Questões de Concurso Sobre morfologia em português

Foram encontradas 27.782 questões

Q3555275 Português
O que acontece no meio


    Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

    No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

    Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

    No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

    Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

    No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

    Que adultos se divertem mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

    No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

    Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. (…).

    No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, coluna Ela Disse. Disponível em: oglobo.globo.com 
No fragmento retirado do 3º parágrafo “Que a primeira metade da vida é muito boa, (...)”, o termo destacado foi empregado, de acordo com sua classe gramatical, como um: 
Alternativas
Q3555122 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
Analise as afirmativas sobre o trecho “Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados” e assinale a alternativa correta.
I – “Companheiras” é um substantivo feminino no singular.
II – “Origem” é um substantivo feminino no singular.
III – “Destinos” é um substantivo masculino no plural.
Alternativas
Q3555116 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
Assinale a alternativa correta sobre a flexão do substantivo.
Alternativas
Q3554862 Português
Leia o texto para responder à questão.

Adolescentes vão sonâmbulos para a escola 

    Fim do recesso escolar. À saga começa cedo. Às 5h30/6h toca o despertador. Eles pedem só mais cinco minutos — os mesmos minutos que se transformam em horas e que eles desprezam quando enrolam para dormir à noite. O sonho da manhã é interrompido pelo pesadelo da imagem do inspetor, bem desperto, anotando cada minuto de atraso. O início do dia vira uma correria afobada contra o tempo e o sono. Crianças e adolescentes com sono entram mecanicamente na escola. Sonâmbulos, distantes, sem ânimo, sem forças. Já chegam exaustos, cansados de ter que acordar tão cedo todos os dias para aprender. 
    Paradoxalmente, o resultado dessa inevitável privação do sono é o “não aprender”. Sem um sono minimamente adequado, o bem-estar se desequilibra, o desempenho acadêmico diminui, o humor e o comportamento se alteram e, não poucas vezes, a saúde física e mental fica comprometida. Sobra para os professores, que além de ter que lidar com suas próprias olheiras cansadas, têm que ter a habilidade de ensinar mecânica quântica e teoria dos números para mentes que ainda nem organizaram suas sinapses cerebrais.  
    Se as crianças acordam indispostas, são os pais que dormem irritados, depois de se desdobrarem, em vão, na noite anterior, para fazer os filhos dormirem mais cedo. É uma tarefa inglória, os adolescentes arrumam qualquer pretexto para não sair da cama e se negam a pegar no sono mais cedo. Rebeldia? Não: ciência. A mudança no ritmo circadiano (o relógio-mestre do cérebro) e as alterações hormonais que acontecem na puberdade e na adolescência fazem com que naturalmente o sono venha mais tarde. Por essa razão, é o sistema educacional que tem que se alinhar ao ritmo circadiano dos adolescentes, e não o contrário.

(Becky S. Korich. Folha de S. Paulo. 31 jul. 2023. Adaptado) 
Assinale a alternativa em que o termo em destaque expressa circunstância de modo.  
Alternativas
Q3554858 Português
Leia o poema para responder à questão. 

Língua 

Esta língua é como um elástico
que espicharam pelo mundo.
No início era tensa, de tão clássica. 

Com o tempo, se foi amaciando,
foi-se tornando romântica,
incorporando os termos nativos
e amolecendo nas folhas de bananeira 
as expressões mais sisudas.

Um elástico que ja não se pode
mais trocar, de tão gasto;
nem se arrebenta mais, de tão forte.

Um elástico assim como é a vida
que nunca volta ao ponto de partida.


(Gilberto Mendonga Teles. Os melhores poemas. Sao Paulo: Global, 2001.)  
A respeito dos elementos linguísticos do poema, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3554596 Português

TEXTO I



Ciência, poder e ética



    O desenvolvimento da ciência e da técnica pode percorrer caminhos diversos e utilizar diferentes métodos. O conhecimento é, por si só, um valor. Mas a decisão sobre quais conhecimentos a sociedade ou os cientistas devem concentrar seus esforços implica a consideração de outros valores. Da mesma forma, não se pode deixar de considerar o papel do cientista ou da atividade que ele exerce. A sua responsabilidade ética deve ser avaliada não só pelo exercício das suas pesquisas em si, mas, principalmente, pelas consequências sociais decorrentes da aplicação das suas pesquisas.

