquanto caminham pela rua tendem a torcer o pé em buracos no calçamento, ser tragados por bueiros, tropeçar no meio-fio e abalroar-se uns aos outros. Os mais compenetrados não estão livres de ser atropelados pelo pipoqueiro.
  Se isto não basta para que as pessoas deem um pouco de sossego ao smartphone, resta informar que, para alguns fisioterapeutas, a postura curvada - a cabeça em ângulo reto em relação ao pescoço, exigida para se ler ou escrever na telinha - pode vergar a coluna mais ereta à forma de um ponto de interrogação. E o queixo cravado ao peito tantas horas por dia está levando as pessoas mais bonitas a desenvolverem queixo duplo.
(Ruy Castro. Folha de S.Paulo, 12.05.2014. Adaptado) 

Releia o seguinte trecho do texto para responder à questão.

    Se as pessoas insistem em ignorar as conclusões de tais estudiosos e não se importam de reduzir suas mentes à condição de apêndice de um aparelho, talvez se assustem ao saber que o smartphone também as atinge em algo que ainda devem valorizar: o corpo. 
O pronome as, em destaque no trecho, retoma a seguinte expressão:
Alternativas
Q1791096 Português
Leia o texto para responder à questão.

Queixo duplo

   Psicólogos, pedagogos e linguistas advertem: o smartphone é antissocial - ao mesmo tempo em que parece conectar as pessoas, na verdade as afasta e faz com que se confinem individualmente na mediocridade de uma telinha de três polegadas. Pode-se estar num restaurante, teatro, praia ou até passeando em Paris - se o sujeito estiver empalmando um smartphone, nada e ninguém mais existirá. A badalhoca abole a vida ao redor.
   Apesar disso, raros se habilitam a tentar equilibrar essa servidão com a riqueza da vida real, onde as coisas têm forma, volume, peso, cheiros e cores. Neste momento, já há dezenas de milhões de crianças que não conheceram o mundo antes do smartphone. Mais um pouco e não acreditarão que esse mundo um dia existiu.
  Se as pessoas insistem em ignorar as conclusões de tais estudiosos e não se importam de reduzir suas mentes à condição de apêndice de um aparelho, talvez se assustem ao saber que o smartphone também as atinge em algo que ainda devem valorizar: o corpo.
  Cidadãos habituados a usar o smartphone enquanto caminham pela rua tendem a torcer o pé em buracos no calçamento, ser tragados por bueiros, tropeçar no meio-fio e abalroar-se uns aos outros. Os mais compenetrados não estão livres de ser atropelados pelo pipoqueiro.
  Se isto não basta para que as pessoas deem um pouco de sossego ao smartphone, resta informar que, para alguns fisioterapeutas, a postura curvada - a cabeça em ângulo reto em relação ao pescoço, exigida para se ler ou escrever na telinha - pode vergar a coluna mais ereta à forma de um ponto de interrogação. E o queixo cravado ao peito tantas horas por dia está levando as pessoas mais bonitas a desenvolverem queixo duplo.
(Ruy Castro. Folha de S.Paulo, 12.05.2014. Adaptado) 
É correto concluir, a partir da leitura do penúltimo parágrafo do texto, que o hábito de usar o smartphone enquanto caminham torna as pessoas
Alternativas
Q1791095 Português
Leia o texto para responder à questão.

