Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q2345509 Português
Leia a charge a seguir. 
Imagem associada para resolução da questão

(Adaptado de ARIONAURO CARTUNS - Blog do Cartunista Arionauro: Charge Poluição Lixo no Rio)

Assinale a alternativa que indica a palavra escrita erradamente nessa charge. 
Alternativas
Q4421519 Português

O IMAGINÁRIO EUROPEU, AS VISÕES SOBRE O “NOVO MUNDO” E SUAS GENTES


        Nos séculos XV e XVI, quando ocorreram as grandes viagens marítimas, os europeus se depararam com realidades que eram bastante estranhas para eles. O oceano era um lugar onde reinava o imprevisível, ou seja, os navegadores não tinham certeza do que poderia acontecer, nem do que poderiam encontrar pelo caminho. As informações que eles tinham haviam sido retiradas, em sua maioria, de livros de outros navegadores, como por exemplo Nicollo Matteo, Marco Pólo. Mas tais informações eram povoadas de mitos e superstições. Assim, ao partirem para as grandes viagens pelo oceano, os navegadores tinham em mente as informações de livros sobre viagens e também suas próprias crenças e mitos, que desde a Antiguidade povoavam seus pensamentos.


        Essa informações míticas e supersticiosas pertenciam quase todas à tradição grega: Ctésias de Cnido em 398 antes de Cristo, já escrevia sobre a existência de raças fantásticas como os ciápodas que possuíam um único e grande pé, os homens peludos, sem cabeça, e que tinham os olhos nos ombros: Plínio, em 77 depois de Cristo, também escrevia sobre os monstros e maravilhas que foram avistadas na Índia, como seres antropófagos (que comiam carne humana), seres andrógenos (que possuíam os dois sexos).


        E tais informações foram sendo adaptadas ao longo do tempo. Porém, em geral, mantiveram-se quase sem alterações até o século XVI. Dessa forma pode-se entender o fato de os navegadores europeus terem visto sereias, antípodas (criaturas com os pés virados para trás), cinocéfalos (criaturas com corpo humano e cabeça de cachorro que comiam carne humana), ciclopes (monstro caracterizado por ter um único olho no meio da testa), e outras tantas criaturas monstruosas e maravilhosas, quando viajaram por regiões desconhecidas. 


        O imaginário, ou seja, o conjunto das ideias e imagens que faziam parte da mentalidade dos europeus, foi projetado sobre aquilo que eles viram de diferente durante as viagens pelo mar, e também ao entrarem em contato com terras desconhecidas. Dessa forma, quando eles chegaram às terras que mais tarde chamaram de Continente Americano, tudo aquilo que havia de exuberante ou de estranho foi identificado com as imagens que já lhes eram familiares. Aquilo que já fazia parte do pensamento cotidiano dos europeus projetou-se sobre a realidade que estava diante deles e, dessa forma, eles puderam entendê-la. Foi por causa desse tipo de identificação que os europeus viram no “Novo Mundo” vários monstros e criaturas fantásticas e maravilhosas.


        Foi também por causa dessa identificação que os europeus acreditaram ter chegado ao Paraíso Terrestre (que era o lugar onde se encontrava o estado original do mundo, ou seja, onde se encontravam a ausência do pecado original, a pureza e a liberdade). A natureza exuberante e os bons ares eram características que contribuíam para que o “Novo Mundo” fosse associado ao Paraíso. Comparando-se as características das novas terras com as paradisíacas e encontrando semelhanças entre elas, os europeus logo fizeram uma associação. Dessa forma, ficava mais fácil entender a existência dessas novas terras. Mas o Paraíso nem sempre foi identificado com o Novo Mundo. Ele migrava de uma região para outra, conforme os europeus iam descobrindo e conhecendo lugares novos: ele esteve no oriente, no meio do oceano, no Novo mundo etc.