    Enquanto a ciência, não sendo ideológica pela sua estrutura, pode estar a serviço ou dos fins mais nobres ou dos mais prejudiciais para o gênero humano, o cientista não pode permanecer indiferente aos desdobramentos sociais do seu trabalho, é o seu compromisso social.

    Se a ciência, como tal, não pode ser ética ou moralmente qualificada, pode sê-lo, no entanto, a utilização que dela se faça, os interesses a que serve. E nessa questão dos transgênicos, os interesses são inúmeros e altamente comprometedores, e também as consequências sociais da sua aplicação.

    Concluo dizendo que o grande nó relacionado com a questão da manipulação da vida humana, direta ou indiretamente, não está na utilização em si de novas tecnologias ainda não assimiladas moralmente pela sociedade. Não é na utilização, mas, sim, no controle dessas novidades, que reside o fulcro da questão. Esse controle deve se dar em patamar diferente ao dos planos técnico-científicos. O controle não é técnico, nem científico; o controle é ético!

    Hoje, a questão científica que se coloca não é mais “eu não vou fazer porque eu não posso fazer". Hoje a ciência praticamente tudo pode. O que se coloca hoje é “eu não vou fazer porque não devo". Por isso que a ética prática adquire, cada dia mais, uma importância maior.

    Então, é prudente lembrar que a ética sobrevive sem a ciência e a técnica. A sua existência independe delas. A ciência e a técnica, no entanto, não podem prescindir da ética, sob pena de transformarem-se em armas desastrosas para o futuro da humanidade, nas mãos de minorias poderosas e/ou mal-intencionadas.

    O “X" do problema, portanto, está no fato de que, dentro de uma escala hipotética de valores vitais para a humanidade, a ética ocupa uma posição diferenciada em comparação com a pura ciência ou com a pura técnica; nem anterior, nem superior, simplesmente diferenciada. Além de sua importância qualitativa, no caso dos transgênicos, especificamente, a ética serve como instrumento preventivo contra abusos atuais e futuros que venham trazer lucros abusivos para poucos com alijamento e sofrimento de grande parte da população mundial e em detrimento do próprio equilíbrio biossociopolítico do planeta.

    Adaptado de GARRAFA, Volney. In: Anais do Seminário Internacional sobre biodiversidade e transgênicos. Senado Federal. Brasília. 

O texto I, por suas características tipológicas, apresenta diversas passagens com opinião explícita do autor, ou seja, há a projeção de seu julgamento sobre o tema tratado. Sendo assim, assinale a alternativa em que há uma estrutura adjetiva com esse valor avaliativo:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Ubatuba - SP Provas: Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Médico Veterinário | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tesoureiro | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Telecomunicações | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Fiscalização de Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Atividade Agropecuária | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Obras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Saúde Bucal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Almoxarife | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Controle de Endemias | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Comprador | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Topógrafo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Farmácia | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Proteção e Bem - Estar Animal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Intérprete de Libras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Segurança do Trabalho | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Higiene Dental | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Contabilidade | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Enfermagem | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tratador de Animais | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Administrativo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Comunitário de Saúde |
Q3554417 Português
De onde vieram os diamantes rosas? De um continente se quebrando em dois

Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália. 


Levando em consideração todas as minas já descobertas até agora, existem 260 toneladas de diamantes no mundo. Só uma minoria é destinada a joias (até porque nem todos têm as características necessárias para fazê-las): 80% deles vão para a indústria de ferramentas de corte e polimento – devido à forma como seus átomos de carbono são ordenados, ele é o mineral mais duro que existe. A questão é que, para adornar colares e anéis, são usados poucas gramas da pedra. Anéis mais simples, em torno de R$5 mil, costumam usar 0,2 quilates – ou seja, 0,04 gramas. Daria para produzir 1,3 bilhão deles. O motivo dessas joias serem tão caras não é a raridade, e sim uma mistura de marketing e monopólio na extração. [...] Diamantes rosas, por outro lado, são realmente raros. Dependendo da saturação do rosa, o preço pode flutuar; mas eles são mais caros do que seus equivalentes tradicionais. Cerca de 90% das pedras dessa cor vieram de uma mina na Austrália, fechada desde 2020. Agora, cientistas buscam mais informações sobre a formação desses diamantes – e pistas de onde encontrar mais.

