Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q4226477 Português
A partida

Osman Lins

   Hoje, revendo minhas atitudes quando vim embora, reconheço que mudei bastante. Verifico também que estava aflito e que havia um fundo de mágoa ou desespero em minha impaciência. Eu queria deixar minha casa, minha avó e seus cuidados. Estava farto de chegar a horas certas, de ouvir reclamações; de ser vigiado, contemplado, querido. Sim, também a afeição de minha avó incomodava−me. Era quase palpável, quase como um objeto, uma túnica, um paletó justo que eu não pudesse despir.

    Ela vivia a comprar−me remédios, a censurar minha falta de modos, a olhar−me, a repetir conselhos que eu já sabia de cor. Era boa demais, intoleravelmente boa e amorosa e justa.

    Na véspera da viagem, enquanto eu a ajudava a arrumar as coisas na maleta, pensava que no dia seguinte estaria livre e imaginava o amplo mundo no qual iria desafogar−me: passeios, domingos sem missa, trabalho em vez de livros, mulheres nas praias, caras novas. Como tudo era fascinante! Que viesse logo. Que as horas corressem e eu me encontrasse imediatamente na posse de todos esses bens que me aguardavam. Que as horas voassem, voassem!

    Percebi que minha avó não me olhava. A princípio, achei inexplicável ela fizesse isso, pois costumava fitar−me, longamente, com uma ternura que incomodava. Tive raiva do que me parecia um capricho e, como represália, fui para a cama. 

   Deixei a luz acesa. Sentia não sei que prazer em contar as vigas do teto, em olhar para a lâmpada. Desejava que nenhuma dessas coisas me afetasse e irritava−me por começar a entender que não conseguiria afastar−me delassem emoção.

    Minha avó fechara a maleta e agora se movia, devagar, calada, fiel ao seu hábito de fazer arrumações tardias. A quietude da casa parecia triste e ficava mais nítida com os poucos ruídos aos quais me fixava: manso arrastar de chinelos, cuidadoso abrir e lento fechar de gavetas, o tique−taque do relógio, tilintar de talheres, de xícaras.

    Por fim, ela veio ao meu quarto, curvou−se:

    — Acordado?

    Apanhou o lençol e ia cobrir−me (gostava disto, ainda hoje o faz quando a visito); mas pretextei calor, beijei sua mão enrugada e, antes que ela saísse, dei−lhe as costas.
Não consegui dormir. Continuava preso a outros rumores. E quando estes se esvaíam, indistintas imagens me acossavam. Edifícios imensos, opressivos, barulho de trens, luzes, tudo a afligir−me, persistente, desagradável — imagens de febre.

   Sentei−me na cama, as têmporas batendo, o coração inchado, retendo uma alegria dolorosa, que mais parecia um anúncio de morte. As horas passavam, cantavam grilos, minha avó tossia e voltava−se no leito, as molas duras rangiam ao peso de seu corpo. A tosse passou, emudeceram as molas; ficaram só os grilos e os relógios. Deitei−me.

    Passava de meia−noite quando a velha cama gemeu: minha avó levantava−se. Abriu de leve a porta de seu quarto, sempre de leve entrou no meu, veio chegando e ficou de pé junto a mim. Com que finalidade? — perguntava eu. Cobrir−me ainda? Repetir−me conselhos? Ouvi−a então soluçar e quase fui sacudido por um acesso de raiva. Ela estava olhando para mim e chorando como se eu fosse um cadáver — pensei. Mas eu não me parecia em nada com um morto, senão no estar deitado. Estava vivo, bem vivo, não ia morrer. Sentia−me a ponto de gritar. Que me deixasse em paz e fosse chorar longe, na sala, na cozinha, no quintal, mas longe de mim. Eu não estava morto.

    Afinal, ela beijou−me a fronte e se afastou, abafando os soluços. Eu crispei as mãos nas grades de ferro da cama, sobre as quais apoiei a testa ardente. E adormeci.