        Se existia a ideia de Paraíso, existia também a ideia de inferno entre os europeus contemporâneos ao período das grandes viagens marítimas. Eles eram homens profundamente religiosos e seus pensamentos eram marcados por uma constante luta entre o bem e o mal. Dessa forma, no Novo Continente não foram identificadas apenas características paradisíacas, como a vegetação exuberante, por exemplo, mas também demoníacas, os inúmeros insetos e animais peçonhentos, o forte calor e, principalmente, os costumes das gentes da terra, ou seja, dos indígenas.


        Os indígenas foram também relacionados com seres que estavam presentes no imaginário dos europeus: suas características assemelhavam-se às dos “homens selvagens” que habitavam livremente os bosques, gozando de liberdade e vivendo com base em seus instintos. Todas essas características eram contrárias ao ser humano cavalheiro e cristão que os europeus tinham como modelo. Os rituais dos indígenas, suas danças, sua nudez, suas práticas sexuais, sua preguiça, seus deuses, suas práticas religiosas, foram vistos pelos europeus como ações demoníacas, sobretudo o ritual antropofágico, no qual se comia a carne humana.


        Contudo, deve-se ter em mente que essas características que se atribuíam aos indígenas têm uma razão de ser, pois aqueles que escreviam sobre o modo de viver do índio tinham uma visão centrada na religiosidade e nos padrões de vida europeus. Além disso, a identificação do que existia no imaginário europeu com a realidade contribuiu para que o diferente não fosse visto realmente como era, mas sim filtrado por algo que já era conhecido e comum.


        Dessa forma, pode-se perceber que os europeus não viram os indígenas como seres humanos com um modo de vida diferenciado, mas identificaram-nos com os “homens selvagens”, desclassificando seus costumes e hábitos. E, do ponto de vista espiritual, os europeus consideraram as práticas indígenas demoníacas, identificando suas ações religiosas com bruxaria, feitiçaria e outros tantos rituais anti-cristãos, que já faziam parte de sua mentalidade. Assim, eles conseguiram dar sentido à existência de seres humanos em uma região que, com base nas informações que tinham, não podia só podia ser habitada por monstros e criaturas maravilhosas. 


        Pode-se, por fim, concluir que a visão que os europeus tiveram do Novo Mundo e das gentes que o habitavam estava fundamentada no imaginário europeu que era marcado pela religiosidade e pela crença em uma série de mitos e superstições. Todas as imagens que permeavam o pensamento dos europeus, entre os séculos XV e XVI, acabaram sendo associadas à realidade do Novo mundo, de forma que ele pudesse ser entendido. Assim, as ideias de bem e mal, de Paraíso e Inferno, conduziram a visão que foi lançada sobre as novas terras e aqueles que a habitavam, ora edenizando-os, ora detratando-os.


(Adaptado de SOUZA. Wanessa de. O imaginário europeu, as suas visões sobre o “Novo Mundo” e suas gentes. Disponível em: https://www.fafich.ufmg.br/pae/apoio/oimaginarioeuropeuesuasvisoesso breonovomundoesuasgentes.pdf. Acesso em 17/04/2023). 

“As informações que eles tinham haviam sido retiradas, em sua maioria, de livros de outros navegadores, como por exemplo, Nicolló Matteo, Marco Polo."
Assinale a alternativa que apresenta a classe de palavras qual pertence o vocábulo sublinhado no trecho acima.
Alternativas
Q4420289 Português
Olhos d’água


    Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe? Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali. E a insistente pergunta, martelando, martelando. De que cor eram os olhos de minha mãe? Aquela indagação havia surgido há dias, há meses, posso dizer. Entre um afazer e outro, eu me pegava pensando de que cor seriam os olhos de minha mãe. E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo, naquela noite se transformou em uma dolorosa pergunta carregada de um tom acusatório. Então, eu não sabia de que cor eram os olhos de minha mãe?

    Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo, busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe aprendi a conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, me descobria cheia de culpa, por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela. Da unha encravada do dedo mindinho do pé esquerdo… Da verruga que se perdia no meio da cabeleira crespa e bela. Um dia, brincando de pentear boneca, alegria que a mãe nos dava quando, deixando por uns momentos o lava-lava, o passa-passa das roupagens alheias e se tornava uma grande boneca negra para as filhas, descobrimos uma bolinha escondida bem no couro cabeludo dela. Pensamos que fosse carrapato. A mãe cochilava e uma de minhas irmãs aflita, querendo livrar a boneca-mãe daquele padecer, puxou rápido o bichinho. A mãe e nós rimos e rimos e rimos de nosso engano. A mãe riu tanto das lágrimas escorrerem. Mas, de que cor eram os olhos dela?

    Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe.

    Ela havia nascido em um lugar perdido no interior de Minas. Ali, as crianças andavam nuas até bem grandinhas. As meninas, assim que os seios começavam a brotar, ganhavam roupas antes dos meninos.

    Às vezes, as histórias da infância de minha mãe confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida. E era justamente nos dias de parco ou nenhum alimento que ela mais brincava com as filhas. Nessas ocasiões a brincadeira preferida era aquela em que a mãe era a Senhora, a Rainha. Ela se assentava em seu trono, um pequeno banquinho de madeira. Felizes, colhíamos flores cultivadas em um pequeno pedaço de terra que circundava o nosso barraco. As flores eram depois solenemente distribuídas por seus cabelos, braços e colo. E diante dela fazíamos reverências à Senhora. Postávamos deitadas no chão e batíamos cabeça para a Rainha. Nós, princesas, em volta dela, cantávamos, dançávamos, sorríamos. A mãe só ria de uma maneira triste e com um sorriso molhado… Mas de que cor eram os olhos de minha mãe? Eu sabia, desde aquela época, que a mãe inventava esse e outros jogos para distrair a nossa fome. E a nossa fome se distraía. Às vezes, no final da tarde, antes que a noite tomasse conta do tempo, ela se assentava na soleira da porta e, juntas, ficávamos contemplando as artes das nuvens no céu. Umas viravam carneirinhos; outras, cachorrinhos; algumas, gigantes adormecidos, e havia aquelas que eram só nuvens, algodão doce. A mãe, então, espichava o braço que ia até o céu, colhia aquela nuvem, repartia em pedacinhos e enfiava rápido na boca de cada uma de nós. Tudo tinha de ser muito rápido, antes que a nuvem derretesse e com ela os nossos sonhos se esvaecessem também. Mas, de que cor eram os olhos de minha mãe? Lembro-me ainda do temor de minha mãe nos dias de fortes chuvas. Em cima da cama, agarrada a nós, ela nos protegia com seu abraço. E com os olhos alagados de pranto balbuciava rezas a Santa Bárbara, temendo que o nosso frágil barraco desabasse sobre nós. E eu não sei se o lamento-pranto de minha mãe, se o barulho da chuva… Sei que tudo me causava a sensação de que a nossa casa balançava ao vento. Nesses momentos os olhos de minha mãe se confundiam com os olhos da natureza. Chovia, chorava! Chorava, chovia! Então, porque eu não conseguia lembrar a cor dos olhos dela? 

    E naquela noite a pergunta continuava me atormentando. Havia anos que eu estava fora de minha cidade natal. Saíra de minha casa em busca de melhor condição de vida para mim e para minha família: ela e minhas irmãs que tinham ficado para trás. Mas eu nunca esquecera a minha mãe. Reconhecia a importância dela na minha vida, não só dela, mas de minhas tias e todas a mulheres de minha família. E também, já naquela época, eu entoava cantos de louvor a todas nossas ancestrais, que desde a África vinham arando a terra da vida com as suas próprias mãos, palavras e sangue. Não, eu não esqueço essas Senhoras, nossas Yabás, donas de tantas sabedorias. Mas de que cor eram os olhos de minha mãe?