Um estudo, publicado no periódico especializado Nature Communications, descreve as pesquisas realizadas na região de Argyle, no oeste da Austrália. Usando lasers para analisar minérios e rochas encontrados em uma mina, os pesquisadores descobriram que um grande depósito de diamantes rosa se formou há 1,3 bilhões de anos, com a separação de um supercontinente em duas partes. Diamantes amarelos e azuis, por exemplo, são formados quando outros elementos, como boro, enxofre e nitrogênio, interagem com o carbono. Um diamante rosa é diferente: ele é puro como um diamante branco, mas fica rosado graças a uma distorção na sua estrutura cristalina. Alguns átomos de carbono organizados de maneira diferente alteram as características da luz refletida pelo diamante. Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão. Diamantes, por si só, já são formados em condições extremas, mas uma segunda dose distorce a estrutura comum e confere a coloração única. Então, na verdade, as versões rosas são basicamente diamantes brancos “danificados”.

No caso da mina australiana, isso aconteceu quando duas placas tectônicas colidiram, 1,8 bilhões de anos atrás. Após a colisão, as pedrinhas rosas ficaram escondidas centenas de quilômetros abaixo da superfície, longe das mãos dos humanos que surgiriam muito, muito tempo depois. Como elas subiram? É aí que entra a nova pesquisa. Os cientistas supõem, pela idade das rochas em Argyle, que o depósito tenha sido formado a partir da fragmentação de um supercontinente. Conhecido como Nuna ou Columbia, o supercontinente começou a se separar por volta de 1,3 a 1,2 bilhões de anos atrás, o que bate com a datação apontada pelos cientistas. A hipótese deles é de que a fragmentação de Nuna tenha reaberto a fenda deixada na formação dos diamantes rosas. Possibilitando que as joias ficassem mais próximas da superfície terrestre.

“Embora o continente que se tornaria a Austrália não tenha se dividido, a área onde Argyle está situada foi esticada, inclusive ao longo da cicatriz, o que criou lacunas na crosta terrestre para que o magma subisse para a superfície, trazendo consigo diamantes rosa”, afirma Hugo Olierook, um dos autores do estudo. A pesquisa é interessante não só por dar mais pistas sobre a origem dos diamantes rosas, mas também por apontar possíveis condições para a exploração de novas minas. “Acreditamos que, enquanto estes três ingredientes estiverem presentes – carbono profundo, colisão continental e depois estiramento – será possível encontrar a ‘próxima Argyle’, que já foi a maior fonte mundial de diamantes naturais.”


Revista Superinteressante. (Adaptado).
Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/de-ondevieram-os-diamantes-rosas-de-um-continentese-quebrando-em-dois/

Considere o excerto: “Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão.” No contexto apresentado, ocorre(m) apenas pronome(s) do(s) tipo(s): 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Ubatuba - SP Provas: Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Médico Veterinário | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tesoureiro | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Telecomunicações | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Fiscalização de Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Atividade Agropecuária | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Obras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Saúde Bucal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Almoxarife | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Controle de Endemias | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Comprador | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Topógrafo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Farmácia | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Proteção e Bem - Estar Animal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Intérprete de Libras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Segurança do Trabalho | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Higiene Dental | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Contabilidade | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Enfermagem | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tratador de Animais | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Administrativo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Comunitário de Saúde |
Q3554415 Português
De onde vieram os diamantes rosas? De um continente se quebrando em dois

Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália. 


