Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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I – Ela comprou o livro na livraria mais antiga da cidade.
II – Nesta cidade, todos são cidadãos responsáveis e admirados.
III – Comprei um vestido azul e um cinto azulado.
IV – A vida saudável tem muito valor para todos.
V – Ele conseguiu atender os conselhos dos avós maternos.
Marque a alternativa que apresenta as frases cujos termos sublinhados são derivados do mesmo radical.




I - tão (l. 09) e provavelmente (l. 23).
II - qualquer (l. 26) e Mesmo (l. 35).
III - Cada (l. 42) e outro (l. 49).
Quais pertencem, no contexto em que ocorrem, à mesma classe de palavras?
Coluna 01
(__)O gato se escondeu dentro da caixa quando começou a chover.
(__)Ela resolveu o problema com muita paciência e dedicação.
(__)Voltarei para casa após o término da reunião.
(__)Ele estudou a noite toda para garantir uma boa nota na prova.
(__)Acordei assustado com a menina que chorava de dor.
Coluna 02
I.Preposição de Causa.
II.Preposição de Finalidade.
III.Preposição de Lugar.
IV.Preposição de Modo.
V.Preposição de Tempo.
Correlacione as colunas pelo tipo de preposição presente nas afirmativas da Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
O número de artigos presentes na frase é de:
Assinale a alternativa que corresponda ao número ordinal representado na imagem abaixo:

França recorre a fumacê após aumento de dengue, chikungunya e zika
A proliferação na França do mosquito-tigre-asiático, vetor de transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya, tem provocado o uso de fumacês em várias cidades, incluindo Paris, que realizou pela primeira vez recentemente uma operação desse tipo.
Autoridades de saúde levam em conta o aumento do risco sanitário no país, sobretudo no próximo ano, em razão do Jogos Olímpicos, que deverão atrair milhões de pessoas do mundo todo.
Os fumacês foram usados no 13° distrito de Paris, em uma área próxima à Praça da Itália, e em Colombes, cidade de 90 mil habitantes a apenas 9 km de Paris, onde duas operações de pulverização de inseticida foram realizadas em menos de duas semanas.
Tanto em Paris como em Colombes, os fumacês ocorreram após a notificação de casos de pessoas que contraíram dengue durante viagens ao exterior e se hospedaram ou residem nas áreas visadas.
A Agência Regional de Saúde da Ile-de-France, que engloba Paris e seus subúrbios, informa já ter registrado cento e trinta e oito casos de dengue neste ano, todos referentes a pessoas que contraíram a doença em viagens ao exterior.
Segundo o Ministério da Saúde da França, desde o início de maio já foram contabilizados em todo o país quinhentos e cinquenta e sete casos de dengue, doze casos de chikungunya e seis casos de zika.
Durante as operações com o fumacê, ruas foram fechadas e a população foi solicitada a permanecer em suas casas e a deixar as janelas fechadas, apesar do forte calor no período.
Em Colombes, onde há muitas casas com jardins, as autoridades também pediram para que as pessoas mantivessem os animais domésticos presos e não consumissem legumes de hortas residenciais durante três dias após a pulverização do inseticida.
As operações foram realizadas para reduzir o risco de transmissão da dengue, afirmou a autoridade de saúde de Paris e sua periferia, a Agência Regional de Saúde da Ile-de-France, em um comunicado.
Segundo o órgão, o fumacê foi acionado em um raio de cento e cinquenta metros ao redor das residências de pessoas que contraíram dengue ao viajar ao exterior, "porque o mosquito-tigre não voa além dessa distância".
Ao picar uma pessoa que contraiu dengue, zika ou chikungunya, o mosquito-tigre transmite a doença ao morder novas pessoas. O vírus utiliza esse inseto como vetor.
Os agentes envolvidos utilizaram equipamentos de proteção e pulverizaram, a pé ou em veículos, espaços verdes e outras áreas de reprodução do mosquito.
A Agência Regional de Saúde da Ile-de-France já realizou, pelo menos, nove fumacês neste ano, sendo apenas um deles, até o momento, na capital francesa.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51kr2lykqko. Adaptado.
A proliferação na França do mosquito-tigre-asiático, vetor de transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya, tem provocado o uso de fumacês em várias cidades, incluindo Paris, que realizou pela primeira vez recentemente uma operação desse tipo.
O número de artigos presentes na frase é de:
Coluna 01
(__)Ele executou a tarefa cuidadosamente, garantindo precisão nos detalhes. (__)Ontem assistimos ao pôr do sol na praia. (__)O time jogou muito no campeonato. (__)O esconderijo estava localizado no topo da montanha. (__)Talvez ela venha à festa.
Coluna 02
I.Advérbio de Dúvida. II.Advérbio de Intensidade. III.Advérbio de Lugar. IV.Advérbio de Modo. V.Advérbio de Tempo.
Correlacione as colunas de acordo com o tipo de advérbio presente em cada uma das afirmativas. Em seguida, assinale a alternativa com a ordem correta:
I.O estádio estava repleto de torcedores entusiasmados, vestindo suas camisas rubro-negras, ansiosos pelo início do jogo.
II.O filme de suspense é surpreendentemente envolvente, mantendo a plateia tensa do início ao fim.
III.A palestra sobre inteligência artificial foi superinteressante, despertando a curiosidade de todos os participantes.
IV.O estádio estava repleto de torcedores entusiasmados, vestindo suas camisas rubro-negras, ansiosos pelo início do jogo.
V.As férias na praia foram maravilhosamente relaxantes, proporcionando momentos de paz e tranquilidade.
Em quais das afirmativas há o uso de um adjetivo composto?
I.As estrelas brilhavam intensamente no céu noturno.
II.O respeito mútuo é a base de qualquer relacionamento saudável.
III.A liberdade é um direito fundamental que todos devem ter.
IV.As crianças brincavam felizes na praia.
V.O cachorro correu animado pelo parque.
Em quais das afirmativas há o uso de um substantivo abstrato?
Assinale a opção que contenha apenas adjetivos.
O antônimo do vocábulo destacado que mantém o sentido original da frase é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas
De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.
Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.
Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.
Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.
No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.
No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.
"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.
A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.
"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.
De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.
Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis.
"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.
A alternativa que contém locução adjetiva com valor de adjetivo
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas
De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.
Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.
Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.
Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.
No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.
No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.
"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.
A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.
"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.
De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.
Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis.
"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.
Em relação aos artigos presentes na frase, é correto afirmar que existem: