Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3381046 Português
Qual é o plural correto de “cidadão”?
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Q3381043 Português
A quais classes de palavras pertencem os verbetes em destaque, respectivamente: “Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale de nada.
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Q3381039 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão
BILHETE
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
(Mario Quintana)
O título do poema, conforme as classes gramaticais, pode ser classificado como:
Alternativas
Q3381038 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão
BILHETE
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
(Mario Quintana)
Na linha 4, a palavra “mim” é:
Alternativas
Q3380822 Português

Nos versos desta letra de música composta por Djavan, a palavra em destaque pertence a que classe gramatical?


Meu bem querer

Tem um quê de pecado

Acariciado pela emoção.

Alternativas
Q3380819 Português

Assinale a alternativa que preenche de maneira correta as lacunas do texto abaixo



O programa _______ criado pelo governo federal prevê o pagamento de incentivo mensal de R$ 200, que podem ser sacados em qualquer momento, mais depósitos de R$ 1.000 ao final de cada ano concluído, que o estudante só pode retirar da poupança após se formar no ensino médio. Considerando as dez parcelas de incentivo, os depósitos anuais e, ainda, o adicional de R$ 200 pela participação no Enem, os valores chegam a R$ 9.200 por aluno.


A proposta ______ questionamentos _______ da obrigatoriedade de se garantir qualidade na educação, sem a _______ de gerar formas de recompensas aos estudantes, por estarem cumprindo um ciclo deescolaridade extremamente importante para a vida profissional deles.



[Texto adaptado] Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/pe-de-meia. Acesso em: 10 abr. 2024.

Alternativas
Q3380816 Português

Carta ao algoritmo



Algoritmo, já que você vive registrando nossas ações, onde estamos, onde compramos, em que lugar queremos passar as férias, já que conhece as nossas mentiras e os limites de nossos cartões de crédito, nossos arroubos, nossas vontades, nossas tristezas, nossas playlists, nossas canções melancólicas e eufóricas, já que oferece produtos que mal começamos a pesquisar, já que tem o dom profético de se antecipar aos nossos desejos, já que tolera as nossas neuroses, já que perdoa a nossa ansiedade, já que cronometra o nosso tempo on-line, já que repassa vídeos emocionais pela enésima vez, já que cria ataques de fofura com vídeos de cachorros e gatos, já que traz depoimentos de resiliência quando estamos prestes a desistir de tentar, eu rogo que use todas as nossas informações a nosso favor, não mais exclusivamente a seu benefício, por um breve momento de generosidade. [...]



Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/01/uma-carta-aoalgoritmo-clr6p50dz003201475yj7tmnw.html. Acesso em: 10 abr. 2024.

Quanto ao vocábulo algoritmo usado no corpo do texto, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q3380238 Português

Texto 3 


COMO DETERMINAR A IDADE DE UMA ÁRVORE

Você sabe como calcular a idade das árvores? Uma forma é usar a dendrocronologia, técnica baseada no estudo dos anéis de crescimento da árvore. 


Contando os anéis em um toco de árvore

    I) Examine os anéis de um toco exposto. Essa

    quantidade indica o número de anos que a árvore                                

    chegou a viver. Você verá anéis de cor mais clara e

5    mais escura — um ano de crescimento equivale a um

    anel claro mais um escuro. Como são mais fáceis de

    distinguir, conte os anéis escuros para estimar esse

    valor. 

      Os anéis também mostram muito sobre as condições

10  climáticas de um ano em particular. Anéis mais finos

      representam anos mais frios ou secos, enquanto os

      mais espessos se desenvolvem nas melhores

    condições. 


    II)  Lixe o toco para enxergar os anéis com maior

    clareza. Se estiver difícil visualizá-los, comece lixando

    o toco da árvore com uma lixa áspera, de grão 60. Finalize o serviço com uma lixa fina, de grão 400.

    Borrifar água levemente na superfície também facilita a visualização dos anéis.

    Você pode acabar descobrindo que alguns anéis estão muito próximos para serem visualizados com

    clareza. Se necessário, use uma lupa para enxergá-los melhor. 

20 II) Conte os anéis da medula à casca. Encontre a medula, o círculo central no meio dos anéis concêntricos, e comece a contagem a partir do primeiro anel escuro. Avance até ter chegado à casca. O último anel estará pressionado contra a superfície externa e será difícil de discernir, mas lembre-se de incluí-lo em sua contagem. Se você tiver dificuldade para avançar nesse processo, anote ou faça uma marca a cada 10 anéis com um lápis.



Disponível em: https://pt.wikihow.com/Determinar-a-Idade-de-uma-%C3%81rvore https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/81199075/metodo-para-calcular-a-idade-de-arvores-foi-tema-de-curso-na-embrapa-amapa https://www.iguiecologia.com/idade-das-arvores-e-possivel-saber/. Acesso em: 04 nov. 2023. Texto adaptado. 


Os vocábulos “estudo” (subtítulo) e “clareza” (Linha 15) são formados, respectivamente, pelos processos de: 
Alternativas
Q3380236 Português

Texto 3 


COMO DETERMINAR A IDADE DE UMA ÁRVORE

Você sabe como calcular a idade das árvores? Uma forma é usar a dendrocronologia, técnica baseada no estudo dos anéis de crescimento da árvore. 


Contando os anéis em um toco de árvore

    I) Examine os anéis de um toco exposto. Essa

    quantidade indica o número de anos que a árvore                                

    chegou a viver. Você verá anéis de cor mais clara e

5    mais escura — um ano de crescimento equivale a um

    anel claro mais um escuro. Como são mais fáceis de

    distinguir, conte os anéis escuros para estimar esse

    valor. 

      Os anéis também mostram muito sobre as condições

10  climáticas de um ano em particular. Anéis mais finos

      representam anos mais frios ou secos, enquanto os

      mais espessos se desenvolvem nas melhores

    condições. 


    II)  Lixe o toco para enxergar os anéis com maior

    clareza. Se estiver difícil visualizá-los, comece lixando

    o toco da árvore com uma lixa áspera, de grão 60. Finalize o serviço com uma lixa fina, de grão 400.

    Borrifar água levemente na superfície também facilita a visualização dos anéis.

    Você pode acabar descobrindo que alguns anéis estão muito próximos para serem visualizados com

    clareza. Se necessário, use uma lupa para enxergá-los melhor. 

20 II) Conte os anéis da medula à casca. Encontre a medula, o círculo central no meio dos anéis concêntricos, e comece a contagem a partir do primeiro anel escuro. Avance até ter chegado à casca. O último anel estará pressionado contra a superfície externa e será difícil de discernir, mas lembre-se de incluí-lo em sua contagem. Se você tiver dificuldade para avançar nesse processo, anote ou faça uma marca a cada 10 anéis com um lápis.



Disponível em: https://pt.wikihow.com/Determinar-a-Idade-de-uma-%C3%81rvore https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/81199075/metodo-para-calcular-a-idade-de-arvores-foi-tema-de-curso-na-embrapa-amapa https://www.iguiecologia.com/idade-das-arvores-e-possivel-saber/. Acesso em: 04 nov. 2023. Texto adaptado. 


“Dendrocronologia” é um método científico para determinar a idade de uma árvore. Esse nome é formado por dendro (árvore) + crono (tempo) + logia (estudo), isto é, pelo processo de: 
Alternativas
Q3380233 Português

Texto 2  



Disponível em: https://sampi.net.br/bauru/noticias/2788373/charges/2023/09/charge. Acesso em: 17 nov. 2023. 

Em “semana da árvore”, a preposição  
Alternativas
Q3380231 Português

Texto 1 


Menino e madeira 


     


CARRASCOZA, João Anzanello. Menino e madeira. In: ______. Ilustr. Nelson Cruz. Uns e outros: histórias de duplas. Curitiba: Cia. Bras. de Educação e Sistemas de Ensino, 2021. p.15-16. Fragmento. 

Leia o enunciado seguinte para responder a questão:


“Lembro-me do patrão, e me vejo outra vez menino, aprendiz....” (Linha 12)


Em “me vejo”, o vocábulo sublinhado apresenta-se como:

Alternativas
Q3380068 Português
Na frase “A menina ficou em 8º lugar na competição”, o numeral grifado é: 
Alternativas
Q3380067 Português
Em qual alternativa o verbo em destaque indica uma ordem?
Alternativas
Q3380063 Português

Leia o texto a seguir e responda a questão.


O Dilúvio

(Lenda Kaiapó)


    Certa vez, um caçador de tatu, cavando a terra, descobriu um grosso cipó. Esse cipó era a veia prin    cipal da Terra e quando foi cortado pelo caçador, jorrou uma quantidade tão grande de água, que o mundo ficou todo inundado. Os animais morreram e os indígenas treparam nas árvores mais altas, que não ficaram submersas.


    As águas demoraram muito a baixar e os sobreviventes ficaram magrinhos e fracos, pois não conseguiam descer das árvores. Não morreram, mas se transformaram em cupins e vespões, que passaram a fazer suas casas nos topos das árvores, revelando sua origem humana.


    Desse dilúvio, salvaram-se apenas uma velha e um casal de crianças, porque a senhora entrou em um enorme pilão, junto com as crianças, que depois lacrou com cera. Não se esqueceu também de colocar várias cabacinhas contendo sementes de alimentos amarrados ao redor do pilão, para fazer roça quando tudo voltasse ao normal.


    Os indígenas que vieram depois do dilúvio são descendentes dos que se salvaram. 

Em qual trecho o termo grifado pode ser classificado como artigo indefinido masculino?
Alternativas
Q3380062 Português

Leia o texto a seguir e responda a questão.


O Dilúvio

(Lenda Kaiapó)


    Certa vez, um caçador de tatu, cavando a terra, descobriu um grosso cipó. Esse cipó era a veia prin    cipal da Terra e quando foi cortado pelo caçador, jorrou uma quantidade tão grande de água, que o mundo ficou todo inundado. Os animais morreram e os indígenas treparam nas árvores mais altas, que não ficaram submersas.


    As águas demoraram muito a baixar e os sobreviventes ficaram magrinhos e fracos, pois não conseguiam descer das árvores. Não morreram, mas se transformaram em cupins e vespões, que passaram a fazer suas casas nos topos das árvores, revelando sua origem humana.


    Desse dilúvio, salvaram-se apenas uma velha e um casal de crianças, porque a senhora entrou em um enorme pilão, junto com as crianças, que depois lacrou com cera. Não se esqueceu também de colocar várias cabacinhas contendo sementes de alimentos amarrados ao redor do pilão, para fazer roça quando tudo voltasse ao normal.


    Os indígenas que vieram depois do dilúvio são descendentes dos que se salvaram. 

Qual é o plural dos substantivos “pilão” e “cipó”?  
Alternativas
Q3380061 Português

Leia o texto a seguir e responda a questão.


O Dilúvio

(Lenda Kaiapó)


    Certa vez, um caçador de tatu, cavando a terra, descobriu um grosso cipó. Esse cipó era a veia prin    cipal da Terra e quando foi cortado pelo caçador, jorrou uma quantidade tão grande de água, que o mundo ficou todo inundado. Os animais morreram e os indígenas treparam nas árvores mais altas, que não ficaram submersas.


    As águas demoraram muito a baixar e os sobreviventes ficaram magrinhos e fracos, pois não conseguiam descer das árvores. Não morreram, mas se transformaram em cupins e vespões, que passaram a fazer suas casas nos topos das árvores, revelando sua origem humana.


    Desse dilúvio, salvaram-se apenas uma velha e um casal de crianças, porque a senhora entrou em um enorme pilão, junto com as crianças, que depois lacrou com cera. Não se esqueceu também de colocar várias cabacinhas contendo sementes de alimentos amarrados ao redor do pilão, para fazer roça quando tudo voltasse ao normal.