Levando em consideração todas as minas já descobertas até agora, existem 260 toneladas de diamantes no mundo. Só uma minoria é destinada a joias (até porque nem todos têm as características necessárias para fazê-las): 80% deles vão para a indústria de ferramentas de corte e polimento – devido à forma como seus átomos de carbono são ordenados, ele é o mineral mais duro que existe. A questão é que, para adornar colares e anéis, são usados poucas gramas da pedra. Anéis mais simples, em torno de R$5 mil, costumam usar 0,2 quilates – ou seja, 0,04 gramas. Daria para produzir 1,3 bilhão deles. O motivo dessas joias serem tão caras não é a raridade, e sim uma mistura de marketing e monopólio na extração. [...] Diamantes rosas, por outro lado, são realmente raros. Dependendo da saturação do rosa, o preço pode flutuar; mas eles são mais caros do que seus equivalentes tradicionais. Cerca de 90% das pedras dessa cor vieram de uma mina na Austrália, fechada desde 2020. Agora, cientistas buscam mais informações sobre a formação desses diamantes – e pistas de onde encontrar mais.

Um estudo, publicado no periódico especializado Nature Communications, descreve as pesquisas realizadas na região de Argyle, no oeste da Austrália. Usando lasers para analisar minérios e rochas encontrados em uma mina, os pesquisadores descobriram que um grande depósito de diamantes rosa se formou há 1,3 bilhões de anos, com a separação de um supercontinente em duas partes. Diamantes amarelos e azuis, por exemplo, são formados quando outros elementos, como boro, enxofre e nitrogênio, interagem com o carbono. Um diamante rosa é diferente: ele é puro como um diamante branco, mas fica rosado graças a uma distorção na sua estrutura cristalina. Alguns átomos de carbono organizados de maneira diferente alteram as características da luz refletida pelo diamante. Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão. Diamantes, por si só, já são formados em condições extremas, mas uma segunda dose distorce a estrutura comum e confere a coloração única. Então, na verdade, as versões rosas são basicamente diamantes brancos “danificados”.

No caso da mina australiana, isso aconteceu quando duas placas tectônicas colidiram, 1,8 bilhões de anos atrás. Após a colisão, as pedrinhas rosas ficaram escondidas centenas de quilômetros abaixo da superfície, longe das mãos dos humanos que surgiriam muito, muito tempo depois. Como elas subiram? É aí que entra a nova pesquisa. Os cientistas supõem, pela idade das rochas em Argyle, que o depósito tenha sido formado a partir da fragmentação de um supercontinente. Conhecido como Nuna ou Columbia, o supercontinente começou a se separar por volta de 1,3 a 1,2 bilhões de anos atrás, o que bate com a datação apontada pelos cientistas. A hipótese deles é de que a fragmentação de Nuna tenha reaberto a fenda deixada na formação dos diamantes rosas. Possibilitando que as joias ficassem mais próximas da superfície terrestre.

“Embora o continente que se tornaria a Austrália não tenha se dividido, a área onde Argyle está situada foi esticada, inclusive ao longo da cicatriz, o que criou lacunas na crosta terrestre para que o magma subisse para a superfície, trazendo consigo diamantes rosa”, afirma Hugo Olierook, um dos autores do estudo. A pesquisa é interessante não só por dar mais pistas sobre a origem dos diamantes rosas, mas também por apontar possíveis condições para a exploração de novas minas. “Acreditamos que, enquanto estes três ingredientes estiverem presentes – carbono profundo, colisão continental e depois estiramento – será possível encontrar a ‘próxima Argyle’, que já foi a maior fonte mundial de diamantes naturais.”


Revista Superinteressante. (Adaptado).
Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/de-ondevieram-os-diamantes-rosas-de-um-continentese-quebrando-em-dois/

Considere o excerto: “Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália.” Quanto às classes gramaticais, as palavras “essa”, “hipótese”, “raros” e “se” classificam-se, respectivamente, como:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Ubatuba - SP Provas: Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Médico Veterinário | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tesoureiro | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Telecomunicações | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Fiscalização de Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Atividade Agropecuária | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Obras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Saúde Bucal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Almoxarife | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Controle de Endemias | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Comprador | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Topógrafo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Farmácia | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Proteção e Bem - Estar Animal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Intérprete de Libras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Segurança do Trabalho | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Higiene Dental | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Contabilidade | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Enfermagem | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tratador de Animais | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Administrativo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Comunitário de Saúde |
Q3554414 Português
De onde vieram os diamantes rosas? De um continente se quebrando em dois

Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália. 