   Acordei pela madrugada. A princípio com tranquilidade, e logo com obstinação, quis novamente dormir. Inútil, o sono esgotara−se. Com precaução, acendi um fósforo: passava das três. Restavam−me, portanto, menos de duas horas, pois o trem chegaria às cinco. Veio−me então o desejo de não passar nem uma hora mais naquela casa. Partir, sem dizer nada, deixar quanto antes minhas cadeias de disciplina e de amor.

    Com receio de fazer barulho, dirigi−me à cozinha, lavei o rosto, os dentes, penteei−me e, voltando ao meu quarto, vesti− me. Calcei os sapatos, sentei−me um instante à beira da cama. Minha avó continuava dormindo. Deveria fugir ou falar com ela? Ora, algumas palavras… Que me custava acordá−la, dizer− lhe adeus?

    Ela estava encolhida, pequenina, envolta numa coberta escura. Toquei−lhe no ombro, ela se moveu, descobriu−se. Quis levantar−se e eu procurei detê−la. Não era preciso, eu tomaria um café na estação. Esquecera de falar com um colega e, se fosse esperar, talvez não houvesse mais tempo. Ainda assim, levantou−se. Ralhava comigo por não tê−la despertado antes, acusava−se de ter dormido muito. Tentava sorrir.

   Não sei por que motivo, retardei ainda a partida. Andei pela casa, cabisbaixo, à procura de objetos imaginários enquanto ela me seguia, abrigada em sua coberta. Eu sabia que desejava beijar−me, prender−se a mim, e à simples ideia desses gestos, estremeci. Como seria se, na hora do adeus, ela chorasse?

    Enfim, beijei sua mão, bati−lhe de leve na cabeça. Creio mesmo que lhe surpreendi um gesto de aproximação, decerto na esperança de um abraço final. Esquivei−me, apanhei a maleta e, ao fazê−lo, lancei um rápido olhar para a mesa (cuidadosamente posta para dois, com a humilde louça dos grandes dias e a velha toalha branca, bordada, que só se usava em nossos aniversários).

Fonte: Moriconi, Italo. * Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p.190−192. * título omitido propositalmente
“Era boa demais, intoleravelmente boa e amorosa e justa.” “Demais” ou “de mais”? Essa é uma dúvida que ocorre por serem as duas formas possíveis na língua portuguesa, dependendo do contexto em que são empregadas. Em uma das opções a seguir, em vez de “demais”, deveria ter sido usada a locução “de mais”. Assinale essa opção.
Alternativas
Q4226418 Português
Leituras têm impacto especial quando estamos doentes

Ficar acamado nunca é divertido,mas a companhia de um bom livro é sempre bem−vinda

10 jan.2023 às 8h00

    Longos períodos de convalescença são ideais para quem deseja colocar a leitura em dia. Sempre que estou doente, busco a companhia de um livro. Agora mesmo, enquanto me recuperava de uma infecção por Covid em plena temporada de festas, a primeira coisa que fiz foi encher uma mochila com material de leitura e carregá−la comigo para a cama.

    Este é um hábito que me acompanha desde menina, quando os meus pais procuravam algo para me entreter nos momentos em que eu não estava bem. Assim, lembro de receber muitos livros e revistas de quadrinhos quando precisava ficar de molho, me recuperando de algum processo alérgico, de uma gripe ou mesmo de um acidente.

    A leitura, nessas circunstâncias, nos ajuda a combater o tédio e a inquietação. Não sei se isto também acontece com vocês, mas é justamente quando estou doente que paro para questionar a vida e refletir sobre o que preciso fazer para ser uma pessoa minimamente satisfeita.

    Não sou, nem nunca fui uma doente fácil. Bastam dois dias de cama para me deixar angustiada. Sou inquieta, gosto de trabalhar e de me mexer, e fico de mau humor quando percebo que o meu corpo pede arrego.
    
    A impossibilidade de realizar tarefas simples e corriqueiras como tomar banho de cabeça, cozinhar ou ir ao supermercado para comprar frutas faz com que a minha imaginação antecipe cenários em que não terei mais condições de viver sozinha e de fazer as minhas coisas por conta própria.