Queixo duplo

   Psicólogos, pedagogos e linguistas advertem: o smartphone é antissocial - ao mesmo tempo em que parece conectar as pessoas, na verdade as afasta e faz com que se confinem individualmente na mediocridade de uma telinha de três polegadas. Pode-se estar num restaurante, teatro, praia ou até passeando em Paris - se o sujeito estiver empalmando um smartphone, nada e ninguém mais existirá. A badalhoca abole a vida ao redor.
   Apesar disso, raros se habilitam a tentar equilibrar essa servidão com a riqueza da vida real, onde as coisas têm forma, volume, peso, cheiros e cores. Neste momento, já há dezenas de milhões de crianças que não conheceram o mundo antes do smartphone. Mais um pouco e não acreditarão que esse mundo um dia existiu.
  Se as pessoas insistem em ignorar as conclusões de tais estudiosos e não se importam de reduzir suas mentes à condição de apêndice de um aparelho, talvez se assustem ao saber que o smartphone também as atinge em algo que ainda devem valorizar: o corpo.
  Cidadãos habituados a usar o smartphone enquanto caminham pela rua tendem a torcer o pé em buracos no calçamento, ser tragados por bueiros, tropeçar no meio-fio e abalroar-se uns aos outros. Os mais compenetrados não estão livres de ser atropelados pelo pipoqueiro.
  Se isto não basta para que as pessoas deem um pouco de sossego ao smartphone, resta informar que, para alguns fisioterapeutas, a postura curvada - a cabeça em ângulo reto em relação ao pescoço, exigida para se ler ou escrever na telinha - pode vergar a coluna mais ereta à forma de um ponto de interrogação. E o queixo cravado ao peito tantas horas por dia está levando as pessoas mais bonitas a desenvolverem queixo duplo.
(Ruy Castro. Folha de S.Paulo, 12.05.2014. Adaptado) 
Ao se utilizar do termo servidão, em destaque no segundo parágrafo do texto, o autor o faz com a intenção de enfatizar
Alternativas
Q1791024 Português
Leia o texto para responder a questão.
Deu match
Por Mentor Neto

   Lucimara e Haroldo estão juntos há quase quatro meses. Se conheceram no Inner Circle, um aplicativo de relacionamento.
   – Eu prefiro… É que o Tinder caiu muito, sabe? As mulheres estão lá só para conseguirem seguidores no Instagram. Haroldo está decepcionado.
   Assim que começaram a namorar, os dois apagaram seus perfis no Happn, Badoo e Tinder. O casal tem uma relação moderna, ele mora num apartamento em Moema e ela numa casa de vila em Pinheiros.
   – É melhor, porque cada um tem a sua privacidade, entende? Lucimara, que já foi casada, acha que cada um tem que ter o seu espaço. Os dois são profissionais liberais, desses com uma rotina muito complicada, o Haroldo chega cedo e sai tarde do escritório de advocacia, a Lucimara trabalha com gastronomia, e têm eventos quase todas as noites, então, não conseguem se ver sempre.  
  – Eu detesto grude, ele também. Então a gente deixa para se encontrar só quando tem vontade, entende? Lucimara esclarece.
   – Fora que o trânsito na cidade é impossível. Outro dia pensei em fazer uma surpresa, mas tava dando duas horas no Waze. Haroldo reclama.
   Mesmo não se vendo com frequência, são muito íntimos porque um acompanha a rotina diária do outro pelas redes sociais.
   Haroldo posta uma foto do café da manhã.
   Lucimara comenta:
   “Amor, cadê a fruta?”
   Ele não responde, mas clica no coraçãozinho, aí, a Lucimara posta uma foto indo para o trabalho com a hashtag #chuvadosinfernos. Haroldo dá like na foto e comenta #tamojunto. 
   Para começar o dia, quando chega no escritório, Haroldo faz um post falando mal do Bolsonaro.
  – Ele posta essas coisas só para me provocar, diz Lucimara, que é sobrinha de um primo do Paulo Guedes. Em seguida comenta só um “kkkk”, para mostrar sua cumplicidade com o namorado.
   A turma que trabalha na cozinha experimental, com a Lucimara, acha o casal top.
 Para relaxar, adoram assistir Netflix no sofá. Assistem juntos, na mesma hora. Recentemente maratonaram “La Casa de Papel”, cada um em sua televisão, conversando pelo Twitter.
   Lucimara adora cozinhar para o Haroldo, ela sabe que a sobremesa preferida do namorado é bolo de cenoura com cobertura de chocolate. Então, quando consegue chegar em casa um pouco mais cedo, prepara uma receita que baixou no TasteMade, chama um Rappi e manda entregar no apartamento de Moema. 
   Se já discutiram a relação, é claro, por WhatsApp.
   – Normal. Vamos combinar que todo casal tem seus altos e baixos, né? Lucimara é realista. 
 – O importante é nunca dormir brigado. Haroldo mostra um gif animado de um panda virando cambalhota na neve que Lucimara adora e entende como um pedido de desculpas.
   – Ele não é um fofo? Lucimara está apaixonada, mas está se referindo ao panda.
   Semana passada, na terça-feira, resolveram jantar com um casal de amigos. Combinaram uma ligação de vídeo por Skype e cada um pediu iFood em sua própria casa.
   – Tem coisa melhor do que comida boa em boa companhia? Cada um come o que quer e na hora de ir embora é só desligar e ir pra cama. Lucimara deixa escapar a preguiça. 
   – Fora que economiza no Uber. Haroldo é meio muquirana.
  O jantar foi uma delícia, o Haroldo comeu hambúrguer e Lucimara, sushi. Já os amigos, uma pizza e China In Box.
   A mãe de Lucimara acha estranho ela quase nunca encontrar o namorado, mas o fato é que procurou o Haroldo no Facebook e não foi com a cara do sujeito. Então apelou:
   – Filha, vocês tão certos. Com esse Coronavirus à solta, quanto menos sair de casa, melhor.