Levando em consideração todas as minas já descobertas até agora, existem 260 toneladas de diamantes no mundo. Só uma minoria é destinada a joias (até porque nem todos têm as características necessárias para fazê-las): 80% deles vão para a indústria de ferramentas de corte e polimento – devido à forma como seus átomos de carbono são ordenados, ele é o mineral mais duro que existe. A questão é que, para adornar colares e anéis, são usados poucas gramas da pedra. Anéis mais simples, em torno de R$5 mil, costumam usar 0,2 quilates – ou seja, 0,04 gramas. Daria para produzir 1,3 bilhão deles. O motivo dessas joias serem tão caras não é a raridade, e sim uma mistura de marketing e monopólio na extração. [...] Diamantes rosas, por outro lado, são realmente raros. Dependendo da saturação do rosa, o preço pode flutuar; mas eles são mais caros do que seus equivalentes tradicionais. Cerca de 90% das pedras dessa cor vieram de uma mina na Austrália, fechada desde 2020. Agora, cientistas buscam mais informações sobre a formação desses diamantes – e pistas de onde encontrar mais.

Um estudo, publicado no periódico especializado Nature Communications, descreve as pesquisas realizadas na região de Argyle, no oeste da Austrália. Usando lasers para analisar minérios e rochas encontrados em uma mina, os pesquisadores descobriram que um grande depósito de diamantes rosa se formou há 1,3 bilhões de anos, com a separação de um supercontinente em duas partes. Diamantes amarelos e azuis, por exemplo, são formados quando outros elementos, como boro, enxofre e nitrogênio, interagem com o carbono. Um diamante rosa é diferente: ele é puro como um diamante branco, mas fica rosado graças a uma distorção na sua estrutura cristalina. Alguns átomos de carbono organizados de maneira diferente alteram as características da luz refletida pelo diamante. Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão. Diamantes, por si só, já são formados em condições extremas, mas uma segunda dose distorce a estrutura comum e confere a coloração única. Então, na verdade, as versões rosas são basicamente diamantes brancos “danificados”.

No caso da mina australiana, isso aconteceu quando duas placas tectônicas colidiram, 1,8 bilhões de anos atrás. Após a colisão, as pedrinhas rosas ficaram escondidas centenas de quilômetros abaixo da superfície, longe das mãos dos humanos que surgiriam muito, muito tempo depois. Como elas subiram? É aí que entra a nova pesquisa. Os cientistas supõem, pela idade das rochas em Argyle, que o depósito tenha sido formado a partir da fragmentação de um supercontinente. Conhecido como Nuna ou Columbia, o supercontinente começou a se separar por volta de 1,3 a 1,2 bilhões de anos atrás, o que bate com a datação apontada pelos cientistas. A hipótese deles é de que a fragmentação de Nuna tenha reaberto a fenda deixada na formação dos diamantes rosas. Possibilitando que as joias ficassem mais próximas da superfície terrestre.

“Embora o continente que se tornaria a Austrália não tenha se dividido, a área onde Argyle está situada foi esticada, inclusive ao longo da cicatriz, o que criou lacunas na crosta terrestre para que o magma subisse para a superfície, trazendo consigo diamantes rosa”, afirma Hugo Olierook, um dos autores do estudo. A pesquisa é interessante não só por dar mais pistas sobre a origem dos diamantes rosas, mas também por apontar possíveis condições para a exploração de novas minas. “Acreditamos que, enquanto estes três ingredientes estiverem presentes – carbono profundo, colisão continental e depois estiramento – será possível encontrar a ‘próxima Argyle’, que já foi a maior fonte mundial de diamantes naturais.”


Revista Superinteressante. (Adaptado).
Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/de-ondevieram-os-diamantes-rosas-de-um-continentese-quebrando-em-dois/

Considere as palavras I. supercontinente, II. pedrinhas e III. cientistas, que ocorrem no texto. Em relação aos processos de formação, aquela(s) que apresenta(m) prefixo derivacional é (são):
Alternativas
Q3554325 Português
Leia o texto para responder à questão.