    Assim, ao constatar a fragilidade e o desconforto causados pela doença, é bastante comum que eu me pergunte se estou levando uma boa vida, se realmente estou a fazer o melhor para mim e para as pessoas que, de alguma forma, contam comigo e apostam na minha felicidade. Nesses momentos, a leitura me resgata e ajuda a superar a angústia.

    A convalescença, como toda quebra de rotina, faz com que a nossa relação com o tempo seja alterada. Quando estamos acamados, perdemos a noção da hora. Acordamos tarde, dormimos cedo e passamos as noites entre o sono e a vigília, a querer adiantar os ponteiros do relógio.

    Toda essa confusão faz com que acabemos voltando a nossa atenção para nós mesmos, em uma tentativa de mantermos a ilusão de que temos controle sobre algo. Assim, doentes, achamos que não nos resta outra coisa a não ser pensar compulsivamente sobre as nossas vidas.

    Ler — o ato de tomar um livro nas mãos e virar as suas páginas uma por uma, em uma sequência crescente e determinada, pacientemente acompanhando o desenrolar de uma história e me esforçando para entender as implicações do que está no papel — é algo que sempre me ajuda a sair de um estado de obsessiva preocupação comigo mesma.

     [...]

    Tenho para mim que a disciplina inspirada pela leitura, ao permitir com que nos tornemos mais atenciosos e pacientes para acompanharmos uma trama do começo ao fim, também seja capaz de restaurar certa impressão de rotina na vida de quem está acamado, ajudando−o mais uma vez a emprestar ordem, ritmo e propósito às suas reflexões.

    Talvez seja por isso, não tenho certeza, que as leituras feitas durante os nossos períodos de convalescença acabam se tornando tão determinantes para nós, como se elas possuíssem uma dimensão transformadora. Consultando a memória, identifico alguns dos livros que me marcaram ao longo dos anos e percebo que muitos foram lidos justamente quando eu estive de cama. Mas será que eles teriam tido o mesmo impacto em minha vida caso eu os tivesse encontrado em outro momento?

    Penso que não. Ao menos no meu caso, os longos períodos de convalescença têm o efeito de suavizar algumas das minhas resistências, fazendo com que eu me sinta um pouco mais disposta a conhecer a obra de autores que normalmente não encontrariam lugar entre as minhas preferências.

   Essa é provavelmente uma dasrazões pelas quais a gente tenha a impressão de que essas leituras de alguma maneira operam uma transformação em nossas vidas. Pois, se estamos lendo algo interessante, porém diferente de quase tudo aquilo a que geralmente temos acesso, então, realmente faz sentido achar que algo em nós esteja mudando graças àquela leitura.

    [...]

   Ficar doente nunca é divertido, mas a companhia de um bom livro é sempre bem−vinda, principalmente quando ela nos empresta novas ferramentas para enfrentar os desafios que nos são impostos pela vida.


Albuquerque, Juliana de. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana−de− albuquerque/2023/01/leituras−tem−impacto−especial−quando− estamos−doentes.shtml Acesso em 12 jan. 2023.
“é bastante comum que eu me pergunte se estou levando uma boa vida”

Em qual das opções a palavra destacada está INADEQUADAMENTE grafada?
Alternativas
Q4225717 Português
Em relação aos coletivos, analisar os itens abaixo:

I. Concílio é coletivo de professores.
II. Ramalhete é coletivo de flores.
III. Réstia é coletivo de cebolas ou de alhos.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q4225198 Português
Dos seguintes, assinalar o único vocábulo composto que NÃO possui plural:
Alternativas
Q4225196 Português
Em relação ao uso de “agente” e “a gente”, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4225033 Português
Texto I

    Ainda que a madrugada pareça longa, não há aquele que não pense na possibilidade de um novo amanhecer. Acreditar que um novo dia está por vir é reconhecer que nada pode estar eternamente estagnado.
    Até a pedra mais pesada e enorme pode mudar de posição em algum momento deste infinito tempo. De acordo com o dia que se fez no passado, e a tarde que se encontra no presente, a noite pode ser longa...Talvez uma madrugada mais fria. Logo, eventualmente surgirá uma neblina de incredulidade. No entanto, nunca haverá uma noite e uma madrugada infinita. O retorno da luz em um brilho de esperança.