    Os indígenas que vieram depois do dilúvio são descendentes dos que se salvaram. 

No trecho “jorrou uma quantidade tão grande de água, que o mundo ficou todo imundado”, o advérbio “tão” está sendo usado para:
Alternativas
Q3379862 Português
'Não sei onde vamos parar', diz cientista sobre frequência de eventos climáticos extremos.

Especialistas ouvidos pelo Terra alertam que as consequências do aquecimento global podem antecipar projeçõe s sobre extinção da vida humana.

17 maio 2024
Hugo Barbosa

    O agravamento do aquecimento global, nos últimos anos, aliado aos eventos climáticos extremos recentes, como as enchentes que atingiram 458 cidades no estado do Rio Grande do Sul, no início de maio, levanta várias questões no meio científico, incluindo a possibilidade de uma extinção em massa da humanidade devido às variações de temperatura no planeta. Especialistas ouvidos pelo Terra alertam, no entanto, que as mudanças climáticas podem ser mais extremas, catastróficas e, o que é pior, mais rápidas do que o projetado.
    Na avaliação de Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, a população humana deve se preparar para cenários pessimistas decorrentes do aquecimento global em um período mais curto do que o projetado em meios acadêmicos. "Existem projeções de aquecimento do planeta para daqui até o fim do século, não precisa nem ir tão longe assim, de milhões de anos, não", comenta, referindo-se à pesquisa da Universidade de Bristol, cujos modelos climáticos indicam que os mamíferos serão extintos em 250 milhões de anos.  
    "Podemos chegar ao aquecimento médio de temperatura no planeta de aproximadamente 4 graus, se nada for feito e se continuarmos acelerando a emissão de gases. Com 4 graus, a extinção em massa de espécies no planeta é algo seguro e garantido. Não há dúvida.", alerta Márcio Astrini, do Observatório do Clima. Astrini cita como base o relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e que conta com mais de 600 cientistas para estudar, debater e projetar os impactos das mudanças climáticas. O documento, divulgado em 2023, detalha as consequências devastadoras do aumento das emissões de gases do efeito estufa em todo o mundo: a destruição de casas, a perda de meios de subsistência e a extinção de comunidades.
    Astrini cita ainda a perda de espécies inteiras em todo o ecossistema marinho, dificuldade de produzir comida na quantidade que produzimos hoje e escassez da água potável. "O ser humano vai ter baixa capacidade adaptativa e alguns vão sobreviver, outros não. É isso que vai acontecer se continuarmos assim", diz.
De acordo com o relatório, cerca de metade da população global já vive, por exemplo, em situações de escassez severa de água, durante pelo menos um mês por ano, enquanto as altas temperaturas facilitam a disseminação de doenças vetoriais, como a malária.
     Na mesma linha de Astrini, Francisco Milanez, diretor científico da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), ressalta que a pior catástrofe socioambiental da história do Rio Grande do Sul é um alerta de como as consequências das mudanças climáticas já são uma realidade. Segundo ele, a realidade gaúcha afasta a ideia de aquecimento global como um problema abstrato e distante da vida da população do planeta. "Tanto o planeta como o Brasil estão emitindo alertas constantes por meio desses eventos climáticos extremos. Nunca vimos isso na história do País", afirma.
    Milanez cita um estudo realizado por pesquisadores do ClimaMeter, que indica que as mudanças climáticas provocadas pela ação humana, especialmente a emissão de gases do efeito estufa liberados com a queima de combustíveis fósseis, tornaram as chuvas no Rio Grande do Sul mais intensas.
    "Se continuarmos assim, nesse ritmo, não sei onde vamos parar. Não será preciso milhões de anos, se permanecermos assim", completa.

https://www.terra.com.br/planeta/meio-ambiente
Na formação e estruturação de palavras da Língua Portuguesa, essas podem apresentar radicais e afixos, como se observa no seguinte grupo: 
Alternativas
Q3379588 Português
A terminação dos verbos referentes aos substantivos paralisia, cicatriz e análise são, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3379585 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que a expressão em destaque é uma locução prepositiva, considerando sua formação interna.
Alternativas
Q3379575 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Algoritmos: o que são, para que servem e quem os inventou?