CAPÍTULO PRIMEIRO / ÓBITO DO AUTOR

    Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco.
    Dito isto, expirei às duas horas da tarde de uma sextafeira do mês de agosto de 1869, na minha bela chácara de Catumbi. Tinha uns sessenta e quatro anos, rijos e prósperos, era solteiro, possuía cerca de trezentos contos e fui acompanhado ao cemitério por onze amigos. Onze amigos! Verdade é que não houve cartas nem anúncios. Acresce que chovia — peneirava uma chuvinha miúda, triste e constante, tão constante e tão triste, que levou um daqueles fiéis da última hora a intercalar esta engenhosa ideia no discurso que proferiu à beira de minha cova: — “Vós, que o conhecestes, meus senhores, vós podeis dizer comigo que a natureza parece estar chorando a perda irreparável de um dos mais belos caracteres que têm honrado a humanidade. Este ar sombrio, estas gotas do céu, aquelas nuvens escuras que cobrem o azul como um crepe funéreo, tudo isso é a dor crua e má que lhe rói à Natureza as mais íntimas entranhas; tudo isso é um sublime louvor ao nosso ilustre finado.” 
    Bom e fiel amigo! Não, não me arrependo das vinte apólices que lhe deixei. E foi assim que cheguei à cláusula dos meus dias; foi assim que me encaminhei para o undiscovered country de Hamlet, sem as ânsias nem as dúvidas do moço príncipe, mas pausado e trôpego como quem se retira tarde do espetáculo. Tarde e aborrecido. Viram-me ir umas nove ou dez pessoas, entre elas três senhoras, minha irmã Sabina, casada com o Cotrim, a filha, — um lírio do vale, — e... Tenham paciência! daqui a pouco lhes direi quem era a terceira senhora. Contentem-se de saber que essa anônima, ainda que não parenta, padeceu mais do que as parentas. É verdade, padeceu mais. Não digo que se carpisse, não digo que se deixasse rolar pelo chão, convulsa. Nem o meu óbito era coisa altamente dramática... Um solteirão que expira aos sessenta e quatro anos, não parece que reúna em si todos os elementos de uma tragédia. E dado que sim, o que menos convinha a essa anônima era aparentá-lo. De pé, à cabeceira da cama, com os olhos estúpidos, a boca entreaberta, a triste senhora mal podia crer na minha extinção.
    — “Morto! morto!” dizia consigo.

(Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas)
Maria Helena de Moura Neves (2003) afirma que “estudar gramática é refletir sobre o uso linguístico, sobre o exercício da linguagem”. Aplicando-se esse conceito ao texto de Machado de Assis, conclui-se corretamente que, na passagem
Alternativas
Q3550032 Português

Preencha as lacunas com a forma adequada sugerida entre parênteses.



1. Com dois _________________ e uma couve-flor, preparou uma salada para as duas pessoas. (dentes-de-alhos / dentes de alho).


2. No caso _________________ governador vetar a lei, os deputados derrubarão o veto. (do / de o)


3. Presta atenção ao que vou _________________ dizer antes de iniciar a obra. (te / lhe)


4. Elas enviaram as fotocópias da CNH _________________ às procurações. (anexo / anexas)


5. Sempre me _________________ preocupações essas decisões unilaterais do Ministro da Justiça. (causa / causam)



Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.

Alternativas
Q3550031 Português
Assinale a frase correta em relação às normas gramaticais da língua padrão.
Alternativas
Q3550030 Português
Quanto à concordância nominal, assinale a frase cuja palavra sublinhada está correta.
Alternativas
Q3546278 Português
Em relação aos cuidados físicos com a criança, leia a afirmação a seguir: “Além de ter suas necessidades básicas reconhecidas como __________ e sendo atendidas, recebendo cuidados de saúde e higiene, a criança deve participar de uma programação adequada de atividades. Para tanto, compete ao professor criar oportunidades para experiências e aprendizagens, apoiando determinadas atividades e restringindo outras.”

Nesse viés, a alternativa que completa corretamente a lacuna acima é:
Alternativas
Q3545618 Português

Analise a expressão,


"jogando conversa fora" e responda à questão.


Fonte:https://www.google.com/search?q=jogando+con versa+fora&sca_esv=acesso em, 06 de out. 2023.