(Tulius Mendonça)
“No entanto, nunca haverá uma noite e uma madrugada infinita”. A palavra destacada pertence à classe gramatical e está como: 
Alternativas
Q4225032 Português
Texto I

    Ainda que a madrugada pareça longa, não há aquele que não pense na possibilidade de um novo amanhecer. Acreditar que um novo dia está por vir é reconhecer que nada pode estar eternamente estagnado.
    Até a pedra mais pesada e enorme pode mudar de posição em algum momento deste infinito tempo. De acordo com o dia que se fez no passado, e a tarde que se encontra no presente, a noite pode ser longa...Talvez uma madrugada mais fria. Logo, eventualmente surgirá uma neblina de incredulidade. No entanto, nunca haverá uma noite e uma madrugada infinita. O retorno da luz em um brilho de esperança.

(Tulius Mendonça)
“Até a pedra mais pesada e enorme pode mudar de posição em algum momento deste infinito tempo”. Nesse trecho, as palavras que pertencem à classe dos adjetivos, principalmente dentro desse contexto são:
Alternativas
Q4225031 Português
Texto I

    Ainda que a madrugada pareça longa, não há aquele que não pense na possibilidade de um novo amanhecer. Acreditar que um novo dia está por vir é reconhecer que nada pode estar eternamente estagnado.
    Até a pedra mais pesada e enorme pode mudar de posição em algum momento deste infinito tempo. De acordo com o dia que se fez no passado, e a tarde que se encontra no presente, a noite pode ser longa...Talvez uma madrugada mais fria. Logo, eventualmente surgirá uma neblina de incredulidade. No entanto, nunca haverá uma noite e uma madrugada infinita. O retorno da luz em um brilho de esperança.

(Tulius Mendonça)
“Talvez uma madrugada mais fria. Logo, eventualmente surgirá uma neblina de incredulidade”. A palavra destacada sofreu um processo de formação denominado:
Alternativas
Q4223629 Português
O antônimo de “mau” é:
Alternativas
Q4223468 Português
O plural foi empregado INCORRETAMENTE em: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: IADES Órgão: SEE-DF Provas: IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Administração | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Contbilidade | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Arquitetura | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Biologia | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Artes | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Biomedicina | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Eletrônica | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Ciências Naturais | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Construção Civil | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Educação Física | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Direito | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - LEM/Alemão | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Eletrotécnica | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Enfermagem | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - LEM/Espanhol | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - LEM/Francês | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - História | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Gastronomia | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Geografia | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Informática | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - LEM/Inglês | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Sociologia | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Telecomunicações | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Fisioterapia | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Filosofia | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Língua Portuguesa | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Psicologia | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Matemática | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Música | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - LEM/Japonês | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Física | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Letras/Libras | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Nutrição | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Odontologia | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Química | IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Radiologia |
Q4221598 Português


  MÃE, Valter Hugo. Autobiografia Imaginária. JL Jornal de Letras, Artes e

Ideias, Ano XXII, n. 1095, com adaptações. 



A respeito da linguagem utilizada pelo autor, julgue (C ou E) o item a seguir.

A substituição da expressão “ao menos” (linha 12) pela forma pelo menos preserva o sentido original.
Alternativas
Q4212451 Português
Analise as duas orações que seguem e atenda ao propósito de responder ao seguinte questionamento:
Eu vi um homem estranho parado na porta da padaria. Na biblioteca havia apenas um garoto estudando.
Quanto à classe morfológica, os termos em destaque: 
Alternativas
Q4210456 Português
Leia o texto a seguir.