Disponível em https://istoe.com.br/deu-match/
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
Alternativas
Q1790994 Português
Leia o texto para responder a questão.

‘La Casa de Papel’, a série de quem passa muito tempo confinado
Não se pode dizer que a série não se manteve fiel a si
mesma. Preserva os mesmos pontos fortes e fracos na
quarta temporada, que chegou hoje à Netflix
Por Natalia Marcos

   A população de meio mundo está há várias semanas trancada em casa. A quarentena está sendo longa. Mas quem parece que já passou metade da vida entre quatro paredes são os ladrões de La Casa de Papel. Os dois confinamentos, o da vida real e o da ficção, terão um final, claro. Mas os dois estão demorando demais.
   Não se pode dizer que La Casa de Papel não se manteve fiel a si mesma. Desde o começo, a série teve os mesmos pontos fortes e fracos. As duas primeiras temporadas, exibidas inicialmente no canal espanhol Antena 3 e que depois se tornaram um repentino sucesso mundial na Netflix, tinham momentos de adrenalina pura, com personagens cujas motivações era impossível não compreender. A mistura de ação desenfreada e drama emocional funcionava muito bem. Visualmente, La Casa de Papel era (e é) um canhão, com um uso da cor, da luz e a iconografia que a torna reconhecível em qualquer lugar do mundo, no idioma que for. Em sua passagem para a Netflix, com duas novas fornadas de capítulos depois que o primeiro ataque teve um final fechado, manteve e reforçou essa aposta estética e a boa conjunção com a música que a acompanha, com uma direção muito bem executada. Personagens carismáticos e diálogos repletos de frases ideais para serem estampadas em camisetas se encarregaram do resto. Sem falar nesse fator misterioso que ninguém sabe o que é e que transforma séries em sucessos, enquanto outras são sepultadas pelo tsunami de conteúdos. 
  Depois de ver quatro capítulos dos oito que chegam nesta sexta-feira à Netflix, também se constata que La Casa de Papel volta a tropeçar nas mesmas pedras da primeira etapa. Então, como agora, já teve desigualdades no desenvolvimento da história, com um trecho central muito esticado. O começo da quarta entrega retoma a história no ponto em que parou: os ladrões dentro do Banco da Espanha passando por momentos complicados, e uma deles, Nairóbi, à beira da morte, enquanto o Professor continua acreditando que Lisboa morreu nas mãos da Polícia, quando na realidade só está detida. Mas mostra sintomas claros de desgaste uma história que já vai se prolongando demais e que tem cada vez mais dificuldades para surpreender ao espectador, que já sabe do que são capazes uns e outros. Os roubos, tanto o da Fábrica da Moeda e Selo como o do Banco da Espanha, duraram muitos capítulos. Tampouco parece que a esta altura faça muito sentido manter os flashbacks de Berlim, do Professor e de Palermo que não seja para continuar contando com o personagem de Pedro Alonso. 
   La Casa de Papel, como Elite há umas semanas, chega à Netflix no melhor momento, com milhões de pessoas presas em suas casas e loucas por um entretenimento no qual se engancharem. A canhão, seja como for, está pronto para disparar.
Disponível em https://brasil.elpais.com/cultura/2020-04-03/la-casa-de-papel-aserie-de-quem-passa-muito-tempo-confinado.html 

Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
Alternativas
Q1789968 Português

Assinale a alternativa que contém as palavras que completam, correta e respectivamente, o sentido do texto a seguir.


“O planejamento territorial parte da __________ da qual são retiradas as ______________ em função dos objetivos estabelecidos. A partir delas, é feita a análise da situação, e elaboradas _____________ para o futuro, através das quais são vislumbradas diversas _______________ possíveis para os problemas que estariam impedindo que os objetivos fossem alcançados.”

(Fonte: baseado em Planejamento Territorial Urbano.

Escola Politécnica da USP – 2002. Adaptado)

Alternativas
Q1789903 Português

É possível a vida dos gêneros como uma tessitura de redes discursivas, provenientes dos mais diferentes focos da cultura oral e escrita. Nessas esferas de realidade, o gênero piada constitui-se como um discurso que faz parte do universo da sala de aula.

Leia a piada a seguir e, em seguida, responda o que se pede. 


Assim que Joãozinho chegou em casa, sua mãe perguntou:

- Oi, meu filho, como foi a aula hoje?

E o menino respondeu sem muito entusiasmo:

- Foi bem!

-Que bom! Tem certeza de que aprendeu tudo?

- Acho que não, Mãe! Amanhã vou ter que ir de novo.

(Fonte: CEREJA, William e COCHAR, Thereza. Português/Linguagens. São Paulo: Saraiva. 2015, p. 160).

Do gênero textual acima, pode-se depreender:
I- A ideia central da piada retrata a mesmice da sala de aula, evidenciando, sob a forma de humor, a ineficiência do processo de ensino e aprendizagem. II- O gênero lúdico incentiva o riso em sala de aula, cria um ambiente propício ao ensino e à aprendizagem, ajudando o professor a conquistar a atenção do aluno e a reter o conhecimento. III- A transposição do gênero piada ao discurso didático se configura e reflete as múltiplas possibilidades de uso da linguagem, provocando o riso, que nega o discurso autoritário.
É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q1789902 Português
Os gêneros textuais são fenômenos vinculados à vida cultural e social e contribuem para ordenar e estabilizar as atividades comunicativas do cotidiano. Desta forma, pode-se afirmar que:
I- O texto é uma produção cultural fundada na linguagem e se realiza no cruzamento de sujeitos discursivos, porque mobiliza sentidos gerados no evento comunicativo. II- A dimensão dos usos de gêneros textuais passa a ser elos de uma cadeia que dinamiza as relações entre os sujeitos discursivos ou sistemas de linguagem. III- Os gêneros textuais não podem hibridizar-se, cruzar-se, fazendo o texto ganhar novas significações.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Respostas
27641: A
27642: D
27643: A
27644: C
27645: B
27646: D
27647: D
27648: C
27649: A
27650: C
27651: E
27652: D
27653: C
27654: B
27655: E
27656: A
27657: A
27658: D
27659: D
27660: A