Na frase, "jogando conversa fora", o verbo em destaque é classificado como:
Alternativas
Q3545615 Português
LEIA O TRECHO DO TEXTO A SEGUIR E RESPONDA À QUESTÃO.


Processamento de Linguagem Natural

Dennis Dos Santos Gomes

    Para Stairs e Reynolds (2006), o processamento de linguagem natural permite ao computador reconhecer comandos de voz em uma linguagem natural. Existem três níveis para o reconhecimento: comandos (reconhece de dezenas a centenas de palavras), discreto (reconhece fala ditada e com pausas entre as palavras) e contínuo (reconhece a fala natural).

    Este processamento de linguagem natural pode ser usado para recuperar informações sem digitar comandos ou procurar palavras-chave. Pode-se falar em um microfone conectado ao computador e o computador converte a fala em arquivos de textos ou comandos. Os sistemas simples conseguem associar uma palavra digitada a uma palavra falada pelo microfone, sistemas mais avançados não precisam gravar as palavras (STAIRS; REYNOLDS, 2006).

    As corretoras de ações utilizam bastante os sistemas de linguagem natural. A Charles M. Schwab (Califórnia, EUA) usa uma máquina de linguagem natural para ajudar seus clientes na utilização de seu site. A T. Rower Price (Maryland, EUA) usa reconhecimento de voz para que seus clientes obtenham dados de ações, pensões, saldos de conta-corrente pelo telefone utilizando de comandos de voz simples. A TDWaterhouse (Ontario, CA) usa uma máquina de linguagem natural para responder as dúvidas dos clientes, isso fez cair a demanda de chamadas ao departamento de serviços a clientes (STAIRS; REYNOLDS, 2006).

    O Processamento de Linguagem Natural é muito usado também junto à área de biometria para o reconhecimento de voz, diversas corretoras de ações utilizam para o reconhecimento de seu cliente e outras funcionalidades, os sistemas podem chegar a interpretar comandos de voz até falas naturalmente.


Fonte:https://www.professores.uff.br/screspo/wpcontent/uploads/sites/127/2017/09/ia_intro.pdf, acesso em, 06 de out. 2023. 
Leia a frase: "Sistemas mais avançados não precisam gravar as palavras." A palavra em destaque exerce a função de:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2023 - PM-SP - Soldado |
Q3545024 Português
Na dengue, corremos atrás do prejuízo

        A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.

        Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.

        No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.

        De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.

        A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.

        Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)
Nas passagens – Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário. (4º parágrafo) – e – Segundo especialistas, o pior ainda está por vir. (6º parágrafo) –, os termos destacados expressam, correta e respectivamente, sentidos de
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2023 - PM-SP - Soldado |
Q3545016 Português
O chá, os fantasmas, os ventos encanados

        Nasci no tempo dos ventos encanados, quando, para evitar compromissos, a gente dizia estar com enxaqueca, palavra horrível mas desculpa distinta. Ter enxaqueca não era para todos, mas só para essas senhoras que tomavam chá com o dedo mindinho espichado. Quando eu via aquilo, ficava a pensar sozinho comigo (menino, naquele tempo, não dava opinião) por que é que elas não usavam, para cúmulo da elegância, um laçarote azul no dedo...

        Também se falava misteriosamente em “moléstias de senhoras” nos anúncios farmacêuticos que eu lia. Era decerto uma coisa privativa das senhoras, como as enxaquecas, pois as criadas, essas, não tinham tempo para isso. Mas, em compensação, me assustavam deliciosamente com histórias de assombração. Nunca me apareceu nenhuma.

        Pelo visto, era isso: nunca consegui comunicar-me com este nem com o outro mundo. A não ser através d’O tico-tico e da poesia de Camões, do qual até hoje me assombra este verso único: “Que o menor mal de tudo seja a morte!”

        Pois a verdadeira poesia sempre foi um meio de comunicação com este e com o outro mundo.

(Mario Quintana. Da preguiça como método de trabalho, 2013. Adaptado)
No verso citado pelo narrador – “Que o menor mal de tudo seja a morte!” (3o parágrafo) –, o adjetivo é o termo
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2023 - PM-SP - Soldado |
Q3545009 Português
Leia a tira para responder a questão.