O que é Aforismo:


    Aforismo é um texto breve que enuncia uma regra, um pensamento, um princípio ou uma advertência. É um estilo de sentença que articula literatura e filosofia em que a percepção da vida, da sociedade, ou tudo que venha a ser objeto de pensamento, é realçado pela expressividade de uma mensagem verdadeira e concisa. Veja os exemplos a seguir:


I. “Seria cômico se não fosse trágico”.

II. “O tempo dura bastante para aqueles que sabem aproveitá-lo”.

III. “Se você encontrar um caminho sem obstáculos, ele provavelmente não leva a lugar nenhum”. 
No segundo aforismo do exemplo foi empregada a palavra “bastante”. Em algumas situações, essa palavra pode sofrer flexão de número. ASSINALE a alternativa em que isso deveria ocorrer. 
Alternativas
Q4210414 Português
Leia a letra da música a seguir, de Lenine.


Há de ser leve

Um levar suave

Nada que entrave

Nossa vida breve

Tudo que me atreve

A seguir de fato

O caminho exato

Da delicadeza

E ter a certeza

De viver no afeto

Só viver no afeto
“O caminho exato
Da delicadeza”

A palavra destacada recebe em sua terminação “eza”. Em algumas situações da escrita, temos também palavras terminadas em “esa”. Assinale a alternativa em que a lacuna deva ser preenchida por “S” e não por “Z”.
Alternativas
Q4210413 Português
Leia a letra da música a seguir, de Lenine.


Há de ser leve

Um levar suave

Nada que entrave

Nossa vida breve

Tudo que me atreve

A seguir de fato

O caminho exato

Da delicadeza

E ter a certeza

De viver no afeto

Só viver no afeto
“Há de ser leve
Um levar suave...”

Ao se referir às normas que estabelecem o processo de formação de palavras, houve derivação imprópria na palavra, inserida nesses versos:
Alternativas
Q4210129 Português
Leia a anedota a seguir.


“Uma família jantou em um restaurante bem caro, e sobrou muita comida. O pai, com pena de desperdiçar tudo, mas com vergonha de pedir ao garçom para embrulhar, pagou a conta e disse:

− Por favor, embrulhe a comida que restou. Vamos levar para o cachorro. Ouvindo isso, as crianças gritaram:

− Oba! Papai vai comprar um cachorro!


(365 piadas, curiosidades e advinhas) 
“mas com vergonha de pedir ao garçom para embrulhar (...)”. A palavra destacada pode ser substituída sem prejuízo de sentido por: 
Alternativas
Q4209640 Português
Leia as frases que os adultos costumam dizer para as crianças, depois numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª:

1. Afirmativa
2. Negativa

( )Está na hora de ir pra cama.
( ) Estou fazendo isso para o seu bem.
( ) Não pode fazer isso com seu irmão.
( )Isso não é filme pra crianças.
( ) Mastigue de boca fechada.

A ordem CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4209638 Português
A questãodeverão ser respondida de acordo com o texto a seguir:


O milharal

    Todos os anos o senhor Onildo cultiva milho em seu sítio.

Ele chama o seu caseiro João e pede-lhe que plante sementes de milho na terra que já mandou preparar.

João e seu irmão Joel cuidam da plantação.

O milharal está todo verdinho com as espigas amarelinhas.

Alguns meses depois, a plantação está linda!

Senhor Onildo chega da cidade e vai logo ver o resultado do trabalho. Então, ele diz:

– Que beleza, João! Este ano vamos encher o paiol!
“Alguns meses depois, a plantação está linda!” A palavra em destaque na frase é um:
Alternativas
Q4207648 Português
Em relação à flexão de substantivos, o aumentativo das palavras “nariz” e “criança” é:
Alternativas
Q4207645 Português
O masculino de “tartaruga” é:
Alternativas
Respostas
9981: C
9982: D
9983: C
9984: B
9985: B
9986: B
9987: C
9988: A
9989: A
9990: C
9991: C
9992: B
9993: B
9994: D
9995: D
9996: B
9997: C
9998: A
9999: D
10000: D