    E foi então que, tomada pelo desespero por não me lembrar de que cor seriam os olhos de minha mãe, naquele momento resolvi deixar tudo e, no dia seguinte, voltar à cidade em que nasci. Eu precisava buscar o rosto de minha mãe, fixar o meu olhar no dela, para nunca mais esquecer a cor de seus olhos. Assim fiz. Voltei, aflita, mas satisfeita. Vivia a sensação de estar cumprindo um ritual, em que a oferenda aos Orixás deveria ser descoberta da cor dos olhos de minha mãe.

E quando, após longos dias de viagem para chegar à minha terra, pude contemplar extasiada os olhos de minha mãe, sabem o que vi? Sabem o que vi?

    Vi só lágrimas e lágrimas. Entretanto, ela sorria feliz. Mas, eram tantas lágrimas, que eu me perguntei se minha mãe tinha olhos ou rios caudalosos sobre a face. E só então compreendi. Minha mãe trazia, serenamente em si, águas correntezas. Por isso, prantos e prantos a enfeitar o seu rosto. A cor dos olhos de minha mãe era cor de olhos d’água. Águas de Mamãe Oxum! Rios calmos, mas profundos e enganosos para quem contempla a vida apenas pela superfície. Sim, águas de Mamãe Oxum. Abracei a mãe, encostei meu rosto no dela e pedi proteção. Senti as lágrimas delas se misturarem às minhas.

    Hoje, quando já alcancei a cor dos olhos de minha mãe, tento descobrir a cor dos olhos de minha filha. Faço a brincadeira em que os olhos de uma são o espelho dos olhos da outra. E um dia desses me surpreendi com um gesto de minha menina. Quando nós duas estávamos nesse doce jogo, ela tocou suavemente o meu rosto, me contemplando intensamente. E, enquanto jogava o olhar dela no meu, perguntou baixinho, mas tão baixinho, como se fosse uma pergunta para ela mesma, ou como estivesse buscando e encontrando a revelação de um mistério ou de um grande segredo. Eu escutei quando, sussurrando, minha filha falou:

    — Mãe, qual é a cor tão úmida de seus olhos?


https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/biblioteca/nossas-publicacoes/revista/paginas-literarias/artigo/2261/olhos-dagua Acesso em 24/06/2023
No trecho “Voltei, aflita, mas satisfeita”, a palavra em destaque expressa uma circunstância de adversidade. Assinale a alternativa cuja palavra destacada expressa a mesma circunstância:
Alternativas
Q4415034 Português
São Substantivos derivados:
Alternativas
Q4404603 Português
Leia com atenção a letra musical a seguir e assinale a alternativa que completa adequadamente a frase. 


Palavras não são más Palavras não são quentes Palavras são iguais Sendo diferentes Palavras não são frias Palavras não são boas Os números pra os dias E os nomes pra as pessoas Palavras eu preciso  Preciso com urgência Palavras que se usem em caso de emergência [...]

Composição: Marcelo Fromer / Sérgio Britto

No primeiro verso da música, a palavra “não” 


Alternativas
Q4404439 Português
Assinale a alternativa na qual a palavra sublinhada NÃO seja um artigo definido.
Alternativas
Q4403597 Português
Assinale a alternativa em que a palavra quebra/quebrou tem o mesmo sentido de: “Os celíacos não produzem a peptidase, enzima responsável pela quebra do glúten. 
Alternativas
Q4403592 Português
Em “O enfraquecimento dessas vilosidades provoca irritabilidade, barriga dilatada, anemia...”, o termo destacado pertence à mesma classe de palavra que aquele destacado em: 
Alternativas
Q4403547 Português
“[...] impedir a progressão de uma doença já instalada” A palavra sinônima que substitui corretamente a palavra em destaque na frase, conforme o contexto do texto é:
Alternativas
Q4401075 Português
Dentre as expressões destacadas, nas frases abaixo, a que exerce a mesma função morfológica do termo sublinhado em: “A família o apresentava aos forasteiros, com insopitado orgulho” é: 
Alternativas
Q4401074 Português
Assinale a alternativa que indica a correta e respectiva formação/derivação das palavras: impraticável — coca-cola – envenenou – engarrafadas
Alternativas
Q4388079 Português
Em relação uso formal da Língua Portuguesa, tendo em vista as regras de concordância nominal, estão corretas as frases:

I.Cavei diversos buracos nos locais onde observei que costumavam pastar.
II.O arquivo anexo contém o relatório elaborado.
III.Temos um milhão e meio de votantes.
IV.É permitida a venda de mercadorias neste local.
V.Das pessoas envolvidas, duas mil não sabem como ficarão depois de tudo isso.

Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4379014 Português
Leia atenciosamente as alternativas e assinale aquela com um substantivo composto: 
Alternativas
Q4379013 Português

Leia as afirmativas abaixo:



I.Aprecio as culinárias japonesa e italiana.


II.Nós já fomos bastante amigos.


III.Recebemos bastante cartas.


IV.Os lugares primeiro e segundo na competição foram conquistados por atletas muito talentosos.



Em qual(is) da(s) afirmativa(s) citada(s) acima há um erro de concordância nominal? 

Alternativas
Q4378442 Português
Assinale a alternativa em que os pares de palavras formam oposição de sentido entre si: 
Alternativas
Q4378441 Português
Assinale a alternativa que contém um substantivo comum de dois gêneros:
Alternativas
Q4375951 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Perdão, meu Deus, se a túnica da vida...


Insano profanei-a nos amores!


Se da c'roa dos sonhos perfumados


Eu próprio desfolhei as róseas flores! No vaso impuro corrompeu-se o néctar,


A argila da existência desbotou-me...


O sol de tua gloria abriu-me as pálpebras,


Da nódoa das paixões purificou-me!


E quantos sonhos na ilusão da vida!


Quanta esperança no futuro ainda!


Tudo calou-se pela noite eterna...


E eu vago errante e só na treva infinda...


Alma em fogo, sedenta de infinito,


Num mundo de visões o véo abrindo,


Como o vento do mar no céu noturno


Entre as nuvens de Deus passei dormindo!


A vida é noite! o sol tem véu de sangue...


Tateia a sombra a geração descridal...


Acorda-te, mortal! é no sepulcro


Que a larva humana se desperta a vida!


Quando as harpas do peito a morte estala,


Um treno de pavor soluga e voa...


E a nota divinal que rompe as fibras


Nas dulias angélicas ecoa!



AZEVEDO, Alvares de. "Lira dos Vinte Anos”. São Paulo: Martins Fontes, 1996. (ColegaoPoetas do Brasil) 

"Alma em fogo, sedenta de infinito,


Num mundo de visões o vôo abrindo,


Como o vento do mar no céu noturno


Entre as nuvens de Deus passei dormindo!"


Neste trecho do poema Epitéfio, de Alvares de Azevedo, observa-se o uso dos termos "do mar" com as junções da preposição de + artigo definido o, além do substantivo mar. Sabendo disso, qual classe de palavras melhor define os termos junto no contexto do poema?

Alternativas
Q4375552 Português

Considere as frases a seguir.



I. Deixei jogadas no hall o terno e as camisas que ela deu.


II. Foram vistas dezenas de crianças pedalando nos parques.


III. Anexa à presente, vai a lista dos compradores.



A concordância nominal foi plenamente respeitada em

Alternativas
Q4375533 Português
A respeito das palavras “coordenação”; “infelizmente” e “humanidade” é correto afirmar que a formação de palavras é classificada respectivamente em:
Alternativas
Respostas
9821: E
9822: D
9823: A
9824: E
9825: X
9826: C
9827: E
9828: C
9829: A
9830: C
9831: A
9832: B
9833: C
9834: E
9835: E
9836: C
9837: D
9838: E
9839: B
9840: B