(Fernando Gonsales, “Níquel Náusea”. Folha de S.Paulo, 25.01.2024) 
Mantendo-se o sentido da tira, as duas falas do personagem, no primeiro quadro, estão corretamente reescritas em: 
Alternativas
Q3542878 Português

Leia o trecho do texto a seguir e responda à questão



A Relevância da Ciência, Tecnologia e Inovação para a Sociedade



Publicado por: Benigno Núñez Novo



No mundo em constante evolução em que vivemos, é inegável a relevância da ciência, tecnologia e inovação para a sociedade. Esses três pilares são fundamentais para impulsionar o desenvolvimento humano, melhorar a qualidade de vida e criar soluções para os desafios enfrentados pela sociedade.


A ciência é o caminho que nos permite entender o mundo ao nosso redor, desde os fenômenos naturais até os mais complexos processos biológicos. Ela nos dá a capacidade de analisar dados, formular hipóteses e chegar a conclusões baseadas em evidências. Através da ciência, somos capazes de entender e solucionar problemas, além de buscar novas maneiras de melhorar as condições de vida.


A tecnologia, por sua vez, é a aplicação prática do conhecimento científico. Ela permite a criação de ferramentas, máquinas e dispositivos que facilitam nossas atividades diárias. A tecnologia impulsiona a comunicação, torna mais eficientes os processos produtivos e proporciona acesso a uma infinidade de informações. Sem a tecnologia, a sociedade seria muito diferente da forma como a conhecemos hoje.


E é a partir da inovação que ocorrem avanços significativos na ciência e na tecnologia. A inovação é a capacidade de pensar de forma criativa, encontrar soluções novas e revolucionárias para os problemas existentes. Ela impulsiona o progresso e é responsável por grandes descobertas e inventos que mudaram o curso da história. A inovação é o combustível que mantém a sociedade em constante movimento para frente.


Esses três pilares - ciência, tecnologia e inovação - estão intrinsecamente interligados. A ciência gera conhecimento, que é aplicado pela tecnologia para atender as necessidades da sociedade. E é através da inovação que novas ideias surgem, rompendo barreiras e resolvendo problemas antigos de maneiras inimagináveis.


A importância desses três elementos para a sociedade é evidente em diversos aspectos. Na área da saúde, por exemplo, os avanços na medicina nos permitiram aumentar a expectativa de vida e melhorar a qualidade de vida das pessoas. Novas tecnologias na área de energia nos ajudam a buscar fontes alternativas mais sustentáveis. E a inovação contínua nas comunicações nos permite estar conectados e trocar informações em tempo real.


Além disso, a ciência, tecnologia e inovação têm um papel crucial no desenvolvimento econômico. Na sociedade moderna, os países mais desenvolvidos são aqueles que investem em pesquisa científica e tecnológica, incentivam a inovação e promovem a transferência de tecnologia. Esses países têm uma indústria mais competitiva, geram mais empregos qualificados e são capazes de enfrentar os desafios globais de forma mais eficaz.


Em resumo, a ciência, tecnologia e inovação são indispensáveis para a sociedade atual. Elas nos ajudam a entender, transformar e melhorar o mundo em que vivemos. Investir nesses campos é investir no futuro, no progresso e no bem-estar da humanidade. Portanto, é fundamental valorizar e apoiar iniciativas científicas, tecnológicas e inovadoras, pois são essas áreas que impulsionam o desenvolvimento e promovem mudanças positivas em nossa sociedade.


Fonte:https://brasilescola.uol.com.br/atualidades/a-relevancia-da-ciencia-tecnologiae-inovacao-para-a-sociedade.htm.Acesso em, 09 de out. 2023.

Na frase, "A tecnologia, por sua vez, é a aplicação prática do conhecimento científico." A palavra "aplicação", identifica-se um processo de derivação sufixal. Diante disso, qual é a função do sufixo "-ção" nesse contexto? 
Alternativas
Respostas
10801: C
10802: D
10803: C
10804: C
10805: B
10806: C
10807: A
10808: C
10809: A
10810: C
10811: C
10812: D
10813: A
10814: B
10815: A
10816: C
10817: E
10818: E
10819: E
10820: D