Os algoritmos se tornaram parte integrante de nossas vidas. Dos aplicativos de mídia social à Netflix, os algoritmos aprendem suas preferências e priorizam o conteúdo que lhe é mostrado. Mais de 1.000 anos antes da Internet e dos aplicativos de smartphones, o cientista e polímata persa Muhammad ibn Mūsā alKhwārizmī inventou o conceito de algoritmos. A própria palavra vem da versão latinizada de seu nome, “algorithmi”. E, como você pode suspeitar, ela também está relacionada à álgebra.

Em grande parte perdido no tempo

Al-Khwārizmī viveu de 780 a 850 d.C., durante a Era de Ouro Islâmica. Muitas de suas obras originais em árabe se perderam no tempo. Ele viveu durante o Califado Abássida, que foi uma época de notável progresso científico no Império Islâmico. Al-Khwārizmī fez importantes contribuições para a matemática, geografia, astronomia e trigonometria. Ele era um estudioso da Casa da Sabedoria (Bayt al-Hikmah) em Bagdá. Nesse centro intelectual, os estudiosos traduziam o conhecimento de todo o mundo para o árabe, sintetizando-o para fazer progressos significativos em uma série de disciplinas.

O pai da álgebra

Al-Khwārizmī era um polímata e um homem religioso. Um dos principais projetos que os matemáticos islâmicos empreenderam na Casa da Sabedoria foi desenvolver a álgebra. Por volta de 830 d.C., o califa al-Ma’mun incentivou al-Khwārizmī a escrever um tratado sobre álgebra, Al-Jabr (ou The Compendious Book on Calculation by Completion and Balancing). Essa se tornou sua obra mais importante. Sua obra foi concebida para ser uma ferramenta prática de ensino. Sua tradução latina foi a base dos livros didáticos de álgebra nas universidades europeias até o século XVI.

Avô da ciência da computação

Os escritos matemáticos de Al-Khwārizmī introduziram os numerais hindu-arábicos para os matemáticos ocidentais, os dez símbolos que todos nós usamos hoje. Esse é o sistema numérico que sustenta a moderna tecnologia de computação. A arte de Al-Khwārizmī de calcular problemas matemáticos estabeleceu a base para o conceito de algoritmos. Ele forneceu as primeiras explicações detalhadas sobre o uso da notação decimal para realizar as quatro operações básicas (adição, subtração, multiplicação, divisão) e calcular frações. Para resolver uma equação matemática, alKhwārizmī percorria sistematicamente uma sequência de etapas para encontrar a resposta. Esse é o conceito subjacente de um algoritmo. ‘Algorismo’, um termo latino medieval nomeado em homenagem a al-Khwārizmī, refere-se às regras para a execução da aritmética usando o sistema numérico hinduarábico. No início do século XX, a palavra ‘algoritmo’ chegou à sua definição atual e ao seu uso: “um procedimento para resolver um problema matemático em um número finito de etapas; um procedimento passo a passo para resolver um problema”.

Na próxima vez que usar qualquer tecnologia digital, lembre-se de que nada disso seria possível sem o trabalho pioneiro de um antigo polímata persa.

Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/notici a/2024/05/algoritmos-o-que-sao-para-queservem-e-quem-os-inventou.ghtml

A palavra “durante”, que ocorre em “AlKhwārizmī viveu de 780 a 850 d.C., durante a Era de Ouro Islâmica.”, pertence à classe gramatical:
Alternativas
Respostas
6461: C
6462: C
6463: B
6464: C
6465: B
6466: D
6467: D
6468: B
6469: A
6470: C
6471: B
6472: A
6473: B
6474: B
6475: B
6476: C
6477: C
6478: A
6479: B
6480: D